Sarah e Marina eram amigas desde crianças, brincando na mesma rua, dividindo segredos bobos e risadas. Quando adultas, o destino as colocou como vizinhas de novo. O reencontro foi fogo puro. Em poucas semanas estavam namorando. Três meses de paixão, beijos roubados no corredor, mãos bobas no sofá. Mas nada preparou as duas para aquela noite de domingo que mudou tudo. Era uma noite quente, daquelas que o ar parece grudar na pele. Elas estavam na casa de Sarah, conversando com a mãe dela, dona Lúcia, uma mulher de 48 anos mas com corpo de quem cuidava bem de si. As três bebiam vinho sem parar. Garrafa após garrafa. Marina, quando bebia, virava outra: solta, risonha, sem filtro. - Porra, Sarah, sua mãe é foda mesmo. A gente se entende tão bem... - Marina ria, já no quarto copo. A mãe delas sorria, os olhos brilhando com o álcool. - Vocês duas juntas são um perigo. Mas eu gosto. Faz tempo que não rio assim. Passaram das quatro da manhã. Seis garrafas vazias no chão. Começaram de biquíni na sala, dançando funk alto, rebolando sem vergonha. Aos poucos as peças foram caindo. Primeiro o top de Marina, os seios firmes balançando. Depois o de Sarah. Por fim, as calcinhas. As três peladas, suadas, rindo e se esfregando no ritmo do batidão até as sete da manhã. Dona Lúcia, ofegante, cabelo colado no rosto, propôs: - Vamos tomar banho juntas no meu chuveiro? Aquele é maior. Vem, filhinha. Vem, nora. Elas foram de braços dados, rindo, tropeçando escada acima. Sarah trancou a porta do quarto da mãe. Entraram no banheiro. As toalhas e roupões já estavam jogados no canto. As três entraram debaixo da água quente. O vapor subia. Sarah e Marina tentavam se controlar, mas o tesão acumulado da noite inteira falava mais alto. Se beijaram longamente, línguas se enrolando, mãos apertando seios molhados. Dona Lúcia via tudo, mas em vez de parar, ensaboava as costas de Marina devagar. Sarah percebeu a buceta da mãe começando a inchar, os lábios ficando brilhantes, molhados não só pela água. - Marina... olha isso... - Sarah sussurrou, dando o sinal. Elas se beijaram de novo, mais fundo. Marina não aguentou. Começou a se masturbar ali mesmo, dedos circulando o grelinho inchado, gemendo baixo. - Ahhh... porra... continua, continua... - Dona Lúcia pediu, voz rouca, olhos vidrados. Sarah ficou chocada por um segundo, mas o vinho e o tesão falaram mais alto. Elas continuaram. Dedos entraram nas bucetas umas das outras, devagar no começo, depois com fome. Gemidos ecoavam no banheiro. - Mmm... que delícia essa bucetinha da minha filha... tão molhada... - Lúcia murmurou, dedos afundando na xana de Sarah. Marina ajoelhou, lambeu o grelinho da sogra com vontade, chupando forte. - Hummm... gostosa pra caralho... - Marina gemeu entre lambidas. Sarah beijou a mãe com vontade, como mulher beija mulher. Línguas dançando, seios pressionados. Saíram do banho ainda pingando e foram pra cama enorme da mãe. Lúcia se masturbava olhando as duas. Sarah chupava o grelinho de Marina, sugando com força, enquanto a namorada apertava os próprios seios, gemendo desesperada. - Aiiiii, caralho... chupa mais forte, Sarah... assim... aaaahhh! Lúcia gozou primeiro, jorrando nos seios e costas da filha. Marina e ela lamberam tudo, línguas quentes limpando a pele arrepiada de Sarah. - Deliciosa... o leite da mamãe... - Marina ria, lambendo. Sarah mamou nos seios da mãe, sugando os mamilos duros como se fosse a coisa mais natural do mundo. Marina fez o mesmo do outro lado. Lúcia delirava. - Isso, minhas putinhas... mamem os peitos da mamãe... hummm... Tomaram mais três garrafas no gargalo. Estavam completamente destruídas, tontas, rindo de qualquer coisa, mas o tesão só aumentava. Lúcia beijou Sarah longamente. - Agora vocês são mulheres adultas... e eu quero vocês duas. Ela chupou os seios da filha com fome, mordendo de leve, enquanto Marina lambia o cu de Lúcia por trás. - Ahhh... que língua gostosa no meu cu... enfia mais... - Lúcia gemia. Marina engoliu o xixi quente da sogra