De manhã, tão logo eu me despedi da Ju, fui até a TV, coloquei no app de canais, abri um canal de vídeo pornô que só passa vídeo de ménage masculino, ou seja, dois homens e uma mulher. Alguns desses vídeos são bissexuais onde todos interagem com todos. Os caras com a mulher, os caras com os caras, enfim.
Deixei o app logado e desliguei a TV, sabendo que, quando a ligasse novamente ela iria abrir naquele canal.
Nesse momento eu já estava com o tesão no máximo outra vez. Eu parecia um adolescente que o tesão não passa e o pau quase nunca baixa. Então chega a notificação, era de Pedro. Dizia: “Vou chegar um pouco mais tarde. Tenho que deixar a mulher e os meninos na casa da sogra. Deixa tudo organizado pra quando eu chegar e não perder tempo. Às 9 eu tô chegando.”
Eu respondi de pronto: “Tranquilo. Vou preparar tudo aqui. Tá tudo bem?”
Ele não respondeu. Também não falou nada sobre o vídeo da noite anterior. Seu tom era de total normalidade. Típico dele.
Pedro chegou às 8:50. Eu preparava um café para ele quando ele entrou pela sala todo animado dando bom dia. Em seguida sentou à mesa e já foi se servindo de café, então falou: “A Ju já saiu?” Então respondi: “Faz tempo! Ela sai às 7 da manhã, todos os dias.”
Então ele passou a tomar o café da manhã e eu esperando que ele falasse alguma coisa sobre o vídeo. Mas nada disse a esse respeito.
Depois do café, trabalho. Faltava pouco para concluir. No geral, era só pequenos detalhes de acabamento. E ele não perdeu tempo. Tão logo terminou o café já foi pondo a mão na obra. Eu o auxiliava como assistente.
Pedro veio nesse dia cheio de “más intenções”. Era perceptível no seu olhar, na sua postura, toda sua linguagem corporal gritava que ele estava com segundas e terceiras intenções. Digo isso sem nem falar das roupas que ele usava.
Chegou de calção folgado, desses de futebol. Uma camiseta cavada, e, pelo balançar das “suas coisas”, ele devia estar sem cueca, ou, no máximo, com uma cueca muito frouxa para deixar aquele seu pau e o seu sacão tão “solto” daquele jeito.
Só isso: ver o pau dele para e para cá dentro do calção, marcando no tecido fino ora de um lado, ora do outro. E quando ele agachava eu tinha certeza que aquele pauzão iria escapar pela perna do calção a qualquer momento…
Eu já não aguentava mais o tesão que toda aquela provocação me infligiu e o meu pau ficou duro por tanto tempo que a baba passou a cueca e já aparecia no tecido da minha bermuda, mas eu não tava mais nem aí se ele viu ou ia ver.
Pouco depois das 11, Pedro já estava finalizando o serviço, eu falei que ia acender o fogo da churrasqueira para assar umas carnes pra gente comemorar o fim da obra.
Eu estava colocando o primeiro espeto com carne na churrasqueira quando o Pedro chega e fala: “Terminei tudo! Mas agora eu tenho que ir ao banheiro, beleza?” Falei para ele ficar à vontade, e que ele sabia onde o banheiro ficava. Nisso eu voltei para as carnes e ele foi ao banheiro.
Minutos depois, quatro ou cinco, ele me chama para me dizer que vai tomar um banho. Disse que tudo bem, e que iria buscar uma toalha limpa pra ele. o chuveiro ligou e quando parou eu já estava de frente para porta com a toalha. Então falei: “Aqui a toalha.” Daí ele abriu a porta completamente nú. Não pude deixar de notar o pau dele um pouco avolumado, a pélvis com os pêlos bem aparados, o pau com a base bem depilada, assim como o sacão dele que estava bem lisinho.
Meu pau pulsava, mas eu fingi normalidade, assim como ele também. Entreguei a toalha e sai. Ele veio caminhando nú, segurando a roupa com uma das mãos, a toalha sobre o ombro e quando chegamos na sala ele jogou as roupas no sofá e passou a se secar com a toalha. Nessa hora o pauzão dele já tava pra lá de “meia-bomba”. Mas eu novamente fingi normalidade e fui para churrascaria virar a carne. Quando voltei Pedro já estava vestido, e o volume no calção dele dizia que ele estava com uma ereção plena. Passei por ele fui até a geladeira onde busquei duas cervejas. Abrimos, brindamos e eu voltei para ver a carne e ele sentou no sofá. Nisso ele liga a TV e de imediato o som dos gemidos e do sexo que o vídeo mostrava ecoou.
Eu, dissimulando surpresa, corri pra sala e fui pegar o controle da mão dele, quando ele disse: “Não, deixa aí mesmo!”
Aí falei: “Beleza, sem problema, mas baixa o volume porque a vizinhança toda vai ouvir essa porra aí.”
O clima, o tesão, as provocações… o sexo tava no ar. Voltei para churrasqueira e busquei os espetos que já estavam assados e voltei para sala onde Pedro estava sentado no sofá com três lugares acariciando o seu pau enorme por cima do calção já com uma manga de umidade onde o tecido marcava o formato da cabeça daquele pau imenso.
Voltei da cozinha com a carne trinchada, e outras duas cervejas. Puxei uma poltrona para o lado, bem ao lado dele, e coloquei a mesa de centro para suportar o petisco e as cervejas.
Daí falei: “Tá desse jeito?! Tá com vergonha de quê? Bota esse teu pau de cavalo pra fora, macho. Bate uma punhetinha aí, de boa. Coisa muito pior a gente já fez. Deixa de besteira e, (nesse momento eu enchi a minha mão com o pau dele, por cima do calção. Apertei, acariciei, enquanto ele sibilava “SSSSS”), tira esse calção. Não tá servindo de nada mesmo."
Continua na Parte 4 (Final)