A Brincadeira Com Meu Colega de Trabalho Ficou Séria
Há uns meses entrou um rapaz novo no setor em que trabalho. O nome dele é Natan, um fofo! Moreno claro, gordinho, cabelo crespo e super bem-humorado. Vive sorrindo e trata todo mundo muito bem. Supereducado e afável. A mesa dele fica do lado da minha e, em poucos dias, já estávamos nos dando muito bem. Amo o jeito que ele se perde olhando para as minhas pernas. Às vezes, me viro para ele oferecendo um chocolate ou só para ajudá-lo com alguma dúvida. De pernas cruzadas, na maioria das vezes descalça e com uma saia ou vestido, dou sempre um jeitinho de deixar minha calcinha escapar à vista… fingindo descuido, distração. É gostoso ver ele vermelho feito pimentão, sem graça. Ele nunca ousou, nunca saiu da linha, nunca me cantou… embora, sorridente, vejo que fica um tanto tímido em situações que exalem sacanagem. Mas adoro esse jeito quase puro dele. E note que falei quase puro… Conforme fomos ficando mais próximos, pequenas coisas começaram a aparecer. No meu aniversário, fui trabalhar com um vestido de tricô bege, levemente curto. Estávamos sozinhos na nossa sala. Durante o abraço de felicitações, a mão dele apertou minha cintura de um jeito que não esperava e meu vestido começou a subir devagarinho. Arranhei a nuca dele com a ponta das minhas unhas como uma forma de incentivar seu avanço. Só que, quando ele ouviu a voz do meu chefe, se afastou. Nossa, ele tava vermelhinho kkk. Adorei… o volume da calça dele daquele jeito. Mas olha… acho que até eu estava coradinha, sentia meu rosto queimar. Ficava só pensando… Quantas punhetas ele já não bateu pra mim? kkk. Uma coisa que não gosto é quando os meninos ficam chamando ele de O Virgem de 40 Anos. Pior que ele até parece mesmo o rapaz daquele filme, ao menos no jeito, porque fisicamente não tinha nada a ver. Gosta de coisas nerds tipo video-game e anime e coleciona bonequinhos dessas coisas. Quando começavam a zoá-lo, às vezes eu até intervinha. Eles pegam demais no pé dele. Depois de um mês, Natan já estava trabalhando super bem e, não sei explicar, comecei a notar que, embora ele soubesse que eu era casada, até porque Rodrigo, meu marido, não sai da minha boca, vivo contando as peripécias do cotidiano do meu marido. Não as de corninho, claro. Mas sem falo dele… Enfim… notei que Natan parecia estar se iludindo comigo. E não vou negar, mesmo sabendo que não deveria alimentar nenhum sentimento maior, eu gostava daquilo. Da forma como ele me olhava. Daquele jeito carinhoso dele. Um dia eu estava distraída, com os cabelos de pé, tentando resolver o problema que deu no pagamento de um dos funcionários. Eu estava no telefone com meu chefe, mas, pela visão periférica, vi Natan me olhando. Com um vestido leve, solto, pernas cruzadas, pés descalços, ficava girando a cadeira enquanto falava. Fico sempre assim quando estou tensa. Ali deixei ele me olhar. Uma hora, girei a cadeira, ficando de frente para ele. Ainda no telefone, fiz uma careta, demonstrando estar entediada com aquela conversa. Ele ria. Então descruzei a perna e estiquei, colocando o pezinho na perna dele. Nem precisei pedir. Ele levou as mãos até ele e começou a massagear. E eu, ainda no telefone, olhava para ele sorrindo sapeca. As mãos dele até tremiam. Em alguns momentos, eu virava, olhando alguma coisa na tela do meu computador, e escorregava o pezinho, encostando nele, no volume do pau dele, aquele sem querer querendo… rs rs. Nesse dia, como na maioria das vezes, saímos para almoçar juntos. Rimos bastante e pequenos avanços foram surgindo. Enquanto tomávamos o cafezinho do almoço, começamos a falar de relacionamento e ali pude conhecê-lo melhor. Natan me confessou que não era um cara muito sortudo no amor. Falou aquilo encostando a mão dele no meu joelho, fazendo um carinho, e eu, do ladinho dele, de pernas cruzadas… deixei. Me falou das duas últimas namoradas. Coitado, eram meninas complicadas. Uma, um dia estava tudo bem, no outro sumia sem explicação. A outra vinha de um pé na bunda quando conheceu ele. Ele a ajudou a se reerguer, estavam bem até o dia em que ele a viu beijando o ex numa festa da antiga empresa em que trabalhava. E talvez eu tivesse tocada demais por sua história, porque, quando assustei, aquela mão já estava no meio da minha coxa, subindo meu vestido. — Nossa, já está na hora de voltarmos. Falei, parando a mão dele e olhando para ele, sapeca. Tinha consciência que não deveria deixar ele se iludir, eu não poderia dar a