Certo dia, aqui no condomínio, encontrei uma mulher desesperada procurando o cachorrinho dela. Fiquei com tanta dó que resolvi ajudá-la a procurar. E parece que o anjo dela estava sintonizado com o meu, porque encontrei o danadinho deitado atrás de um carro no estacionamento, na maior paz do mundo.
Era um Shih Tzu lindo! Amo cachorrinhos, só não tenho um por falta de tempo para cuidar.
Ficamos conversando. O nome dela era Jane Carla. Divorciada, vivia com o filho, fazia faxina em algumas casas e apartamentos e vendia lingeries para ajudar no orçamento. Me lembrou muito minha amiga Carol.
Bom, quando me dei conta já estava no apartamento dela, no bloco C.
Ela chegou ligando o rádio e fazendo uma caipirinha pra gente. Desabafou, falou da vida, do ex-marido e que estava de olho num cara do condomínio.
Brinquei:
— Bom, espero que não seja o Rodrigo, meu marido.
Rimos. Mostrei a foto do Rodrigo no celular. Não era o tal Deus Grego que ela descrevia. E também não fazia ideia de quem poderia ser. Mas cada uma com seu gosto, né… Vai saber, poderia ser o seu Arnaldo, meu vizinho barrigudinho safado. Ou aquele magrelo do quinto andar, não sei o nome dele. Só sei que um dia, depois de uma conversa boba no elevador, ele veio se despedir e não é que o danado me roubou um beijo na boca? Quando o elevador parou no oitavo, me soltei dele sem olhar pra trás. Quase… encontrei com o Rodrigo no corredor, era Domingo, estava indo jogar bola.
Mas enfim, acho que esses são o tipo de cara que costumam mexer comigo. Então o loiro de olhos verdes que depois ela descreveu talvez tenha passado despercebido por mim.
Estávamos no terceiro copo de caipirinha quando ela trouxe pra sala uma sacola enorme cheia de coisas.
As peças que ela vendia eram todas lindas. Além das lingeries, tinha blusinhas, vestidos, shortinhos e minissaias. Tudo que eu precisava… ou achava que precisava.
Enquanto ela preparava algo na cozinha, fui provando algumas coisas. Escolhi um vestidinho roxo, muito parecido com um que tenho. O famoso vestidinho roxo anda surradinho há tempos. Já passou da hora de aposentá-lo, mas tenho tanta dó… Ele é muito confortável.
Jane gritou da cozinha que ia preparar o almoço e insistiu para eu ficar. Ela era muito divertida. Nosso santo bateu. Liguei pro Rodrigo, avisei onde estava e, a pedido dela, até falei pra ele ir lá, mas, como sempre, preferiu ficar em casa. Devia estar naquele jogo de videogame com o Natan.
Revirando o amontoado de coisas que minha nova amiga vendia, encontrei um conjunto lindo. Uma calcinha-short de renda branca e blusinha. Mas pensei que talvez fosse pequena demais. Jane, boa de lábia, vendo meus olhinhos brilharem, me incentivou a experimentar. Fui pro quarto dela provar aquela peça.
Gente, modéstia à parte, fiquei gostosinha, viu? Kkk. Linda.
— Rodrigo vai amar — falei baixinho, me olhando no espelho.
Foi aí que ouvi uma voz atrás de mim.
— Ele e a torcida do Corinthians.
Já ia gritar quando senti aquela mão na minha boca, a outra na minha cintura e, diante de mim, aqueles cabelinhos de anjo. Que coisa mais gostosa, gente.
— Xiuuu… Calma… Eu sou o Matheus, filho da Jane. Pra minhansorte, você errou de quarto.
Falou aquilo me olhando, sorrindo. E eu lá, sem reação, hipnotizada. Muito gatinho, um corpo do pecado, e o pior… tinha apenas dezenove anos.
— Prazer… Taiane. Moro aqui no condomínio.
— Eu sei. Já te vi com seu marido. Te acho muito gata. Nem acredito que tá aqui, no meu quarto…. E assim!
Fiquei vermelha na hora.
