Ela se chama Ana e ele Vitor.
Ana chamava a atenção dos marmanjos, pele morena clarinha, cabelos negros ondulados curtos na altura dos ombros, estatura mediana... frequentava academia para manter suas curvas e recheios, dona de peitos gostosos e uma bunda maravilhosa, divorciada, funcionária pública. Já o filhão Vitor, embora novinho puxou ao pai na altura e corpo desenvolvidos, fazia o tipo nerd, moreno claro, cabelos pretos cacheados, usava óculos. Moleque calado e sem muitos amigos, passava mais tempo em casa jogando vídeo game on line. E claro, cuidando da casa enquanto a mãe trabalhava, e quando ela chegava ele se dedicava a ela.
Até o dia em que, ela chegou do trabalho, ele estava na sala todo relaxadão deitado num sofá, só de short, celular numa mão e a TV ligada, ao entrar ela riu pra ele mandando um beijo de longe e dando boa noite a ele, perguntando se estava tudo bem... Ela seguiu pro quarto dela... De repente, o moleque aqui deitado no sofá olha para o lado e diante da porta aberta do quarto dela, a vê tirando sua roupa de trabalho... saia, blusa... andando para cá e para lá, tirando então calcinha e sutiã... mas essa não foi a primeira vez que Vitor viu a mãe trocar de roupa ao chegar do trabalho diante da porta aberta do seu quarto, porém, esse costume virou pra ele algo bom se ver.
Aí teve outro dia, a mesma rotina, ela chegou, cumprimentou ele ali deitado no sofá da sala e foi pro quarto. E aqui foi diferente, pois ele entrou no quarto dela enquanto ela estava tirando sua roupa de trabalho... ela não se importou, ele deitou na cama dela, estava de celular na mão, mas olhando aqui e ali pra mãe andando pelo quarto e se despindo... tirando saia, blusa, depois calcinha e sutiã. Eles conversavam sobre coisas do dia, das suas rotinas... e ele espiando a bunda, os peitos fartos e a buceta com ralos pelos pretos da mãe.
Ela pegou uma toalha e foi pro banho. Minutos depois, Vitor entra no banheiro, sua mãe Ana está ali, pelada e deitada na banheira, relaxando seu corpo do estresse do dia de trabalho. E nisso eles se olham, ela deitada na banheira e ele em pé diante dela. Ela se senta e chama ele, ele se agacha sentando na borda da banheira, onde ele coloca uma mão no joelho direito dela e alisa, ela pega nessa mão dele... eles se entrelaçam os dedos, a mão dela molhada... a mão dela pequena e a dele grandes, dedos longos. Eles se olham com um sorriso discreto em seus rostos. Ele de óculos e ela com seus olhos em meio a seu rosto molhado. Ela se senta na banheira e chama ele pra entrar.
Ele entra, de short e tudo, sentando por trás dela, onde fica pegando água da própria banheira com as mãos em concha e jogando de leve nas costas e ombros dela, e por trás dela ele acaricia ela, num deslizar carinhoso, massageando, o rosto dele está por sobre o ombro direito dela nu, de onde ele observa toda a lateral do belo pescoço dela exposto diante dos seus cabelos negros erguidos, presos numa piranha. Vitor mira o ombro dela por trás, com vontade de morder, tal qual um vampiro saliva antes do bote.
Ele segue escorregando as mãos dos ombros aos braços abaixo dela, descendo pelas ancas dela dentro da água... uma das mãos dele vai para frente, acariciando a barriga dela... ela deita de costas do peito liso do filho, que segue com as duas mãos subindo na frente dela, onde ele acaricia seus peitos grandes... Ana suspira e morde levemente o lábio inferior, de cabeça deitada no peito direito do filho, de olhos fechados, sentindo um puta arrepio lhe estremecendo por dentro e por fora conforme sente as mãos do filho lhe apalpando os dois peitos... os quais ele aperta de leve, sentindo os mamilos em suas palmas... grandes peitos morenos claros, com aréolas marrons clarinhas e mamilos graúdos, e que aqui estão endurecidos pela excitação causada pelas mãos do filho os apalpando, massageando seus peitos com movimentos circulares...
Ele desce uma mão virilha abaixo enquanto beija sutilmente o lado direito do pescoço dela, a mão dele adentra a água e segue mais abaixo, onde os dedos dele deslizam entre pelos pubianos até encaixar a palma na buceta dela.
