No sábado, João foi jogar bola, como de costume. Só voltaria depois do almoço. Cerca de uma hora depois que ele saiu, a campainha tocou.
Olhei pela janela, sorri e fui até o portão vestida naquela camisola vermelha transparente. Pés descalços.
— Não está com frio, mulher? — brincou, me olhando com malícia.
Correspondi com um sorriso safado.
Ele usava uma calça de moletom e uma blusa simples. A calça já denunciava aquele volume gostoso.
Abri o portão e nos abraçamos. Eu toda arrepiadinha.
E não houve ceninhas. Ele encostou a testa na minha e nos beijamos ali mesmo, no portão. Fiz um carinho no rosto dele e, em seguida, me afastei.
— Não te chamei pra isso, viu? — falei, rindo. — Estou noiva... seu safado!
Dei um tapinha no braço dele com aquele sorrisinho nos lábios. Ele entrou. Fui andando na frente dele, quase na ponta dos pés.
Ah, aquele teatro não durou nem um segundo. Quando comecei a falar da tomada da sala, só ouvi a maleta de ferramentas batendo no chão. No instante seguinte, ele me agarrou por trás, me encoxando.
As mãos dele deslizaram por entre as minhas pernas e encontraram minha calcinha já molhada. O safado puxou o tecido e rasgou do jeito que me deixa louca!
Ah, em segundos estávamos pelados na sala. Eu empinada sobre o sofá, ele fodendo minha bocetinha por trás com força. Eu diria que havia raiva ali. Daria tudo para saber o que se passava na cabeça dele. Aposto que estava imaginando o primo dele me comendo e tantos outros safados que ao menos me sarraram na frente dele.
Tirando da minha boceta, ele se abaixou e, abrindo minha bunda, meteu a língua no meu cuzinho como nunca tinha feito antes. Ali quase perdi as forças. Que delícia.
Depois se levantou, ajeitou aquele pau no meu anelzinho e meteu fundo. Sem muito cuidado, mas eu gostei. Gostei daquela violência. A mão dele veio para o meu pescoço, apertando enquanto metia com força. A outra estimulava meu grelinho e ali eu gozei. Um pouco depois ele veio junto.
Ah, ficamos naquela safadeza por umas três horas e meia. Ele me comeu na sala, na cama, por tudo quanto era canto da casa.
Ai, gente, que dia!
E acredita que ainda sobrou tempo para ele resolver os probleminhas da casa?
O João nem percebeu. Nos dias que se seguiram, ficava falando:
— Tá vendo? Não falei que era coisa da Enel?
Tadinho.
Bom, passei a me encontrar com o Rodrigo. Barzinhos, almoços, conversas... até que não dava mais pra continuar com aquela relação.
Terminei com o João.
Coincidentemente, voltei a morar com o Rodrigo no mesmo prédio onde já tínhamos morado uma vez no passado. Só o apartamento era outro. Vivíamos mudando. É a vida de quem mora de aluguel.
Uma coisa curiosa. Sabem qual foi o pedido que o Rodrigo me fez quando estávamos conversando sobre voltar? Pediu para eu esquecer aquela história de gostar de me ver sendo paquerada por outros homens.
Só para lembrar vocês, foi algo que ele mesmo me confessou gostar no passado. O problema nunca foi a paquera. Era a consumação. Ele não suportava me ver de fato nos braços de outro.
E agora, como vocês acham que será? Bom, só para deixar uma prévia de como acho que será. Isso aconteceu na primeira semana morando juntos. Estávamos voltando da feira. Entramos no elevador e seu Osvaldo, o zelador, entrou logo depois. Ele tinha problemas com bebida, e na noite passada havíamos encontrado ele num estado lastimável na portaria.
Embora o cheiro da cachaça estivesse ali, tão cedo, ele não estava bêbado. Ficamos até conversando com ele, dando conselhos. Afinal, era uma boa pessoa. Eu estava encostada na parede do elevador, segurando uma sacola em cada mão, usando um vestido soltinho de malha cinza.
Aí, do nada, o safado soltou:
— A senhora é muito gostosa, dona Taiane.
E veio me beijando. Numa rapidez que me surpreendeu, levantou meu vestido e meteu a mão dentro da minha calcinha. Aquilo mexeu comigo. Sim, eu gostei… e talvez tenha permitido o beijo fácil demais só que num segundo Rodrigo puxou ele e o jogou para o outro lado com força.
Até segurei o Rodrigo. O pobre coitado foi arremessado de um jeito que achei que tinha se machucado feio.
Saímos do elevador com ele xingando e eu tentando acalmar o Rodrigo. Quando entramos em casa, afaguei o rosto dele, tentando acalmá-lo.
Então ele me olhou e começamos a rir e acariciei o pau dele, duro. A boca poderia falar outra coisa, mas seu pau não mentia, ele gostou de ver aquilo. Nos beijamos. Ele me levantou, me colocou sentada na pia da cozinha, puxou minha calcinha num desespero danado e me comeu ali mesmo, bem gostoso.
Ai, gente, estou tão feliz! Já tenho outros momentos a relatar, só me falta tempo. Espero que tenham gostado. Comentem, por favor, adoro comentários que mostram que realmente leram…
Amo brincar de novela, fantasiar no teams… imaginar situações com detalhes, sem pressa… sem ficar fazendo cena de sexo toda hora… sabem? Quem gostar me manda um e-mail
