Eletricista me pegou no flagra, e o que começou como vergonha virou a foda mais safada da minha vida
Eu tava sozinha no apartamento, porta do quarto escancarada porque achava que ninguém ia aparecer. A luz da cozinha tinha queimado há dias, e eu, burra como sempre, marquei o eletricista pra consertar antes da mudança. Mas o voo cancelado me deixou presa ali, e a manhã inteira eu resolvi me dedicar ao que eu mais gosto: enfiar os dedos bem fundo na minha buceta molhada. Tava deitada na cama, pernas abertas pra caralho, calcinha jogada no chão. Meus dedos deslizavam fácil, já que eu tava encharcada. O grelinho inchado pulsava enquanto eu circulava ele devagar no começo, gemendo baixinho. - Ahhh... porra, que delícia... – sussurrei pra mim mesma, enfiando dois dedos até o fundo, sentindo as paredes da buceta apertarem. Meu cu piscava junto, todo melado do mel que escorria. Eu aumentei o ritmo, o barulho molhado ecoando no quarto vazio. Três dedos agora, metendo forte, o polegar martelando o grelinho. - Fode... fode essa buceta... – gemia mais alto, o corpo arqueando, peitos balançando enquanto eu me dedava sem dó. Não ouvi a porta da frente. O eletricista, um cara alto, moreno, uns 30 e poucos, com macacão sujo de trabalho, entrou silencioso pra não atrapalhar. Ele viu tudo. Parou no corredor, olhos grudados na cena: eu de quatro agora, bundona empinada, enfiando os dedos no cu e na buceta ao mesmo tempo, gemendo desesperada. - Caralho... que visão... – ele murmurou baixinho, pau endurecendo dentro da calça. Ele consertou a luz rapidinho, sem fazer barulho, mas não saiu. Ficou ali, observando eu gozar pela primeira vez. Meu corpo tremeu inteiro, buceta jorrando um squirt fininho no lençol. - Aaaaiii... porra, tô gozando... gozando gostoso... – gritei, dedos ainda dentro, apertando tudo. Foi aí que ele pigarreou. Eu pulei da cama, coração na boca, nua da cintura pra baixo, camiseta levantada mostrando os peitos. - Quem... quem é você? – perguntei, rosto queimando de vergonha. Ele sorriu, safado, ajustando o volume na calça. - Sou o eletricista, moça. A luz tá consertada. Não quis te interromper... tava parecendo que você tava se divertindo pra caralho. Adorei a vista. E olha, não vou te cobrar nada não. Eu fiquei parada, pernas ainda tremendo do orgasmo, buceta latejando. Em vez de mandar ele embora, senti um calor subir de novo. O cara era bonito, braços fortes, e o jeito que ele me olhava... como se quisesse me comer ali mesmo. - Você... viu tudo? – perguntei, voz rouca. - Vi sim. Vi você metendo os dedinhos nessa bucetinha gulosa, gemendo como uma vadia no cio. Tava difícil não bater uma ali mesmo. – Ele deu um passo pra dentro do quarto, olhos descendo pro meu grelinho inchado, ainda brilhando de gozo. Não sei o que deu em mim, mas abri mais as pernas, sentando na beira da cama. - Então vem... se você gostou tanto da vista, vem provar de perto. Ele não pensou duas vezes. Tirou o macacão em dois segundos, pau saltando pra fora, grosso, veioso, cabeça roxa inchada. - Olha só pra essa pica, gata. Tá babando por causa de você. – Ele se aproximou, segurando o pau na mão, batendo devagar. Eu me ajoelhei na frente dele, boca salivando. Segurei aquela pica quente, cheirando a homem, e enfiei na boca sem cerimônia. - Mmm... que pica grossa... – gemi com ela dentro, chupando forte, língua rodando na cabeça, descendo até as bolas. Ele segurou meu cabelo, metendo devagar na minha garganta. - Isso, engole tudo, sua putinha. Chupa essa pica que eu vou te foder até você gritar. Eu babava inteira, cuspe escorrendo no queixo, engasgando gostoso enquanto ele fodia minha boca. Levantei os olhos, vendo ele gemer. - Porra, que boca quente... tá mamando como uma profissional. Ele me puxou pra cima, jogou na cama de bruços. Empinou minha bunda e abriu as nádegas. - Que cu rosadinho... e essa buceta pingando. Vou comer os dois. – Lambeu tudo, língua quente invadindo meu cu, depois sugando o grelinho com força. Eu gritei. - Aaaahhh... caralho, lambe meu cu... chupa esse grelinho... tô louca! Ele meteu dois dedos na buceta enquanto lambia o cu, me fazendo rebolar desesperada. - Quer pica, né? Pede direitinho. – ordenou. - Me fode... enfia essa pica grossa na minha buceta... por favor... – implorei, voz falhando. Ele posicionou a cabeça e meteu de uma vez, até o fundo. - Aaaaiii... que delícia... tá rasgando minha buceta... – gritei, sentindo ele me arrombar. O ritmo foi bruto desde o começo. Ele segurava meus quadris, metendo forte, bolas batendo no grelinho. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, o quarto cheio de barulhos molhados e gemidos. - Toma, toma essa pica, sua safada. Essa buceta tá apertando pra caralho. – Ele dava tapas na bunda, marcando vermelho. Eu rebolava pra trás, encontrando cada investida. - Mais forte... fode esse cu também... quero tudo! Ele cuspiu no meu cu, enfiou o polegar primeiro, depois trocou. Puxou a pica da buceta e enfiou no cu de uma vez. Eu uivei de prazer. - Aaaahhh... meu cu... tá me arrombando o cu... que gostoso... não para! Ele alternava: buceta, cu, buceta, cu. Dedos no grelinho, me fazendo gozar de novo, squirt espirrando na coxa dele. - Goza no meu pau, vadia... isso... tá apertando tudo! Eu tava um trapo, gemendo sem parar. - Me fode... me usa... sou sua puta hoje... enche essa buceta de porra! Ele me virou de frente, pernas no ombro dele, metendo fundo na buceta. Olhos nos olhos, suor pingando. - Olha pra mim enquanto eu te encho. – O ritmo ficou animal, cama batendo na parede. Meus gemidos eram desesperados. - Aaaai... tô gozando de novo... porra... não aguento! Ele gozou junto, jatos quentes enchendo minha buceta, escorrendo pro cu. Ficamos ali, ofegantes, corpos colados. Ele beijou meu pescoço. - Nunca vi uma cliente tão safada. Quer que eu volte amanhã pra "revisar" a instalação? Eu ri, ainda com a pica meio dura dentro. - Volta sim... e traz mais pica dessa. Quero repetir isso todo dia até eu me mudar. A gente ficou mais uma hora ali, ele me comendo devagar dessa vez, explorando cada buraco com calma, lambendo meu corpo todo, me fazendo gozar mais três vezes. O eletricista virou meu segredo sujo favorito. E a luz da cozinha? Tá perfeita, mas o depósito eu quase perdi de tanto atraso... valeu cada segundo.
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