Nesse momento ela diz:
- Tá bom, filho... Chega. Vai lá pra sala. Quando eu terminar aqui eu faço nossa janta.
Vitor sai da banheira... Ana percebe no molhado short do filho uma visível ereção, ele se seca com uma toalha e deixa o banheiro. Ela deita na banheira, se encostando na borda dianteira e ri fechando os olhos e mordendo seu lábio inferior.
Depois do jantar, um filminho pra encerrar a noite. Os dois sentados juntinhos no acolhedor sofá da sala, em meio a iluminação da TV e de um abajur ao lado do sofá. O filho deitado meio sentado de pernas abertas e agarradinho a cintura da mãe meio deitada entre os braços dele. Pois é assim que Ana e seu filhão se comportam em casa, na mais pura intimidade, como um casal de namorados, mas sem nunca terem ousado. Na verdade, o começo dessa ousadia se deu momentos antes, na banheira, pois foi a primeira vez que ela sentiu a mão do filho tocar sua buceta. Por isso ela parou antes de algo rolar. Mas aqui, os dois no sofá, nesse climinha tranquilo e diante de um filminho na TV, essa ousadia voltou a tenta-los.
Onde Vitor aqui e ali beijava o pescoço da mãe enquanto a abraçava ao meio por trás, cheirava sua orelha... e ela toda manhosa se remexia entre os braços dele, coladinha ao corpo dele... Foi então que ela saiu dos braços dele, sentou, deu uma ajeitada nos cabelos e foi ao banheiro fazer xixi... Ele ficou aqui sozinho, olhando seu celular... Ela voltou, sentou no sofá, também pegou seu celular e olhou... depois ela largou o celular no sofá, deu uma bocejada falando que estava com sono. E ele disse que ia terminar de assistir ao filme. Mas ela disse:
- Quer dormir com a mamãe? Vem.
Vitor sempre teve intimidade no quarto da mãe, entra quando quer, se deita na cama dela enquanto conversa com ela, já viu recente ela trocar de roupa, mas dormir com ela, passar uma noite, depois que ele ficou mais grandinho, nunca. Essa foi a primeira vez. Ele só de short deitou de um lado enquanto observava diante da pouca claridade da luz do abajur na mesinha ao lado da cama, ela tirando sua blusinha, sua saia, seu sutiã, calcinha e colocando em seu corpo nu apenas uma camisolinha em seda preta. E assim ela veio pra cama e deitou de bandinha perto dele.
Minutos depois ele se ajeitou melhor, vindo mais pra junto dela e abraçando a mamãe dele ao meio, ambos de bandinha e com suas faces esquerdas no mesmo travesseiro. Vitor não se aguenta, pois ficar com seu rosto por trás dos cheirosos cabelos da mãe é uma tentação, a mulher é toda cheirosa, ele abraçando ela coloca o rosto ao lado do pescoço dela e cheira o pezinho da sua orelha, o suficiente pra ela rir e mandar ele parar da forma mais rouca e sussurrada em meio ao silencio no quarto. Ela aqui deitada de bandinha, sentindo o acolhimento dos braços grandes de seu filho e o rosto dele no seu pescoço ao lado direito, geme ao sentir os lábios dele se abrindo e encaixando no lóbulo da sua orelha direita... ele brinca de mordiscar, ela se arrepia... ele então coloca os dentes no pescoço dela como se fosse um vampiro, ela meio que empurra ele com o cotovelo direito, mandando ele parar... ele apenas ri. Elogia ela, falando que ela é a mãe mais cheirosa do mundo, ela brinca perguntando se ele anda cheirando outras mães. E ele sussurra no ouvido dela:
- Se eu tivesse várias mães, eu ainda assim iria querer só você.
Ela ri... mas cala enquanto ele continua abraçando ela ao meio, encoxando ela por trás, de bandinha, cheirando e beijando o pescoço dela, onde ela pergunta:
- Querer? Como assim, querer?
E ele, sussurrando no ouvido direito dela:
- Eu te quero perto, juntinho a mim... assim.