ele o que ele merecia. Claramente não era apenas sexo. Se fosse um desses cafajestes que andam sempre me atentando, eu já teria entrado num motelzinho barato e trepado gostoso, bem no meio do expediente. Já fiz isso. Mas com ele… sei lá. Eu estava confusa, porque ao mesmo tempo gostava de como estava indo. Amo esse clímax, essa tensão erótica. Bom, e como suspeitei que poderia acontecer, os movimentos dele começaram a ficar mais ousadinhos. Mas, ainda assim, com uma pureza que me conquistava. Tipo, elogiava meu perfume só para chegar perto, vinha me fazer uma massagem nos ombros, principalmente quando eu estava com uma blusinha de alcinha rosa, um tanto decotadinha. Mas nunca havia passado disso. Ao menos até o dia que… O sistema de fechamento de folha deu problema e tivemos que ficar até tarde para fazer ao menos uma boa parte das folhas de pagamento manualmente. Ainda bem que a empresa não é tão grande. E justo no dia combinei de jantar com Rodrigo. Umas oito da noite, paramos de trabalhar, Rodrigo estava pra chegar. Fui ao banheiro, ajeitei o cabelo, passei perfume e voltei para pegar a bolsa. Natan, que mexia no celular, levantou o rosto e me viu. Ficou ali… olhando. Sorri. — Vamos? Falei, pegando a bolsa. Então fomos ao elevador. É um prédio velho no centro de São Paulo. De dia, era um movimento danado, porque havia muitos escritórios nos outros andares, agências de empregos, escritórios de advocacia, contabilidade e outras coisas mais. Mas, naquela hora, parecia um prédio abandonado e mal-assombrado. Natan estava meio quieto demais naquele dia. No elevador, perguntei se estava tudo bem, pois achei ele muito quietinho. — Gostei do perfume. Ele falou do nada. Me olhando. Retribuí com um riso. — O Rodrigo que me deu essa semana… adorei também. Afastei o cabelo, inclinei o pescoço convidando-o para sentir mais perto. Só pra atentar. Ele se aproximou. A mão correu pela minha cintura e ele me trouxe para o corpo dele, me fazendo ficar de costas, encaixada nele. Me cheirando. Eu estava com uma calça jeans justa, salto alto e aquela famosa blusinha rosa de alcinha que sabia que ele gostava. O elevador, que ainda é daqueles bem antigos, descia lento e barulhento. Começamos a nos beijar ali. — Sou casada Natan… Você merece uma pessoa melhor. Ele não me deu ouvidos. Sua mão abriu o botão da minha calça e afundou dentro da minha calcinha. Hummm… aqueles dedos grossos e gordinhos começaram a me estimular de um jeito delicioso. Fiquei molhadinha, me esfregando nele. Sua outra mão tomou meu seio, apertando. Puxou a alcinha de lado e fez o sutiã ceder com uma pegada que eu não esperava, mas não era de um homem confiante e experiente. Estava mais para um desespero… o tipo de desespero que amo! O elevador parou no térreo e ficamos ali dentro, naquela safadeza. Qualquer um poderia chegar, abrir a porta e dar de cara com a gente. Me virei de frente pra ele com um riso safado. Abri sua calça e peguei o seu pau, trazendo-o pra fora. Era grosso, bem grossinho. Uma delicia. Prendi meu cabelo num rabo de cavalo, me abaixei ali e comecei a chupá-lo e punhetá-lo na minha boca. Ele gozou, sua porra era densa, forte. Tive que engolir tudinho porque temia que Rodrigo já estivesse ali fora me esperando. Senti meu celular vibrar então me levantei. Fui arrumando minha blusinha, olhando para ele sem falar nada. Depois que me ajeitei, estreitei os olhos. — Safado… vai, meu marido deve estar na recepção. — Não… eu quero conhecer ele. Nossa, aquela fala dele me deixou ainda mais excitada. Ele levou a mão à porta do elevador. Fiquei olhando para ele, sorrindo safada, mordendo a boca. Ele me grudou ali e me beijou novamente. Que delícia. Saímos do elevador e, dito e feito, Rodrigo estava lá na recepção me esperando. Apresentei os dois e caminhamos juntos até o metrô República. Estou amando trabalhar com Natan e já trepamos, sim… dependendo do que vocês me falarem aqui, eu conto como foi. Quero aproveitar e agradecer a todos pelas mensagens, e-mails e comentários nos meus contos. Tenho ficado muito feliz. Com exceção das milhares fotos de pau rs rs rs… gente. Foto de pau assim do nada, me parece mais carência… buscando aprovação. Não me cativa. Mesmo assim… Vejo que foi uma ótima ideia ter saído do chato site do Clímax e ter vindo para esse. Bem melhor… Os taradinhos de plantão aqui são mais interessantes. E os administradores do site não atrapalham os escritores. Beijo a todos…
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