Hermione - SÉRIE PERSONAGENS

Era uma quinta-feira, já bem depois do jantar, quando o céu sobre Hogwarts tinha escurecido por completo e as primeiras estrelas começavam a aparecer entre as nuvens baixas que pairavam sobre a Floresta Proibida. As aulas tinham terminado horas antes, o Grande Salão já estava vazio e a maioria dos alunos se espalhava pelas salas comuns ou pelas bibliotecas, ocupados com deveres ou conversas banais. Hermione Granger, no entanto, não estava em nenhum desses lugares. Ela tinha esperado o momento certo com uma paciência quase cirúrgica: esperou que Harry e Ron subissem para a Torre da Grifinória discutindo sobre a próxima partida de Quadribol, esperou que as prefeitas de corredor passassem fazendo a ronda da noite e só então, com a capa das invisibilidade cuidadosamente guardada na bolsa (porque desta vez ela não queria usá-la o tempo todo), desceu as escadas de pedra em silêncio absoluto.
Vestia o uniforme completo da Grifinória, mas de um jeito que já não era exatamente o de uma aluna modelo. A camisa branca estava um pouco amarrotada por ter ficado sentada tempo demais na biblioteca fingindo estudar, o colete de tricô vermelho e dourado aberto sobre o peito, a saia plissada cinza um pouco mais curta do que o regulamento permitiria se alguém fosse medir com rigor, e as meias longas pretas subindo até o meio das coxas. Por baixo de tudo isso, porém, ela não usava a calcinha usual: tinha escolhido de propósito uma peça delicada e escura, quase transparente, que contrastava com a imagem de menina aplicada que todos tinham dela. O cabelo castanho, normalmente preso em um coque apertado ou em um rabo de cavalo prático, estava solto e caía em ondas volumosas sobre os ombros e as costas, ainda um pouco úmido do banho rápido que ela tomara antes de sair. O corpo dela, pequeno e firme, carregava a tensão de quem tinha planejado cada passo: seios médios e arredondados que se moviam levemente sob a camisa a cada passo rápido, cintura estreita, quadris suaves e coxas fortes de quem passava horas andando pelos corredores do castelo. As mãos, sempre manchadas de tinta de pena, agora estavam limpas e um pouco trêmulas.
Ninguém a viu sair pelo pátio. As tochas estavam acesas, mas as sombras eram longas o suficiente para escondê-la enquanto ela cruzava o terreno descendo em direção à cabana do guarda-caça. O caminho de terra batida estava úmido pelo orvalho da noite, e o cheiro da Floresta Proibida já chegava até ela — terra molhada, folhas, e aquele odor selvagem que sempre anunciava a proximidade de Hagrid. Hermione não correu. Andou com passos firmes e deliberados, o coração batendo mais rápido a cada metro que a afastava do castelo iluminado e a aproximava da pequena construção de madeira que fumegava suavemente na escuridão.
A cabana de Hagrid cheirava a madeira úmida, fumaça de lareira e aquele odor forte e animal que sempre acompanhava o guarda-caça — uma mistura de pele de criatura, terra, suor e algo profundamente masculino que fazia o estômago de Hermione se contrair de antecipação. Lá fora a floresta chilreava com o som distante de insetos e o farfalhar ocasional de folhas movidas pelo vento. Lá dentro, só o crepitar do fogo e a respiração pesada dos dois.
Hermione estava parada perto da mesa grande e tosca, a luz alaranjada da lareira desenhando o contorno do corpo dela sob o uniforme. Hagrid a observava do outro lado do cômodo, o corpo enorme ocupando quase metade do espaço disponível. Ele era uma montanha de homem: ombros largos como vigas de madeira, peito largo e peludo que se via parcialmente pela abertura da camisa grossa de flanela, braços densos de músculos formados por anos carregando criaturas e cortando madeira, e mãos tão grandes que podiam facilmente envolver a cintura dela inteira. A barriga dele era firme e volumosa, coberta por uma camada de pelo escuro que descia até sumir na barra da calça. As pernas eram grossas como troncos, e mesmo sentado ele parecia dominar o ambiente. Os olhos dele, escondidos atrás daquele emaranhado de cabelo castanho-escuro e da barba espessa e desgrenhada, não desviavam nem por um segundo do rosto dela.
— Ninguém sabe que cê tá aqui, Hermione — a voz dele saiu grave, rouca, quase hesitante, o sotaque carregado ainda mais pesado pela emoção. — Se alguém descobrir…
— Ninguém vai descobrir — ela respondeu, a voz baixa mas firme, enquanto tirava a capa e a deixava cair sobre uma cadeira. — Eu vim porque eu quis. Esperei todo mundo subir, esperei as rondas passarem, desci sozinha pelo pátio sem que uma única alma me visse. Estou aqui porque decidi estar.
