BUCETA DE OURO

A Escola Preparatória Dom Vicente era conhecida em todo o estado por uma única coisa: suas alunas passavam no vestibular das melhores universidades do país. O segredo não era só a carga horária pesada de matemática, redação e ciências. Era a matéria extra, oficialmente chamada de “Avaliação Final de Aptidão”, e informalmente tratada por todo mundo como “a prova do diretor”.
Todo mundo sabia. As meninas do terceiro ano falavam disso nos corredores como se fosse a prova de física. As mães, quando matriculavam as filhas, assinavam um termo de ciência. Os professores faziam piada baixa na sala dos professores. E o Diretor Henrique Vargas, 48 anos, corpo ainda firme de quem nunca parou na academia, cabelo grisalho bem penteado e voz baixa e controlada, era o único avaliador.
A regra era simples e cruelmente clara:
1. Nota mínima 7,0 na prova teórica.
2. Nota mínima 8,0 na prova prática com o diretor.
3. A média final das duas definia se a aluna entrava ou não na lista de aprovadas da escola (e, por tabela, nas melhores faculdades).
Não havia segunda chamada. Não havia recurso. E o diretor comia todas.

Naquela manhã de segunda-feira, três alunas estavam agendadas.
Beatriz Moreira, 18 anos, cabelos castanhos longos, peitos grandes e natural, cintura fina e bunda pesada. Tinha tirado 9,2 na teórica. Estava confiante… e molhada desde a hora que acordou.
Camila Rocha, 19 anos (repetente), magra, seios pequenos e sensíveis, pele clara e um jeito de quem ainda fingia que odiava aquilo. Nota 7,8.
Larissa Fonseca, 18 anos, loira, corpo atlético de quem fazia natação, coxas fortes e uma boca que já era famosa no colégio. Nota 8,5.
As três esperavam no sofá de couro do ante-sala do diretor. Vestiam o uniforme oficial do dia da prova prática: saia plissada cinza até a metade da coxa, camisa branca social abotoada até o peito, meia-calça fina e salto baixo. Nada por baixo. Essa era outra regra.
A secretária, Dona Célia, de 55 anos, que já tinha visto centenas de meninas entrarem e saírem daquela porta, apenas disse sem olhar para elas:
— Beatriz Moreira. Pode entrar. Deixe a bolsa aqui.
Beatriz se levantou, ajeitou a saia e atravessou a porta de madeira maciça.
O escritório era grande, com janelas fechadas por persianas pesadas. A mesa de mogno ocupava o centro. Atrás dela, o Diretor Vargas estava sentado, já de camisa social aberta no peito e o cinto desabotoado. O pau dele ainda não estava completamente duro, mas já era grosso, veia saltada, a cabeça rosada brilhando um pouco.
— Nota teórica: 9,2. Excelente — disse ele, sem levantar os olhos do prontuário. — Agora a parte prática vale o dobro. Tira a camisa e sobe na mesa. De quatro. Quero ver essa bunda primeiro.
Beatriz obedeceu em silêncio. A camisa caiu no chão. Os peitos pesados balançaram livres. Ela subiu na mesa fria de madeira, de joelhos, e empurrando a saia para cima da cintura. A bunda grande e macia ficou exposta, a buceta já brilhando de molhada.
Vargas se levantou, caminhou até ela e passou a mão aberta pela curva da bunda, apertando com força.
— Sempre gostei das que chegam molhadas. Mostra que estudar também deixa a menina com tesão. — Ele deu dois tapas firmes, um em cada nádega, e depois abriu os lábios dela com os polegares. — Buceta rosada… e já pingando. Perfeito.
Ele não perdeu tempo com preliminares longas. Encostou a cabeça grossa do pau na entrada e empurrou de uma vez só. Beatriz soltou um gemido alto, a testa batendo na madeira da mesa. O diretor enterrou até o saco, segurou a cintura dela e começou a foder com força, o som molhado enchendo a sala.
— Nota de penetração: 9,0 — falou enquanto batia a bunda dela contra o quadril. — Agora quero ouvir. Fala que quer passar.
— Quero… ah, porra… quero passar, diretor… — Beatriz gemia, a voz embargada. — Come minha buceta… me dá nota alta…
Ele puxou o cabelo dela para trás, forçando o corpo a arquear, e meteu mais fundo.
— Boa aluna. — Acelerou. A mesa rangia. Beatriz gozou primeiro, as pernas tremendo, a buceta apertando o pau dele em espasmos. Vargas não parou. Continou fodendo o orgasmo dela até gozar também, enterrando fundo e jorrando tudo dentro, enchendo a menina até vazar pelas coxas.
Quando tirou, um fio grosso de porra escorreu pela perna dela.
— Nota final da prática: 9,5. Aprovada com louvor. Pode descer e se limpar no banheiro. A próxima já pode entrar.
Beatriz saiu cambaleando, a saia ainda suja, o rosto corado e um sorrisinho bobo de quem tinha acabado de ser bem comida.
Camila entrou em seguida. Mais tensa. Vargas a fez chupar primeiro. Ela ajoelhou entre as pernas dele, engolindo o pau ainda melado da menina anterior, enquanto ele anotava no prontuário:
— Motivação baixa. Resistência inicial. Nota de disposição: 6,5.
Depois a pôs de costas na mesa, abriu as pernas finas e fodeu devagar, provocando, até ela começar a implorar de verdade. Só então acelerou e gozou dentro outra vez. Nota final: 8,0. Passou por pouco.
Larissa foi a última. A loira atleta. Ela entrou já sem a camisa, peitos firmes à mostra, e se jogou de boca no pau do diretor sem ser mandada. Vargas riu baixo.
— Essa já sabe o que quer. Nota de iniciativa: 10.
Ele a fodeu de pé, contra a parede de livros, uma perna dela no ombro dele, a buceta apertada e quente engolindo cada centímetro. Larissa gozou gritando, e ele gozou na boca dela depois, fazendo a menina engolir tudo enquanto olhava nos olhos dele.
— 9,8. Aprovada.

