Era um domingo preguiçoso em Cuiabá, o sol já batendo forte lá pelas nove da manhã. Carlos, um loiro de olhos verdes, 1,87m de altura e com 35 anos bem vividos, ainda estava esparramado na cama da kit net pequena que ele chamava de lar. Solteiro, corpo definido de quem malha de vez em quando, e um pau que ele mesmo descrevia como gostoso: 19cm de comprimento por 6,5cm de grossura, grosso o suficiente pra fazer qualquer uma gemer alto. A noite anterior tinha sido de balada pesada, por isso o corpo pedia descanso. O celular tocou. Era a Fabi, sua prima de 18 anos, que tinha vindo do interior pra estudar na cidade. Loira, 1,76m, olhos castanhos, rostinho bonito com boca carnuda, seios pequenos mas arrepiados de tesão fácil, corpo magro, bunda firme mas não exagerada, e uma bucetinha depilada que ele descobriria logo. Ela chorava do outro lado da linha: - Primo, pelo amor de Deus, vem aqui rápido! O filho do dono da kit net tá me importunando de novo. Eu pendurei umas roupas no varal e ele começou a gritar, me xingando. Tô com medo, Carlos... Carlos não pensou duas vezes. Vestiu uma bermuda, pegou a chave da moto e foi pra lá. Quando chegou, o rapaz se escondeu como covarde. Ele conversou firme com o pai do cara, deixou claro que ninguém mexia com a família dele. Depois virou pra Fabi: - Vem passar o domingo lá em casa, prima. Almoça comigo, a gente relaxa e mais tarde eu te trago de volta pra dar um jeito nisso de vez. Ela topou na hora, os olhos ainda vermelhos mas aliviados. Os dois foram pra kit net dele. O lugar era simples: um quarto grande que servia de sala, cozinha estreita e banheiro minúsculo com cortina no lugar de porta e outra transparente no box. Fabi ainda não tinha tomado banho. Assim que entraram, ela pediu: - Primo, posso usar o banheiro? Tô me sentindo suada dessa correria toda. - Claro, Fabi. Te arrumo uma toalha. Ela sorriu tímida: - Tô entrando no banho, daí você põe a toalha em cima da pia pra mim? Carlos concordou sem pensar muito. Pegou a toalha limpa e foi até o banheiro. Abriu a cortina só um pouco pra enfiar a mão, mas o suficiente pra ver tudo. A cortina transparente não escondia nada. Lá estava Fabi, nua, se ensaboando devagar. Os seios pequenos empinados, bicos rosados duros como pedrinhas. A bucetinha lisinha, pelos aparados bem baixinhos formando uma delicada faixa, os lábios vaginais inchados levemente. Ele sentiu o pau pulsar imediatamente, endurecendo dentro da bermuda. - Tá aqui a toalha, Fabi – disse ele, abrindo mais a cortina pra colocar na pia. Ela virou o rosto, sem cobrir nada, e respondeu com um sorriso: - Obrigada, primo. Pode deixar aí. Carlos saiu com o coração acelerado. O pau já meia bomba, latejando. Mil pensamentos safados invadiram a cabeça: "Caralho, a Fabi tá uma delícia... sempre achei que ela me olhava diferente." Ela demorou um pouco. Ele foi até a porta e chamou: - Prima, vai demorar? Eu também preciso tomar banho. - Já tô saindo, mas se quiser entrar pode. Tô me enxugando. Tenho só 18 anos, mas já vi homem pelado antes... e você é meu primo, né? – ela riu baixinho, provocante. Carlos sentiu o tesão subir. Tirou a roupa toda e entrou. Fabi estava terminando de se secar, a toalha enrolada frouxa. Os olhos dela desceram direto pro pau dele, que balançava meio duro, grosso e comprido. Ela mordeu o lábio inferior. Ele entrou no box, abriu o chuveiro. A água quente escorrendo no corpo. Enquanto se ensaboava, sentia o olhar dela. Saiu molhado, enrolou uma toalha na cintura e foi pro quarto. Fabi estava só de camiseta fina e uma calcinha preta minúscula, fio dental que mal cobria a fenda da buceta, fiozinho fininho marcando a bundinha. - Primo, você não se importa que eu fique assim na sua frente, né? Tá calor pra caralho – disse ela, sentando na beira da cama. - Fica à vontade, Fabi. E como você disse que já viu homem pelado, eu também já vi muitas mulheres peladas e de calcinha. Aliás, prima, que calcinha linda. Você tem bom gosto pra cacete. Ela sorriu, levantou a camiseta devagar até a barriga, mostrando a calcinha inteira. Deu uma voltinha lenta. A frente da bucetinha marcada, o tecido fino grudado nos lábios. Carlos sentiu o pau endurecer completo, empurrando o calção que vestiu rápido. - Gostou mesmo? – perguntou ela, rindo safada e percebendo o volume. O clima esquentou rápido. Hora do almoço se aproximava, mas a fome era outra. Carlos foi pra cozinha estreita preparar algo simples. Fabi ofereceu ajuda. A cozinha era tão apertada que toda vez que ele passava atrás dela, o corpo roçava. Numa delas, ela deu uma bundada pra trás, pressionando a bunda contra o pau dele. Ele gemeu baixo: - Prima, assim você me mata... - E eu, como você acha que fico com esse negocião aí me espetando? – respondeu ela, voz rouca. Carlos não aguentou. Abraçou ela por trás, mãos grandes apertando a