Pra quem leu meu último conto, “A Brincadeira Com Meu Colega de Trabalho Ficou Séria”, sabe o que rolou com o Natan, meu colega de trabalho. Enfim, depois daquele episódio no elevador, as coisas foram ficando cada vez mais sapequinhas. Os abraços dele sempre me apertando mais e, no dia seguinte ao acontecido, ele veio me roubando um beijo no escritório. Precisei conter o menino porque já estava ficando ousado demais. Só que no fundo eu gostava... Gostava daquele desespero de garoto virgem, ou quase virgem. Ainda não sei muito bem. Embora ele já tivesse me contado das namoradas que teve, sei lá, meus instintos ainda identificavam certa inocência nele. Talvez fosse apenas porque ele era muito bonzinho. Não sei se vocês lembram, mas, pra todo mundo ficar na mesma página, naquele dia o Natan conheceu meu marido. Até que os dois se deram bem. Uma coisa que meu marido também gosta é videogame. Não é tão aficionado quanto o Natan, mas gosta. Só sei que os dois começaram até a jogar futebol online juntos. Um dia, enquanto meu marido falava e jogava contra o Natan, eu fiquei provocando meu marido, chupando o pau dele. Nossa, aquilo me deixou tão acesa kkk. Ainda bem que depois Rodrigo correspondeu. Aí teve um fim de semana em que combinamos de ir pra Bertioga com mais três casais de amigos. Tinha uma casa com piscina que adorávamos alugar. Às vezes, nem íamos pra praia. Ficávamos naquela casa o tempo todo. Rodrigo e os meninos comandando a churrasqueira, o Reinaldo tocando violão e as meninas curtindo a piscina. Era sempre assim. Só que aí, pra minha surpresa, Rodrigo teve a ideia de chamar o Natan. E quando meu marido gosta de alguém, sai de baixo. Se apega mesmo. E não tem como não gostar do Natan. Ele é aquele amigo mesmo sabe? Agradável demais. Como nosso carro estava quebrado, fomos no do Márcio e da Raquel. Rodrigo foi lá na frente conversando com o Márcio, e eu fui atrás com a Raquel. Pegamos o Natan no metrô Jabaquara. Os olhos dele brilharam quando me viu. Tanto que a Raquel percebeu. Depois, ficava me cutucando, falando que o Natan era caidinho por mim. Eu só fugia do assunto. Eu estava de minissaia de malha, blusinha de alcinha decotada, cabelos presos num rabo de cavalo e Havaianas brancas nos pés. Fazia uma noite quente. Fomos conversando. Natan interagiu bem, conversava, ria. Parecia ser da turma há muito tempo. Pegamos um trânsito na descida e a conversa deu uma murchadinha. Raquel fechou os olhos. Rodrigo não estava dormindo, mas ficou calado, parecia distraído com alguma coisa no celular. Eu conversava com Natan, ria de algumas coisas do trabalho, mas o papo também foi esfriando. Em certo momento, nos olhamos. Trocamos aqueles risinhos safados e ele chegou no meu ouvido, falando bem baixinho. — Tô doido pra te beijar. Belisquei o braço dele e nos assustamos, Rodrigo começou a falar do nada, mas, por sorte, era com o Márcio. Os dois começaram a falar dos jogos da copa. Olhei de novo para o Natan. Ele estava com aquela carinha de pidão. Balancei a cabeça negativamente, mas rindo e mordendo os lábios. Foi então que... Nossa, nem acredito. A mão do safadinho virou meu rosto, encostou os lábios nos meus e me beijou. E eu? Não resisti nem um pouquinho. Aquele desespero, aquela afobação... Mesmo fazendo esforço pra não chamar atenção, era assim o beijo dele. Mas estava uma delícia. Interrompi e fiquei olhando pra ele, sorrindo, meio sem jeito. Espiei ao redor. Acho que passamos despercebidos. Só que, segundos depois, ele repetiu a mesma ousadia e eu permiti. Me olhando, sem me beijar, ele foi descendo uma alcinha da blusinha. Eu mantive o olhar nele, correspondendo ao sorriso e deixando que fizesse aquilo. E o Natan estava me saindo melhor do que a encomenda. Depois que desnudou meio seio, passou a massageá-lo e, enquanto fazia aquilo, me perguntou. — Acredita que não consegui entregar aquele relatório que o Arthur pediu? Safado! Estava disfarçando. E até que muito bem kkk. — Não acredito! Ele vai te encher a paciência... Ele é insuportável. Vi o olhar dele ir para a Raquel. Eu olhei pra ela assustada, pensando que estivesse vendo alguma coisa, mas, ela ainda dormia. Quando virei para Natan, ele olhava para baixo. Minha calcinha vermelha de renda dava um leve oizinho. Não precisou pedir. Eu já estava perdida naquela safadeza. Ergui o corpo sutilmente e fui puxando minha calcinha pelas coxas, até tirá-la dos pés. Então entreguei a ele. E acredita que o safado ficou ali, segurando minha calcinha no colo e rindo? Eu belisquei ele, implorando para que guardasse. Depois que colocou no bolso, voltou-se pra mim, segurou uma das minhas pernas, colocando-a sobre a dele, e começou a passar a mão pela minha coxa. Eu já estava completamente entregue àquela brincadeira. Ele encaixou a boca na minha e no mesmo instante socou dois! Dois dedos! Na minha bocetinha. Na hora segurei seu braço com uma mão, e com certeza minhas unhas cravaram na sua pele. Tanto que gerou um comentário engraçado depois. O carro entrou no túnel e começou aquela barulheira danada de buzinas. O ruim era que as luzes clareavam um pouco a gente. E Natan metendo aqueles dedos grossos, gordinhos na minha menina. Parecia que, do outro lado, estava o diabinho, porque a alcinha da blusinha acabou caindo, deixando meus seios à mostra. Apertei o volume do pau dele com tanta força e gente, eu estava tão, mas tão excitada... que gozei. Gozei não, explodi! Esguichei nos dedos dele. A sorte é que o barulho ajudou a esconder talvez até o sonzinho. O banco ficou melado. Bati na mão dele, tirando-a dali, porque ele não parava. E aquele barulho de menina molhada é muito denunciador. E a cara dele, rindo da minha situação, foi a pior. Pedi minha calcinha de volta só pra limpar pelo menos um pouco. Fiz isso, mas, ainda assim, ficou ali a marca do pecado. Quando chegamos em Bertioga, Natan não parava de me olhar. Levou minha mochila, ajudou todo mundo. Acendeu a churrasquei com Rodrigo, ajudou a varrer a área que estava repleta de folhas de arvore. Ah! Ele era uma graça. Umas duas horas da madrugada, eu estava nas cadeirinhas à beira da piscina com as meninas, rindo e bebendo, enquanto eles estavam lá na sala se revezando nos contras de futebol no videogame. Sim, Natan levou o PS5. Levantei pra ir ao banheiro e, bem na hora em que cheguei à sala, eles começaram a rir de alguma coisa. Vi Natan meio sem jeito. Perguntei o que era. E logo Rodrigo falou. — Cê viu, amor? Natan não tá fácil, não. Olha as marcas de unha no braço dele. É, gente... O Natan se deu bem naquele final de semana. Vocês nem fazem ideia. Eu não dei pra ele... mas houve safadezinhas, e são essas coisinhas que me conquistam e me deixam muito…. mais muito excitada. Obrigada por todos os comentários e mensagens. Beijos, Taiane
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