Ai, gente… às vezes me vejo em cada situação inusitada. Tão inusitada que até entendo quem lê e acha que é mentira, pura fantasia. Mas não tem problema, o mais importante é o prazer. Recebo muitos e-mails e mensagens perguntando se minhas histórias são reais. Adoro essas perguntas. Raramente respondo, mas gosto, porque no fundo percebo aquela sensação de “poxa, por que isso não acontece comigo?” kkk. Mas enfim. Esses dias atrás fui fazer umas comprinhas lá na José Paulino. Queria comprar umas lingeries, um vestido, e essa rua é perfeita pra isso. O João foi comigo, bom pra quem não acompanhou, eu me separei, Rodrigo me pegou com o primo dele, enfim… Mas aí em pouco tempo fiquei noiva do João e assim como era o Rodrigo, e como é a maioria dos homens, tem pouca paciência pra acompanhar. Entramos numa loja que tinha de tudo um pouco. João ficou interessado em umas camisas e calças, então deixei ele lá olhando. Passando entre as araras, volta e meia eu via um olhar ousado. Seja de um vendedor que se oferecia pra ajudar, ou de algum cliente. Vi até uma mulher beliscar um cara que se perdeu me vendo segurar uma calcinha minúscula na mão. Eu estava até comum. Um jeans justo, bem ajustado, modéstia à parte, adoro esse jeans, me deixa bem empinada. Pra completar salto alto e blusinha. João apareceu bem na hora em que eu ia provar um vestido e uma lingerie, então pedi pra ele esperar. Entrei no provador e vesti o conjunto de calcinha e sutiã de renda, rosinha. Lindo! Abri a cortininha só pra provocar. O bicho ficou branco, chegou de uma vez, entrando no provador e fechando a cortina. — Você é doida? Alguém poderia ter visto. Abri um riso sapeca. Fiquei na ponta dos pés, levei as mãos em torno do pescoço dele e nos beijamos, de língua, bem gostoso. — Ficou bom, moça??!! — veio a voz lá de fora, da funcionária da loja. Deve ter visto que ele entrou e estava querendo chamar atenção. — Ficou sim… obrigada. Rimos. João abriu levemente a cortina e então saiu. Estava de pau duro, que delícia. Saí do provador e fui ver mais umas coisinhas. Então achei, entre as lingeries mais sensuais, uma calcinha espanhola vermelha de renda, minúscula. Um sutiã com bojo e babado, persex de coxa, vermelho delicado. E pra finalizar… uma venda. Peguei o conjunto. De longe olhei para o João com um riso sapeca, mordiscando os lábios e segurando aquelas peças. Entrei no provador. Quando coloquei tudo, me olhei no espelho. Virei, olhando meu bumbum, o fio subindo no meio dele. Não sei por quê, mas coloquei aquela venda. E, a essa altura da leitura, você já sabe. Não é o João que vem por aí… E não foi. Primeiro porque a cortina se abriu com uma tranquilidade que não era a dele. E eu sabia, sentia… mas ainda assim disse: — Gostou, amor? Ele não respondeu. O corpo dele se encaixou no meu, senti aquele volume duro roçando na minha bunda. Empinei, virei o rosto. Nos beijamos. Acariciei seus braços peludos até o dorso das mãos. Ele entrou com afinco dentro da calcinha. Os dedos pressionaram meu grelinho, me arrancando um gemido. Segurando a calcinha, ele a fez descer, abaixando-se atrás de mim. Levantei os pezinhos, deixando-o tirar. Em seguida, suas mãos vieram à minha bunda, abrindo. Muito objetivo, meteu a língua na minha menina. Abri mais as pernas, subi um pezinho e coloquei num banquinho que tinha ali. Fiquei bem abertinha e ele seguiu me chupando. Nossa, como adoro ser chupada. Gozei, gozei na boca dele. A cortina abriu e um gritinho, acho que da mesma moça, ecoou. Ela fechou a cortina logo em seguida. Ele se levantou. Deu pra ouvir o barulho do zíper. Eu já estava com as pernas molinhas. Ele então ajeitou aquela rola na minha bocetinha e entrou sem dó. Seus dedos fincaram na minha cintura. Metia com vontade, acelerava o ritmo e enfiou uns dois tapas na minha bunda que ressoaram pelo ambiente. Ele queria tudo. Abrindo minha bunda, cuspiu no meu anelzinho. Enquanto seguia metendo, senti seu polegar forçando a entrada no meu cuzinho. Então ele tirou da minha bocetinha e, sem rodeios, foi afundando no meu cuzinho. Soltei um gemidinho mais safado. Ele tampou minha boca e terminou de socar até o fundo. Começou a estocar forte, mais violento, quase com raiva. Puxava forte meu cabelo, virava meu rosto, me beijava. E seguimos assim até ele me encher de porra. Me virei, ainda vendada, e nos beijamos. Agora mais calmo, mas ainda carregado de desejo. — Adorei o seu pau. Falei. Deu pra ouvir um riso baixo. Mas só isso. Mais um beijo e então ele simplesmente saiu. Só então tirei a venda. Logo em seguida, a menina veio, desesperada: — Moça, cê tem que sair, senão eu perco meu emprego. Pedi desculpas. Peguei tudo que gostei e fui pagar. Encontrei o João na fila do caixa, entreguei as peças pra ele e falei que queria de presente. E claro que ele comprou, né? Dentro da loja, não identifiquei quem poderia ser meu possível amante. Talvez ele nem estivesse mais ali. É ou não é uma história maluca? Mas acho que sou uma pessoa sexualmente aberta a aventuras. Por isso as coisas simplesmente acontecem. Quem sabe um dia não seja você a pessoa que vai estar comigo num ônibus de viagem, trabalhando comigo ou entregando uma pizza em casa? Espero que tenham gostado. Comentem, por favor! Poxa, eu escrevo de verdade! Não é IA não! Detalhe… sempre escrevo me tocando, amooo! Beijos, Taiane
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.