A Segunda Lua de Mel Que Meu Marido Preferia Nunca Descobrir
Uma história antiga… Na época estávamos completando três anos de casados, então Rodrigo e eu resolvemos fazer uma espécie de segunda lua de mel para renovar os votos do matrimônio. Escolhemos uma pousada aconchegante em São Sebastião e fomos passar o final de semana por lá. Para nossa sorte, o dia amanheceu lindo. No sábado chegamos bem cedinho, a pousada ficava pertinho de uma praia deslumbrante. Enquanto Rodrigo pegava as bagagens no porta-malas, o portão se abriu. — Bom dia, vocês devem ser a Taiane e o Rodrigo, certo? Meu Deus, que homem. Cabelos lisos, levemente grisalhos, um sorriso hipnotizador e um corpo, um rosto desenhado pelos deuses. — Eu sou o Roberto, mas podem me chamar de Beto. Eu, junto com minha esposa, somos os donos desta pousada. Sejam bem-vindos. Espero que tenham feito uma boa viagem. O tom gentil e o olhar esperto dele percorrendo silenciosamente meu corpo já me deixaram excitada. Conhecemos a esposa de Roberto, uma mulher linda que combinava perfeitamente com ele. Depois seguimos para o nosso quarto. Tudo era inspirador, cheio de detalhes feitos com amor. Da janela dava pra ver um belo jardim e alguns saguis sapecas pegando frutas em um tronco. Enquanto eu falava sobre o jardim, Rodrigo encaixou o corpo no meu, me abraçando por trás. Me encoxou gostoso, me fazendo ficar na ponta dos pés descalços. Subindo meu vestido, senti a mão dele invadir minha calcinha e os dedos chegarem ao meu grelinho. Ele começou a massageá-lo até me deixar toda molhadinha. E olha, dessa vez quem rasgou minha calcinha foi o meu próprio marido. Depois de jogá-la no chão, empurrou o pau e me fodeu com vontade, ali mesmo, de frente pra janela aberta. Coloquei o cabelo de lado e segurei pra que ele não balançasse demais com as estocadas de Rodrigo, o que podia acabar entregando nossa ousadia. Mas tirando os saguis, ninguém parecia nos espiar. Rodrigo estava animado. Raramente ele me xinga durante o sexo, mas naquela hora me fodeu forte e me chamou de tudo quanto é nome. E claro, eu amei. Mais tarde fomos à praia e, mesmo em plena lua de mel, eu não parava de pensar em outro macho. Especificamente no dono da pousada. No curto caminho até a areia, já me peguei fantasiando Beto me comendo por todos os cantos daquele lugar. Deitada de bruços sobre a toalha, com o bumbum empinado e usando um minúsculo biquíni vermelho, eu conversava com Rodrigo. — O dono da pousada me fez lembrar o seu pai, ele sumiu né? — falei balançando os pezinhos no ar e percebendo uns homens, debaixo de um guarda-sol, me devorando com os olhos. Rodrigo, deitado ao meu lado na espreguiçadeira, de óculos escuros, parecia alheio à cena. — Milagre você perguntando do meu pai. Vocês não se dão bem, vive dizendo que odeia ele. — E é verdade, amor. É melhor nem falar nele, senão ele aparece — disse levantando e ajustando o biquíni. — Vou entrar na água um pouco, você vem? — Agora não. Pode ir, eu fico aqui olhando nossas coisas. Caminhei pela beira do mar admirando a paisagem. As ondas tocaram meus pezinhos e me arrancaram suspiros. Era um dia perfeito. Então mergulhei. Que delícia. A água estava maravilhosa. Fiquei ali, curtindo, sem pensar em nada, nem em Rodrigo, nem em Beto, nem no safado do meu sogro. Quando voltei dos mergulhos, dei de cara com um peitoral definido, braços fortes e um abdômen que dava vontade de lavar roupa nele. O sol me cegou por um instante, mas assim que vi o rosto, reconheci. Era um dos homens do guarda-sol. Ele veio até mim com tanta confiança, segurando minha cintura e minha nuca, que foi impossível resistir ao beijo. Nos beijamos demoradamente, e o danado beijava bem. — Eu preciso ir, moço, meu marido está… — comecei a falar, mas ele nem me ouviu. Me levantou no colo, e impulsivamente enrosquei as pernas em volta dele. A onda cobriu a gente e, no embalo da água, ele puxou meu meu biquíni de ladinho e eu sentei naquele pau delicioso. Ele ainda colocou um dos meus seios pra fora e chupava descaradamente, um showzinho particular pra quem quisesse ver. E certamente alguns próximos viram. Gozamos ali, trocamos mais alguns beijos e nos recompusemos. O nome dele era Marcelo. E acredita que o cafajeste fez questão de me acompanhar até onde Rodrigo estava? Pedi que não fizesse aquilo, mas ele ignorou. Conversava comigo como se nada tivesse acontecido, e quando se despediu, quase me beijou de novo, o beijo pegou no canto da boca, bem na frente de Rodrigo. E eu adorei. Rodrigo