A Raquel e a M com amigos



Raquel saiu de casa por volta das nove. O casaco de cabedal preto justeiro marcava-lhe os ombros e o peito firme. Por baixo, a blusa de seda preta aberta o suficiente para deixar ver o sutiã de renda preta e o início do decote generoso. As calças de cabedal pretas justas abraçavam-lhe as ancas redondas e as coxas longas. Nos pés, sapatos de tacão alto fino pretos, que alongavam ainda mais as pernas. Por baixo das calças, a lingerie era preta: sutiã, cuecas de renda e ligas que subiam pelas coxas. O corpo dela, aos quarenta e poucos, continuava escultural — cintura estreita, peito alto, nádegas firmes, pernas bem torneadas, pele morena clara e lisa. O cabelo castanho solto caía-lhe pelos ombros.
M esperava ao volante do carro imponente, um SUV preto de linhas agressivas. Vestido curto de cabedal preto, justo, a subir quase até à virilha quando se mexia. Decote profundo a mostrar o peito generoso, ombros descobertos, pernas longas e tonificadas terminando em sapatos de tacão alto fino pretos. Também quarentona, também escultural: ancas largas, cintura marcada, seios fartos, pele morena, cabelo escuro apanhado num rabo-de-cavalo alto que deixava o pescoço à mostra.
Raquel entrou no banco do passageiro. No caminho, tirou o telemóvel e ligou ao Dr. Paulo.
— Paulo, somos eu e a M. Vamos jantar. Queres juntar-te? Podes trazer alguém.
— Levo o Luigi. Ex-jogador. Está a fim.
— Traz. Avisa-nos quando chegarem.
No restaurante, uma mesa ao fundo. Raquel sentou-se ao lado de Luigi. M sentou-se ao lado do Dr. Paulo. As duas já estavam acomodadas quando os homens entraram. Paulo de camisa preta e calças escuras. Luigi, mais alto, ombros largos, peito marcado, cabelo curto, sorriso fácil. Ex-jogador de futebol, corpo ainda atlético.
O jantar arrastou-se entre olhares e frases cada vez mais directas.
Luigi inclinou-se para Raquel, a voz baixa o suficiente para não chegar às mesas ao lado.
— Esse casaco de cabedal fica-te demasiado apertado no sítio certo. Dá vontade de o abrir botão a botão e ver o que tens por baixo. Aposto que a lingerie é preta também.
Raquel sorriu de lado, a perna a roçar a dele por baixo da mesa.
— É preta. Sutiã, cuecas e ligas. E as calças são justas de propósito. Queria sentir o cabedal a marcar-me as coxas a noite toda.
— E os sapatos — continuou Luigi, a olhar para os pés dela. — Quero ver-te de joelhos com esses tacões. Quero puxar-te as calças até meio das coxas e meter-te a piroca na boca enquanto me olhas para cima.
Do outro lado, Paulo tinha a mão pousada na coxa de M, por cima do vestido de cabedal.
— Este vestido parece feito para ser puxado para cima num canto escuro — murmurou ele. — Ou para ser deixado ao contrário enquanto te fodo de quatro.
M cruzou as pernas, o cabedal a ranger suavemente, e pousou a mão por cima da dele, guiando-a um pouco mais para cima.
— Podes puxá-lo quando quiseres. Por baixo só tenho uma tanga preta. E se continuares a falar assim, vou molhar o assento.
Paulo sorriu.
— Quero ver essa tanga no chão. Quero lamber-te até não conseguires falar direito. Depois quero que a Raquel te chupe os peitos enquanto eu te fodo.
Raquel olhou para os dois e voltou-se para Luigi.
— E tu? O que queres fazer-me exactamente depois do jantar?
— Quero levar-te para casa, pôr-te de joelhos no meio da sala e ver-te a mamar-me com esse casaco ainda vestido. Depois quero virar-te de costas, puxar as calças de cabedal até baixo das nádegas e foder-te bem fundo, a segurar-te as ancas. Quero ouvir o som do cabedal a ranger cada vez que te bater. E quero vir-te em cima das costas e do casaco.
Luigi pousou a mão na coxa dela, subindo devagar até sentir o calor através do tecido.
— E quero que me digas, enquanto te estiver a foder, se gostaste de mamar o Paulo no gabinete. Quero ouvir os pormenores.
Raquel mordeu o lábio inferior.
— Gostei. Ele tirou a piroca e eu chupei-o enquanto falava com o meu marido ao telefone. Depois fodeu-me na secretária. Vim com ele dentro de mim e continuei a conversa.
M riu baixinho e olhou para Paulo.
— E tu? Queres repetir a dose esta noite? Ou queres experimentar as duas ao mesmo tempo?
— Quero as duas — respondeu Paulo sem hesitar. — Quero a M de quatro no sofá enquanto a Raquel me mama. Depois quero trocar. Quero foder a Raquel com as ligas pretas à vista e os sapatos de tacão ainda calçados. Quero vir-lhe no peito e no casaco. E quero ver o Luigi a gozar-te a ti no vestido.
M bebeu o último gole de vinho, os olhos semicerrados.
— Então acabem o que têm no prato. Há um bar perto. Depois seguimos para casa do Luigi. E não prometo que cheguemos lá com a roupa toda no sítio.
Saíram do restaurante com as mãos já mais ousadas. No bar, um copo rápido. Luigi passou a mão pela parte de dentro da coxa de Raquel, subindo até sentir a renda das ligas através do cabedal. Paulo beijou o pescoço de M e murmurou-lhe ao ouvido:
— Quando chegarmos, quero esse vestido enrolado na cintura e a tua boca na minha piroca.
— Casa. Agora — disse Raquel.
