O marido não dá conta sozinho. Cap. 11: O Domínio de Marcos e o Mar Aberto



A manhã de domingo nasceu com um sol forte que clareava toda a varanda da chácara de praia. A transição de poder na casa ficou clara no instante em que nos reunimos na mesa para o café da manhã. Marcos já estava lá, sentado na cabeceira que antes pertencia ao meu pai, vestindo apenas uma bermuda folgada, exibindo o peito largo e os ombros maciços de quem comandava o ambiente. Ele não pediu licença; assumiu a liderança com a naturalidade de um predador que sabe o tamanho da sua força.
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Tainá desceu logo em seguida, usando um biquíni cortininha branco ainda menor que o anterior, que contrastava com sua pele clara e destacava a silhueta escultural de suas coxas grossas e a bunda empinada. Ela caminhou diretamente até Marcos, ignorando a minha presença na mesa, e sentou-se no colo dele com uma submissão voluntária que ela nunca havia demonstrado por mim. Marcos segurou a cintura fina dela com as duas mãos grandes, apertando a carne macia de seus quadris com firmeza possessiva.
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Decidi aceitar o meu papel de submissão e iniciei o diálogo para firmar as novas regras do jogo.
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— Bom dia, Marcos. Vejo que você já se acomodou na cabeceira da mesa. A Tainá parece bem mais disposta hoje sob os seus cuidados — comentei, servindo o café com falsa calmaria.
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— O seu lugar agora é na ponta, João. A partir de hoje, quem dita as regras e cuida do que é seu nesta casa sou eu — Marcos disparou, a voz grossa e cortante, sem desviar os olhos de Tainá.
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— Eu aceito o meu papel, Marcos. Eu sei que sou um frouxo e que o seu dote de autoridade é muito maior que o meu — confessei, abaixando a cabeça para alimentar o fetiche.
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— Você é um menino inteligente por reconhecer isso, João. A sua esposa precisa de um homem de verdade para mantê-la firme, e você só serve para assistir de longe — ele humilhou abertamente, rindo de canto.
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— Ele tem toda razão, João. O Marcos me pegou com uma força na sala que me deixou sem ar. Perto dele, você é só um espectador de fachada — Tainá desdenhou, olhando-me de cima com deboche.
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— É por isso que hoje nós vamos para o mar. Aluguei uma lancha pequena e vamos para um ponto deserto da costa. O João vai pilotar enquanto eu uso o corpo da mulher dele em mar aberto — Marcos decretou, selando o destino do dia.
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Por volta das onze da manhã, estávamos a bordo da pequena embarcação, navegando em direção a uma enseada isolada e cercada por paredões de rocha. Eu ia ao comando do timão na cabine de comando, fingindo atenção total nas ondas, enquanto Marcos e Tainá ocupavam o deque traseiro, expostos sob o sol forte. Pelo reflexo do vidro da cabine, eu tinha a visão limpa e milimétrica de cada detalhe. Minha mão direita desceu para o calção, iniciando o movimento contínuo da masturbação.
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Marcos iniciou o envolvimento com uma sequência intensa de preliminares e carícias ousadas diante dos meus olhos. Ele deitou Tainá no estofado branco do deque e começou a espalhar o óleo bronzeador, deslizando as mãos fortes pelas coxas grossas e subindo até os seios fartos dela, apertando-os com uma força rústica que a fazia arfar alto. O perfume doce dela misturado ao cheiro do mar invadia a cabine, aumentando o meu tesão de assistir àquela dominação.
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O novo líder não teve pressa. Ele puxou a amarra lateral do biquíni branco de Tainá, expondo por completo a brancura daquela pele alva e o contorno redondo da sua bunda arrebitada. O mastro de Marcos, volumoso, grosso e imponente, estava totalmente rígido. Em um movimento fluido de total submissão, os dois iniciaram uma troca mútua de carícias íntimas e profundas na penumbra do deque, levando o desejo ao limite absoluto antes da entrega final.
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Com um impulso firme e direto, Marcos encurralou Tainá contra a popa do barco e a invadiu sem qualquer preâmbulo, penetrando profundamente nas entranhas da minha esposa, estufando a intimidade dela a cada estocada violenta que alcançava o limite do seu útero. Tainá soltou um urro sôfrego e agudo que ecoou por todo o mar aberto, rebolando o quadril largo contra o homem mais velho em total entrega.
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Iniciou-se uma sequência pesada de diálogos carregados de fetiche e humilhação verbal entre os envolvidos na hora H:
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— Olha para o seu marido frouxo pilotando o barco, Tainá… ele está vendo como o meu cacetão te esmaga por dentro hoje — Marcos rosnou, o ritmo já avassalador.
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— O João é um frouxo, Marcos… ele só serve para guiar a lancha enquanto o homem de verdade me arromba inteira — ela sussurrou de volta, com os olhos verdes revirando.
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— O dote do seu sogro Diniz era grande, mas a minha rola grossa te preenche muito mais fundo, não é, sua safada? — ele provocou, aplicando estocadas pesadas.
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— Muito mais… você entra onde ninguém nunca chegou… me quebra no meio com essa força! — ela clamou, cravando as unhas no estofado branco.
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— Então chora e implora pelo meu leite, porque eu sou o dono desse corpo a partir de hoje — meu primo decretou, segurando os cabelos pretos dela por trás.
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— Eu imploro… me enche toda… joga toda a sua porra quente no fundo da minha racha! — ela gritou contida, desabando em um orgasmo violento.
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Marcos manteve o controle bruto até o fim, descarregando toda a sua carga de energia no fundo da intimidade de Tainá, fazendo o corpo dela tremer por inteiro sob o sol. Em perfeita sincronia com o desfecho deles, eu também cheguei ao meu ápice na cabine de comando, gozando escondido e limpando os dedos na toalha do painel, saboreando a humilhação consensual daquela nova liderança. O triângulo familiar havia mudado de dono, e a engrenagem de luxúria em mar aberto estava perfeitamente consolidada
Foto 1 do Conto erotico: O marido não dá conta sozinho. Cap. 11: O Domínio de Marcos e o Mar Aberto

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O marido não dá conta sozinho. Cap. 11: O Domínio de Marcos e o Mar Aberto

Codigo do conto:
267454

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
17/07/2026

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