No final do dia, as três saíram juntas pelo corredor principal. Outras meninas do segundo ano olhavam e cochichavam. Uma professora de literatura passou e perguntou, casual:
— E aí, meninas? Como foi a avaliação prática?
Beatriz, ainda sentindo o porra do diretor escorrendo na calcinha que colocara depois, respondeu alto o suficiente para as outras ouvirem:
— Tirei 9,5. O Vargas come gostoso pra caralho.
Camila só balançou a cabeça, vermelha. Larissa riu e mostrou o dedão.
Na escola Dom Vicente, aquilo não era segredo. Era matéria. Tinha nota. Tinha peso. E todo mundo sabia exatamente o que acontecia atrás daquela porta de madeira.
Inclusive as que ainda iam fazer a prova no semestre seguinte.

No finalzinho do ano, no salão de formatura da Escola Preparatória Dom Vicente, as formandas estavam todas alinhadas em fileiras impecáveis, vestidos longos de cetim branco ou preto, cabelos presos, maquiagem discreta… e, por baixo, a mesma regra de sempre: nada. Algumas ainda sentiam o fantasma da última “avaliação” escorrendo entre as coxas. Outras apenas sorriram quando o Diretor Henrique Vargas subiu ao púlpito.
Ele estava de terno cinza impecável, cabelo grisalho penteado para trás, a voz baixa e controlada que todo mundo já conhecia de perto.
— Senhoras e senhores, pais, mães, professores… e, principalmente, minhas alunas.
— Todas as jovens que estão aqui hoje não chegaram por acaso. Elas passaram. Não apenas na prova teórica. Elas passaram na Avaliação Final de Aptidão. Cada uma delas, sem exceção, deixou este diretor… digamos… devidamente motivado. De rola dura. E eu gozei em cada uma delas. Algumas na buceta. Outras na boca. Algumas nas duas. Algumas mais de uma vez.
Um silêncio absoluto caiu sobre o salão. Depois, um risinho nervoso de algumas mães que já sabiam. Os professores trocaram olhares cúmplices. As meninas do segundo ano, sentadas no fundo, se mexeram inquietas nas cadeiras.
Vargas continuou, a voz ainda mais baixa, quase íntima:
— Elas aprenderam disciplina. Aprenderam a abrir as pernas quando a nota exige. Aprenderam a engolir, a gemer no tom certo, a pedir nota alta enquanto eu enchia elas. Aprenderam que o corpo também é ferramenta de aprovação. E, por isso, estão preparadas. Preparadas para o mercado de trabalho. Preparadas para os chefes que terão. Preparadas para qualquer mesa de reunião, qualquer escritório com persianas fechadas, qualquer “avaliação prática” que a vida adulta exigir.
Ele ergueu o copo de champagne.
— Então, minhas formandas… parabéns. Vocês não só passaram. Vocês foram bem comidas. E o mundo lá fora vai agradecer.
Ele entrega a cada uma das 26 meninas o troféu BUCETA DE OURO enquanto elas choram de alegria e emoção.
As meninas foram aplaudidas de pé, os familiares orgulhosos da conquista das garotas, enquanto o diretor ficava triste por ter perdido deliciosas pupilas tão esforçadas…


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Ficha do conto

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Nome do conto:
BUCETA DE OURO

Codigo do conto:
269030

Categoria:
Coroas

Data da Publicação:
03/08/2026

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