Dando pro guarda noturno pentelhudo

Sábado, quase 3h da manhã, chegando de viagem do interior, cansado, louco pra chegar em casa, tomar um banho e me jogar na cama. Entro com o carro na garagem e o portão automático não fecha. Desci com o controle nas mãos e fui próximo ao motor, cliquei, cliquei e nada do portão funcionar.
Fui atrás da chave do motor para fechar manualmente. Quando voltei, me assustei com um homem agachado junto ao motor. Antes de eu perguntar o que estava acontecendo. Ele se virou sorrindo e se apresentou. Boa noite, sou o Juarez, da segurança do condomínio. O Sr quer alguma ajuda? Se levantou e veio me cumprimentar, ainda com o sorriso simpático no rosto.
Era um homem bonito, uns 35 anos, moreno claro, 1,75m, uns 80 kg. Forte, parrudo, uma barriguinha de chopp embaixo do uniforme preto.
Cumprimentei-o e me apresentei. Ele respondeu, eu sei quem o Sr. É, sempre deixa caixinha e manda cerveja pra nós. É uma satisfação poder ajudar o Sr.
Vamos deixar o Sr de lado, pode me chamar de Francisco, não sou tão mais velho assim. É a minha cara de bravo que engana, mas sou de boa, disse rindo.
Sou viúvo, tenho 38 anos, 1,80m, 90 Kg, parrudo, pernas grossas, peludo, barba cerrada, meio ruiva, pele clara, pau de 20cm, por 16 cm, saco grande, cuzão peludo. Adoro foder um cuzinho peludo e mamar uma pica grossa.
Ele entrou na garagem, passou um rádio pra central dizendo que estava na casa X, ajudando com uma ocorrência de portão do morador.
Foi se abaixando para abrir o motor, mas a caixa estava meio enferrujada, difícil de abrir. Perguntei se queria um alicate. –Mas o Sr. Tem ferramentas em casa? Achei estranha a pergunta e revidei, -Mas pq eu não teria, qual homem não tem uma caixa de ferramentas? Ele ficou meio sem graça e pediu desculpas.
Fiquei bravo e pensei, deve ter ouvido alguma coisa das minhas fodas no condomínio.
Cheguei bem junto dele e fui encostando o pau na cara dele. Ele levou um susto e falou, “opa, não sou disso não, Sr”.
Disso o quê? Não estou entendendo. Fale direito comigo.
Não curto homem não, respondeu. “Mas eu curto e muito”, falei. E encostei a calça no rosto dele, deixando o pau, que já estava duro, bem em frente a boca dele e forcei. Ele deu um pulo e, ainda respeitoso, tentando manter o profissionalismo, disse, “o Sr desculpe, mas não tenho mais o que fazer aqui”.
No que se virou para sair, segurei ele pelo braço, puxei com força e dei um beijão na boca dele. No susto, não reagiu. Aproveitei e abracei pela cintura e meti a língua dentro da boca dele. Que aos poucos foi retribuindo.
“Aqui fora não”. Me disse, indo para dentro da garagem.
Levei ele para a casa (o portão ainda aberto), fechei a porta e voltei a beijá-lo. Enquanto as mãos desabotoavam a camisa, liberando um peito forte, poucos pelos e um caminho de pelos em direção ao pé da barriga.
Desabotoei o cinto, abri a braguilha, abaixei calça e cueca de uma só vez, liberando um pau grosso, prepúcio já repuxando, liberando uma cabeça grossa, roxa e babona.
Me agachei e engoli aquele pauzão gostoso até a garganta, chegando com o nariz naquele matagal de pentelhos, cheirando a macho suado. Ele pegou minha cabeça com as mãos, forçando para ir bem fundo. Então, começou a gemer grosso e pedir, “engole tudo, chupa gostoso, minha mulher nunca me chupou gostoso assim”. Virei ele de costas, abri sua bunda e, quando percebeu o que estava pra acontecer, se recolheu e disse que nunca tinham mexido no cu dele. “Nem quando era moleque brinquei disso”. – “Relaxa e me deixa fazer o que sei fazer. Se você não gostar eu paro”. (Já sabendo que não ia parar de jeito nenhum)
Coloquei ele de 4 no sofá e meti a língua naquele cuzinho peludo e virgem. Que delícia aquele sabor de cu e a sensação de lamber aquelas pregas. Ele começou a gemer e forçar a bunda de encontro a minha cara. Abri bem e enfiei a língua dentro do cu dele. Nessa hora ele se tremeu todo, como se tivesse levado um choque. Virei de frente voltei a chupar o pau e lamber seu saco.
Ali o bicho já estava ganho. Sabia que se quisesse, comeria ele ali, naquele momento. Mas não era o que eu queria naquele momento. Resolvi investir para que no futuro comesse ele sempre.
Tirei o resto de roupa do meu corpo, levantei ele, fiz pegar no meu pinto e disse: “sente como você me deixa, veja como meu pau baba por sua causa”. Ele pegou no meu pinto, meio sem jeito e começou um vai e vem, olhando nos meus olhos.
O tesão era grande demais, mas me controlei e falei, “agora é sua vez, vem chupar meu cu, hoje você vai foder outro homem”. (pensei que não ia chupar, mas abriu minha bunda e caiu de boca, como se tivesse feito isso a vida toda).
Puxei ele pelo pinto, orientando a pincelar meu cu com aquele cacetão grosso e mandei, “agora vai colocar esse pau no meu rabo e tirar o resto das pregas que me restam”. Ele começou a pincelar a porta do meu cu, lambuzando com sua gala e já foi forçando.
Como fazia muito tempo que eu não dava, ele não conseguia entrar, fiz força pra fora e disse, “força e soca esse pauzão, quero sentir você me rasgando”. Ele se excitou com a ordem e forçou de tal maneira que a cabeça entrou de uma vez, me arrancando um grito de dor. “Para um pouco, filhodaputa, deixa acostumar”. Quue nada, foi como se falasse, soca tudo. Ele me juntou pela cintura e enterrou até o talo. “Caralho, espera um pouco, está me rasgando.
“Mas era isso que o Sr queria, pica. Então, toma pica” e começou a socar com força. Só sentia aquele pau queimando meu rabo e entrando fundo. Foi esquentando e ficando gostoso. Sentia mau cu se abrindo e aquele pauzão se adonando dele.
Foi beijando meu pescoço e aumentando a velocidade. Fui rebolando naquela vara e mordendo o pau dele com meu cu. Ele foi ficando louco e anunciou, “vou gozar, morde mais, vou encher esse rabo de porra”. Socou fundo gemeu grosso e gozou. Senti aquele leite quente explodindo no fundo do meu rabo e apertei o pau dele com o cu.
Saiu de dentro de mim, se sentou cansado, fiquei de frente pra ele, iniciei uma punheta e esporrei toda a barriga e peito dele. Espalhei tudo com as mãos e meti um último beijo na boca dele.
O último daquele dia, pq ele voltou. Mas isso já é outra história.
Ah, o portão dormiu aberto, afinal o segurança não ia deixar ninguém entrar na minha casa.
(Foto ilustrativa)
Foto 1 do Conto erotico: Dando pro guarda noturno pentelhudo


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Comentários


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sethek Comentou em 05/10/2026

Delícia, conta mais




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Ficha do conto

Foto Perfil casado1974
casado1974

Nome do conto:
Dando pro guarda noturno pentelhudo

Codigo do conto:
273962

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/10/2026

Quant.de Votos:
5

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