A confissão de uma esposa devota que descobriu o fogo proibido
Capítulo 1: A Santinha
Meu nome é Helena. Trinta e seis anos, casada há nove com Roberto, um bom homem, provedor, atencioso. Mas, na cama... ah, na cama ele é um amante mecânico. Papai e mamãe, cinco minutos, um beijo na testa e "boa noite". Eu nunca reclamei. Fui criada para não reclamar. Minha mãe dizia: "Mulher direita não precisa de luxúria, precisa de respeito." E eu acreditei. Fui à igreja toda semana, orei, pedi perdão por pensamentos que nem sabia que eram pecado. Tive apenas três homens na vida: o primeiro, um namorado de adolescência que mal tocou em mim; o segundo, um noivo que nunca passou do beijo; e o terceiro, Roberto, meu marido.
Eu achava que orgasmo era invenção de revista feminina. Que mulher que goza de verdade era personagem de filme. Que eu era frígida, seca, abençoada por não sentir falta do que não conhecia.
Até conhecer Cristina.
Capítulo 2: O Convite
Foi no trabalho. Cristina chegou há dois anos, transferida de outra filial. Trinta e oito anos, corpo de academia, silicone no lugar certo, um rosto que parava o trânsito. Ela usava saias justas, decotes ousados, e ria alto no refeitório, contando histórias que faziam as outras mulheres corarem. Eu a evitava. Ela era tudo o que eu não era: livre, safada, sem vergonha.
Um dia, ela se sentou ao meu lado no intervalo.
— Helena, né? — Ela sorriu, os dentes brancos, os olhos verdes. — Você é a única mulher aqui que não me olha com inveja ou desprezo. Você me olha com curiosidade.
Engoli seco.
— Não sei do que você está falando.
— Sabe sim. — Ela riu, baixinho. — Vem cá, me diz uma coisa: seu marido te come direito?
Minha boca abriu e fechou. Ninguém falava assim comigo.
— Isso é... inapropriado...
— Inapropriado é viver a vida inteira sem nunca ter um orgasmo de verdade. — Ela inclinou a cabeça, os olhos me analisando. — Você já teve um?
Corri para o banheiro, o rosto em chamas. Mas, naquela noite, deitei na cama e fiquei pensando. Ela sabia. Ela sabia que eu era uma fraude.
Na semana seguinte, ela me abordou de novo:
— Sábado, minha casa. Piscina, sol, tequila. Só mulheres. Você está convidada.
— Eu não sou muito de festas...
— Não é festa, é confraria. Vai ser bom pra você. — Ela tocou meu braço, um toque quente, demorado. — Deixa de ser medrosa, Helena. Você tem fogo dentro de você. Eu vejo.
Fui. Deus me perdoe, eu fui.
Capítulo 3: A Tarde das Mulheres
A casa de Cristina era um palacete: piscina enorme, churrasqueira, jardim. Havia umas seis mulheres, todas lindas, todas malhadas, todas falando alto. Eu, de biquinho azul-marinho, escondida atrás de uma caipirinha, observava.
— Helena, vem cá! — Cristina me puxou para o meio da roda. — Essa é a santinha do trabalho, pessoal. Nunca bebeu, nunca traiu, nunca chupou uma buceta.
Todas riram. Eu quis morrer.
— Não é isso... eu sou casada...
— E daí? — uma morena alta, de biquíni preto, respondeu. — Eu também sou. E meu marido adora quando eu volto com gosto de outra mulher na boca.
Meus olhos se arregalaram.
— Você... você faz isso?
— Claro! — Ela riu, bebendo mais um gole. — Meu marido assiste, inclusive. Ele diz que é o melhor programa de TV que ele tem.
A conversa foi descendo a ladeira. Uma contou que transava com o cunhado; outra, que o marido a emprestava para os amigos; uma terceira, que tinha um caso com a personal trainer e o marido fingia que não sabia.
Eu, paralisada, bebia para anestesiar o choque.
— E você, Helena? — perguntou Cristina, os olhos brilhando. — Já ficou com mulher?
— Nunca!
— Já deixou uma mulher te chupar?
— Não!
— Já se tocou pensando em outra mulher?
— Claro que não!
Ela se aproximou, colou o corpo no meu, o hálito de tequila quente.
— Então você é uma virgem de alma. Que delícia. Vou adorar te desbravar.
Ela riu e se afastou, deixando-me em chamas.
Capítulo 4: A Cena na Cozinha
A noite caiu. As mulheres continuavam bebendo, agora dentro de casa. Eu fui à cozinha pegar água e vi Cristina cercando uma moça novinha, de uns 25 anos, loira, linda. Ela a pressionou contra a bancada, os lábios colados nos dela, as mãos subindo pela blusa.
