MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL



MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL

Recapitulando a Parte 3 deste relato:


“Eu, dissimulando surpresa, corri pra sala e fui pegar o controle da mão dele quando ele disse: “Não, deixa aí mesmo, mano!”
Aí falei sem exitar: “Beleza, sem problema, só baixa um pouco o volume porque a vizinhança toda vai ouvir essa putaria na quadra toda.” Daí, Pedro se esparrama no sofá de três lugares bem à vontade, pernas abertas, o pauzão estourando de tão duro, que ia do centro da sua pélvis se estendendo por cima da sua coxa esquerda, subindo em direção ao cós de elástico onde a sua glande pulsava e babava quase escapando do calção na lateral da sua cintura. O tecido daquele calção não escondia nada das partes íntimas dele. O formato, o calibre, a glande explícita pela umidade do tecido concentrada naquela região… o meu tesão também estava exposto pelo através do volume do meu pau duro dentro da bermuda. Entramos no ponto sem retorno naquele momento.”

Eu acariciei aquela tora por cima daquele calção de tecido fino por quase dois minutos antes de libertá-lo da sua clausura. E quando eu puxei o elástico do cós, aquela pica imensa saltou para fora com violência, tanta que atirou um fio de baba que quase acertou o meu queixo. Pedro gemeu nessa hora sem qualquer pudor. Sibilou outra vez, agora mais lento e prolongado. Em seguida sussurrou: “Caralho, que delícia!”
Acariciei, punhetei, massageei, por fim ele me pediu para parar por um instante ou iria acabar gozando. Respeitei seu pedido aproveitando para me livrar daquela bermuda que estava me apertando a muito tempo. Fiquei de cueca, de pé e em frente ao Pedro. A minha cueca estava completamente melada com a minha baba, e Pedro não perdeu a oportunidade e meteu a mão no meu pau. Primeiro por cima da cueca, depois ele colocou a mão para dentro e me acariciou por um momento, logo após começou a bater uma pra mim dentro da cueca enquanto se acariciava lentamente, com muito tesão e cuidado. Eu só gemia, ou grunhia, ou sibilava igual a ele enquanto o meu pau derramava baba na mão grande dele.

Dois ou três minutos depois Pedro levantou do sofá, jogou o calção que estava preso a um dos seus pés pro lado, ficou de frente a mim e se aproximou até os nossos paus colarem um do lado do outro. Então ele sussurrou novamente: “Vai, junta os dois e bate uma com eles bem coladinhos assim.”

Lado a lado, caralho, que visão!!! O pau do Pedro era quase uma vez e meia mais grosso que o meu e eu não tenho um pau muito modesto. Na verdade é um belo pau o que tenho. Por volta de 18 e 19 centímetros, e a circunferência excede um pouco a união do polegar com o indicador em seu entorno. Cabeção babão, sacão pesado, é, modéstia à parte, um belíssimo conjunto. Mas não se compara ao pau do Pedro que, além de ser bem mais grosso, tem uns 4 ou 5 centímetros a mais que eu.
Comecei a punhetar nós dois ao mesmo tempo e aquilo foi para além do incrível.

Bati com os nossos paus extremamente babados de frente, depois para cima, em seguida para a direita, depois para a esquerda até Pedro assumir o controle. Ele pegou os nossos paus com força, como se quisesse espreme-los. Primeiro para cima, ele começou. Depois de frente e após ele segurou um pau em cada mão e ficou esfregando cabeça com cabeça, misturando a baba dele com a minha até colar as nossas barrigas uma na outra com os nossos paus voltados para cima e começou a se esfregar, roçar, e socar o pau dele contra o meu. Eu retribuí o movimento com sincronia e aquilo foi um completo delírio.
Eu sentia o pauzão monstruoso só Pedro centímetro por centímetro. Ele subia pela minha pélvis e aí até o meu esfíncter, pulsando e babando. E ele sentia o meu com a mesma intensidade.
Então ele se afastou um pouco e encaixou a sua tora por baixo do meu saco, entre as minhas coxas e começou a socar com força, como se estivesse metendo em mim. Mas não demorou. De repente ele se afastou bruscamente e pediu, foi quase uma súplica: “Chupa todinha vai!”

