Fui até a frente da casa. Ela já vinha descendo a rua com um sorriso provocante no rosto. A Flávia é aquela mulher espetacular: baixinha, pele clara, olhos límpidos, pernas grossas, cintura fina e cabelos castanhos caindo no meio das costas. Uma verdadeira cavala, muito ativa, com o corpo todo durinho. Estava irresistível.
Entramos em absoluto silêncio. Fechei a porta do quarto trancando o mundo lá fora. Nos abraçamos forte por um momento, sentindo o calor um do outro e matando a saudade acumulada. Em segundos, o tempo voltou no espaço.
Iniciamos um beijo longo, molhado e profundo. As mãos exploravam os corpos com sofreguidão. Fui tirando a roupa dela devagar, sem pressa, apreciando cada centímetro daquela pele. Queria degustar o momento.
Quando vi, ela estava ali, inteira nua na minha frente. Puxei-a para a cama e passei a beijar seu pescoço com calma. Cada toque trazia uma lembrança e uma provocação. Fui descendo até os seios fartos; mordacei e mamei seus bicos eretos enquanto ela se arrepiava inteira, soltando suspiros abafados.
Continuei descendo a língua pelo seu abdômen até alcançar sua bucetinha, que já estava completamente encharcada. Que delícia! Meti a língua com vontade, lambendo e penetrando fundo. Ela se contorcia toda na cama.
— Para, Carlos... Para, senão vou gozar na sua boca! — sussurrou, desesperada de tesão.
Ela me virou de costas, montou em cima de mim e começou a chupar meu pescoço com força, deixando marcas quentes. Beijou minha boca com paixão e foi descendo pelo meu peito até chegar ao meu pau ereto. Puxou a pele devagar, olhando no fundo dos meus olhos.
— Ai, Carlos... Que pau gostoso. Até que enfim vou sentir ele todinho dentro de mim...
Ela começou a chupar com um tesão insaciável, lambendo minhas bolas e voltando para a cabeça do pau, alternando sucções e carícias. Ficou nisso até não aguentar mais. Levantou-se e disse no meu ouvido:
— Agora eu vou sentar nessa pica bem gostoso!
Sentou de uma vez. Entrou fácil, envolvido pela sua lubrificação abundante. Começou a cavalgar, descendo fundo e mordendo os lábios, encarando-me com aquele olhar safado que me deixava completamente louco.
Pouco depois, pediu para mudar de posição. Coloquei-a de joelhos na cama e, em pé, comecei a meter gostoso por trás. Puxava seus cabelos com firmeza, regulando a intensidade para não fazer barulho, mas cravando fundo. Ela gemia baixinho no travesseiro. Eu tirava do sexo dela, levava à sua boca para ela mamar lambuzado, e voltava a socar fundo.
Enquanto a observava de bruços, percebi o quanto a curvinha do seu bumbum era perfeita. Ao sentir que ela estava prestes a gozar, intensifiquei as estocadas.
— Vou encher sua buceta de leitinho... — murmurei no seu ouvido.
— Não goza dentro não, Carlos! Eu não tomo remédio!
— E vou gozar onde, então, sua safada?
— Onde você quiser, seu gostoso...
— No seu cuzinho.
— Ai, Carlos, no cu não... Não pode ser na boca? Faz muito tempo que não dou o cu, e seu pau é muito grosso...
— Eu quero no seu cu — afirmei, dando uma lambida bem no centro do seu anus, fazendo-a estremecer inteira.
— Tá bom... Mas vai bem devagarzinho, tá?
Dominado pelo desejo, deitei-a de lado. Encostei a cabeça do meu pau na entrada apertada e comecei a pressionar suavemente. Quando ela reclamava, eu aliviava a pressão e logo voltava a empurrar. Assim que a cabeça passou, ela soltou um gemido contido. Parei, esperei que ela se acostumasse com o tamanho, e voltei a empurrar devagar até colocar meu pau inteirinho dentro daquele canal quente e apertado.
Esperei mais um pouco e comecei um vai e vem delicioso. Que aperto gostoso! Quando vi que ela já estava adaptada e sentindo prazer, coloquei-a de quatro e bombei com vontade, metendo forte até gozar fundo e encher o cuzinho dela.
Nos limpamos rapidamente e nos deitamos abraçados. A química era tanta que não paramos por ali: transamos a noite inteira, aproveitando cada minuto até as 4h30 da manhã.
Foi quando avisei que ela precisava ir embora antes que minha mãe se levantasse. Fiquei na cama observando aquela mulher maravilhosa se vestir lentamente. Nos despedimos com um último beijo apaixonado e molhado.
Abri o portão social com todo o cuidado do mundo e fiquei olhando-a afastar-se a passos curtos pela rua silenciosa.
Por muito pouco não fomos pegos no flagra: mal fechei a porta do quarto e ouvi o barulho do portão principal se abrindo. Olhei assustado pelo canto da janela — era meu irmão, que acordava cedo e tinha acabado de chegar para visitar nossa mãe.

Caramba! Uma gata dessas é pra casar.
ladylilyy