O Motorista do Uber Me Comeu Quase na Frente de Casa!

O Clube da Lulu é um grupo formado só por amigas, e amigas de amigas. Resumindo: só mulheres. A gente se encontra pra beber, rir, colocar o papo em dia... e, de vez em quando, aprontar um pouquinho, se é que me entendem.
Pois então, outro dia foi dia de encontro. E olha, comparado com os outros, até que foi bem tranquilo. Nada de confusão, só muita conversa, risadas e uns olhares maliciosos aqui e ali. Na hora de ir embora, eu, a Flávia e a Bruna dividimos o mesmo Uber.
O motorista era o Seu Roberto. Devia estar beirando os sessenta, negro, simpático, um pouco gordinho e daqueles que parecem estar sempre prontos pra soltar uma piadinha. E, claro, com três mulheres animadas, de vestidinho e shortinho, ele devia se sentir no paraíso.
Eu estava de mini saia jeans, salto alto e uma blusinha de alcinha. Sentei ao lado dele, cruzei as pernas e percebi, de canto de olho, o olhar dele se demorando nas minhas coxas.
A conversa foi fluindo fácil. Entre risadas, ele perguntou o que a gente fazia nesses encontros, e acabamos confessando umas coisinhas, só pra provocar. Ele riu e soltou:
— Não é possível que não vou comer nenhuma de vocês.
Todo mundo caiu na gargalhada. E olha, vou te contar... se ele fosse um pouco mais ousado, acho que teria conseguido levar todas pra um motel.
Aos poucos, fomos sendo deixadas em casa. Eu fui a última. Quando estávamos quase chegando, ele parou o carro um pouco antes da minha casa, bem em frente a uma lojinha de material de construção que já estava fechada.
E eu, talvez sem perceber, demorei pra sair do carro. Acho que isso bastou. Enquanto eu olhava distraída pra vizinha fofoqueira colocando o lixo pra fora, senti a barba dele roçar no meu rosto e, logo em seguida, o toque quente da boca dele no meu pescoço.
Foi rápido. Um beijo roubado, intenso, daqueles que bagunçam a cabeça da gente.
E quando dei por mim, já estava retribuindo. Ele me puxou de leve e o clima ficou denso dentro do carro. Mãos apressadas, respiração acelerada.
Ele abriu minhas pernas e aquela mão grossa subiu pela minha coxa até encontrar a calcinha. O safado não fez rodeios, puxou pela lateral, e eu levantei o corpo só o suficiente pra facilitar. Senti o tecido escorregar pelas coxas até sair pelos pés, junto com meus saltos, que ele tirou com um gesto firme.
Puxou as alcinhas da minha blusinha e com meus peitos à mostra, começou a chupá-los com vontade, mordiscando meus biquinhos enquanto massageava meu grelinho com precisão. Eu já estava molhada, completamente entregue.
Vi a vizinha entrar em casa e, por sorte, acho que não notou nada. Aproveitei pra esticar a mão e sentir o volume dele. Estava duro, pulsando. Abri o botão e o zíper da calça, e logo a rola dele estava na minha mão. Comecei a masturbá-lo e, sem pensar muito, me inclinei no colo dele e comecei a chupar.
Seu Roberto não fazia questão nenhuma de parecer respeitador. Enquanto eu chupava, ele me xingava de tudo que era nome e aquilo só me deixava mais excitada. De repente, senti um dedo dele entrando no meu cuzinho, fazendo minhas preguinhas se abrirem num arrepio gostoso.
Segurando minha cabeça, ele murmurou, com um sorriso sacana:
— Fica aí, que acho que é seu marido colocando o lixo pra fora.
Aquilo me deu um tesão danado. Abri um sorriso bem putinha e continuei chupando, olhando pra ele. Passei a língua nas bolas, depois voltei a engolir o pau quase todo, chupando forte, gemendo baixo.
Quando ele disse que meu marido havia entrado, subi no colo dele, de frente. Ele abaixou o banco, encaixou a cabeça do pau na minha bocetinha, e eu fui descendo, sentindo cada centímetro entrando. Logo estava cavalgando, gemendo baixinho, os peitos balançando enquanto ele chupava um deles com força.
O dedo safado dele continuava brincando no meu cuzinho, e eu já estava completamente fora de mim. Minha boceta mordia o pau dele de tão apertada. Ele riu e disse, entre gemidos:
— Quer cortar meu garotão, é?
Não demorou muito pra eu gozar. E ele veio logo em seguida, me enchendo de porra, quente, muita porra.
Ficamos ali por alguns minutos, nos beijando, trocando carícias e recuperando o fôlego.
Pouco depois, já estava entrando em casa, sentindo a porra de Seu Roberto escorrendo pelas minhas coxas. Rodrigo estava preparando o jantar. E, como uma esposa amorosa, antes de ir pro banho, ainda dei um beijo bem apaixonado no meu maridinho.
Se você não deixar seu comentário, vou ficar triste. Por favor, comenta, vai.
Beijinhos,
Taiane

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Ficha do conto

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taiane

Nome do conto:
O Motorista do Uber Me Comeu Quase na Frente de Casa!

Codigo do conto:
268749

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
30/07/2026

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