Hagrid engoliu em seco. A garganta dele se moveu de forma visível sob a barba. Ele era tão grande que até o silêncio dele parecia pesado, como se o próprio ar ao redor tivesse que se ajustar ao volume do corpo dele.
— Cê… cê tem certeza? Eu… eu sou diferente. Grande demais. Forte demais. Já quebrei coisas sem querer. Já assustei gente só de me mexer rápido demais…
Hermione deu um passo à frente. Depois outro. Parou bem na frente dele, tão perto que o calor do corpo enorme dele a envolvia. A diferença de tamanho era absurda: ela mal chegava na altura do peito dele, o topo da cabeça dela alinhado mais ou menos com o ponto onde o peito peludo começava. Olhando para cima, ela via o rosto largo, a barba espessa, os olhos escuros cheios de uma mistura de desejo e medo de machucá-la.
— Eu sei exatamente o que você é — murmurou ela, a voz mais rouca agora. — Sei do tamanho, da força, do jeito que você ocupa o espaço. E mesmo assim estou aqui. Vim até a sua cabana no meio da noite, sozinha, de uniforme, sabendo exatamente o que ia acontecer.
Hagrid soltou um suspiro longo, quase um gemido contido. As mãos enormes dele tremeram quando ele ergueu uma e tocou o rosto dela com uma delicadeza que contrastava de forma quase cômica com o tamanho. O polegar dele cobria quase metade da bochecha dela, a pele áspera e calejada roçando a pele macia. Hermione inclinou o rosto contra a mão dele, sentindo o calor.
— Eu nunca… com uma bruxinha como você… nunca com alguém tão pequena, tão…
— Então começa agora.
Hermione subiu na ponta dos pés e puxou a barba dele para baixo com as duas mãos, forçando o rosto enorme até o seu. O beijo foi estranho no começo — a boca dele era grande demais, a barba arranhava o queixo e as bochechas dela, o cheiro era forte e masculino, uma mistura de fumaça, terra e algo animal. Mas quando Hagrid finalmente cedeu, o beijo virou fome pura. Ele a ergueu do chão como se ela não pesasse absolutamente nada, segurando-a pela cintura com uma mão só, os dedos enormes quase se tocando nas costas dela. Hermione envolveu as pernas no tronco grosso dele, sentindo o volume enorme já duro e quente pressionando entre as coxas, separado apenas pelo tecido da calça e da saia.
As roupas foram saindo aos poucos, com uma pressa contida. A capa de Hagrid caiu no chão com um baque pesado. A camisa grossa de flanela foi aberta botão por botão, revelando o peito largo e densamente peludo, os mamilos escuros, a barriga firme. A calça desceu com dificuldade sobre as coxas grossas. Hermione ficou nua primeiro: a camisa branca aberta e retirada, o colete jogado sobre a mesa, a saia deslizando pelas pernas, as meias longas sendo puxadas para baixo com cuidado pelas mãos enormes dele. O corpo pequeno e firme dela contrastava de forma quase obscena com a montanha de carne e pelo que era Hagrid. Seios arredondados com mamilos já endurecidos, barriga lisa, a curva suave dos quadris, a buceta já brilhando de umidade entre as coxas fechadas.
Hagrid a deitou na cama grande e baixa, feita de madeira bruta e coberta por peles grossas e cobertores surrados. O corpo dele cobriu o dela por completo, a sombra enorme engolindo a luz da lareira, o peso controlado com um esforço visível para não esmagá-la. Quando ele tirou a última peça de roupa, Hermione prendeu a respiração.
O pau de Hagrid era desproporcional até para o tamanho do resto do corpo. Grosso como o antebraço dela, longo o suficiente para assustar, coberto por veias grossas e saltadas que pulsavam visivelmente, a cabeça larga e escura já brilhando de pré-gozo que escorria em um fio viscoso. A base era cercada por um emaranhado denso de pelos escuros, e as bolas pesadas e grandes pendiam abaixo, já contraídas de excitação. Hermione sentiu um frio na barriga — medo genuíno misturado com um desejo tão intenso que doía.
— Eu… posso ir devagar — ele murmurou, a voz quase trêmula de esforço. — Se doer demais, cê fala. Eu paro na hora.
Hermione abriu as pernas o máximo que conseguiu, sentindo o ar frio da cabana na pele molhada, e o puxou para mais perto com as mãos pequenas nas costas largas.
— Eu quero sentir. Tudo.
Hagrid se posicionou entre as coxas dela. A cabeça enorme pressionou a entrada estreita. Hermione estava encharcada, mas mesmo assim a penetração foi lenta e trabalhosa. Ele entrou centímetro por centímetro, o rosto contraído de concentração e prazer, os músculos dos braços tremendo de tanto se controlar. Hermione gemia baixo, as unhas cravadas nos ombros largos e peludos, o corpo se abrindo à força ao redor daquela invasão absurda. A sensação era de ser esticada além do limite, de ser preenchida de um jeito que roubava o ar dos pulmões. Quando ele finalmente enterrou até o fundo, as bolas pesadas pressionando contra a bunda dela, ela soltou um grito abafado contra o peito peludo. Estava tão cheia que doía e gozava ao mesmo tempo, cada batida do coração dele ecoando dentro dela.
