Era um Domingo. Passei a manhã na casa da minha irmã, e quando cheguei em casa, no início da tarde, meu marido estava com dois amigos assando carne e bebendo. Eu nem conhecia os dois, Renato e Guilherme. Rodrigo disse que trabalharam juntos numa empresa antiga. Os dois me devoraram com o olhar sem nenhum pudor. E eu lá, simpleszinha, com um vestidinho vermelho leve, sandália rasteira. Os dois até que eram bem divertidos. Quando tocou um forrozinho no rádio, Renatinho foi logo me puxando pra dançar ali no quintal. E o atrevido só esperou meu marido se distrair na churrasqueira pra enfiar a mão na minha bunda e apertar sem vergonha nenhuma. Guilherme olhava a cena rindo e ainda ajudava a distrair Rodrigo. Renatinho foi rápido, segurou meu rosto e me roubou um beijo descarado. Subi na pontinha dos pés, me entregando, até que Rodrigo perguntou se tinha mais sal grosso. Soltei Renato na hora. Rodrigo não percebeu nada, estava ocupado virando carne. Numa dessas, vi Renato e Guilherme cochichando no corredor enquanto eu estava nos braços do meu marido, toda carinhosa, dando selinhos. Eles se aproximaram e inverteram os papéis. Renato começou a puxar papo com Rodrigo, distraindo ele. Eu entendi na hora. Me afastei e me aproximei de Guilherme, que estava sentado num murinho do quintal. O safado tava desesperado. Assim que me aproximou, ele me puxou pela cintura e já grudou a boca na minha. As mãos dele subiam me apertando toda. E perdeu o juízo, tirou o pau pra fora ali mesmo. Uhmm... e que pau. Comecei a punhetar sem pensar duas vezes. Depois me afastei, segurei a mão dele e fiz sinal de não com o dedo enquanto apontava pra Rodrigo. Ele me puxou de volta. Voltamos a nos beijar. Ele beijava muito bem. Adorei o beijo dele. Mas depois me soltei e fui pra junto do meu marido. Achei que ia ficar só nisso. No fim da tarde, Rodrigo pegou o baralho. Acabei beijando os dois no sofá, entre risadas e caipirinhas. Fingia estar mais solta do que eu realmente estava. E aí comecei a provocar, deixando eles verem minha calcinha quando eu dizia que estavam roubando e beliscava alguém. Guilherme chegou até a morder meu pescoço ali, do lado do meu marido. Ele tava impossível. Rodrigo só sorria. Fingindo muito bem que não via maldade nenhuma. Mas eu sabia que ele via tudo. Até que me surpreendeu. Em certo momento Rodrigo pediu licença e disse: — Acho que deu um desarranjo aqui. Os amigos fizeram piada e, assim que ele entrou no banheiro, vieram pra cima de mim sem perder um segundo. Guilherme me beijando, abrindo a calça. Renato se abaixou, tirou minha calcinha e meteu a língua com vontade. Eu beijava Guilherme, punhetando ele, e me esfregava na boca de Renato, e como chupava bem. Me inclinei e comecei a chupar o Guilherme. Renato levantou, segurou minha cintura, me colocou de quatro, meio de ladinho, e meteu. Só na minha bocetinha no começo. Metendo forte. Me puxou pelo cabelo, fez eu erguer o rosto e me beijou. Guilherme puxou as alcinhas do vestido, fez ele descer e começou a mamar meus peitos. Depois disse: — Vem cá, sua putinha… Me sentei no colo de Guilherme, encaixei, e comecei a cavalgar gostoso. Renato não perdeu tempo, abriu minha bunda, meteu a língua no meu cuzinho, entrando fundo. Depois colocou o pau no meu buraquinho. — Seu filho da puta, eu falei que ia ser o primeiro a comer o cu dela — reclamou Guilherme. Renato só riu: — Perdeu, parceiro. Os dois gozaram bem na hora que a descarga roncou no banheiro. Eu já tinha gozado duas vezes. Nos ajeitamos correndo. Me sentei ao lado de Guilherme rindo quando Rodrigo apareceu. — Do que estão rindo? — Ah, amor, esse Guilherme é um ladrão… — Ladrão é? Vou te mostrar o ladrão. O safado veio pra cima de mim, de novo mordendo meu pescoço, roçando a barba. Acabamos deitando no sofá. E acho que Rodrigo viu. Sem calcinha, melada de porra. Pelo menos fiz questão de mostrar. Jogamos mais um pouco. Os dois foram embora no começo da noite. Quando entramos, eu e meu marido ficamos rindo deles. Falei que adorei os dois, que eram divertidos. Mas ninguém tocou no assunto. Preferi assim. Acho que ele também. Ele sentou no sofá, colocou no joguinho dele. — Vou tomar banho — falei, chegando perto dele, pegando minha calcinha no cantinho do sofá, sem esconder nada, e fui para o quarto. E aí, o que acharam? Eu adorei. Foi bem gostoso, fazia tempo que não aprontava uma. Deixem seus comentários queridos. Beijos. Taiane
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