Eu só obedeci e encaixei aquela anomalia até uns três centímetros depois do cabeção inchado que parecia ainda maior e mais grosso que antes. Ele fez movimentos de vai e vem, forçou um pouco para entrar mais, mas não dava para ir além de onde já tinha ido. Socou por menos de dois minutos então o urro gutural encheu a minha sala de estar ao mesmo tempo em que o seu gozo enchia a minha boca com o seu leite espesso de cheiro e sabor absurdamente intensos.
Eu engasguei, naturalmente. O volume de esperma que ele jorrou na minha boca foi tanto que a pressão expelia o excesso do seu sumo pelos cantos da minha boca. Ele ainda em êxtase, socava e pulsava e tremia, gemia e urrava em total descoordenação. Então a sua voz se fez audível: “Engole. Engole tudinho, vai!”
Então ele foi tirando o pau da minha boca, centímetro por centímetro, e quando só restava a glande dentro, ele espremeu o pauzão que ainda estava duro e latejando, da base até a cabeça extraindo qualquer resquício da sua porra deliciosa na minha língua. Depois limpou os cantos da minha boca com os dedos e os enfiou na minha boca pra eu limpar.
Em seguida ele me ajudou a ficar de pé, segurou o meu pau com aquela brutalidade natural dele e começou a punhetar bem devagar, então perguntou: “Tu ainda não gozou? Vai ter que gozar gostoso pra mim, do jeito que eu gozei gostoso pra você.”

Então ele ajoelhou na minha frente, e sem nenhuma dificuldade ele engoliu o meu pau todinho, até seus lábios tocarem o meu púbis e a sua língua tocar o meu saco. Puta que pariu! Aquilo foi como ter tomado um choque elétrico de 220 volts.
Ele começou a fazer movimentos de vai e vem com a cabeça, me segurando pelas nádegas, forçando a minha pélvis contra o rosto dele. Então eu senti o seu dedo acariciando a portinha do meu cuzinho ao mesmo tempo em que a língua dele massageava o meu saco. E quando ele forçou a ponta do dedo contra o meu cu, aí foi o limite. Eu gozei desesperada e agonizantemente, com o meu pau atolado na sua garganta. Esse foi o gozo mais incrível e intenso que eu tive na última década!!

Enquanto me chupava, Pedro batia uma punheta e depois que eu tirei o pau da boca dele, ele falou: “Quero gozar de novo.”

Então eu ajoelhei e caí de boca naquele pau delicioso outra vez. Mas foi só o que cabia daquela pica na minha boca e no segundo seguinte ele tornou a inundar tudo com aquele seu leite gostoso.

Eu ainda não tinha me recuperado daquela gozado estonteante e agora o pau do meu amigo parecia voltar ao seu repouso. Nisso fomos comer a carne (fria) e tomar as cervejas (quentes). Comemos e bebemos e antes de ele se despedir, eu visivelmente excitado, afinal estávamos ainda pelados, ele bateu uma punheta no meu pau e me fez gozar uma segunda vez na sua garganta. Em seguida nos vestimos mesmo suados, tomamos uma última cerveja e nos despedimos.

Agora o Pedro me chamou para ir com ele consertar umas coisas na casa de praia da sogra dele. E a ansiedade já toma conta de mim.

Fotos do pauzão do Pedro que fiz de um vídeo que ele me mandou (sem visualização única) três dias depois do último dia de reparos na minha casa.

Foto 1 do Conto erotico: MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL

Foto 2 do Conto erotico: MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL

Foto 3 do Conto erotico: MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL

Foto 4 do Conto erotico: MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL

Foto 5 do Conto erotico: MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL


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Ficha do conto

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Nome do conto:
MEU AMIGO PEDRO PARTE 4 - FINAL

Codigo do conto:
269745

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/08/2026

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