— Você é uma safadinha, não é? — Cristina sussurrou. — Hoje você vai chupar minha buceta até eu gozar na sua cara.
A moça sorriu, mordeu o lábio.
— Pode mandar, senhora.
Cristina abaixou a calça da moça, virou-a de costas, curvou-a sobre a bancada.
— Abre as pernas.
A moça obedeceu. Cristina ajoelhou, lambeu a buceta dela por trás, e a moça gemeu alto, as mãos se apoiando na bancada. Eu fiquei parada, chocada, mas não conseguia desviar o olhar. Minha buceta pulsava, molhada.
— Helena? — Cristina olhou para mim, sorrindo, a boca brilhando. — Gostou da vista?
— Eu... eu preciso ir...
— Fica. — Ela se levantou, veio até mim, colou o corpo no meu. Senti os seios dela contra os meus, o cheiro de álcool e perfume. — Você tá molhada, não tá? Tá imaginando essa boca em você?
— Isso é pecado...
— Pecado é não sentir prazer. Vem.
Ela me levou para o sofá, deitou-me, e começou a beijar meu pescoço, minhas orelhas, meus ombros. Minhas mãos foram para os cabelos dela sem que eu mandasse. Ela desceu a alça do meu biquíni, beijou meus seios, sugou meu mamilo, e eu arquei as costas, um gemido escapando.
— Isso... você gosta, né?
— Sim... não... eu não sei...
— Eu sei. Você gosta.
Ela beijou minha boca, a língua quente, e eu me entreguei. Chupou minha língua, mordeu meu lábio, e eu sentia o fogo subindo. Mas aí o mundo girou, e eu apaguei.
Capítulo 5: O Banho
Acordei numa cama macia, o quarto escuro, o perfume de Cristina no ar. Ela estava sentada ao meu lado, numa cadeira, de roupão, me observando.
— Dormiu, hein? Bebeu demais.
— Onde estou?
— Na minha casa. Liguei pro seu marido, disse que você ia dormir aqui. Ele nem reclamou.
Sentei, a cabeça girando.
— Preciso ir...
— Vai sim. Mas primeiro, um banho. Você tá cheirando a tequila. — Ela me puxou pela mão, levou-me ao banheiro. — Entra.
Entrei, ainda de biquíni, tonta. Ela entrou atrás de mim, ligou o chuveiro. A água quente caiu, e eu fechei os olhos.
— Tira o biquíni.
— O quê?
— Tira. A gente é mulher, não tem problema.
Eu, sem forças para resistir, tirei. Fiquei nua, os braços cruzados sobre os seios, encolhida. Ela riu, baixinho.
— Que corpo lindo, Helena. Você se esconde dele, mas é uma deusa.
Ela pegou o sabonete, começou a ensaboar minhas costas. As mãos dela eram firmes, macias. Desceram devagar, contornando minha bunda, e eu prendi a respiração.
— Relaxa. É só um banho.
Ela passou o sabonete entre minhas nádegas, deslizou até meu ânus, e eu estremeci.
— Isso... é tão errado...
— Errado é o que não te faz sentir viva. Abre as pernas.
Obedeci. Ela deslizou a mão ensaboada entre minhas pernas, lavando minha buceta, os dedos deslizando pelos lábios, encontrando meu clitóris.
— Tá tão molhada, Helena. Tá gostando?
— Sim...
— Quer que eu continue?
— Sim...
Ela sorriu, me virou, colou o corpo no meu. Senti os seios dela contra os meus, o hálito quente.
— Agora é sua vez. Me lava.
Entregou-me o sabonete. Minhas mãos tremiam. Ensaboei os ombros dela, as costas, a cintura. Quando cheguei aos seios, demorei. Toquei a pele lisa, o silicone firme, os mamilos duros. Ela gemeu baixinho.
— Isso... você tem mãos boas.
Desci, ensaboei a barriga, as coxas. Ela pegou minha mão e a guiou até a buceta dela.
— Aqui. Eu quero que você sinta.
Senti a penugem lisa, os lábios carnudos, o calor. Ela estava encharcada.
— Você tá molhada também...
— Tô. Por sua causa.
Ela me beijou. Um beijo longo, profundo, a língua dançando com a minha, e eu derreti. Quando ela me soltou, eu estava sem fôlego, sem defesas, sem alma.
Capítulo 6: A Cama
Ela me secou com uma toalha macia, beijando cada pedaço de pele que secava. Levou-me para o quarto, deitou-me na cama, e subiu sobre mim, os seios colados, a boca na minha.
— Relaxa, Helena. Sente. Não pense.
Ela desceu beijando meu pescoço, meus seios, minha barriga, as coxas. Quando chegou na minha vulva, eu estava a ponto de explodir. Ela beijou meus lábios, mordiscou meu clitóris, e eu gritei.
