Comeu a namorada e a prima!

Era a virada do ano em uma casa animada, cheia de música e risadas. César, moreno, 21 anos, 1,80m de altura e corpo sarado de quem malha firme, estava ali com a namorada e a prima dela. A namorada dele, uma branquinha de cabelos pretos lisos caindo nas costas, tinha um par de seios grandes e pesados que balançavam gostoso quando ela andava, bundinha pequena e empinada, corpo magrinho mas cheio de curvas no lugar certo. A prima, loira natural, peitos pequenos e arrepiados, cintura fina e uma bunda redondinha, suculenta, daquelas que pedem pra ser apertada com força. As duas tinham acabado de completar 18 anos e estavam radiantes.
Depois da meia-noite, os fogos estourando lá fora, os três ficaram na sala tomando champanhe gelado, rindo e conversando bobagens até umas três e meia da manhã. O álcool já subia na cabeça e o tesão também. César não conseguia parar de imaginar as duas peladas, uma de cada lado dele, gemendo juntas enquanto ele metia naquela carne jovem e quente.
- Vamos pro quarto, amor? – sussurrou a namorada dele no ouvido, mordendo a orelha de leve.
Eles foram. A porta ficou entreaberta, esquecida no calor do momento. Mal entraram, já estavam se beijando com fome. Línguas se enrolando, mãos explorando. César tirou a blusa dela, liberando aqueles seios grandes e pesados, mamilos rosados já duros. Chupou um, depois o outro, sugando forte enquanto ela gemia baixinho. As roupas voaram. Os dois ficaram pelados na cama, pau dele já duro, 20cm de comprimento por 17cm de circunferência, uma rola grossa, veia pulsando, cabeça inchada brilhando de pré-gozo.
A namorada dele deitou de costas, abriu as pernas magrinhas e puxou ele pra cima. A bucetinha dela já estava molhada, lábios inchados brilhando. César roçou a cabeça da pica na entrada quente.
Foi nesse momento que a porta abriu devagar. A prima loira entrou, olhos arregalados ao ver os dois pelados, o pau enorme de César apontando pra buceta da prima dela.
- Ai meu Deus... desculpa... eu... – ela começou, corando, mas não saiu. Ficou parada, olhando fixo pro pau dele.
A namorada sorriu safada, ainda com as pernas abertas:
- Entra e fecha a porta. Quer participar da brincadeira? Hoje é ano novo, tudo pode.
A prima loira hesitou só um segundo, depois sorriu nervosa e começou a tirar a roupa. Blusa, sutiã, short, calcinha. Corpo jovem exposto: peitos pequenos com bicos clarinhos arrepiados, bucetinha lisinha com uma faixa fina de pelos loiros, bunda redonda e empinada. Ela olhou pro pau de César de novo, impressionada.
- Caralho... que pica enorme... nunca vi uma tão grande e grossa assim.
A namorada riu e puxou César pra um beijo profundo:
- Vai ficar aí parada ou vai fazer alguma coisa, prima?
A loirinha se aproximou devagar, mão tremendo um pouco. Pegou aquela rola grossa com as duas mãos e começou a masturbar devagar, sentindo o peso, a veia pulsando. César gemeu e esticou a mão, alisando o grelinho dela por cima da bucetinha. Os dedos dele circulavam o clitóris inchado, fazendo ela ficar molhada rapidinho, mel escorrendo pelas coxas.
- Hummm... que gostoso... – murmurou a prima.
Enquanto isso, César abaixou a cabeça e começou a chupar a xoxota da namorada. Língua passando devagar pela fenda, sugando os lábios carnudos, enfiando fundo na entrada apertada que escorria de tesão. A namorada segurava a cabeça dele, rebolando na cara:
- Isso, amor... chupa minha buceta... lambe tudo... ai que delícia...
Depois de um tempo, a prima não aguentou mais:
- César, me chupa um pouco... não tô aguentando de tesão... minha xaninha tá pegando fogo.
Ele deitou a loirinha na cama ao lado da namorada, abriu aquelas pernas jovens e mergulhou a boca na bucetinha virgem. Cheiro doce, gosto leve de tesão fresco. Chupou com vontade, língua no grelinho, sugando os lábios pequenos, enfiando a ponta da língua dentro. A prima se contorcia toda:
- Ahhh... porra... que boca gostosa... tá me deixando louca... chupa mais forte meu grelinho... hummmm!
