Tomei no cu no trem lotado!

Era uma manhã fria de Salvador, as 5 horas da manhã, o trem lotado como sardinha em lata. Eu, Andreza, tinha 19 anos, negra e corpo jovem e curvilíneo, vestindo aquele vestido branco curto que mal cobria as coxas. Meu irmão não pôde me levar de carro até a casa da minha amiga, então entrei no vagão apertado, espremida entre corpos suados. O cheiro de gente, café e sono ainda pairava no ar.
Senti alguém parar bem atrás de mim. Um homem alto, forte, uns 35 anos, cheiro de colônia barata misturado com suor masculino. Achei que era só o aperto do trem, que ele ia roçar a virilha sem querer. Deixei rolar, até porque o balanço do trem já tava me deixando um pouco molhada entre as pernas. Mas aí veio o inesperado.
Senti a mão dele levantando a barra do meu vestido por trás, devagar. O coração acelerou. Depois veio algo quente, grosso, pressionando direto contra meu cu. Ele não falou nada. Puxou a calcinha pro lado e meteu a pica seca, com tudo, num golpe só.
- Ahhhhhh caralho! - escapei um gemido abafado de dor, olhos enchendo de lágrimas na hora.
A rola dele era grossa pra porra, veias saltadas, cabeça inchada. Entrou rasgando, sem cuspe, sem nada. Meu cu apertado ardeu como fogo. Senti um fiozinho de sangue escorrendo pela coxa, mas o trem tava tão lotado que ninguém via direito. Ele segurou meus quadris com força e meteu fundo, estocadas rápidas e brutas.
- Que cu apertado da porra... toma, vadia... isso... engole a pica toda - rosnava ele baixinho no meu ouvido, voz rouca de tesão.
Cada metida fazia meu corpo tremer. Doía pra caralho, mas uma onda quente de tesão subia junto, misturando vergonha, medo e prazer safado. Meu grelinho inchou, buceta molhando o vestido por dentro. As pessoas ao redor tavam encostadas, cinco ou seis corpos pressionando. Uma mulher ao lado olhou de canto, olhos arregalados, mas ficou quieta. Um cara do outro lado fingiu não ver, mas o pau dele tava duro contra minha perna.
Ele meteu uns 30 segundos sem parar, forte, selvagem. O saco pesado batia na minha bunda. Meu cu queimava, esticado ao máximo.
- Ahhh... dói... porra... mas não para... me fode... - murmurei baixinho, lágrimas rolando, voz tremendo.
Ele grunhiu como animal.
- Toma porra, putinha... tá levando seco e ainda rebola... caralho que cu guloso... vou encher você!
De repente ele parou fundo, rola pulsando. Jatos grossos, quentes, jorraram direto no meu cu. Parecia que o cara não gozava há um mês. Porra grossa, muito volume, escorrendo misturada com meu sangue. Meu cu contraía em volta da pica dele, sugando.
- Ahhhhhhhhhh... gozeeeeei... toma tudo no cu... porra! - gemeu ele desesperado, baixo, mas intenso.
Assim que terminou, ele puxou a rola pra fora rápido, guardou no zíper e desceu na estação seguinte como se nada tivesse acontecido. Fiquei lá, pernas tremendo, cu ardendo, pingando porra e sangue pela coxa. Vergonha queimava meu rosto, mas a buceta latejava de tesão. As pessoas ao redor tinham visto tudo. O ar tava pesado.
A mulher ao meu lado, uma morena gostosa de uns 28 anos, corpo de acompanhante, se aproximou mais.
- Ei, garota... vi tudo. Aquele safado te confundiu comigo. Ele me contratou pra isso hoje, pagamento adiantado. Eu ia ser a vadia dele no trem. Você levou no meu lugar.
- Porra... doeu tanto... mas... eu gozei quase junto - confessei, voz baixa, rosto vermelho.
Ela sorriu, mão discreta tocando minha coxa por baixo do vestido.
- Eu sei como é. Já aconteceu comigo também. Ele mete seco, bruto, mas deixa a gente viciada. Respira. Tá tudo bem. Toma, aqui 600 reais, metade do que ele me deu. Desculpa por você ter levado no cu no meu lugar.
Ela me passou o dinheiro discretamente. Nossos corpos ainda espremidos. Senti os dedos dela roçando meu grelinho inchado por cima da calcinha molhada.
- Você tá toda melada... buceta molhada, cu cheio de porra dele... que safada - sussurrou ela.
- Ahh... continua tocando... por favor - pedi baixinho, gemendo suave.
Nos beijamos discretamente, língua quente se enrolando, enquanto o trem balançava. Dedos dela entraram devagar na minha buceta, massageando o grelinho. Meu cu ainda latejava, porra escorrendo.
- Que delícia de bucetinha... e esse cu arrombado... vou te comer direito mais tarde - prometeu ela, voz manhosa.
Trocamos números. Combinamos de nos encontrar. Chegou minha estação. Desci cambaleando, pernas fracas, vestido sujo, cu dolorido mas o tesão ainda queimando.
Fui pra casa do meu amigo. Ele me recebeu com um abraço. Tomei um banho quente, água escorrendo no cu ardido, lavando a porra misturada com sangue. Contei tudo pra ele, detalhe por detalhe, enquanto a gente tomava café na cozinha.
- Caralho, que loucura. Doeu pra porra mas você tá excitada agora, né? - perguntou ele, olhos brilhando.
- Tô... pensando na rola dele me rasgando seco, na porra enchendo meu cu, na mulher tocando meu grelinho... me deixa molhada de novo.
Passamos o dia gostoso, conversando, rindo, mas o tesão ficou ali, latente. Dormi na casa dele.
Acordei de manhã com a buceta latejando, cu ainda sensível. Deitei na cama, mão descendo, dedos circulando o grelinho inchado. Fechei os olhos e lembrei tudo de novo, mas agora com mais intensidade na minha cabeça.
Imaginava o cara me prensando mais forte, metendo mais fundo, rola grossa rasgando meu cu seco.
- Ahhh... me fode seco... rasga meu cu... porra! - gemia sozinha, dedos enfiando na buceta.
Depois a mulher entrava na fantasia. Ela me levava pro banheiro do trem, me colocava de quatro no chão sujo, lambia meu cu cheio de porra do cara, chupando tudo.
- Que cu delicioso arrombado... lambuza de porra... vou comer você também, vadia - dizia ela na minha imaginação.
Eu rebolava contra os dedos, gemendo alto no quarto vazio.
- Ahhhhh... come meu cu... enfia a língua... mmmhh... meu grelinho tá explodindo!
Gozei forte, corpo tremendo, suando na cama. Porra escorrendo da buceta pros lençóis. Fiquei ali ofegante, pensando como aquela experiência curta e bruta tinha me marcado. Agora eu queria mais. Queria o cara me confundindo de novo, metendo sem piedade no meio da multidão. Queria a mulher me comendo devagar, dedos no cu e na buceta ao mesmo tempo. O medo virou tesão puro, vício novo.
Mais tarde liguei pra ela. Marcamos de nos encontrar à noite. Meu amigo riu quando contei.
- Vai fundo, garota. Conta tudo depois. Quero ouvir como ela vai te fazer gemer.
A noite prometia. Meu cu ainda doía um pouco, mas a vontade de ser usada de novo era maior. Vestido curto de novo, sem calcinha, pronta pra outra aventura safada no trem ou onde fosse. Aquela porra no cu tinha aberto uma porta que eu não queria mais fechar.

Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


267620 - Comeu a namorada e a prima! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
267616 - Socorrendo a prima! - Categoria: Incesto - Votos: 1
267609 - Eletricista me pegou no flagra, e o que começou como vergonha virou a foda mais safada da minha vida - Categoria: Exibicionismo - Votos: 0
267602 - To pegando gostoso minha mãe! - Categoria: Incesto - Votos: 2
267601 - Amizade de longa data! - Categoria: Lésbicas - Votos: 0
267600 - Eu, minha filha, meu amigo e a filha dele! - Categoria: Incesto - Votos: 4
267596 - Uma mulher com fio dental faz qualquer filho pensar besteira! - Categoria: Incesto - Votos: 6
267595 - Meu maninho tarado! - Categoria: Incesto - Votos: 3
267594 - Filha bêbada não tem dono! - Categoria: Incesto - Votos: 2
267592 - Você jura que não contará a ninguém? - Categoria: Incesto - Votos: 1
267591 - Minha sobrinha me tirou do sério! - Categoria: Incesto - Votos: 0
267590 - Minha tia bêbada no meu quarto! - Categoria: Incesto - Votos: 0
267589 - Não aguentei e cai na pica de meu filho! - Categoria: Incesto - Votos: 2
267580 - Tarde de chuva com meu pai! - Categoria: Incesto - Votos: 1
267563 - Uma deliciosa amizade! - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
267561 - Uma sobrinha muito especial! - Categoria: Incesto - Votos: 1
267560 - Eu e meu meninão em Bonito-MS! - Categoria: Incesto - Votos: 1
267556 - Eu, meu marido e minha irmã! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 0
267555 - Meu tio me comeu na escada! - Categoria: Incesto - Votos: 0
267554 - Vovô viu, gostou e comeu! - Categoria: Incesto - Votos: 1
267553 - Papai adora minha xoxota até hoje! - Categoria: Incesto - Votos: 1
267552 - Encontrando meu pai numa festa junina! - Categoria: Incesto - Votos: 0
267549 - Quanto mais proibido, melhor! - Categoria: Incesto - Votos: 0
267548 - Meu irmão e seus amigos! - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 1
267546 - Homem ou cachorro? - Categoria: Zoofilia - Votos: 1
267539 - Minha irmã provocadora! - Categoria: Incesto - Votos: 2
267538 - Sexo forçado com um mendigo! - Categoria: Fantasias - Votos: 1
267532 - Como ensinar um filho a transar! - Categoria: Incesto - Votos: 4
267531 - Provoquei meu papai! - Categoria: Incesto - Votos: 2
267530 - Por causa da enchente! - Categoria: Incesto - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
baelfire

Nome do conto:
Tomei no cu no trem lotado!

Codigo do conto:
267607

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/07/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0