M conduziu o carro imponente até casa do Luigi. Vinte minutos depois estavam a entrar no apartamento amplo, luz baixa, sofás grandes. Mal a porta fechou, Luigi puxou Raquel contra a parede e beijou-a fundo.
— Tira o casaco. Quero ver o sutiã preto.
Ela abriu o casaco devagar. O sutiã de renda preta marcava o volume dos seios. Luigi puxou os seios para fora, chupou um mamilo com força e depois ajoelhou-se. Abriu-lhe as calças de cabedal e puxou-as até meio das coxas. As ligas pretas e as cuecas de renda apareceram. Ele empurrou a renda para o lado e meteu a língua nela.
— Assim… lambe-me assim — gemeu Raquel, a segurar-lhe o cabelo. — Quero sentir a língua bem fundo.
Do outro lado, Paulo tinha M contra a parede oposta. Puxou o vestido de cabedal até à cintura, tirou a tanga preta de um puxão e meteu dois dedos dentro dela enquanto a beijava.
— Estás encharcada. Queres a piroca já?
— Quero. Mete-ma. Agora.
Paulo tirou a piroca, alinhou-se e entrou de uma vez. M gemia alto, as unhas cravadas nos ombros dele, os sapatos de tacão alto fino a baterem leve no chão a cada estocada.
Luigi levantou-se, tirou a piroca e encostou-a aos lábios de Raquel.
— Mama. Quero ver-te a chupar com esses tacões calçados e as calças de cabedal a meio das coxas.
Ela abriu a boca e engoliu-o. A cabeça moveu-se para cima e para baixo, a saliva a escorrer pelo comprimento. Luigi segurou-lhe o cabelo e empurrou mais fundo.
— Isso… engole tudo. Quero sentir a garganta.
Paulo saiu de M e puxou-a para o sofá. Deitou-a de quatro, o vestido enrolado na cintura, e voltou a entrar. As ancas batiam com força.
— Fala. Diz-me o que queres.
— Quero que me fodes mais fundo — gemeu M. — Quero que me agarres as ancas e me metas tudo. Quero sentir-te a bater-me as nádegas.
Luigi puxou Raquel de joelhos no meio da sala e fodeu-lhe a boca com mais ritmo.
— Troca — disse Paulo, a voz rouca.
Luigi saiu da boca de Raquel e foi para trás de M. Entrou nela de uma vez enquanto Paulo se punha à frente e lhe metia a piroca na boca. M chupava Paulo e gemia cada vez que Luigi a fodia.
Raquel ajoelhou-se ao lado e chupou os testículos de Paulo enquanto a amiga o mamava. Depois levantou-se, puxou as calças de cabedal até aos joelhos e sentou-se em cima de Luigi, de costas. Os sapatos de tacão alto fino ficaram calçados. Luigi agarrou-lhe as ancas e empurrou para cima.
— Cavalga. Quero ver o cabedal a ranger enquanto me comes a piroca.
Raquel descia e subia com força, as ligas pretas a marcar as coxas.
— Mais fundo… assim. Quero sentir-te a bater no fundo.
Paulo saiu da boca de M e veio para a frente de Raquel. Ela abriu a boca e mamou-o enquanto cavalgava Luigi. M ajoelhou-se e lambeu os testículos de Luigi por baixo.
— Quero que me gozem nas caras e nas roupas — disse M, a voz embargada. — Quero sair daqui com o cheiro de vocês colado ao cabedal. Quero chegar a casa e ainda sentir o sémen a secar na pele.
Luigi gemeu alto, puxou Raquel para cima, saiu dela e veio sobre o peito e o casaco de cabedal aberto. O sémen branco escorreu pelos seios e manchou o tecido preto. Paulo tirou a piroca da boca de Raquel e veio sobre o rosto e o cabelo dela, depois sobre o vestido de M, o líquido a escorrer pelo decote.
Não pararam. Paulo deitou Raquel de barriga para baixo no sofá, puxou as calças de cabedal até baixo das nádegas e fodeu-a por trás, os sapatos de tacão ainda calçados.
— Fala. Diz-me como te foderam no gabinete enquanto o marido estava ao telefone.
— Ele meteu-me tudo… e eu respondia ao António enquanto ele me fodia — gemeu Raquel. — Vim com ele dentro e continuei a falar. Agora fode-me mais forte. Quero sentir-te a bater.
Luigi tinha M de lado, uma perna levantada, o sapato de tacão alto fino a brilhar no ar, a foder-lhe com golpes profundos.
— Quero vir outra vez. Quero ver o sémen a escorrer-te pelas coxas e a manchar o vestido.
Trocaram mais uma vez. M montou Paulo de frente, o vestido subido até ao peito, a cavalgar com força.
— Olha para mim enquanto me comes — disse ela. — Quero ver a tua cara quando vieres.
Raquel ajoelhou-se e chupou Luigi até ele vir pela segunda vez, desta vez sobre as calças de cabedal pretas dela, o sémen a escorrer pelo tecido brilhante e a escorrer para as ligas.
Luigi estava a foder M de quatro quando o telemóvel tocou. Ele atendeu sem sair de dentro dela, a voz ofegante.
— Pronto? … Tatão? … Sim, estou em casa. Tenho companhia. Duas. … Queres vir? Já sabes a morada.
Desligou e voltou a agarrar as ancas de M, a foder-lhe com mais força.
— Vem aí o Tatão. Brasileiro, alto, pele escura, atlético.
Raquel, ainda de joelhos a limpar o sémen do casaco com o dedo e a levá-lo à boca, sorriu.
— Quanto mais melhor. Quero ver se aguenta o ritmo.
Dez minutos depois a campainha tocou. Luigi foi abrir a porta ainda de calças desapertadas. Entrou o Tatão: alto, pele escura e lisa, ombros largos, peito marcado, abdominais visíveis sob a camisa aberta, coxas fortes de quem passou anos a treinar. O sorriso era largo e confiante.
— Boa noite — disse ele, a voz grave, com sotaque brasileiro suave. — O Luigi disse que havia companhia boa.
