Fazia um ano que minha esposa tinha ido embora. Numa fase ruim do casamento, se encantou por outro cara e me deixou sozinho com Sibele, nossa filha de 18 anos. Cabelos loiros quase dourados, olhos azuis profundos como água marinha, bundinha arrebitada, pernas e coxas torneadas que faziam qualquer um virar a cabeça. Ela não aparentava a idade, parecia uma mulher feita, mas ainda precisava de orientação. Meu sofrimento foi foda. Não só pela perda da mulher que eu venerava, mas por ter que criar ela sozinho. Trabalhava como engenheiro em Belo Horizonte. Meu grande amigo e confidente era Carlos, viúvo há poucos meses, com uma filha da mesma idade, Bruninha, também 18. Nas nossas bebedeiras pós-serviço, regadas a cerveja e lamúrias, decidimos passar as férias de fim de ano juntos na casa dele no Espírito Santo, uma praia paradisíaca. A casa era um sonho: portão direto pra areia, coqueiros no quintal enorme, piscina, churrasqueira. Se não quiséssemos sair, ficávamos ali mesmo. A distribuição dos quartos gerou discussão. As meninas queriam dormir juntas no quarto com cama de casal. Sobraram as quatro camas no outro quarto pros pais. Quem mandou foram elas. Já passava da uma da manhã quando acordei. Carlos não estava na cama dele. Levantei descalço, sem fazer barulho, e fui ver. Ele estava em cima de uma cadeira, espiando por cima da porta do quarto das meninas, punhetando a rola freneticamente. Quase caiu quando me viu. Fez sinal de silêncio e me chamou pra subir. Subi e meu coração quase parou. Sibele, minha filhinha, estava engatada num 69 safado com Bruninha. As duas completamente peladas, línguas enfiadas nas bucetinhas lisinhas, chupando grelinhos inchados com fome. Gemidos baixinhos enchiam o quarto. - Caralho... Sibele... o que é isso... Desci da cadeira na hora, querendo invadir o quarto e acabar com aquilo. Carlos me segurou. - Calma, cara. Vamos conversar antes. Não faz merda. Fiquei puto com ele também, que tava ali se masturbando em vez de agir. Mas ele contou que não era a primeira vez. Já tinha flagrado as duas várias vezes na casa dele. Achava normal, meninas descobrindo o corpo juntas, sem risco de gravidez ou doença, blá blá blá. Enquanto ele falava, senti minha pica endurecendo, latejando dolorida. Voltei a olhar. Elas tinham dormido. Mas a imagem não saía da minha cabeça. O resto da madrugada bebemos mais uísque. Conversamos sobre o tesão absurdo que aquela cena tinha causado. Culhões doendo de tanto tesão. Quase amanhecendo, combinamos criar oportunidade pra flagrar de novo. Passava das dez quando acordamos, ainda de ressaca. As meninas não estavam em casa. Devem estar na praia, falei. Bebemos mais uns whiskeys pra rebater. Quando estávamos bem altos, ouvimos gemidos vindo do quintal dos fundos. Fomos pé ante pé. Lá estavam elas de novo. Sibele enfiava um pepino grosso na bucetinha da Bruninha enquanto chupava o grelinho dela com vontade. Bruninha se contorcia, mãos nos cabelos loiros da minha filha. - Aaaahhh... Sibele... enfia mais fundo... chupa meu grelinho... assim... Nossas rolas endureceram instantaneamente. O álcool tirou qualquer vergonha. Olhamos um pro outro e decidimos entrar. As duas levaram um susto enorme. Tentaram se cobrir com os biquínis e bustiês correndo. Carlos, com voz mansa: - Calma, meninas. Vamos conversar nós quatro. Dentro de casa, Bruninha, super desinibida, apontou direto pros nossos calções estufados. - Vocês gostaram do que viram, né? Olha esses paus duros... O tesão e o uísque tomaram conta. Carlos puxou Bruninha pro colo e começou a chupar os peitinhos dela. - Que delícia, filha... esses biquinhos durinhos... Sibele se aproximou de mim, encostou o corpo quente no meu. A mãozinha dela percorreu toda a extensão da minha rola por cima da sunga, que já molhava de pré-gozo. Abracei ela, sussurrei no ouvido. - Quer mesmo fazer isso, filha? - Quero, pai... quero muito... Olhei pro lado. Carlos já tinha tirado o biquíni da Bruninha e enfiado a pica grossa nela, socando com força. - Toma essa rola, Bruninha... sua bucetinha tá apertando pra caralho... Deitei Sibele na cama ao lado. Mama aqueles peitinhos que me lembravam tanto a mãe dela. Chupei os bicos com fome, mordiscando. Minha filha gemia baixinho. - Hmmm... pai... que boca gostosa... mama mais... Lembrei dela sendo fodida pelo pepino. Abri as pernas dela. A bucetinha rosada, molhada, inchada. Encostei a cabeça da minha pica e empurrei. Entrou fácil, quente, apertada. Sibele se contorceu como uma cobra. - Aaaaiii... pai... que pica grossa... me enche todinha... mete fundo... Comecei a bombear. