O hétero em Barretos - Parte 2, o flagra



Depois que Mateus saiu da tenda, eu fiquei deitado por um tempo, o corpo ainda quente, o cu latejando com o resto da invasão dele. O cheiro de sexo, suor e terra misturado no ar abafado. Lá fora a festa continuava: gritos, música distante, o crepitar da fogueira. Eu ouvia vozes conhecidas. Os amigos dele chamando o nome dele. A voz dele respondendo, normal, como se nada tivesse acontecido.
Eu me limpei com uma camiseta velha, vista de novo a calça e a camiseta, e saí só pra pegar uma cerveja gelada na caixa perto da fogueira. Meus amigos estavam lá, rindo alto, já bem bêbados. Rafael me olhou de canto e deu um sorriso pequeno, como quem desconfia de alguma coisa, mas não perguntou. Eu só peguei a latinha e voltei pra tenda.
Não esperava que Mateus voltasse. Achava que ele ia sumir no meio da multidão, fingir que nada tinha rolado, voltar pra namorada na cabeça e pro papel de hetero que ele tentava sustentar. Mas menos de uma hora depois eu ouvi o zíper da tenda abrir de novo.
Ele entrou sem falar nada. Fechou o zíper atrás de si. Estava com a camisa xadrez aberta, o peito suado, o olhar escuro. Eu estava sentado na cama, a cerveja na mão. Ele tirou a latinha de mim, bebeu um gole e jogou pro lado.
— Eu não consigo parar de pensar nisso — ele disse, a voz baixa e rouca.
— Então pensa.
Ele se ajoelhou na frente de mim de novo. As mãos grandes subiram pelas minhas coxas, apertaram. Eu senti o polegar dele marcar a carne através do jeans. O volume na calça dele já estava marcado, grosso, pressionando o tecido.
— Quero te foder de novo — ele murmurou. — Agora. Sem pressa. Quero ouvir você gemer meu nome.
Eu não respondi com palavras. Só abri o botão da calça e puxei o zíper. Mateus puxou a calça e a cueca de uma vez, jogou pro lado. Meu pau já estava duro de novo, latejando. Ele envolveu com a mão, apertou, deslizou o polegar pela cabeça molhada.
— Porra, Lucas… esse pau é viciante.
Ele se inclinou e engoliu a cabeça. A boca quente, molhada, apertada. Eu soltei o ar entre os dentes e agarrei o cabelo dele. Mateus desceu mais, engasgou, subiu, desceu de novo. A língua pressionava a parte de baixo, a garganta apertava quando ele tentava ir fundo. O barulho molhado enchia a tenda. Eu gemia baixo, controlando o volume.
— Chupa assim… isso… mais fundo — eu falei, a voz rouca.
Ele obedeceu. A mão livre dele abriu a própria calça e tirou o pau pra fora. Grosso, veias saltadas, cabeça rosada, já pingando. Ele masturbava enquanto chupava, o ritmo sincronizado. Eu sentia cada movimento da boca dele: a sucção forte, a língua rodeando, a saliva escorrendo pelo queixo e caindo nas minhas bolas.
Mateus tirou a boca, baba escorrendo, e olhou pra mim.
— Vira de quatro. Agora.
Eu virei. Ele se posicionou atrás, as mãos grandes abrindo minhas nádegas. Cuspiu no meu cu, passou o polegar, depois dois dedos de uma vez. Eu gemi quando os dedos entraram, abrindo, curvando, preparando. Mateus moveu os dedos devagar no começo, depois mais rápido, sentindo por dentro.
— Apertado pra caralho ainda… quente… molhado de tanto que eu te fodi antes.
Ele tirou os dedos, colocou a camisinha, cuspiu de novo e pressionou a cabeça. Empurrou. A entrada cedeu mais fácil dessa vez, ainda sensível, mas pronta. Eu senti cada centímetro entrando: a grossura abrindo, a pressão profunda, a cabeça passando pelo anel interno. Quando ele enterrou tudo, até as bolas, os dois gememos juntos.
— Porra… — Mateus rosnou. — Seu cu engole meu pau inteiro.
Ele puxou devagar e empurrou de novo. O movimento era longo, controlado no começo. A cada estocada eu sentia o atrito, o calor, a pele esticando. Mateus aumentou o ritmo aos poucos. As mãos na minha cintura, puxando meu corpo contra o dele. O som de pele batendo em pele. Eu empurrava de volta, encontrando o ritmo.
— Mais forte — eu pedi. — Quero sentir você fundo.
Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais pesadas, mais profundas. Eu gemia a cada uma, o pau balançando livre, pingando no colchão improvisado. Mateus se inclinava e mordia minha nuca, meu ombro, deixando marcas novas. A cada mordida eu apertava o cu em volta do pau dele e ele soltava um gemido rouco.
— Aperta assim de novo… isso… seu cu é viciante, porra.
Foi nesse momento que o zíper da tenda abriu de novo.
