Tenho um grande amigo, desses que a gente chama de irmão. Três décadas de irmandade, lealdade e cumplicidade. No passado vivemos algumas aventuras sexuais. Juventude, muita energia, ímpeto e instinto. Já dividimos a mesma parceira na cama. Já trocamos de parceira na hora do sexo, enfim, vivemos algumas aventuras juntos nessa época.
Ainda nesse tempo, certa vez, quando dividimos a mesma parceira, ela fez com que tivéssemos contato, trocássemos algumas carícias, mas nada que comprometesse a nós ou a nossa masculinidade. Pois bem, depois disso algo despertou em nós. Foi sútil, discreto e silencioso. Não falamos sobre nada daquilo que rolou naquele dia, mas nossos olhares conversavam entre si.
Foi quando um dia, tempos depois daquele episódio, numa confraternização familiar regada a muita cerveja, uma coisa aconteceu.
Nos afastamos do pessoal que lá estavam para procurar um lugar tranquilo e discreto para aliviar a nossa bexiga, o que era muito normal para nós. Então, no local da “mijada”, fora da visão das pessoas, eu pus o pau pra fora e comecei a urinar fartamente. Já o meu amigo, que estava ao meu lado, não estava mijando. Só estava ali parado com o pau enorme dele pra fora da calça. Foi quando eu me voltei pra ele para falar sobre ele não ter mijado, vi que ele tava com o pau durão, no máximo! Aquela era uma visão formidável.
Então falei:
Que caralho foi isso Pedro?
Ele respondeu:
Tava lembrando daquela moreninha safada. Tu lembra?
Ele estava se referindo a mulher que fez com nós trocássemos carícias e toques íntimos. Respondi:
Nunca vou esquecer dela. Ela nos deu a foda mais “punk” das nossas vidas!
Então , sem prévio aviso, o Pedro me encoxa e fica roçando aquele pauzão enorme, grosso e gostoso na minha coxa.
Eu já tava de pau duro desde o instante em que vi o pau dele durão daquele jeito que estava. Daí ele roçou, pinou, pegou na minha bunda e agarrou o meu pau por cima da calça. Aquilo foi um susto pra mim. Daí ele falou:
Tô com um tesão do caralho aqui. E tu tá do mesmo jeito.
Enquanto ele falava, ele apertava e acariciava o meu pau por cima da calça.
Então eu falei meio assustado:
Para com isso, Pedro. Alguém pode ver a gente, aí fudeu tudo pra nós!
Nesse instante ele se afastou, botou o pau duro pra dentro da calça, o que formou um volume absurdo na calça dele. Então ele meio nervoso falou:
Foi mal aí Beto, desculpa a brincadeira besta.
Dito isso ele saiu e eu fiquei ali ainda sem entender nada.
Depois desse dia o Pedro me evitou todas as vezes que podia. E eu sabia o motivo, então respeitei o tempo dele.
CONTINUA NA PARTE 2