O marido não dá conta sozinho. Cap. 9: Homens da família cobiçam minha mulher. Sogro com ciúmes



O sábado na chácara de praia ganhou uma proporção perigosa com a chegada inesperada de alguns parentes do interior para um almoço comemorativo. O local, antes isolado, transformou-se em um formigueiro de tios e primos. Para Tainá, aquele era o cenário perfeito para testar os limites absolutos da nossa engrenagem. Ela decidiu ignorar o ambiente familiar e desceu para a área da piscina usando o biquíni cortininha preto fio-dental, deixando claro que a discrição não fazia parte dos planos daquela tarde.
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A anatomia escultural de Tainá roubou a cena instantaneamente. A calcinha milimétrica sumia por completo no contorno redondo e empinado de sua bunda, criando a ilusão visual de que ela estava praticamente nua sob o sol. Ao avistar um primo que não via há anos perto do deque, Tainá caminhou até ele com um sorriso audacioso. Em um movimento calculado, ela se apoiou na ponta dos pés, elevando levemente os calcanhares para lhe dar um abraço caloroso. A postura arqueada fez com que o tecido sumisse ainda mais em suas entranhas, destacando o desenho seguro do seu quadril.
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A poucos metros dali, um tio mais velho parou com o copo na mão, literalmente babando e devorando com os olhos aquela exibição pública. A atmosfera da chácara mudou; o perfume doce de Tainá misturado ao bronzeador parecia emanar uma provocação invisível, fazendo com que vários homens da casa começassem a rondar o ambiente, atraídos por aquele magnetismo.
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Quem não aguentou a pressão psicológica foi o meu pai. Diniz assistiu à cena do abraço com os punhos cerrados e o peito largo subindo e descendo de forma violenta. O ciúme territorialista e o desejo reprimido explodiram dentro dele. Ele caminhou até a varanda dos fundos, onde eu pegava uma bebida, e me prensou contra a parede de alvenaria, com os olhos castanhos injetados de fúria.
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— Olha aquilo ali fora, João! A sua mulher está praticamente pelada na frente da família inteira! Você não tem um pingo de ciúmes ou vergonha na cara? — meu pai explodiu, a voz saindo como um trovão abafado.
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— Calma, pai. O clima está quente, a gente gosta de ficar à vontade aqui na praia. Veja eu, também estou só de sunga e sem camisa — respondi com uma calmaria cínica, jogando com a mente dele.
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— Mas você é o marido dela, filho! Você é diferente, deveria impor respeito! — Diniz rosnou, o pomo de adão subindo e descendo com o nervosismo.
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— Estou lhe falando a real, pai. Outros homens da família já estão rondando a Tainá, só esperando uma oportunidade para se aproximar — provoquei com um duplo sentido cortante, alimentando o monstro do ciúme dele.
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— Pois eu não vou ficar aqui assistindo a essa palhaçada de braços cruzados enquanto esses sujeitos babam na sua espreguiçadeira — ele decretou, a respiração totalmente descontrolada.
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— Eu confio nela, pai. Mas se o senhor está tão incomodado, por que não vai lá e resolve isso do seu jeito bruto? — disparei, entregando a liderança do jogo e humilhando a minha própria posição de marido frouxo.
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A minha autorização silenciosa agiu como o estopim para a loucura de Diniz. Consumido por uma posse cega e pela raiva de ver outros homens cobiçando o que ele considerava dele, meu pai esperou o momento em que Tainá caminhou em direção ao corredor escuro dos fundos da chácara, perto da lavanderia deserta, para buscar mais gelo.
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Ele a seguiu como um predador. No segundo em que ela entrou no cômodo isolado, Diniz bateu a porta e a prensou contra a parede com a sua pegada mais violenta e rústica, cravando as mãos grandes nos quadris dela sem qualquer espaço para rodeios. O risco de um escândalo familiar era absurdo; qualquer parente que passasse pelo corredor ouviria o que estava prestes a acontecer, mas o perigo apenas inflamou a urgência entre sogro e nora.
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Diniz puxou a amarra lateral do biquíni com bruteza e expôs por completo a brancura daquela bunda empinada. O mastro volumoso e grosso dele já estava totalmente rígido e pulsante do lado de fora do moletom. Sem hesitar, ele a segurou firme e a invadiu de forma direta, penetrando profundamente nas entranhas de Tainá, estufando a racha dela a cada investida pesada. Um som sôfrego e abafado ecoou na penumbra do cômodo, enquanto a carne dela se moldava perfeitamente ao tamanho imponente do sogro.
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Diniz impôs o seu ritmo rústico de forma implacável, ditando uma sequência de diálogos carregados de confronto e luxúria na penumbra do cômodo, enquanto eu monitorava tudo escondido pelas frestas da janela:
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— Você quer que a família inteira veja o que eu faço com você aqui dentro, Tainá? — meu pai rosnou, a voz trêmula de adrenalina.
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— Eu quero que você mostre para aqueles homens lá fora quem é o verdadeiro dono do meu corpo, Diniz — ela sussurrou de volta, com os olhos verdes revirando.
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— Fica se exibindo na ponta dos pés para os outros… você é uma safada que merece ser castigada na marra — ele instigou, mantendo as estocadas fundas que esfolavam ela por dentro.
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— Me castiga então, seu velho ciumento… o João é um fraco, ele deixa você enfiar esse cacetão enorme em mim do jeito que quiser — ela humilhou o marido na hora H.
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— O seu marido é um frouxo por não ter coragem de segurar uma mulher gostosa como você, mas eu tenho — meu pai decretou, penetrando até o fundo da gruta dela.
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— Eu sei que tem… o seu pau grosso me esmaga inteira… entra com tudo e despeja a sua porra quente em mim! — ela clamou, entregando-se por completo àquela dominação.
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Do meu esconderijo na fresta da janela basculante da lavanderia, assisti ao meu próprio pai arrebentar qualquer barreira de moralidade, possuindo as entranhas da minha esposa com uma fúria animal enquanto o falatório dos parentes ecoava no quintal. Minha mão corria frenética pelo meu membro rígido, saboreando a humilhação consensual e o perigo daquele escândalo iminente. Quando Diniz atingiu o limite e descarregou toda a sua carga de leite no fundo da intimidade dela, um rosnado abafado tremeu nas paredes. O pacto de luxúria do trio havia cruzado a linha do perigo público, e agora varios homens da familia estavam doidos pra uma oportunidade com a minha esposa, fato que me deixa subindo pelas paredes apenas de imaginar um primo ou um tio pegando ela.
Foto 1 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 9: Homens da família cobiçam minha mulher. Sogro com ciúmes

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 9: Homens da família cobiçam minha mulher. Sogro com ciúmes

Codigo do conto:
267452

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
17/07/2026

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