A luz da fogueira distante entrou por um segundo. Eu virei a cabeça. Mateus parou no meio de uma estocada, ainda enterrado fundo. Na entrada da tenda estava Bruno, um dos amigos de Mateus. Alto, ombros largos, cabelo curto, barba por fazer, a mesma vibe de interior. Ele tinha a latinha de cerveja na mão e a boca aberta.
Os três ficamos congelados por dois segundos que pareceram minutos.
Bruno não saiu. Não gritou. Só ficou olhando. O olhar desceu pelo corpo de Mateus, pelo pau ainda enterrado no meu cu, pelo meu corpo de quatro, o pau duro balançando. Eu vi a expressão dele mudar: choque, confusão, e depois algo mais escuro. Tesão.
— Porra… — Bruno murmurou. — Caralho, Mateus…
Mateus ainda estava dentro de mim, o corpo tenso. Eu sentia o pau dele latejar.
— Fecha o zíper — Mateus falou, a voz baixa e firme. — E entra. Ou sai e finge que não viu.
Bruno hesitou só um segundo. Depois entrou, fechou o zíper atrás de si. O espaço ficou ainda menor. O cheiro de sexo, suor e três corpos. Bruno ficou de pé, olhando, a mão apertando a própria calça onde o volume já começava a marcar.
— Você tá… fodendo um cara — Bruno disse, quase incrédulo.
— E você tá de pau duro só de olhar — Mateus respondeu. — Então decide. Sai ou tira a porra da calça.
Bruno soltou um riso curto, nervoso. Depois abriu o botão da calça, puxou o zíper e tirou o pau pra fora. Grosso, um pouco mais curto que o de Mateus, mas veias marcadas, cabeça rosada, já duro pra caralho. Ele masturbou uma vez, duas, olhando pra gente.
— Nunca fiz isso — Bruno falou.
— Nem eu — Mateus respondeu. — Mas agora a gente tá fazendo. Então vem.
Bruno se ajoelhou na frente de mim. O pau dele ficou na altura da minha boca. Eu olhei pra cima, pra cara dele, e depois pro pau. Mateus ainda estava parado dentro de mim, esperando.
— Chupa ele — Mateus ordenou, a voz rouca. — Quero ver você engolir o pau do meu amigo enquanto eu te fodo.
Eu abri a boca. Bruno empurrou a cabeça pra dentro. O gosto salgado, o calor, a textura. Eu desci a boca, engoli o máximo que dava, a língua pressionando a parte de baixo. Bruno soltou um gemido fundo, a mão no meu cabelo.
— Porra… a boca dele é quente pra caralho…
Mateus voltou a meter. O ritmo era mais lento agora, profundo, enquanto eu chupava Bruno. A cada estocada de Mateus eu engolia mais o pau de Bruno. O barulho molhado das duas bocas, o som de pele batendo, os gemidos dos três enchendo a tenda pequena.
— Isso… chupa fundo — Bruno gemia. — Porra, Lucas… sua boca…
Mateus aumentou a velocidade. As mãos na minha cintura, puxando. Eu sentia o pau dele latejar dentro, a grossura abrindo caminho a cada estocada. Ao mesmo tempo a boca cheia do pau de Bruno, a saliva escorrendo pelo queixo, a garganta apertando quando ele empurrava mais fundo.
— Troca — Mateus ordenou de repente. — Quero a boca dele no meu pau. Você mete nele, Bruno.
Bruno saiu da minha boca com um estalo molhado. Mateus puxou o pau do meu cu, tirou a camisinha, jogou pro lado e se sentou na cama, as costas na parede da tenda. Eu me virei e engoli o pau dele de uma vez, ainda molhado do meu cu, o gosto misturado. Mateus agarrou meu cabelo e empurrou a cabeça pra baixo, gemendo alto.
— Isso… engole tudo… porra…
Bruno se posicionou atrás de mim. Eu ouvi o som da camisinha sendo aberta, o estalo do lubrificante (ele tinha pego na carteira de Mateus). Os dedos dele entraram no meu cu primeiro, dois de uma vez, abrindo. Eu gemi em volta do pau de Mateus. Depois a cabeça do pau de Bruno pressionou. Empurrou. A entrada cedeu. Eu senti a grossura nova, diferente, entrando centímetro por centímetro.
— Apertado pra porra… — Bruno rosnou. — Caralho, Mateus, o cu dele é viciante.
Ele enterrou tudo. Os dois paus agora: um na minha boca, o outro no meu cu. Mateus metia a boca, controlando o ritmo com a mão no meu cabelo. Bruno metia o cu, as mãos na minha cintura, o ritmo mais bruto, mais rápido. Eu estava no meio, sendo usado pelos dois, o corpo inteiro sensível, o pau balançando e pingando no colchão.
— Fode ele mais forte — Mateus ordenou. — Quero ver ele engasgar no meu pau enquanto você mete fundo.
Bruno obedeceu. As estocadas ficaram pesadas, profundas, o som de pele batendo mais alto. Eu engolia o pau de Mateus o máximo que dava, a saliva escorrendo, os olhos marejados. A cada estocada de Bruno eu gemia em volta do pau de Mateus, a vibração fazendo ele soltar xingamentos baixos.
— Porra… sua boca… seu cu… — Mateus gemia. — Você nasceu pra ser fodido assim.
