O marido não dá conta sozinho. Cap. 7: Deu pro sogro no meio da praia

A chegada à chácara de praia isolada aconteceu no final da tarde, com o som das ondas quebrando fortemente bem em frente ao nosso portão. O local era perfeito: cercado por dunas e sem nenhum vizinho por perto. Assim que descarregamos as malas, o clima de simulação continuou. Meu pai, Diniz, tentava agir de forma mecânica e séria, carregando as caixas de ferramentas para a área externa, mas a tensão daquela rapidinha no mato ainda estava estampada em seu rosto suado.
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Enquanto o velho se ocupava lá fora, eu e Tainá nos trancamos no quarto principal para preparar a próxima etapa da nossa engrenagem. Ela abriu a mala e tirou o biquíni cortininha preto minúsculo, que parecia apenas um pedaço de fio.
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— Você quer mesmo que eu use isso na frente do seu pai agora, João? — ela perguntou, com os olhos verdes brilhando.
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— Quero. Quero ver o velho Diniz perder o juízo olhando para cada curva sua — respondi, puxando-a pela cintura.
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— Você é muito frouxo mesmo, João. Gosta de ver a sua mulher se oferecendo para o próprio pai — ela provocou.
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— Eu sou o seu marido de fachada, Tai. O homem de verdade para o seu corpo é ele — confessei, engolindo o orgulho.
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— O dote do seu pai me deixa maluca. O seu mastro é tão pequeno que nem faz cócegas perto do dele — ela humilhou.
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— Eu sei disso. Por isso vou te deixar sozinha com ele na areia para o velho te botar no lugar — afirmei.
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Tainá vestiu a peça devagar. O sutiã mal conseguia conter a firmeza dos seus seios fartos, e a calcinha sumia por completo na curvatura redonda e empinada da sua bunda arrebitada. Ela jogou uma saída de praia transparente por cima e fomos para a areia deserta. Diniz já estava lá, sentado em uma cadeira rústica, observando o mar com os braços fortes cruzados. Quando Tainá tirou a saída de praia e exibiu aquele físico escultural, meu pai travou o maxilar na mesma hora.
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Decidi iniciar as provocações na areia, mantendo a minha máscara de total ingenuidade e submissão.
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— O sol está ótimo, pai. Olha como a Tainá fica linda com esse biquíni que eu comprei para ela — comentei, cínico.
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— João… você não acha que essa roupa da sua mulher está curta demais para usar aqui fora? — meu pai rosnou, tenso.
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— Você não gosta do que vê, sogrinho? Achei que você curtisse as minhas curvas — ela disparou, rebolando na frente dele.
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— Deixa o seu sogro em paz, Tai. Ele é um homem maduro, rústico, não liga para essas bobeiras de menina — brinquei.
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— O seu pai liga sim, João. Ele sabe muito bem como apreciar uma mulher de verdade, diferente de você — ela me humilhou.
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— O meu pai é o macho alfa da casa, Tai. Eu sou bem mais calmo e fraco perto dele — emendei, abaixando a cabeça.
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— Você é um frouxo, João. Deixa que o seu pai cuida de mim enquanto você vai nadar — ela desdenhou em voz alta.
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— Vou dar um mergulho longo então. Pai, fica aí cuidando da Tainá e passa aquele bronzeador nela — pedi, afastando-me.
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— Pode ir, filho… eu dou uma força aqui para ela não se queimar no sol — Diniz respondeu, com a voz grossa e trêmula.
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Caminhei em direção ao mar e, assim que passei da arrebentação, virei-me de costas para observar os dois de longe. Fingi nadar, mas meus olhos estavam fixos na barraca. Através da neblina do mar, vi meu pai quebrar a última barreira. Ele se ajoelhou na areia ao lado de Tainá, que havia se deitado de bruços, e começou a espalhar o óleo bronzeador. Minha mão direita desceu imediatamente para a minha bermuda dentro d'água, iniciando o movimento frenético.
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As mãos grandes e calejadas de Diniz massageavam as costas nuas de Tainá, descendo lentamente até os quadris grossos. Tomado pelo tesão e achando que eu estava longe demais, ele enfiou os dedos por baixo do lacinho do biquíni e apertou a carne macia daquela bunda arrebitada com uma força possessiva. Comecei a ouvir os sussurros ousados que eles trocavam na areia:
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— Você é muito abusada, Tainá… se exibindo desse jeito com o seu marido frouxo olhando de longe — Diniz rosnou.
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— O João é um frouxo, Diniz… ele só serve para assistir de longe enquanto o homem de verdade me usa — ela sussurrou.
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— Se eu te pego aqui mesmo nessa areia deserta, você não aguenta o tranco da minha força — meu pai instigou.
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— Eu aguento tudo o que você tiver para me dar, sogrinho. O seu cacetão enorme é o que eu quero — ela confessou.
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— Você é a nora mais safada e vagabunda que eu já vi na minha vida — ele decretou, apertando os quadris dela.
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— Sou a sua putinha de praia hoje… vai, enfia esse pau grande em mim, me rasga antes que o corno volte do mar — ela clamou.
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Diniz não resistiu ao convite e ao perigo do lugar deserto. Ele puxou a lateral da calcinha preta com bruteza e a invadiu quase instantaneamente, penetrando de forma direta nas entranhas da nora ali mesmo, sob a proteção da barraca de praia. Tainá soltou um urro abafado na areia, jogando o quadril largo para trás e cavalgando com uma fúria animal contra o mastro volumoso do homem mais velho.
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— Vou acabar com você sua vagabunda — meu pai rosnou perto do ouvido dela, desferindo estocadas profundas.
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— É maravilhoso, Diniz… me rasga toda… o João nunca vai conseguir me encher desse jeito — ela humilhou o marido na hora H.
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— O meu filho é um frouxo por deixar o próprio pai dar uma surra dessas na mulher dele — Diniz provocou, rápido.
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— Ele é um menino perto de você… o seu pau grosso me esmaga por dentro… vai, entra com tudo! — ela gritou contida.
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— Então aguenta o peso, porque vou te deixar até torta — meu pai decretou, puxando os cabelos dela.
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— Vai… me esporra toda… joga toda a sua porra quente no fundo da minha racha! — ela berrou, explodindo no ápice.
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O meu pai descarregou toda a sua carga de leite no fundo da intimidade da nora, prendendo o corpo dela contra a esteira com um rosnado grosso e exausto. Em perfeita sincronia com o desfecho deles, eu também cheguei ao meu limite dentro do mar, gozando escondido na água salgada. Diniz se afastou às pressas, trêmulo de adrenalina, ajeitou o calção e voltou para a cadeira tentando disfarçar. Saí do mar e caminhei até eles, agindo com total normalidade, observando Tainá deitada de bruços, suada e dolorida, me olhando com um sorriso de completa vitória.
Foto 1 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 7: Deu pro sogro no meio da praia

Foto 2 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 7: Deu pro sogro no meio da praia

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 7: Deu pro sogro no meio da praia

Codigo do conto:
267450

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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