Olhou para as duas: Raquel de joelhos, casaco aberto, seios à mostra, calças de cabedal a meio das coxas, ligas pretas e sémen ainda a brilhar na pele; M de quatro no sofá, vestido enrolado na cintura, nádegas expostas, o rosto ainda corado.
— Caralho… vocês estão lindas assim.
Não perdeu tempo. Tirou a camisa, revelando o tronco atlético e escuro, e aproximou-se de Raquel. Ela ergueu-se o suficiente para abrir-lhe as calças e tirar a piroca já dura, grossa e escura. Sem hesitar, meteu-a na boca e começou a chupar com vontade, a mão a segurar a base enquanto a cabeça subia e descia.
— Isso, mama bem — disse Tatão, a voz rouca, a mão a pousar-lhe na nuca. — Quero sentir essa boca quente.
Paulo voltou a posicionar-se atrás de M e entrou nela de novo, a foder-lhe com ritmo forte enquanto ela gemia contra o sofá. Luigi ajoelhou-se ao lado de Raquel e meteu-lhe os dedos entre as pernas, a esfregar o clitóris enquanto ela mamava o Tatão.
— Troca — ordenou Tatão ao fim de uns minutos.
Puxou Raquel de joelhos, virou-a de quatro no chão e entrou nela de uma só vez, fundo. O contraste da pele escura dele contra a pele morena clara dela era nítido. As ancas dele batiam com força, o som seco a encher a sala. Raquel gemia alto, os sapatos de tacão ainda calçados, as ligas pretas a marcar-lhe as coxas.
— Mais fundo… assim — pediu ela. — Quero sentir-te todo.
M foi puxada por Luigi para cima dele. Sentou-se de frente, o vestido de cabedal subido até ao peito, e começou a cavalgar enquanto Paulo se punha à frente e lhe metia a piroca na boca. As duas estavam agora ocupadas ao mesmo tempo: Raquel a ser fodida pelo Tatão, M a chupar Paulo e a ser penetrada por Luigi.
Tatão agarrou as ancas de Raquel com força e acelerou.
— Gostas de piroca preta, hein? Diz-me.
— Gosto… gosto muito — gemeu ela. — Fode-me mais forte.
Ele puxou-a para cima, deitou-a de costas no tapete e abriu-lhe as pernas. Entrou de novo, agora de frente, a olhar-lhe nos olhos enquanto empurrava. Uma mão desceu até ao clitóris e esfregou com o polegar.
Do outro lado, M saiu de Luigi e ajoelhou-se entre as pernas do Tatão quando ele se retirou por um momento. Chupou-o com dedicação, a saliva a escorrer, enquanto Raquel se virava e mamava Luigi. Paulo aproveitou e meteu-se atrás de M, entrando nela enquanto ela chupava o Tatão.
— Olha para isto — disse Paulo, a voz embargada. — As duas a mamar e a serem fodidas ao mesmo tempo.
Tatão puxou M pela cabeça e fodeu-lhe a boca com mais ritmo. Depois trocou outra vez: deitou M de barriga para baixo no sofá, puxou o vestido ainda mais para cima e entrou-lhe por trás com estocadas longas e profundas. Luigi posicionou-se à frente e meteu-lhe a piroca na boca. Raquel montou Paulo de costas, os sapatos de tacão a tocar no chão, as calças de cabedal ainda presas nos tornozelos, e cavalgou-o com força enquanto olhava para a amiga a ser usada pelos outros dois.
— Quero que me gozem outra vez nas roupas — pediu Raquel, a voz rouca. — Quero sair daqui ainda mais suja.
Tatão saiu de M, puxou Raquel para si e fodeu-a de lado, uma perna levantada, o sapato de tacão alto fino a brilhar no ar. Luigi veio sobre as nádegas de M e o vestido de cabedal, o sémen branco a contrastar com o preto. Paulo veio pouco depois sobre o peito de Raquel e o casaco aberto, o líquido a escorrer entre os seios.
Tatão continuou. Fodeu Raquel até ela tremer e gemer alto, o corpo a contrair-se à volta dele. Depois retirou-se e veio sobre as coxas dela e as calças de cabedal, o sémen escuro a misturar-se com o que já lá estava. Ainda não satisfeito, puxou M de joelhos e meteu-lhe a piroca na boca até gozar de novo, desta vez no rosto e no cabelo dela.
Quando finalmente pararam, as duas estavam exaustas, suadas, o cabelo desalinhado, a respiração ofegante. O casaco de Raquel estava encharcado de sémen no peito, nas mangas e nas costas. As calças de cabedal tinham manchas brancas e mais escuras nas nádegas e nas coxas. O vestido de M estava sujo no decote, na barriga, nas costas e nas coxas. As ligas pretas de Raquel estavam descaídas. Os sapatos de tacão alto fino de ambas ainda calçados, agora com vestígios de líquido a secar.
Tatão sentou-se no sofá, a respirar fundo, o corpo atlético coberto de suor.
— Vocês duas são foda — disse ele, a sorrir. — Qualquer dia repetimos.
Raquel limpou um pouco de sémen do canto da boca com o dedo e sorriu de lado.
— Se calhar. Mas agora vamos.
Levantaram-se devagar. Ajustaram a roupa o suficiente para conseguir sair. O cheiro a sexo e a sémen impregnava o cabedal de ambas.
M puxou o vestido para baixo o máximo que conseguiu e guiou Raquel até ao carro imponente. Entraram. O interior de cabedal do SUV misturou-se com o cheiro intenso das suas roupas manchadas. Os sapatos de tacão alto fino bateram no tapete do carro enquanto se acomodavam.
Saíram do prédio com as roupas cheias do sémen dos três. O cabedal preto brilhava sob a luz da rua, as manchas ainda bem visíveis. M conduziu. As duas iam em silêncio, as coxas a roçar uma na outra a cada curva, o corpo ainda quente, o cheiro a sexo impregnado no interior do carro imponente.
Foto 1 do Conto erotico: A Raquel e a M com amigos

