O marido não dá conta sozinho. Cap. 10: O Novo Predador na Familia
O final da tarde na chácara trouxe a partida da maioria dos parentes, mas a verdadeira ameaça permaneceu até o último minuto. Marcos, o primo que Tainá havia abraçado calorosamente na ponta dos pés à beira da piscina, não era um homem fácil de ignorar. Ele tinha cerca de 30 anos, mais de um metro e noventa de altura, um físico forte e imponente esculpido por anos de treino, e um rosto de traços marcantes que exalava uma masculinidade agressiva e segura. Ele exibia uma postura de total dominância no ambiente. ? Marcos havia circulado pela chácara com olhos de predador e, por uma ironia do destino, ele esteve perto do corredor dos fundos no exato momento em que meu pai, Diniz, encurralou Tainá na lavanderia. Ele não interrompeu, mas viu o suficiente. Quando o almoço acabou e as malas começaram a ser guardadas, Marcos caminhou até a varanda onde eu estava, olhou-me de cima a baixo com um sorriso cínico e uma expressão que dizia claramente: "Eu sei exatamente o que acontece entre o seu pai e a sua esposa nesta casa". ? Ele se aproximou com passos firmes, cruzando os braços fortes e apoiando-se na pilastra da varanda, iniciando um diálogo direto que desmoronou a minha fachada de marido tradicional. ? — A sua esposa é um espetáculo, João. Aquele biquíni preto não esconde nada, e a pegada do seu pai na lavanderia foi bem violenta. Você é um cara muito calmo por aceitar isso — Marcos disparou, com uma voz grossa e provocativa. ? — O clima da praia deixa todo mundo mais à vontade, Marcos. O meu pai é o homem forte da família, eu prefiro não criar problemas — respondi com falsa submissão, engolindo o orgulho para manter o fetiche. ? — Você é um corno manso bem resolvido, João. Dá para ver na sua cara que você sente prazer em ver a Tainá sendo usada por homens de verdade — ele humilhou abertamente, dando um passo na minha direção. ? — Eu sei quais são os meus limites, Marcos. A Tainá precisa de uma força que eu não tenho para oferecer — confessei, abaixando a cabeça e entregando a minha dignidade no jogo. ? — Pois eu vou pegar a sua esposa também, João. Ela ficou caidinha por mim naquele abraço na piscina e eu não vou perder a oportunidade de entrar onde o seu pai estava mandando — ele decretou, com uma autoridade que fez meu sangue ferver de tesão. ? — Eu não vou ficar no caminho de vocês, Marcos. Se ela quiser, as coisas podem rolar hoje à noite — afirmei, selando o novo pacto. ? Por volta das nove da noite, os últimos parentes foram embora. Meu pai, Diniz, consumido pela exaustão e pelo pânico de ter sido quase descoberto por Marcos, inventou uma desculpa sobre um compromisso urgente na cidade e pegou um táxi, deixando a chácara deserta. Ficamos apenas eu, Tainá e Marcos, que aceitou o convite para passar a noite no chalé dos fundos. A engrenagem havia mudado de mãos, e a nova liderança estava prestes a ser testada. ? Trancados no quarto principal, Tainá andava de um lado para o outro vestindo apenas uma camisola curta, com os olhos verdes dilatados pela adrenalina da conversa que eu havia compartilhado com ela. ? — O Marcos sabe de tudo, João… ele viu o seu pai comigo e disse na sua cara que vai me tomar também — ela sussurrou, a respiração curta. ? — Eu sei, meu amor. Eu autorizei. Ele é muito maior e mais forte que eu, e você estava louca por ele desde o abraço na piscina — respondi, puxando-a pela cintura. ? — Você é um frouxo maravilhoso, João. Adora me ver sendo humilhada e usada por homens que têm o dote e a força que faltam em você — ela desdenhou, usando a humilhação verbal para me deixar rígido. ? — Eu sou o diretor desse jogo, Tai. Quero ver você submissa ao Marcos hoje à noite, implorando pela virilidade dele enquanto eu assisto de perto — ordenei. ? Ouvir o comando final fez Tainá abrir a porta do quarto e caminhar pelo corredor escuro até a sala principal, onde Marcos já esperava sentado no sofá cinza, com o peito largo à mostra e os braços apoiados no encosto. Eu me posicionei estrategicamente atrás da cortina da sala, iniciando o movimento contínuo da masturbação enquanto monitorava o início daquela nova dominação. ? Marcos não perdeu tempo com cortesias. Ele segurou Tainá pelos cabelos pretos com uma bruteza que a fez arfar, puxando-a para o seu colo e rasgando a camisola curta de cetim com uma única pegada possessiva, expondo a silhueta escultural da minha esposa sob a luz da lua que entrava pela vidraça. ? Desta vez, sem o short jeans para criar barreiras, a nudez da minha esposa estava completamente exposta aos olhos do novo amante. Marcos a deitou de costas no estofado, abrindo bem as suas coxas grossas e revelando por completo a brancura daquela pele alva e a umidade da racha dela. O mastro dele, que se revelou imponente, grosso e veado, estava em total riste. Com um único impulso firme, ele a invadiu de forma direta, penetrando profundamente nas entranhas de Tainá e estufando a sua intimidade a cada estocada violenta. Um urro sôfrego e agudo quebrou o silêncio da sala. ? — Olha para o seu marido frouxo ali atrás da cortina, Tainá… ele vai ver como um macho de verdade te bota no lugar hoje — Marcos rosnou, a voz saindo grossa e dominante, acelerando o compasso. ? — Me toma logo, Marcos… o João só serve para olhar de longe enquanto você preenche o meu corpo com esse cacetão — ela implorou, entregando-se por completo àquela submissão. ? — Você é a vadia da praia hoje. Vai levar uma surra de prazer que vai te fazer esquecer o João e o Diniz — ele decretou, mantendo os golpes fundos que esfolavam ela por dentro. ? — O seu tamanho é maravilhoso… me rasga por dentro, entra com tudo no meu fundo! — ela urrou baixinho, cravando as unhas no estofado enquanto o quadril largo absorvia o impacto. ? — O dote do seu sogro é grande, mas o meu é muito mais grosso, não é, sua nora safada? — ele instigou, batendo forte contra a carne dela. ? — É enorme… me preenche inteira, me destrói onde ninguém nunca chegou… vai, me esporra toda! — ela berrou, os olhos verdes revirando de puro êxtase. ? Do meu esconderijo na cortina, assisti ao novo predador assumir o controle absoluto das entranhas da minha esposa, impondo um ritmo violento e rústico que fazia a estrutura do sofá balançar no silêncio da chácara. Minha mão direita corria frenética pelo meu membro rígido, saboreando a humilhação consensual e a força daquele novo arranjo. Quando Marcos atingiu o ápice e descarregou toda a sua carga de energia no fundo da intimidade dela, um rugido ecoou pela sala, consolidando o início de uma nova e perturbadora era para o nosso casamento.
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