Ele abraça mais forte ela ao meio e cola a sua virilha na bunda dela virada para ele de bandinha, onde ele está de pau duro em seu short... Vitor escorrega a sua mão direita pelo quadril direito dela, adentrando por baixo da sua camisola, fazendo a mesma se erguer, assim ele apalpa os peitos dela os massageando em círculos... ela geme manhosa... gemido este que foi a prova cabal pro moleque de que a mãe estava permitindo ele ir além. O desejo, o tesão e a inconsequência fazem Vitor puxar a sua mãe, virando-a de costas na cama, onde ele deita por sobre ela beijando sua boca intensamente... Ana se assustada, mas ao invés de empurrar seu filho, o puxa para si num abraço enquanto se arreganha para que ele encaixe sua virilha entre suas pernas.
Poucos minutos foram o suficiente para que ele afoitamente se livrasse do seu short e ela se livrasse da sua calcinha... e assim, Vitor segurando seu pau espremeu a cabeça no rachado melado da peluda buceta da sua mãe e meteu, fazendo ela gemer ainda mais manhosa que da primeira vez ao sentir o membro duro entrar deslizando e apartando suas paredes vaginais adentro até encostar tudo na parede do seu útero... a mamãe Ana se arreganhou ainda mais para que seu viril filho começasse a lhe bombar numa macetada gostosa, tudo isso no escurinho do quarto dela, na grande cama dela, que rangia as molas junto ao barulho seco da virilha de Vitor se tacando entre as pernas da mãe freneticamente TAP TAP TAP TAP TAP mandando ver rola na sua tesuda buceta sem tirar de dentro... mamãe Ana entre gemidos já confessava que gozava, e isso só motivou Vitor a bombar ainda mais, a meter com força e veloz... o moleque estava de pau trincando de duro dentro da buceta da sua mãe, socando sem tirar de dentro... a lapada no meio das pernas dela era furiosa, seca...
E nessa socada aumentando o ritmo, ele gemeu agoniado, se tremendo todo, dando uma parada sem sair do meio das pernas dela e nem tirar o pau de dentro dela... onde ele gozou forte, enchendo a xana da sua coroa de porra.
E no escuro do quarto, na grande e macia cama da mamãe Ana, mãe e filho trocavam estalados beijos ardentes, chupados... logo ele estava deitado e a Ana por cima desceu seu rosto no esbelto corpo inteiro dele, beijos chupados, mordiscados, lambendo... descendo do peitoral dele a barriga... e mais abaixo Ana segurava firme a rola dele e a chupava intenso.
A mamãe gemia, louca de tesão pela rola do filho... e nesse fogo ela se ergueu tateando o corpo dele, segurando no pau dele e montou... gemendo ao sentir tudo dentro da sua buceta e assim ela começou um galope intenso... Vitor deitado sentindo o sobe e desce da sua gostosa mãe, sentindo a buceta dela para cima e para baixo engolindo seu pau bem rápido... ele tateava as coxas dela, sua cintura... subia mais as mãos e pegava em seus peitos saltitando... ele estava louco em apenas sentir o corpo e o cheiro da mãe, e também escutar seus gemidos... a mamãe só parou quando gozou no pau do filho... gozou e continuou sentada montada na virilha do filho, rebolando, apertando o pau dele com a sua buceta se contraindo...
Eles foram descansando da foda, mas sem parar de se pegar e acariciar o corpo um do outro... e quando pararam, desabaram agarrados... ofegantes, palpitando a mil. Cientes da loucura que cometeram, mas sem arrependimento.
O dia seguinte, Ana acordou primeiro, saindo dos braços do seu filho e saindo da cama. A luz do dia entrando pelas brechas da janela do quarto mostrou aos olhos dela o corpo nu do filho, deitando de costas, onde ela admirou o quanto o seu moleque era bonito, dono de uma rola que lembrava a rola do pai dele, seu ex marido... uma bela rola em repouso... Ana colocou uma camisola e foi pra cozinha aprontar um café. Vitor quando deixou a cama, foi tomar um banho, vestiu sua farda da escola, sentou a mesa e tomou seu café.... Vitor se despediu dela pedindo a benção, junto a um beijo e um abraço, aliás, ela virou o rosto para ele não beijar na sua boca... uma forma de contar a impulsividade do moleque, para ele não se sentir dono dela.
Vitor voltou da escola no meio da tarde, veio mais cedo, matou aula, de tanto pensar na sua mãe, no corpo gostoso dela e na foda que deu nela, morrendo de vontade de repetir... Porém, ao adentrar a sala ele deu de cara com um estranho, um homem ali sentado no sofá da sua casa, e a sua mãe ao lado dele, toda sorridente enquanto acariciava os braços dele. Vitor encarou ela, ela deu boa tarde a ele... ele foi direto pro seu quarto e deixou sua mãe ali com esse folgado. Lá pro começo da noite o tal homem foi embora. Vitor estava na cozinha, diante a geladeira aberta, bebendo água. A mamãe Ana foi passando por ele, onde ele perguntou:
- Deu pra ele?