ficou emburrado, e eu amo provocar ciúmes nele. Disse que o rapaz só estava sendo simpático. Voltamos pra pousada com o clima meio pesado, mas logo ele relaxou. Não vi mais o Roberto naquele dia, apenas a esposa. Mesmo tendo me saciado um pouco na praia, o dono da pousada continuava martelando na cabeça. Tinha um charme que me deixava molhada só de lembrar. No domingo o plano era acordar cedo pra aproveitar mais o dia, mas Rodrigo empacou na cama. Tentei acordar ele, juro, mas nada. Então fui tomar café sozinha. Descalça, na ponta dos pés, vestida com um modelo de crochê branco, tipo aquele da Jade Picon, e por baixo um biquíni minúsculo combinando. — Bom dia, Taiane. Vejo que acordou cedo. Teve uma boa noite de sono? Raramente um homem me deixa sem palavras, mas o Roberto… meu Deus. Elogiei o conforto da cama e a beleza da pousada. Ele agradeceu, me olhou dos pés à cabeça e me convidou pra tomar café com ele. Claro que aceitei. Enquanto conversávamos e tomávamos café, percebi os olhares dele descendo das minhas pernas até a minha boca. E nem precisou de conversa safada pra deixar claro o que os corpos já falavam. Em certo momento ele aproximou a cadeira. Com as pernas abertas, me deixou ali entre elas, falando sobre os lugares para visitar. No instante seguinte passou a mão no meu rosto e me beijou. Que beijo gostoso. A mão dele logo subiu pela minha coxa e abriu minhas pernas. Mas antes que o clima esquentasse de vez, ouvimos um barulho. Ele se afastou, e segundos depois a esposa apareceu, ainda com cara de sono. Deu um beijo nele e me cumprimentou com toda naturalidade. Talvez aquilo fosse comum pra ela. Mais tarde, depois que o preguiçoso do meu marido resolveu acordar, seguimos as dicas do Beto e conhecemos duas praias lindas. Voltamos por volta das duas e, como o movimento estava baixo, deixaram a gente fazer o check-out mais tarde. Rodrigo foi tomar banho. Eu já estava pronta, de mini saia jeans, havaianas brancas e blusinha de alcinha. Sentada na cama, pensativa, não tirava Beto da cabeça. Saí do quarto sem pensar muito. A esposa dele estava na cozinha e aproveitei pra agradecer pela hospedagem. Conversamos um pouco até que não resisti e perguntei sobre ele. — Ele acabou de chegar da caminhada, deve estar ali no chuveiro tirando a areia do corpo… vai lá, ele gostou muito de vocês, vai querer se despedir. Ela praticamente me jogou nos braços do marido. Fui até o chuveiro, que ficava atrás de um muro. Quando espiei, quase perdi o fôlego. Beto estava nu, secando o corpo com uma toalha azul. Que visão. — Oi, Beto, vim me despedir, infelizmente preciso ir embora. Ele se virou surpreso, mas logo sorriu malicioso ao me ver. — Taiane, que pena que já estão indo. Espero que tenham gostado da hospedagem. — Eu amei. No instante seguinte já estávamos nos beijando. As mãos dele percorreram meu corpo, subiram entre minhas coxas e encontraram minha calcinha encharcada. Ele se abaixou, puxou o tecido e colocou uma das minhas pernas sobre o ombro. Me chupou com tanta vontade que quase gozei ali mesmo, na boca dele. Depois foi a minha vez de retribuir. Ele me despiu inteira, me olhou e disse que sonhava em me ver assim, nua. Me agachei e o pau dele já estava do jeito que gosto. Não era gigante, mas era delicioso. Me virei de costas e Beto se encaixou atrás de mim. Eu estava tão molhada que entrou fácil. Ele metia forte, me deixando na ponta dos pés, segurando meu cabelo e estocando com força. E ali, escondidos pelos muros da pousada, ele me fodeu do jeito que eu tinha sonhado. Até o cuzinho ele tomou pra si. Antes que eu saísse, fez questão de sussurrar que queria que eu fosse embora sem calcinha e com a porra dele dentro de mim. Disse aquilo com uma voz tão suja, tão dominadora, que perdi o juízo. E fui embora assim mesmo, toda meladinha. Dentro do carro o cheiro me denunciava, mas Rodrigo não comentou nada. Talvez nem imaginasse. Naquela época ele ainda não fazia ideia das coisas que eu aprontava. Bom, até o dia em que me pegou com o primo dele na nossa própria cama. E olha, só de lembrar de tudo isso… acabo de escrever com a calcinha lá embaixo, nos meus pezinhos, e com a minha bucetinha latejando. Que tesão. Espero que tenham gostado tanto de ler quanto eu gostei de escrever. Deixem seus comentários. Adoro quando os puritanos me chamam de puta. Pra quem sabe fantasiar e quiser conversar, E por favor, comenta! Me ajuda e me anima muito o seu comentário.
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