Foto 2 do Conto erotico: A Raquel e a M com amigos

Foto 3 do Conto erotico: A Raquel e a M com amigos


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


270925 - O homem do gás - Categoria: Cuckold - Votos: 0
270914 - A reconquista - Categoria: Cuckold - Votos: 1
270895 - Noite diferente - Categoria: Cuckold - Votos: 6
270887 - O sonho real - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270886 - O telefonema - Categoria: Cuckold - Votos: 3
270832 - A dúvida - Categoria: Cuckold - Votos: 8
270791 - O Chefe avisado - Categoria: Cuckold - Votos: 8
270788 - Negócio fechado - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270787 - A proposta - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270784 - O Spa do hotel - Categoria: Cuckold - Votos: 3
270731 - A Raquel contou ao Antonio - Categoria: Cuckold - Votos: 6
270725 - O início - Categoria: Cuckold - Votos: 8
270704 - O massagista Ruben - Categoria: Cuckold - Votos: 4
270698 - A Raquel e 3 amigos - Categoria: Cuckold - Votos: 6
270682 - As entradas - Categoria: Cuckold - Votos: 5
270670 - O António gosta de ouvir - Categoria: Cuckold - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico ptmanuelpt

Nome do conto:
A Raquel e a M com amigos

Codigo do conto:
270893

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
28/08/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
3