- Olha como fala, moleque, sou tua mãe.
- Desculpa.
- Tá com ciúmes da mamãe, é?
- Só me preocupo. Não sei quem é ele.
- Escuta aqui, filho. Só porque a gente fez aquilo, não quer dizer que somos namorados. Entendeu?
- Sim. Me desculpa.
Ele abraça a mãe em tom de arrependimento pelo que disse, pelo comportamento ciumento, ela fica acariciando as costas dele, com seu rosto no peitoral esbelto dele, e ele agarrando ela ao meio, onde ele vai descendo as mãos e coloca na bunda dela por sobre seu vestidinho, e nisso ele sussurra no ouvido dela:
- Tenho vontade de comer sua bunda... Deixa?
Ela ri, empurra ele e diz:
- Menino, deixa de ser tarado. Só pensa safadeza, né? Sai daqui, sai.
Noutro dia, Ana estava aqui em casa com o mesmo cara, na sala, trocando uns beijos... e Vitor passando por perto, olhando, com ciúmes.
De madrugada, a mamãe Ana deixa seu quarto e vai de pés descalços e só de camisolinha preta em seda caminhando pela escura casa até chegar na cozinha, ascender a luz e diante da geladeira aberta ela pega uma garrafinha de água e bebe... matando sua sede, pois a noite no Rio está quente. Ela olha pela porta da cozinha rumo a sala e vê que a TV está ligada no meio do escuro, ela termina de beber, fecha a geladeira e vai até a sala, pisando macio no chão em meio ao escuro. Chegando na sala ela vê seu filho Vitor deitado no sofá, dormindo... ela senta ao lado dele e o acorda acariciando ele no peito nu... ele está só de short:
- Vai pra cama, amor.
Ele desperta e se senta. Se espreguiçando, bocejando, passando mãos no rosto e nos olhos... e ela acariciando as costas dele, mandando ele ir pra cama dele. E Vitor, olhando pra ela, pergunta baixinho:
- Cadê o cara? Ainda tá aí?
Ana ri, acariciando as costas do filho, e fala:
- Sim. Tá dormindo.
- Cansou de te comer, né?
Ela se levanta a fim de voltar, ele segura a mão dela... ele sentado e ela em pé, na sala escura iluminada apenas pela TV ligada sem volume. O moleque vira ela de frente pra ele e diz:
- Fica assim. Espera.
Ele sentado no sofá diante da mãe em pé, levanta a camisola pretinha dela, ela está sem calcinha, ele acaricia a buceta dela enfiando a mão por entre as pernas dela e massageia de leve, ela gosta, geme manhoso suspirando, onde coloca uma mão na cabeça dele e acaricia seus pretos cabelos cacheados... ele abraça ela pelos quadris a puxando e cai de rosto na virilha dela, onde ele mete o nariz no rachado da buceta dela e funga, cheirando, dando uma tragada no aroma de tesão... Ana, em pé diante do filho, meio cambaleando as pernas com a cheirada que o filho lhe dá na prexeca, onde ele roça seu nariz nos ralos pelos pretos, e diz sussurrando:
- Você sabe que a mamãe acabou de foder, né?
Ele tira seu rosto e diz olhando pra cima, pra ela em pé:
- Deu muito?
Ana, em pé, ri mordendo o lábio, e ainda acariciando os cabelos dele, sentado no sofá e de rosto na sua virilha enquanto lhe cheira a buceta, ela pergunta:
- Te dá tesão saber que a mamãe deu a buceta pra outro, é?
E ele apenas ri... abraçando ela ao redor dos quadris e beija várias vezes a virilha dela, chegando a repuxar os pelos pubianos dela com os dentes, fazendo ela gemer de dor e dar um tapinha na cabeça dele mandando ele parar... Ela então pega ele pela mão e o levanta:
- Vem, tá na hora de dormir.
Chegando no quarto dele, ela ascende a luz, tranca a porta e vai de mãos dadas com ele pra cama dele, onde ela senta e ele senta em seguida... ela então puxa um dos peitos pra fora da camisola e pega ele o puxando pro colo dela e faz ele colocar a boca nesse peito exposto, onde ela diz:
- Cansei de te dar o mamar quando tu acordava de madrugada. Vem, mama na mamãe, mama.
