real12 — A Vida de um Corno de Verdade: Vem, Pepe

Agora sendo corno de verdade. Realmente sou corno. Sim, minha mulher já me traiu duas vezes.
E você gosta. Isso te excita, te deixa feliz, te deixa orgulhoso. Mas é um orgulho que é só seu. Dentro da tua própria cabeça, a realidade com a tua mulher muda. Você sente que não tem mais controle. Por mais que você já se sentisse assim antes, por mais que você pedisse e se humilhasse — agora é como se ela tivesse sido solta. E de fato foi.
Agora você tem um medo mais real. Mas tem também uma cumplicidade. A única coisa que eu consigo dizer é que é um misto de sentimento. E no fim, mesmo confuso, é um sentimento bom. É viciante.
Você passa a suspeitar de tudo. Como ela olha pros outros, como é a interação dela com outros homens — você quer entender. O teu desejo, se você realmente pudesse, era virar um inseto pequenininho pra acompanhar ela onde quer que fosse, cada movimento. A tua vontade é equipar ela com equipamento de espião e monitorar vinte e quatro horas por dia. Se pudesse ouvir o que ela pensa, você ouviria. Porque no fundo você acha que a tua mulher olha pra todos os homens, deseja todos os homens — e você quer participar disso. Você quer saber.
E aí você começa a ficar chato de tanto perguntar. "E hoje, amor? E o que mais? Mais ninguém? Não esqueceu de nada?"
Você fica perguntando tudo isso porque, no fundo, o teu maior desejo é ouvir um sim. "Hoje um cara me cantou e eu dei bola." No fundo você quer ouvir ela dizendo que flertou com outro, que deu pra outro. É isso que você deseja. É isso que você pensa.
E esse desejo vai te consumindo. Um misto de sentimento que parece um fogo ardente dentro de você. Você passa a olhar ela como uma deusa. Tudo que ela faz, tudo que ela fala, tudo vira sexy, excitante. Tudo é ela debochando de você. Tudo é ela sendo melhor que você. E vem uma vontade enorme de contar pra alguém que a tua mulher saiu com um negro, que ela transa com outro homem, que ela é dona de corno.
Mas convenhamos — você não tem pra quem contar. Não faz sentido contar pra ninguém. Então você fica contando pra você mesmo, infinitas vezes, dentro da cabeça. Você vira uma máquina de desejo. E no fim das contas, você quer mais. Você não se sacia. Fica querendo saber onde é o limite da tua mulher. Fica querendo testar ela.
Você pensa: "Mas ela não ficaria com um cara feio. Nem com um gordo. Nem com um que fuma. Nem com um mais babaca. Ela não ficaria com qualquer um no trabalho. Ela não deixaria um cara qualquer fazer anal nela. Ou isso, ou aquilo." Você se perde nesses pensamentos. E no fundo, você fica querendo testar tudo isso.
E, meu amigo, comigo não foi diferente. Eu pensava nisso o dia todo, a toda hora.
Alguma coisa muda no relacionamento. Você não sabe ao certo o quê, mas muda. Você e a tua mulher perdem aquele sentimento, aquele medo de "pô, o cara te olhou", ou "o teu chefe", ou isso, ou aquilo. Passa a ser: homens olham pra minha mulher. Ela olha pra homens. Ela flerta, paquera, conversa, dá em cima de qualquer homem. E a tua vontade agora muda. O teu objetivo passa a ser entender qual é o limite dela.
Ela saiu mais outras vezes com esse negro. Sempre deixou claro que gostava de sair com ele. E você fica confuso, meu amigo — sim, a tua mulher dizer que gosta de sair com um negro, e toda vez que eles saem é pra transar.
Ela meio que segue a vida normal. A diferença é que agora ela é livre de verdade. Já sabe a realidade de vocês, sai com um cara pra transar, e isso virou normal pra ela. O diferente — o medo, o receio, a insegurança, a submissão — é tudo seu.
Então o que você passa a fazer, naturalmente? Sim, meu amigo: procurar mais cara pra comer ela. Mas você quer alguém que judie dela. A tua busca passa a ser assim, no teu íntimo. Cara, eu queria encontrar um cara que ela olhasse o tamanho do membro e dissesse: "Nossa, amor, não sei se aguento não." Você quer ver ela arregar. Quer ver ela se mostrar insegura, só pra você ter de volta algum controle.
Bom, depois de um bom tempo, comecei a conversar com um cara no Sexy Log. Um cara branco, boa pinta, da minha idade. O perfil dele cheio de vídeo comendo mulher casada e xingando o marido de corno. Gostei. Era esse que eu queria. Separei pra mostrar pra ela.
Ela aceitou tranquila. Gostou do que viu, achou o cara bonito, disse que ele tinha o pauzão. Comprei um número de celular novo pra ela e criamos uma segunda conta de WhatsApp. Passei o número pro cara, e eles começaram a conversar.
Não preciso dizer: esse cara era experiente. Era desse mundo. Chamava ela de "namoradinha", contava as aventuras, mandava foto, e pediu foto dela.
E aqui entra uma parada bizarra.
Veja bem — esse cara é um cara qualquer que a gente conheceu num site. Não sabemos a procedência dele. Ele pediu foto da minha esposa. Ela mandou uma fotinha normal, aquele sorrisinho, de boas. Daí ele pediu pra ver os peitos. Sem problema, ela mandou. Daí ele disse: "Grava um vídeo me chamando de Pepe" — esse era o nome dele no site — "e diz 'vem, Pepe', mostrando teus peitos."
De boas, né? Mas a minha esposa gravou o vídeo do seguinte jeito. Não vou descrever quadro a quadro, mas o que importa é como ela terminou: depois de filmar os peitos, ela subiu o celular e filmou o próprio rosto, olhando pra câmera, e disse: "Vem, Pepe. Vem."
Mano, você entendeu o que aconteceu? Ela gravou um vídeo mostrando os peitos dela e, no fim, filmou a própria cara e mandou. O rosto dela. Pra um estranho.
"Amor, como assim? Você já enviou pra ele? Imagina se ele posta isso…"
E ela: "Nossa, amor, desculpa. Nem me atentei. Vou tomar mais cuidado da próxima vez."
Cara. Que tesão da porra. Claro que fiquei preocupado. Fiquei meio puto. Mas, caralho, que orgulho de corno da porra. Eu queria gritar pro mundo: minha mulher é vagabunda de verdade. Ela nasceu pra ser puta.

O engraçado é que eu fiquei com medo dele postar o rosto dela. Com medo do mundo ver. Mas, lá no fundo, não era isso que eu mais queria? Que o mundo visse? Eu passei a noite confuso, sem entender de que lado eu tava — se eu tinha medo que vazasse, ou se eu tinha medo de descobrir que, no fundo, eu queria que vazasse.
Não preciso dizer que marcamos o dia em que ele ia comer ela.


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Comentários


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jack47 Comentou em 02/10/2026

Espero que tenha ido junto pra contar os detalhes.




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Ficha do conto

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Nome do conto:
real12 — A Vida de um Corno de Verdade: Vem, Pepe

Codigo do conto:
273674

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
01/10/2026

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