Bom, pra quem não acompanha meus contos, preciso dizer que houve uma fase em que Rodrigo e eu nos separamos. Ele me pegou transando com o primo dele, o Carlão, na nossa própria cama. Eu até tinha esse relato publicado aqui, mas depois de um tempo me incomodou ter escrito sobre isso. Sei lá. Não sei explicar, já escrevi tanta coisa pior, talvez seja por lembrar como Rodrigo ficou naquele dia.
Mas depois de um tempo Rodrigo me perdoou e nós voltamos. Fiquei até mais comportada, ao menos por um tempo, com a promessa de cortar qualquer contato com o primo dele. E estava tudo indo muito bem, pelo menos até o último sábado.
Viajamos para Taubaté pro casamento de uma sobrinha do Rodrigo. Estava quase toda a família dele lá. Em certo momento, saí procurando Rodrigo, preocupada, porque ele tinha passado o dia bebendo com os primos.
Saí do salão e vi meu sogro lá fora, fumando entre os carros do estacionamento. Assim que me viu, abriu aquele sorriso safado, fez sinal pra eu ir até ele e eu fui. Eu usava um vestido leve, de seda vermelha, curto, e sandálias de salto alto.
Ai, gente... nem era pra eu contar essa parte. Logo com ele, meu sogro! De novo ele, que eu tanto odeio.
Perguntei se tinha visto o Rodrigo, mas o ordinário me puxou pela cintura e me beijou. Encostou meu corpo num carro e as mãos dele já foram subindo pelo meu vestido, invadindo minha calcinha. Odeio admitir, mas que tesão.
— Com saudade do sogrinho, norinha? — perguntou, segurando minha calcinha.
Antes mesmo que eu respondesse, ele se abaixou e puxou a peça pelas minhas pernas. Levantei os pezinhos e fiquei ali, vendo ele colocar minha calcinha no bolso interno do terno.
Ergueu minha coxa, apoiou no ombro e começou a me chupar ali mesmo, no estacionamento. E olha que nem tão escondidos estávamos. Por sorte já eram umas dez da noite.
Depois se levantou, me virou de costas e me apoiou no capô do carro. O carro estava imundo de poeira, só depois percebi que meu vestido também ficou sujo. O danado enfiou o pau em mim com vontade, sem rodeios, e meteu com força, me deixando toda empinadinha.
Segurando meu vestido na cintura, ele desceu a mão e começou a me estapear a bunda até deixar vermelha. Gozei rápido, já estava molinha, mas ele continuou me comendo, metendo com força. Me xingava de vadia, puta, piranha, até finalmente encher minha bocetinha de porra.
Suplicando, pedi pra ele devolver minha calcinha, senão ia passar aperto, e o cafajeste não me deu. Voltei pro salão e fui direto pro banheiro. Me limpei o quanto deu, mas passei o resto da festa sentindo a porra dele escorrendo por entre minhas coxas.
Então resolvi aproveitar a festa. Dancei, bebi, ri bastante e dancei mais um pouco. Como previsto, Rodrigo, que não sabe beber, acabou dando trabalho. Já no fim da festa, vieram me avisar que ele tava apagado no estacionamento.
Fui ver. Os primos dele estavam colocando Rodrigo no banco de trás do carro. Xinguei, dizendo que sabiam que ele não podia beber tanto, mas mal terminei de falar, senti um corpo me abraçando por trás e aquela voz...
— Fica tranquila, Taiane, ele tá bem. Só precisa dormir. Se quiser, levo vocês pra casa da Tia Zélia. É lá que vocês estão, não é?
Os outros foram se afastando, e assim que ficamos sozinhos, eu já estava beijando o Carlão. Encaixadinha no corpo dele, sentindo as mãos dele subindo até meus seios.
— Vamos sair daqui — ele disse, e entramos no carro.
Quando passamos pela cancela do estacionamento, eu já estava mamando o pau do Carlão. O moço da guarita certamente viu, e o Rodrigo lá atrás, apagado... ou pelo menos eu achava.
— Tira sua roupa.
— Pelada não, pelada não — levei um susto quando Rodrigo, do nada, murmurou aquilo.
Ele parecia não saber onde estava, do nada ficou quieto. Eu ergui o olhar, punhetando Carlão, e vi Rodrigo deitar no banco.
— Ele tá bem louco. Tira a roupa, sua putinha.
Olhei pro Carlão com um riso sapeca, desamarrei o laço do vestido e deixei ele cair. Fiquei peladinha.
— Olha só, eu tenho certeza que vi sua calcinha lá na igreja. Quem tirou, hein? — perguntou ele, rindo.
Não respondi. Tirei as sandálias, e quando o carro parou num farol, subi no colo dele. Carlão ajustou o banco e puxou o pau pra fora. Assim que senti a cabeça dele na entrada, deslizei de uma vez, sentindo cada centímetro.
— Vai dizer que não sentiu falta do meu pau, sua putinha? — perguntou, dirigindo pelas ruas de Taubaté.
Cavalgando e gemendo baixinho, respondi:
— Sim... tava com saudade.
Naquela posição, eu via Rodrigo. Continuava ali, imóvel. Gozei uma, duas vezes no colo do Carlão.
Quando chegamos à casa da Tia Zélia, Carlão ainda ajudou a carregar Rodrigo para dentro. Deu um banho frio nele e o deixou deitado na cama. Não foi fofo?
Tia Zélia, que não tinha ido ao casamento, fez pão de queijo e ficamos conversando por um tempo. Não deu pra aprontar mais nada, mas quando ele disse que ia embora, fui acompanhá-lo até a porta.
Ali, no alpendre escuro da casa, ainda trocamos uns amassos. Fiz um boquete bem gostoso deixando ele gozar na minha boca, engoli tudinho. E então ele foi embora, me deixando cheia de saudade.
E foi isso, gente. Agora tô aqui, pensando... procuro ele de novo ou não? Dúvida cruel. Mas espero que tenham gostado do relato.
Beijos,
Taiane