O marido não dá conta sozinho. Cap. 8:

Prólogo:
Desde o primeiro flagrante na sala do apartamento, a rotina de João e Tainá transformou-se em um complexo jogo de aparências e fetiche. João descobriu o envolvimento secreto entre sua esposa e seu pai, Diniz, e optou por orquestrar os encontros em vez de confrontá-los. Após incitar provocações na cozinha e durante a viagem de carro, o trio chegou à chácara de praia, onde Tainá e Diniz consumaram mais um ato arriscado na areia deserta, enquanto João assistia a tudo de forma oculta do mar, consolidando um pacto silencioso de submissão e controle psicológico que agora guiava cada passo daquela família.

Cap. 8: Os chfres aumentam cada vez mais, e o coorno gosta!

O retorno para a chácara no início da noite foi marcado por um silêncio denso e elétrico. Assim que entramos na casa, meu pai, Diniz, recolheu-se imediatamente para o quarto de hóspedes no andar de baixo, visivelmente exausto pelo esforço físico e pela adrenalina de ter cruzado a linha na praia deserta. Eu e Tainá subimos para a suíte principal e, no momento em que a porta foi trancada, a máscara de normalidade ruiu. Puxei-a com força pela cintura, encarando seus olhos verdes que ainda brilhavam com a intensidade do que havia vivido na areia.

Tainá sentou-se na beira da cama, com o corpo trêmulo e a pele ainda quente pelo sol do litoral. Aproximei-me devagar, ajoelhando-me na sua frente para assumir o meu papel de controle e submissão dentro daquela engrenagem.

— O seu pai não teve nenhuma piedade de mim na praia, João. Ele me dominou por completo sob aquela barraca — ela confessou, com a respiração curta.

— Eu vi tudo de longe, meu amor. Vi o jeito possessivo que ele usou para preencher o seu corpo — respondi, segurando suas pernas grossas.

— Você é muito frouxo, João. Deixa o próprio pai fazer o serviço bruto com a sua esposa e depois vem aqui reivindicar o que sobrou — ela provocou, usando a humilhação verbal para inflar o nosso fetiche.

— Eu sou o espectador desse teatro, Tai. O meu papel é garantir que você seja totalmente submissa à força dele e depois desfrutar da sua entrega — afirmei, mantendo a minha postura firme.

— O dote do seu pai me deixa sem forças. Perto da virilidade dele, você continua parecendo apenas um menino — ela desdenhou, olhando-me de cima.

— Então me conta cada palavra que ele usou enquanto te quebrava no meio na areia — comentei, buscando o ápice psicológico daquela conversa.
Dominando a situação na cama do casal, passamos a consumir o nosso próprio momento, alimentados puramente pela quebra daquele tabu familiar. O diálogo entre nós fluiu carregado de desejo e da certeza de que a estrutura do nosso casamento agora dependia daquela presença oculta no andar de baixo.
Uma hora depois, descemos para preparar o jantar. A mesa da chácara de praia tornou-se o cenário perfeito para torturar a mente do meu pai. Diniz sentou-se de forma rígida, evitando olhar para Tainá, que agora vestia um vestido leve e provocante. Peguei os talheres e decidi lançar as primeiras piadas de duplo sentido, usando os detalhes exatos do que assistira na praia para desestabilizar o velho peão.

— O sol daquela praia deserta estava realmente forte hoje, não é, pai? De longe, parecia que o senhor estava fazendo um trabalho pesado na areia — comentei, servindo o vinho.

— O trabalho na praia exige firmeza, João. Eu só estava garantindo que as coisas ficassem bem firmes por lá — meu pai respondeu, a voz grossa saindo tensa, com o maxilar travado.

— O seu pai entende muito de firmeza, João. Ele sabe exatamente como usar as mãos grandes dele para espalhar o bronzeador e ir direto ao ponto — Tainá disparou, com uma audácia que fez Diniz engolir em seco.

— Imagino. O meu pai tem aquela pegada rústica de quem sabe comandar. Eu sou mais moderno, aceito que um homem mais experiente assuma o controle quando eu não dou conta — ironizei, humilhando a minha própria masculinidade na mesa.

— Você devia prestar mais atenção no jeito do seu pai, João. Ele não perde tempo com conversas quando decide o que quer de uma mulher — ela continuou, provocando o sogro abertamente.

— A Tainá tem razão, pai. O senhor é o verdadeiro macho alfa aqui. Se o senhor achar que ela precisa de mais algum cuidado neste fim de semana, tem o meu total consentimento — afirmei, deixando o velho em completo apuros psicológicos.
Diniz permaneceu em silêncio, com o peito largo subindo de forma pesada, totalmente encurralado entre a culpa esmagadora e o desejo ardente que o consumia. Assim que o jantar terminou, ele se retirou às pressas para o seu aposento.
A madrugada na praia chegou com uma neblina espessa que cobria toda a varanda da chácara. Conforme havíamos planejado no quarto, fingi pegar no sono pesado na poltrona da sala, emitindo respirações compassadas para dar o sinal verde. Tainá levantou-se da cama na surdina, vestindo apenas uma camisa entreaberta, e deslizou silenciosamente pelo corredor em direção ao quarto do meu pai.

Eu me posicionei rapidamente em um esconderijo estratégico na varanda externa, observando tudo através da grande janela de vidro jateado que dava para o quarto de hóspedes. Minha mão desceu imediatamente para o calção, iniciando o movimento rítmico enquanto monitorava o desdobramento do fetiche na escuridão.

Tainá abriu a porta do quarto de Diniz sem fazer ruído e aproximou-se da cama onde o velho tentava dormir. O meu pai deu um sobressalto ao ver a silhueta da nora na penumbra, mas o instinto falou mais alto que a razão.

— O que você está fazendo aqui, Tainá? O João está logo ali em cima, se ele acorda… — meu pai sussurrou, a voz trêmula de adrenalina e medo do flagrante.

— O João está apagado na sala, Diniz. Ele é um frouxo, não serve para me dar o que eu preciso nas madrugadas — ela respondeu na surdina, subindo na cama.

— Você vai acabar destruindo essa família, menina… me fazendo pecar dentro da minha própria casa — ele rosnou, segurando os quadris grossos dela com força.

— Eu sou a sua nora safada, Diniz. Entra com tudo e mostra quem manda no meu corpo nesta noite — ela implorou, entregando-se àquela submissão voluntária.

— Então não reclama depois, porque eu vou te usar até você não aguentar mais andar — meu pai decretou, quebrando a última barreira de remorso.

— É isso que eu quero… o seu cacetão enorme é o meu verdadeiro dono — ela confessou, iniciando os movimentos ritmados na escuridão.

Do meu ponto de observação na varanda, assisti ao meu próprio pai dominar as entranhas da minha esposa em plena madrugada, impondo o seu ritmo bruto e viril sem qualquer piedade. O barulho abafado dos corpos e os sussurros ousados que eles trocavam no escuro alimentaram o meu ápice secreto. Quando Diniz descarregou toda a sua energia no fundo da intimidade dela, completei a minha própria liberação na vegetação da varanda. O pacto familiar estava mais vivo e definitivo do que nunca, e a nossa engrenagem de luxúria havia atingido o ponto de não retorno.

Foto 1 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 8:

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 8:

Codigo do conto:
267451

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

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