Hagrid ficou parado, tremendo de cima a baixo.
— Merda… cê tá tão apertada… eu… eu não vou aguentar muito se mexer… tá me esmagando…
— Então se mexe — Hermione ofegou, a voz falhando. — Me fode. Devagar se precisar, mas se mexe.
Ele obedeceu. Começou devagar, estocadas longas e profundas, o pau grosso saindo quase inteiro — ela sentia cada veia, cada centímetro da cabeça larga puxando as paredes dela — e entrando de novo até o fundo, esticando Hermione de um jeito que ela nunca tinha imaginado ser possível. A cama de madeira rangia alto a cada movimento. A cada empurrão o corpo enorme dele cobria o dela por completo, o peito peludo esfregando nos seios, a barba arranhando o pescoço e o ombro, o cheiro forte de homem e de sexo preenchendo o ar quente da cabana. Hermione sentia o peso controlado, o calor absurdo, a força contida a custo de um esforço visível.
Logo o ritmo aumentou. Hagrid gemia baixo, sons guturais e quase animais que vibravam no peito dele e passavam para o corpo dela. Hermione gozou primeiro, o orgasmo vindo em ondas fortes e prolongadas por causa da pressão constante e profunda, as paredes internas se contraindo com força em volta daquele pau absurdo. Hagrid rosnou, o som rouco e desesperado.
— Eu vou… eu não consigo segurar mais…
— Goza dentro — ela pediu, a voz quebrada de prazer. — Quero sentir.
Hagrid enterrou até o fundo uma última vez e gozou com um gemido longo e rouco que pareceu vir de algum lugar profundo do peito. O volume era tanto que Hermione sentiu o sêmen quente enchendo-a em jatos densos e sucessivos, logo começando a vazar pelas laterais apesar dele ainda estar completamente enterrado, escorrendo pela bunda e molhando as peles da cama em poças quentes. Ele continuou pulsando dentro dela por vários segundos longos, o corpo inteiro tremendo, os braços enormes sustentando o peso para não a esmagar.
Quando finalmente saiu, um fio grosso e branco de porra acompanhou o pau, conectando-os por um instante antes de se romper. Hermione ficou deitada, as pernas abertas e trêmulas, o corpo pequeno marcado pelo peso e pelo tamanho dele — marcas vermelhas nos quadris, arranhões leves da barba no pescoço e nos seios, a buceta avermelhada, inchada e vazando um fluxo constante de sêmen que escorria pela pele clara das coxas internas.
Hagrid se deitou ao lado com cuidado, ainda ofegante, o peito subindo e descendo como um fole, e a puxou para cima do peito enorme com uma delicadeza quase cômica para alguém daquele tamanho. Hermione acomodou o corpo pequeno contra a pele quente e peluda, a orelha pressionada sobre o coração dele que batia pesado e lento.
— Cê… tá bem? — perguntou, a voz baixa e preocupada, a mão enorme acariciando as costas dela em movimentos lentos. — Eu não te machuquei?
Hermione, ainda tremendo de prazer residual, sorriu contra a pele dele e beijou a base da barba.
— Melhor do que bem. Eu senti tudo. Cada centímetro. E eu quero de novo.
Hagrid soltou uma risada baixa, quase envergonhada, o peito vibrando sob a cabeça dela, e passou a mão enorme pelas costas nuas, acariciando com uma ternura que contrastava com a brutalidade do que tinham acabado de fazer.
— Se quiser… a gente pode… de novo. Só que mais devagar dessa vez. Ou do jeito que cê quiser. Eu aguento. Eu quero.
Hermione ergueu o rosto, olhou nos olhos escuros dele tão perto, e beijou a boca larga por cima da barba áspera.
— Eu quero.

— Então não fecha as pernas — ele disse, a voz grave e rouca, quase irreconhecível de tão carregada. — Porque eu ainda não terminei com você.
Hermione segurou a beirada da cama com as duas mãos, o corpo pequeno já se preparando para ser invadido outra vez pelo tamanho absurdo dele, e respondeu apenas com um gemido baixo quando a cabeça larga voltou a forçar a entrada.
A cabana voltou a encher de sons úmidos, gemidos abafados e o ranger pesado da madeira sob o peso de Hagrid.

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viciadoemsexo69 Comentou em 03/08/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Hermione - SÉRIE PERSONAGENS

Codigo do conto:
269026

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
03/08/2026

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