Violet - SÉRIE PERSONAGENS

O corredor de pedra do quarto andar do Basgiath estava quase vazio naquela noite, iluminado apenas pelas tochas irregulares que projetavam sombras longas e tremulantes sobre as paredes úmidas. O ar carregava o cheiro metálico de magia residual, suor seco e o odor distante de dragão que nunca abandonava completamente aquelas muralhas. Lá fora, o vento batia contra as frestas das janelas altas, trazendo o frio da Cordilheira e o eco abafado de um rugido distante. Dentro, o silêncio era pesado.
Violet Sorrengail empurrou a porta da sala de estudo abandonada e entrou. Bodhi Durran estava de pé perto da mesa longa de madeira escura, as costas apoiadas na borda, os braços cruzados. A jaqueta preta aberta revelava a camisa escura colada ao peito largo pelo suor do treinamento. O cabelo preto caía irregular sobre a testa, e os olhos escuros a observavam sem disfarce.
Ela fechou a porta e ficou parada por um momento, sentindo o coração bater rápido demais.
— Eu não deveria ter vindo — disse, a voz baixa, mas firme.
— Eu sei — respondeu Bodhi, sem se mexer. — Então por que veio?
Violet engoliu em seco, o olhar preso no dele.
— Porque eu não aguento mais fingir que não sinto isso. Porque toda vez que você fica perto demais nos treinos eu fico molhada. Porque eu quero.
Bodhi se afastou da mesa e caminhou até ela com passos lentos. Parou na sua frente, a diferença de altura evidente, e ergueu uma mão para tocar o queixo dela.
— Diz de novo. Olhando pra mim.
— Eu quero — repetiu Violet, sem desviar o olhar. — Eu quero que você me chupe, que me foda, que faça o que quiser comigo essa noite. Eu aceito. Eu estou pedindo.
Ele soltou um som baixo, quase um gemido contido, e a beijou com força. A boca dele era quente e exigente. Violet revidou, as mãos subindo até o peito largo, abrindo a jaqueta e a camisa dele com pressa. Bodhi a ergueu pela cintura e a sentou na beira da mesa, posicionando-se entre as pernas dela. Em poucos movimentos a jaqueta, a camisa e a calça de combate de Violet foram tiradas, junto com a calcinha, deixando-a nua da cintura para baixo. O ar frio tocou a pele já úmida.
Bodhi se ajoelhou no chão de pedra.
Ele abriu as coxas magras dela com as mãos grandes e olhou para a buceta brilhante por um longo segundo antes de inclinar a cabeça e passar a língua quente e larga por toda a extensão, devagar, com pressão deliberada. Violet soltou um gemido alto e enterrou os dedos no cabelo preto dele.
— Porra… isso… que delícia — ela ofegou, as coxas já tremendo. — Continua. Não para.
Bodhi lambeu de novo, mais fundo, e murmurou contra a carne molhada:
— Eu sempre te quis. Desde a primeira vez que te vi no pátio, toda pequena e teimosa. Eu olhava e pensava que você deveria ser minha. Sonhava com isso. Sonhava em te abrir assim, em te sentir escorrendo na minha boca.
Ele chupou o clitóris com força medida e enfiou um dedo grosso dentro dela, curvado, massageando o ponto certo. Violet arquejou, o quadril se movendo sozinho contra a boca dele.
— Mais… mete outro dedo — pediu, a voz rouca. — Assim. Isso. Que gostoso, Bodhi… continua falando.
Ele obedeceu, acrescentando o segundo dedo e fodendo-a com ritmo constante enquanto a língua não parava de trabalhar o clitóris.
— Você sempre deveria ter sido minha — ele continuou, a voz vibrando nela. — Não dele. Minha. Eu pensava em te comer toda noite, em te fazer gozar gritando, em te deixar cheia.
— Vai… mais forte — Violet gemeu, as unhas cravadas no couro cabeludo dele. — Chupa mais forte. Eu estou perto… porra, que delícia…
Os dedos aceleraram. A boca sugou com intensidade quase cruel. Violet sentia o orgasmo subindo rápido, misturado com as palavras dele e com a culpa que ainda queimava no fundo da mente.
— Bodhi… eu vou gozar… não para…
— Então goza — ele ordenou contra a buceta dela. — Goza na minha boca.
O orgasmo a atingiu de forma violenta. O corpo inteiro se arqueou, um grito rouco escapando da garganta. No mesmo instante o poder explodiu sem controle. Relâmpagos prateados e azuis estalaram no ar ao redor deles, iluminando a sala em clarões sucessivos. Um atingiu a parede com um estalo seco, outro riscou o teto deixando uma marca fumegante. O cheiro de ozônio e pedra queimada preencheu o ambiente. Bodhi não se afastou. Continuou chupando e dedando através de cada contração, prolongando o orgasmo enquanto os relâmpagos estalavam perigosos ao redor.
Quando o corpo dela finalmente amoleceu, ainda tremendo, os relâmpagos cessaram. Bodhi se levantou, a boca e o queixo brilhantes, e abriu a própria calça. O pau grosso e já duro saltou livre. Ele alinhou a cabeça larga na entrada inchada e encharcada e olhou nos olhos dela.
— Ainda quer?
— Quero — Violet respondeu, ofegante, as pernas abertas. — Me come. Agora. Enfia tudo.
Ele empurrou de uma vez, enterrando o comprimento inteiro. Violet soltou um gemido longo e quebrado, a cabeça jogada para trás.
— Porra… que gostoso… você é tão grande… me enche inteira…
Bodhi começou a foder com estocadas profundas e ritmadas, a mesa rangendo, as mãos grandes segurando os quadris dela com força.
— Fala mais — ele exigiu, a voz rouca.
— Me fode… assim… mais fundo — ela ofegava, as unhas cravadas nas costas dele. — Que delícia… não para… me usa…
Ele acelerou, o ritmo se tornando mais bruto. Violet gemia sem parar, palavras soltas e quebradas misturadas com sons de prazer.
— Isso… mais forte… eu quero sentir você gozar dentro… me enche…
Bodhi obedeceu. As últimas estocadas foram profundas e possessivas. Ele gozou com um gemido gutural, enterrado até o fundo, o sêmen quente jorrando dentro dela enquanto as mãos apertavam os quadris com força suficiente para deixar marcas.
Por longos segundos ficaram assim, a respiração pesada, o cheiro de sexo e ozônio misturados no ar. Bodhi saiu devagar. O sêmen escorreu imediatamente, branco e denso, manchando a madeira e as coxas dela. Ele olhou para aquilo e depois para o rosto de Violet.
— Isso não pode se repetir — disse, a voz baixa.
Violet, ainda ofegante, as pernas abertas, os restos de eletricidade formigando sob a pele, segurou o olhar dele.
— Eu sei.
Mas nenhum dos dois se moveu de imediato. O vento continuava batendo lá fora. As marcas dos relâmpagos ainda fumegavam na parede. E a tensão, agora mais pesada e mais perigosa, permanecia entre eles como uma ameaça silenciosa.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Violet - SÉRIE PERSONAGENS

Codigo do conto:
269027

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
03/08/2026

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