Enquanto ele chupava a prima, a namorada dele se ajoelhou ao lado e engoliu o pau grosso, mamando com fome. Descendo o máximo que conseguia, saliva escorrendo pelo queixo, garganta apertando a cabeça da pica.
- Glup... glup... que rola deliciosa... engole tudo, amor... – incentivava César.
A prima pediu, voz rouca de tesão:
- César, enfia esse pau na minha xaninha... quero sentir você me abrindo...
Ele deitou ela bem no meio da cama, abriu as pernas magras ao máximo, posicionou a cabeça grossa na entrada virgem e molhada e começou a penetrar devagar. Centímetro por centímetro, a bucetinha apertada resistindo mas cedendo pro tamanho dele. Ela gemia alto, unhas cravando nos ombros dele:
- Aiiiiii... devagar... tá muito grosso... me rasgando todinha... ahhh... mas continua... que tesão...
Quando entrou até o meio, ele acelerou um pouco. Metidas mais firmes, o barulho molhado ecoando no quarto. A prima gritava de prazer:
- Porra... que pica enorme... tá batendo fundo... me fode mais... soca essa rola grossa na minha bucetinha virgem!
A namorada, excitada pra caralho vendo a cena, mandou:
- Chupa minha buceta enquanto ele te fode, prima.
A loirinha obedeceu, virando a cabeça e lambendo a xoxota da prima com vontade. Língua desajeitada mas cheia de tesão. A namorada gemia desesperada, segurando a cabeça da loira:
- Isso... lambe meu grelinho... enfia a língua... ai caralho... tô gozando...
A prima gozou primeiro, corpo se retorcendo todo, bucetinha apertando o pau de César como um punho:
- Ahhhhhh... tô gozandooooo... porra... não para... aiiiiiiiii aiiiiiiiiiii aiiiiiiiii... gozei!
Ela gozou umas três vezes seguidas, jorrando melzinho quente no pau dele. César tirou a rola melada e enfiou na namorada, que estava ensopada:
- Agora é minha vez, amor. Me fode forte.
Ele meteu fundo na buceta familiar, socando com força enquanto a mão masturbava a bucetinha da prima, dedos no grelinho. A loira gemia:
- Nossa... que pau enorme... minha xoxota tá ardendo todinha... será que eu aguento levar essa puta rola no cuzinho?
César ficou louco de tesão ao ouvir isso:
- Calma, a gente já tenta fazer sua vontade, safada.
A namorada, que já tinha gozado umas três vezes, sorriu:
- Vai comer o cu dela, amor. Eu ajudo.
Colocaram a prima de quatro na cama, bundinha redonda empinada. A namorada abriu as nádegas, cuspiu no cuzinho piscando e ajudou a posicionar a cabeça grossa. César foi penetrando bem devagar aquele buraquinho apertado, virgem.
- Aiiiii... devagar... tá doendo... mas continua... que sensação louca... ahhh... tá me abrindo inteira...
- Rebola pra mim, vai... empina esse cu gostoso – mandou César.
A namorada desceu e começou a chupar a xaninha da prima ao mesmo tempo, língua no grelinho pra relaxar ela. Aos poucos o pau grosso foi entrando todo, o cu apertando como um anel quente. A prima gemia desesperada, voz falhando:
- Porra... tá acabando comigo... que rola grossa no meu cu... me fode devagar primeiro... hummmm... agora mais rápido... ai caralho... tô sentindo você pulsando dentro do meu cuzinho!
César acelerou, metendo com mais força, bolas batendo na bucetinha molhada. O quarto cheirava a sexo, suor e champanhe. A namorada lambia tudo embaixo, excitada pra caralho.
- Vou gozar... – avisou César, voz rouca.
As duas vieram pra frente rapidinho, bocas abertas, línguas pra fora. Ele tirou o pau do cu arrombado e gozou forte, jatos grossos de porra quente. Dividiu entre as duas: um pouco na boca da namorada, outro na da prima. Elas lamberam tudo, se beijando depois, trocando porra na língua.
- Delícia... que porra gostosa... – disse a prima, lambendo os lábios.
Eles caíram na cama exaustos, corpos entrelaçados, suados, felizes. A virada do ano tinha sido inesquecível. De vez em quando, quando a namorada viaja, César e a prima ainda se encontram pra repetir a dose, sempre lembrando daquela noite quente em que o cu virgem dela foi arrombado pela primeira vez pela rola grossa dele.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Comeu a namorada e a prima!

Codigo do conto:
267620

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
19/07/2026

Quant.de Votos:
3

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