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto. - Filha... sua xaninha tá me sugando... tá tão molhada... que delícia... Ela rebolava contra mim, unhas cravando nas minhas costas. - Mais forte, pai... rasga minha bucetinha... quero sentir você bem fundo... aaaahhh... Carlos socava Bruninha do lado, gemendo alto. - Isso, filha... aperta essa rola com essa buceta gulosa... Levantei um pouco pra não gozar dentro. Fui ver o que Carlos fazia. Ele preparava mais uísque, ainda de pau duro pingando. Não falamos nada. Peguei o meu e voltamos pro quarto. As duas estavam de novo num 69 frenético. Sibele em cima, enfiando a língua na buceta da amiga enquanto Bruninha chupava o grelinho dela com tudo. Gemidos desesperados. - Sibele... sua buceta tá deliciosa... lambe meu cu também... - Aaaahhh... Bruninha... enfia o dedo... tô quase gozando... Ficamos olhando, paus latejando. De repente, Carlos segurou minha rola e começou a punhetar devagar. A surpresa passou rápido. O tesão era maior. Segurei a dele também e comecei a bater punheta. Nossas mãos subiam e desciam ritmadas enquanto as meninas se devoravam. Sibele começou a tremer. - Tô gozando... aaaaiii... Bruninha... engole meu gozo... Bruninha gozou junto, esguichando na boca da minha filha. No mesmo instante, eu e Carlos explodimos. Jatos grossos de porra voaram, caindo nos corpos das meninas e na cama. Gememos juntos, aliviados e loucos de prazer. Depois disso, o clima ficou leve. Bebemos mais, rimos, tocamos no assunto com naturalidade. As meninas confessaram que já transavam fazia meses, descobrindo juntas. Nós contamos o tesão que sentimos ao ver. Naquela tarde, na piscina, a coisa esquentou de novo. Sibele sentou no meu colo de biquíni molhado. Rebolava devagar na minha rola dura. - Pai... quero de novo... quero sentir você me fodendo na água... Carlos e Bruninha faziam o mesmo do outro lado. Tirei o biquíni dela. Ajustei a sunga e enfiei a pica na bucetinha quente. A água ajudava o vai e vem. - Hmmm... filha... que buceta apertada... tá me ordenhando... Ela quicava, peitos pulando na minha cara. Eu chupava enquanto metia. - Mama meus peitinhos, pai... morde... aaaahhh... mais rápido... Bruninha gemia alto do lado. - Papai... soca fundo... quero gozar na sua pica... A tarde virou uma foda coletiva. Trocaram de parceiro um pouco. Carlos fodeu Sibele enquanto eu comia Bruninha. Depois voltamos pras nossas. Gozamos várias vezes, em bucetas, bocas, peitos. À noite, na cama grande, as duas meninas de quatro lado a lado. Eu e Carlos atrás, alternando estocadas. - Olha como as bundinhas delas empinam... que delícia... - Mete no meu cu também, pai... quero sentir... Sibele pediu. Cuspi no cuzinho apertado, enfiei devagar. Ela gemeu alto. - Aaaaiii... tá me arrombando... mas continua... que tesão... Carlos fazia o mesmo com Bruninha. O quarto virou um coro de gemidos desesperados, tapas na bunda, sacanagem sem limite. - Toma no cu, filha... sua putinha safada... - Sou sua putinha, pai... fode meu cu... enche de porra... Gozamos todos juntos mais uma vez. Porra escorrendo de bucetas, cus e peitos. Exaustos, abraçados, suados. Naqueles dias de férias, viramos uma família diferente. Fodemos em todo canto: na praia à noite, na piscina, na churrasqueira. As meninas aprendiam com a gente e ensinavam também. Nunca mais tocamos no assunto depois que voltamos pra casa, mas a cumplicidade ficou. O casamento melhorou com a volta da minha esposa. Mas aquela lembrança ainda me deixa duro até hoje.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.