O marido não dá conta sozinho. Cap. 12: O Próximo Nível do Pacto
A lancha retornou para o cais da chácara quando o sol já começava a sumir no horizonte. No segundo em que nos trancamos na suíte principal, com Marcos já acomodado no chalé dos fundos, a realidade do nosso acordo preencheu o quarto. Tainá sentou-se na beira da cama, com o corpo exausto e a pele marcada pelo sol e pelo óleo daquela tarde em mar aberto. Ela me olhou de baixo, com os olhos verdes desafiadores, testando a minha submissão até o último centímetro. ? Aproximei-me devagar e me ajoelhei na frente dela, assumindo o papel que me cabia naquela engrenagem. ? — O Marcos não teve nenhuma pressa hoje, João. Ele me dominou por completo na popa daquela lancha — ela confessou, com a voz rouca. ? — Eu assisti a cada movimento pelo reflexo do vidro, Tai. Vi a força que ele usou para tomar conta de você — respondi, segurando seus tornozelos. ? — Todo marido frouxo como você sabe o seu lugar. Agora vem aqui e limpa o que o outro macho deixou no meu corpo — ela provocou, usando a humilhação verbal. ? — Eu sei exatamente qual é o meu papel, meu amor. Vou limpar tudo e não deixar nem uma gota na sua intimidade — afirmei, mantendo a minha postura submissa. ? — Limpa bem a pele da sua esposa, porque você sabe que amanhã eu posso me entregar para ele de novo — ela desdenhou, inclinando o quadril para a frente. ? — É isso que eu quero. Quero você totalmente usada pelo novo líder enquanto eu cuido dos detalhes — declarei, iniciando as carícias de limpeza na pele dela. ? Com o acordo perfeitamente alinhado no quarto, caí de boca na intimidade de Tainá, recolhendo e limpando com a língua cada vestígio do leite que Marcos havia depositado nela durante a tarde, saboreando o gosto do fetiche antes de deitá-la e dominá-la sob as regras do nosso pacto de quarto. ? No dia seguinte, Marcos decidiu expandir os horizontes do jogo e convidou um amigo de total confiança dele, um homem alto e forte chamado Ricardo, para se juntar ao grupo na praia. O plano agora envolvia um nível de exibicionismo ainda mais arriscado, no alto das pedras isoladas da costa. Tainá vestia o mesmo biquíni cortininha e caminhava na frente, deixando que o perfume doce e o movimento do seu corpo guiassem os dois homens mais velhos. ? Eu fui instruído a ficar de longe, monitorando a situação pelo celular enquanto fingia ler notícias para me distrair, assumindo a postura do manso que sabe esperar. ? — Olha lá o seu marido, Tainá… o frouxo fica ali parado olhando para a tela enquanto você se entrega para nós — Ricardo provocou, aproximando-se dela no alto das pedras. ? — O João já sabe como funciona, Ricardo. Ele aceita que eu sou a putinha de outros machos quando estamos aqui — ela respondeu em voz alta, para que eu ouvisse. ? — O seu amigo tem uma presença forte também, Marcos. Quero ver ele me pegar com a mesma virilidade — ela desafiou, colando o corpo ao dele. ? — O Ricardo tem uma força farta, Tainá. Ele vai te botar no lugar e o seu marido vai ter que limpar tudo depois — Marcos decretou, cruzando os braços. ? — Então vem fazer o seu serviço, corninho… fica aí assistindo enquanto o homem de verdade me toma — ela berrou de longe, humilhando a minha posição. ? — Pode deixar, Tai. Eu sei esperar o meu momento. Aproveite a força do Ricardo hoje — respondi de longe, mantendo a minha máscara com perfeição absoluta. ? Fiquei parado na base das pedras, com o coração acelerado e o membro rígido sob a bermuda, iniciando a punheta oculta enquanto assistia a Tainá ter a língua inteiramente sugada pelo amigo comedor, antes de ser encurralada contra a rocha. Ricardo assumiu o controle do corpo dela com uma bruteza impiedosa, penetrando profundamente nas entranhas de Tainá e descarregando uma farta energia no fundo da racha dela, enquanto Marcos coordenava o ritmo. ? O gran finale daquela viagem estava desenhado. Tainá sabia exatamente o seu lugar na relação e, mesmo quando saía com os amigos de Marcos, fazia questão de mandar fotos e mensagens em tempo real para me manter preso àquela atmosfera de luxúria e humilhação consentida. ? Eu ficava em casa, ansioso e trancado, esperando a putinha chegar da foda com os outros homens, sabendo que no momento em que ela passasse pela porta, o meu papel seria ajoelhar, limpar o gosto do outro macho e aceitar que o nosso casamento agora pertencia àquela engrenagem de poder e submissão total.
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