No caminho para casa, Iarley conversava com a mãe dentro do carro enquanto o pai ainda continuava calado. Desde a saída dos 2 daquela sala, apenas ele havia notado algo estranho no cabelo do filho, mas permaneceu em silêncio. Ao chegar em casa, disse para esposa que gostaria de falar a sós com o filho e seguiu em direção ao seu quarto, entrando sem bater segundos após Iarley adentrar no cômodo e sentar-se a cama. Sem perder tempo, o pai do rapaz recolhe a "substância" com o dedo e logo percebe tratar-se de sêmen: _ O que significa isso Iarley? Visivelmente assustado, o filho nega saber do que se travatava. Ainda mais irritado com a resposta do rapaz, seu progenitor chega bem perto, ficando com os rostos praticamentes colados e questiona mais uma vez, agora de maneira mais ríspida: _ Vou te perguntar só mais uma vez... O que significa isso? O que aconteceu naquela sala Iarley? _ Não aconteceu nada pai... Nesse momento, o homem sente o cheiro de "sexo" vindo da boca de seu filho. Em milésimos de segundos, vários sentimentos se misturam na cabeça do pai. Rapidamente a decepção se transforma em raiva, e por alguma razão, a forma de como agir naquela situação acaba fugindo um pouco de seu controle. Primeiro, o rapaz leva um tapa no rosto. Em seguida, junto a várias palavras acusatórias e coléricas, vem o segundo. Sem ouvir ou deixar que o filho se pronunciasse, o homem puxa-o com força, fazendo com que o mesmo deite de bruços em seu colo e com veemência arranca suas calças juntos da cueca. Sem aviso ou preparação nenhuma, ele enfia dois dedos no cuzinho de Iarley. _ É disso que você gosta seu pervertido desgraçado! (Diz o pai, enquanto fode o cú do filho com os dedos indicador e meio) _ O que é isso pai! Pare com isso... Enquanto pune a bunda do rapaz, o sujeito parece esquecer a motivação de tudo aquilo estar acontecendo, e percebe estar com a rola completamente dura. De certa forma, o tesão que vai tomando conta de sua mente afeta completamente o julgamento que acontecia ali, até então. Cedendo a toda aquela interação com o pai, Iarley é jogado para o lado e vê seu pai desabotoando as próprias calças. Tudo vai acontecendo tão rápido, que mal dá para o rapaz "processar" aquilo em sua cabeça. Agora com o pau para fora, antes de cuspir no cuzinho do filho, o homem força a entrada de sua piroca ao mesmo tempo que sussurra no ouvido de Iarley: _ É isso que você quer seu maldito? É isso que você quer não é? _ Calma pai... Por favor... Com raiva, a rola invade pela primeira vez aquele cú ainda virgem. Com uma das mãos, o pai tapa a boca do filho, para que o mesmo não faça mais barulho do que já acontece naquele quarto. Ele continua ofendendo e julgando o filho enquanto fode sua bunda devagar, pelo menos em um primeiro momento. Os gemidos abafados são sincronizados com as "estocadas" fundas de seu pai. A mão que antes cobria a boca do rapaz, agora invade-a com os dedos, enquanto a velocidade das bombadas vai aumentando. Sem resistência alguma, o único som que se ouve no quarto é o das nadegas do filho a bater nas coxas do pai. Concentrado na "punição", ele nem percebe que o filho excitado masturba seu também pau durásso, enquanto é fodido. Após alguns minutos, Iarley sente seu cuzinho cheio do leite do pai, que havia enfim gozado. Sem se mexer de sua posição, o filho sente a rola toda "enterrada" dentro saindo rápido daquele cuzinho agora arrombado. Vestígios de toda aquela porra escorrem por entre suas pernas, enquanto seu progenitor começa a voltar a sí enquanto volta a vestir-se. Nessa altura, a mãe, ajoelhada a frente da porta do quarto do filho, percebe que os sons vindos do ambiente, cessam. Já fazia algum tempo que ela estava ali, orando sem ter a mínima idéia do que acontecia ali dentro. Mal sabe ela, que enquanto rezava, o filho tinha as pregas do cuzinho "arregaçadas" pelo pai. E esse era exatamente o segredo que o pai pedia para o filho manter, após o acontecido: _ Ninguém vai acreditar em você mesmo... Por isso é bom você ficar quieto sobre isso... _ Tudo bem pai... _ Sua mãe acredita nessas coisas de demônio e o caralho... Deixa ela continuar pensando nisso, para não mexer ainda mais com a cabeça dela... Eu... decontei minha frustração nessa merda.... A raiva me dominou... _ Pai... (Diz Iarley ainda deitado de bruços na cama, interrompendo-o) Tá tudo bem... Confuso e um pouco desconfortável de toda situação, o pai deixa o quarto. Apos confirmar que seu pai havia saído, o rapaz, ainda "duro" põe-se a masturbar-se, já que não havia chego ao ápice junto ao pai. Sua porra espirra por todo o lençol, juntando-se com o leite de seu pai, aumentando toda aquela bagunça. No banho, Iarley não consegue desvencilhar-se das lembranças recentíssimas do pau de seu pai arrancado-lhe o "cabaço" e sente-se obrigado a bater outra punheta. No fim, o pai acabava de introduzir o filho a seu novo mundo, justamente sobre o que seria seu pior medo de um pai machista, como não poderia deixar de ser. A partir daquele momento, Iarley tinha fome de piroca e não iria sossegar enquanto não tivesse aquela rola negra, igual a do padre, em seu cuzinho.
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