— Isso é tão... intenso...
— Ainda não é nada. — Ela lambeu, uma lambida longa, da entrada ao clitóris. — Você vai gozar na minha boca, Helena. E eu vou beber cada gota.
Ela chupou meu clitóris com carinho, a língua quente girando, os lábios sugando. Suas mãos percorriam meu corpo, apertando meus seios, cravando na minha bunda. Quando enfiou dois dedos dentro de mim, eu perdi a razão.
— Ah, meu Deus... eu nunca...
— Nunca o quê? Nunca gozou? — Ela riu, a boca ainda colada. — Isso é um crime. Mas eu vou te dar o que você merece.
Ela sincronizou os dedos com a língua, um ritmo perfeito, e eu senti algo crescendo, uma onda imensa, vinda do fundo da minha alma. Minhas pernas tremiam, minhas mãos cravavam nos lençóis, eu gritava sem saber o quê.
— Vem, Helena. Goza. Se solta. Deixa eu sentir você.
A onda explodiu. Um orgasmo violento, quente, que sacudiu meu corpo inteiro. Eu gritei, chorei, ri, tudo ao mesmo tempo. Ela não parou, chupou até eu implorar para parar, e só então se afastou, sorrindo, o rosto molhado.
— Isso foi... eu gozei? — perguntei, a voz falhando.
— Você gozou. Pela primeira vez na vida. — Ela subiu, beijou minha testa. — E isso é só o começo.
Capítulo 7: O Café da Manhã
Acordei no outro dia, nua, o corpo dolorido, a boca dela na minha memória. Olhei para baixo: Cristina estava entre minhas pernas, me lambendo de novo, devagar, como quem saboreia uma fruta.
— Bom dia, meu café da manhã.
— Cristina... eu... — tentei falar, mas ela já me devorava, a língua firme no clitóris.
— Shhh... só sente.
Eu senti. A segunda explosão veio mais rápido que a primeira, e eu gozei gritando, as pernas fechadas na cabeça dela. Ela riu, subiu, beijou minha boca molhada.
— Vai tomar um banho. Desce pra cozinha quando estiver pronta.
Desci meia hora depois, as pernas bambas, um sorriso idiota no rosto. Ela estava sentada à mesa, tomando café, com um roupão branco aberto, mostrando os seios.
— Senta, come. Você precisa de energia.
Comi, e ela me olhava, divertida.
— Sabe, Helena, você tem um tesão absurdo escondido. Uma mulher como você, que nunca gozou, vai virar uma devoradora quando se soltar.
Corri.
— Eu sou casada. Isso foi um erro. Não pode se repetir.
— Claro que não. — Ela riu, cínica. — Mas, semana que vem, vai ter outra tarde das mulheres. Você está convidada.
— Eu não vou...
— Vai sim. E quando vier, vai vir preparada. — Ela se inclinou, o decote abrindo. — Porque eu quero sentir sua boca na minha buceta, Helena. Quero ver você me chupando até eu gozar.
Minha buceta pulsou. Eu queria dizer não, mas meu corpo já tinha aceitado.
Capítulo 8: A Noite em Casa
Cheguei em casa no fim da tarde, com o sorriso contido. Roberto estava no sofá, vendo TV.
— Boa tarde, amor. A Cristina te ligou, disse que vocês dormiram tarde. Tudo bem?
— Tudo ótimo.
Jantei com ele, mas minha cabeça estava em outro lugar. A noite, na cama, ele se virou para mim, como sempre:
— Amor, vamos?
Dessa vez, eu não fiquei deitada, passiva. Puxei-o, beijei com fúria, arranquei a cueca dele e abocanhei o pau dele inteiro, sem aviso.
— Puta que pariu, Helena! O que deu em você?
Não respondi. Chupei com gosto, com raiva, com tesão, pensando na boca de Cristina. Ele gozou em dois minutos, urrando, e me olhou, atordoado.
— Você tá diferente...
— Tô. E você vai ter que se acostumar.
Ele sorriu, sem entender. Eu não gozei, claro. Mas agora eu sabia o caminho. E tinha uma mensagem no celular:
Cristina: "Semana que vem, tarde das mulheres. Vai ter uma surpresa pra você. Prepara essa boca, santinha. Vai precisar. ??"
Respondi:
Helena: "Eu vou. E você vai ver o que é uma santinha devoradora."
E, pela primeira vez na vida, eu sorri para o espelho sem sentir vergonha do que via. Porque eu não era mais uma santa. Eu era uma mulher desperta, faminta, pronta para queimar. ????
Quer que eu continue? A próxima parte pode ser a segunda tarde das mulheres, com Helena tendo que provar que aprendeu a lição... e Cristina mostrando que há muito mais para ensinar. ??