sem medo, chupando o grelinho logo depois. A cama virou um emaranhado de pernas, bocas e mãos. Sarah deitou. Lúcia dividiu a buceta dela, língua fundo na xana, sugando o mel que escorria. Marina beijava a boca da namorada, apertando os seios. - Come minha buceta, mamãe... chupa tudo... aaaaiii... que delícia! - Sarah gritava. Gemidos desesperados enchiam o quarto. Lúcia era insaciável. Marina pegou creme xantily no frigobar, espalhou na buceta, barriga e rosto de Lúcia. As duas pegaram giletes novas e depilaram tudo. A xana da mãe ficou lisinha, igualzinha às delas. - Olha como ficou perfeita essa bucetinha careca... - Sarah elogiou, lambendo logo depois. Lúcia gozou forte quando Sarah chupava sua xaninha lisinha, jorrando na boca da filha. Marina lambia a barriga, rindo. Elas lamberam todo o gozo, beijos triplos com gosto de porra. Sarah enfiou a mão inteira na buceta da mãe, punhetando devagar no começo, depois mais forte. - Toma minha mão na sua buceta, mamãe... abre mais... isso... - Sarah comandava. Marina esfregava os seios na cara de Lúcia, que chupava os dedos da filha molhados de sua própria xana. Depois veio o cu. As duas enfiaram dedos no rabinho apertado de Lúcia. - Aiiiii, caralho! Devagar... aaaahhh... queima gostoso... continua! - Lúcia gritava, mas logo pedia mais. O que ela mais amava era duas bocas na sua xana. Sarah e Marina chupando juntas, línguas batendo no grelinho, sugando os lábios. - Vou gozar de novo... porra... não para... aaaahhhhh! - Lúcia quase enfartava de prazer. Lúcia fez o papel de "homem", chupando os clitóris delas, se esfregando peito a peito, buceta molhada contra buceta. Marina achou um vibrador grosso no fundo falso da gaveta. Passou creme, vestiu como uma sunga. - Agora eu vou te foder, Sarah. Enfiou o brinquedo no cu de Sarah enquanto Lúcia chupava a buceta da filha pela frente. Sarah gozou gritando, corpo tremendo. - Isso, filha... goza pra mamãe... eu amo você assim... - Lúcia elogiava. Depois Lúcia vestiu o vibrador e enfiou com tudo na buceta de Sarah. - Aiiiii, porra! Tá grande demais... parece um pau de macho... aaaaiii... - Sarah gritou de dor e prazer. Marina tapou a boca dela com beijos. Elas riam. Marina rebolava sentada no vibrador, cavalgando fundo, lubrificando o cu e pedindo para enfiarem. - Enfia no meu cu também... quero tudo... mais fundo... hummm... que delícia! Sarah segurava os seios de Marina, espremendo, enquanto Lúcia chupava a xana dela. Beijos longos entre as três não paravam. Marina, louca por sexo anal, pegou a garrafa de vinho quase inteira e enfiou no cu devagar, gemendo alto. - Olha isso... tô toda cheia... adoro ser arrombada... aaaahhh! Elas brincaram de tudo. Escova de cabelo, dedos, mãos, vibrador. Lúcia acabou dormindo de tanto vinho, mas ainda gemendo baixo enquanto as duas lambiam seu corpo. Sarah e Marina continuaram. Sarah mamando nos seios da namorada, Marina encostada nos peitos da sogra dormindo. - Vira égua pra mim, Sarah... - Marina ordenou. Sarah ficou de quatro, Marina batendo na bunda dela com força, cavalgando. - Mais forte... me bate, porra... aaaai... - Sarah pedia. Voltaram pra cama, beijos com gosto de vinho e buceta. Marina derramou chantilly no corpo todo, Sarah enfeitou com chocolate granulado e morangos. Comeu a namorada literalmente, disputando morangos na boca, lambendo cada pedaço. - Você tá deliciosa... toda melada... vou limpar com a língua... - Sarah dizia entre lambidas. Saíram deixando Lúcia com a garrafa na mão. Foram pro quarto de Sarah, trancaram a porta. Banheira cheia de chocolate. Outro banho safado, se chupando devagar, línguas explorando cada dobra. Gemiam baixinho agora, cansadas mas ainda com tesão. - Quero sua buceta na minha boca de novo... - Marina pedia. Dormiram na banheira, cobertas de chocolate, corpos entrelaçados, até o meio-dia. Aquela noite ficou marcada pra sempre. Três mulheres adultas, sem limites, entregues ao prazer mais cru e intenso.
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