Bruno se inclinava e mordia minha nádega, minha lombar, deixando marcas. A mão dele ia na frente e agarrava meu pau, masturbando no ritmo das estocadas. Eu sentia o orgasmo subindo rápido, apertando o baixo-ventre.
— Vou gozar — eu avisei, a voz abafada pelo pau na boca.
— Goza — Mateus ordenou. — Goza enquanto a gente te fode.
Bruno acelerou. Mateus empurrou a cabeça pra baixo, enterrado na minha garganta. Eu gozei. O corpo inteiro contraiu, o cu apertando o pau de Bruno em ondas fortes, o pau jorrando no colchão e na mão de Bruno. Os dois gemeram alto quando sentiram o aperto.
— Porra… ele tá apertando… — Bruno rosnou. — Caralho…
Mateus puxou meu cabelo, tirou o pau da minha boca e gozou no meu rosto. Jatos quentes, grossos, caindo na boca, no queixo, na bochecha. Eu abri a boca e peguei o que deu. Bruno meteu mais algumas vezes, fundo, e gozou dentro da camisinha, o corpo tensionado contra o meu, o gemido rouco e longo.
Os três ficamos parados por um momento, só respirando. O ar da tenda estava pesado, quente, cheirando a sexo e suor. Bruno puxou devagar, tirou a camisinha, deu um nó. Mateus ainda estava com a mão no meu cabelo, o polegar passando pela porra no meu rosto.
— Lamba — ele ordenou, a voz baixa.
Eu limpei o rosto com a língua, o gosto salgado e amargo. Mateus puxou meu rosto pra cima e beijou minha boca, molhada da porra dele. O beijo foi profundo, intenso. Bruno assistia, o pau ainda meio duro, a mão masturbando devagar.
— De novo — Bruno falou. — Quero mais.
Mateus soltou minha boca e olhou pro amigo.
— Então senta. Ele vai chupar você enquanto eu meto de novo.
Bruno se sentou na cama, as costas na parede oposta. Eu me posicionei de quatro entre as pernas dele e engoli o pau de novo, ainda sensível, o gosto da porra residual. Mateus se posicionou atrás, colocou outra camisinha, cuspiu no meu cu e empurrou. A entrada cedeu fácil. Ele enterrou tudo de uma vez e começou a meter com força.
O segundo round do threesome foi mais bruto. Mateus metia como se quisesse marcar território, as estocadas profundas, pesadas, as mãos na minha cintura deixando marcas vermelhas. Eu chupava Bruno com vontade, a saliva escorrendo, a garganta aberta. Bruno agarrava meu cabelo e empurrava a cabeça pra baixo, gemendo alto.
— Isso… engole tudo… porra, sua boca é perfeita…
Mateus se inclinava e falava no meu ouvido enquanto metia:
— Seu cu foi feito pra pau. Olha como ele engole. Olha como você geme com dois paus.
Eu só conseguia gemer em volta do pau de Bruno. O corpo inteiro tremia. O pau latejava de novo, o segundo orgasmo se formando mais rápido por causa da sensibilidade. Mateus percebeu e agarrada meu pau, masturbando no ritmo das estocadas.
— Goza de novo — ele ordenou. — Quero sentir você apertar meu pau enquanto goza.
Bruno acelerou o movimento da minha cabeça. Mateus metia fundo, a mão no meu pau apertando e deslizando. Eu gozei pela segunda vez, menos volume, mas o corpo inteiro se contraindo, o cu apertando Mateus em ondas fortes. Mateus soltou um xingamento e gozou logo em seguida, enterrado até o fundo. Bruno puxou minha cabeça e gozou na minha boca, os jatos quentes escorrendo pela garganta. Eu engoli o que deu.
Os três caíram na cama estreita, corpos suados, respiração pesada. Mateus puxou meu corpo pra perto, a mão grande no meu peito. Bruno ficou do outro lado, a mão passando pela minha coxa.
O silêncio ficou por um tempo. Lá fora a festa continuava, alheia. Dentro da tenda, o ar estava carregado.
Bruno foi o primeiro a falar, a voz ainda rouca:
— Isso não sai da minha cabeça nunca mais.
Mateus soltou um riso baixo, sem humor.
— Nem da minha.
Eu não falei nada. Só fiquei ali, o corpo marcado pelos dois, o cu latejando, o gosto dos dois na boca. Mateus passou o polegar pelo meu lábio inferior, limpando o resto da porra.
— A gente vai fazer isso de novo antes de ir embora de Barretos — ele murmurou. — Os três.
Bruno assentiu.
— Os três.
Eu só fechei os olhos por um segundo, o corpo ainda tremendo com os restos do orgasmo, e deixei o calor dos dois corpos me cercar.
A noite ainda era longa. E a tenda, pequena demais pra caber tudo o que a gente ainda ia fazer.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico daniel8

Nome do conto:
O hétero em Barretos - Parte 2, o flagra

Codigo do conto:
270585

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/08/2026

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