Dificilmente fico sem palavras, mas naquele momento fiquei. Matheus tinha aquele jeito de garoto que parecia não ter medo de nada. E eu, que tinha entrado naquele quarto por engano, comecei a perceber que aquela era mais uma dessas coisas estranhas que acontecem comigo. Quando digo que a tentação vem de limusine me buscar, não estou brincando kkkk.
E o danadinho veio, me puxou pela cintura, segurou meu rosto e me beijou. Retribuí beijando ele de língua. Um beijo calmo e safado. Arranhei a sua nuca provocando.
— Sua mãe vai me matar…
Sussurrei entre seus lábios. Minha mão deslizando no seu peitoral nu.
— Relaxa… ela tá lá distraída.
Ele me jogou na cama.
— Vou tirar pra embalar.
Disse já arrancando a calcinha.
— Ei, cuidado! Se tiver rasgada, vou querer outra…
Sorrimos juntos.
Ele tirou a blusinha e lá estava eu peladinha na cama de um adolescente.
E gente… quando ele tirou aquele short com cueca. Minha nossa, que rola era aquela! Muito, mas muito bem dotado. Grande, grosso, incompatível até pro físico dele. Novamente fiquei sem palavras.
— Fica de quatro.
Ele falou com aquele riso de anjo safado.
E eu fiquei. Abri as pernas, olhei pra ele de ladinho e o vi se abaixar. Minha nossa, tive que morder meu punho pra não gemer quando aquela boca encostou na minha boceta me chupando.
Me chupou de um jeito que me fez ficar desesperada, tanto que gozei na boca dele. Não deu pra segurar e um gemidinho ou outro com certeza escapou.
Ele então levantou, puxou meu cabelo e me beijou enquanto fincava aquela rola na minha menina. Que delícia…
Segurando minha cintura, ele começou a bombar. Foi metendo bem fundo, forte. O ritmo era uma loucura, bem intenso. O danado me fez empinar, me deu tapas na bunda, depois voltava a puxar meu cabelo, me beijar. E eu rebolava no seu pau. Safada. Até gozei… e gozei gostoso. Instantes depois o danadinho explodiu dentro de mim!!!!
Eu sempre me meto nessas enrascadas… foi sem camisinha! E vocês nem sabem… levei um baita susto, porque depois meu ciclo atrasou. Estava sentindo umas coisas… achei que estivesse grávida, mas graças a Deus foi só mais um susto. Mas dessa vez… fiquei bem preocupada.
Enfim… saí do quarto dele na ponta dos pés. Quando cheguei à sala, Jane estava ao telefone com alguém. Passava valores. Mostrei a ela o conjunto, apenas gesticulando com os lábios dizendo que amei e que já eram meus, e me sentei no sofá esperando ela sair do telefone. Rindo sozinha.
Uns minutos depois, aquele anjinho safado apareceu. Ela me apresentou. Embora os risos cúmplices, fingimos nunca ter nos visto. Mas ele ainda assim provocou…
— Essa é gata, hein, mãe.
Jane deu uns tapas nele, chamando de safado. Rimos juntos e ficamos os três ali na cozinha conversando, esperando o almoço ficar pronto.
Ele não tirava os olhos de mim. Na hora que tocou um forrozinho no rádio, acredita que o malandrinho me puxou pra dançar ali na cozinha, na frente da mãe dele? Ela ficava rindo. E quando ela deu as costas indo atender o telefone, nos beijamos ali, a mão safada dele erguendo meu vestidinho. Quando escutei os passos dela, me afastei ajeitando o vestido e voltei a sentar.
Achei que a safadeza ia ficar por ali mesmo, embora eu quisesse mais dele. Foi então que, depois do almoço, enquanto Jane estava no banheiro, só tirei a calcinha e de vestidinho cavalguei naquele pau delicioso, ali, no sofá da casa deles.
Lembro que fui embora sentindo a porra dele descendo pela minha coxa. Ainda bem que nem Jane e nem meu marido perceberam.
Ai, ai… que dia delicioso foi aquele. Amo homens mais velhos, rústicos. Feios. Mas aquele garoto uhmmmm…
Será que volto lá pra escolher mais alguma coisinha? O que acham? Deixem seus comentários. Beijos
Taiane