cintura fina, boca no pescoço macio, beijando e chupando. Fabi virou o rosto e os dois se beijaram com fome, línguas se enroscando. - Primo, isso não pode... nós somos primos – sussurrou ela entre beijos, mas sem parar. - Deixa rolar, Fabi. Ninguém precisa saber – respondeu ele, levantando a camiseta dela e expondo os seios pequenos. A boca dele desceu, chupando um bico duro, depois o outro. Sugava com força, lambendo em círculos. Fabi gemia: - Aiiii, Carlos... que delícia... chupa mais forte... Ele desceu beijando a barriga, ajoelhou e puxou a calcinha preta devagar. O cheiro de buceta molhada invadiu o ar. A xaninha dela brilhava, lábios rosados inchados, grelinho protuberante. Ele cheirou fundo, inalando o aroma de tesão. - Nossa, prima, que bucetinha linda... toda lisinha e molhada pra mim. A língua dele passou devagar pela fenda, de baixo pra cima, parando no grelinho. Fabi agarrou os cabelos dele: - Ahhh, porra... isso, primo... lambe minha buceta... ai, que gostoso! Ele chupou com vontade, sugando os lábios, enfiando a língua dentro, circulando o clitóris rápido. Fabi rebolava no rosto dele, gemendo desesperada: - Hummm... caralho... vou gozar... não para, Carlos... chupa minha xota! Ela gozou forte, pernas tremendo, inundando a boca dele com melzinho quente. Carlos levantou, puxou ela pela mão até a cama. Fabi arrancou o calção dele com pressa. O pau saltou, grosso, veias pulsando, cabeça rosada brilhando. - Meu Deus, primo... que pica enorme e grossa... sempre sonhei com isso – disse ela, caindo de boca. Ela mamou com fome, como uma bezerra no cio. Engolia metade, saliva escorrendo, mão massageando as bolas. Chupava a cabeça, lambia toda a extensão, enfiava fundo na garganta até engasgar gostoso. - Glup... hmmm... que pau delícia... tão grande... me fode com ele depois... Carlos deitou ela peladinha na cama, abriu as pernas magras e mergulhou a boca na buceta de novo. Chupada longa, intensa, dois dedos entrando e saindo enquanto sugava o grelinho. Fabi gritava: - Aiiiiii, primo... que tesão... estou louca... enfia mais os dedos... ahhh! Ela gozou pela segunda vez, corpo arqueando. Carlos subiu, posicionou o pau na entrada molhada e empurrou devagar. A bucetinha apertada engoliu centímetro por centímetro. - Porra, Fabi... sua xota é tão quente e apertada... tá me apertando todo... Ele começou a meter com ritmo, fundo e forte. O barulho molhado de pica entrando na buceta enchia o quarto. Fabi cravava as unhas nas costas dele: - Me fode, Carlos! Soca essa pica gostosa nessa buceta... aiiiii, que delícia... mais forte... me rasga com essa pica grossa! Os gemidos dela eram desesperados, altos, sem vergonha. Ele acelerou, metendo como um animal, bolas batendo na bundinha. Pegou as pernas dela nos ombros, dobrando ela ao meio, socando fundo. - Hummm... primo... tô sentindo você batendo no fundo... vai, goza dentro... enche minha xaninha de porra! Não durou muito mais. O tesão acumulado explodiu. Carlos gozou forte, jatos grossos enchendo a buceta dela até transbordar. Fabi gozou junto, corpo convulsionando: - Ahhhhh... tô gozandoooooooo... porra... que delícia... me enche toda! Eles ficaram abraçados, suados, ofegantes. Mas o dia mal tinha começado. Depois do almoço rápido, voltaram pra cama. Fabi ficou por cima, cavalgando devagar no início, rebolando a bucetinha melada na pica dura de novo. - Olha como sua pica some toda dentro de mim, primo... tá me abrindo inteira... Ela acelerou, quicando forte, seios pequenos balançando. Carlos apertava a bundinha, dedo roçando o cuzinho piscando. - Que cu gostoso também, Fabi... um dia vou comer ele direitinho. Ela gemeu mais alto: - Se quiser agora... mas vai devagar... nunca dei o cu pra ninguém. Ele lubrificou com cuspe e mel da buceta, enfiou devagar o dedo, depois o pau na buceta de novo pra lubrificar. Quando tentou o cu, ela gemeu de dor e prazer misturados: - Aiiiii... devagar... tá entrando... que sensação louca... ahhh! Ele meteu no cu com cuidado, depois mais fundo. Fabi delirava: - Me fode no cu, primo... que tesão... tá me arrombando gostoso... Eles gozaram mais uma vez, ele enchendo o cuzinho de porra quente. O resto do domingo foi uma maratona de safadeza: chupadas, 69, ela de quatro tomando socos na buceta e no cu, gemendo sem parar, confessando tudo. - Primo, desde pequena eu te via pelado escondida... tomava banho e ficava molhada pensando nessa pica grande... agora tô viciada. Eles continuaram o rolo até hoje, mesmo com namorados. A troca de casais que tramam fica pra outra história. O conto todo fluiu assim, intenso, detalhado, sem poupar nada. Cada toque, cada gemido, cada porra escorrendo, cada chupada no grelinho ou no pau. Fabi aos 18, adulta, louca de tesão pelo primo. Uma delícia de memória que eles guardam quente.
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