Óbvio que Ana não tinha leite, mas aqui ficou abraçando o filho de rosto em seus peitos, dando o mamar pra ele, que sugava gostoso o bicão do peito farto dela... chegando a estalar os lábios e fazer ela gemer de tanto que ele repuxava sugando forte. Em seguida, ela manda ele ficar em pé no chão, assim ela vai virando de costas pra ele, de quatro na cama dele, onde a camisola pretinha em seda dela escorrega expondo a sua avantajada bunda gostosa completamente nua... O moleque em pé tem a melhor visão que ele poderia ter da sua mãe gostosa, rabuda... ele fica maluca olhando o quanto ela é gostosa assim, de rabo nu todo aberto virado pra ele... onde ela olha para ele por sobre um ombro seu, e pede:
- Vem, anda. Come o cuzinho da mamãe, come.
Vitor geme de tesão só em escutar sua gostosa mãe de quatro falando isso, onde ele abaixa seu short e de pau duro na mão se aproxima dela, a pegando pelo quadris esquerdo com a mão esquerda enquanto a sua direita empunha o seu pau numa punheta e logo encaixa ele no meio da bunda morena da sua mãe toda aberta pra ele... ele dá uma cusparada no cu dela e continua esfregando a cabeça rosada da sua rola nas preguinhas dela, que piscam muito, dando beijinhos na cabeça da rola dele... então ele mete gemendo, pois sua mãe tem um cuzinho molinho delicioso de sentir conforme a cabeça entra... ela também geme quando ele mete, falando toda manhosa:
- aaiii, fiilhoo, teu pau no meu cu é uma deliiciiaaa, rrrmmmrr...
- A senhora deu o cu pra ele também?
- Para de falar nele. Come meu cu, moleque, cooomeee, raaammrr...
O moleque louco, tarado pela mãe assim virada de quatro pra ele, a puxa e vai fazendo ela gemer manhoso enquanto vai empurrando seu pau no meio da bunda gostosa dela, onde ele geme de tesão, se deliciando, socando mais e mais forte, e nesse ritmo, macetando a bunda da mãe de quatro, ele pergunta:
- Responde, mãe, a senhora deu o cu pra ele?
- Siimmrr, deiirr... aaarrr.. rraahhhrrr... agora a mamãe quer você comendo meu cuu, fiilhoo, vaaiimmr, vaaiimmrr, assimmr, assiimrr, come o cu da mamãe, coomee, coomee, iissoo... continuuaaahhr, continuuaaahhhrr, mamãe vai goozaaarr, rraahhhr, rraahhhrr... faz o cu da mamãe gozaahhh, vaaiimmrr, vaaiimmr, iissoo, meeetee, mete mais foorteee...
O moleque afoito, gemendo alto, comeu o rabo da sua mãe com vontade, a puxando com toda a força pelos quadris enquanto metia até o talo no cuzinho dela, chegando a bater o saco na bucetinha dela, chegando a montar em cima da bunda gostosa dela e cavalgar... e ela louca tomando um sacode de quatro do filho, balançando os peitos se arrastando na cama, gemendo desesperada e agoniada enquanto gozava no entra e sai, no vai e vem, mete e puxa do pau duro do filho fodendo forte e veloz o seu cu... o filho comendo o rabo gostoso da sua mãe de uma forma espetacular e selvagem no meio de uma quente madrugada, de certa forma, o que mais deu tesão a ele enquanto comia o rabo da sua mãe era imaginar ela na mesma posição dando o cu pro mesmo macho que neste instante estava dormindo no quarto dela... a mamãe Ana gemeu e gozou feito uma puta, enquanto o filho botou pra arrombar o cu da mamãezinha... e só tirou quando esporrou dentro...
No dia seguinte, ele chega da escola e encontra a mãe conversando com um cara na cozinha, o cara olha pra ele e o cumprimenta com um gesto de cabeça, ele não dá importância e sai de perto e vai direto pro quarto, onde tira sua farda da escola e dá um tempo até o cara ir embora. Ao sair do quarto Vitor vê através da porta aberta terraço afora, a mãe se despedindo do cara lá no portão. Em seguida Ana entra, e na cozinha encontra o filho mexendo nas panelas do fogão, passa por trás dele dando um beijo no ombro esquerdo nu dele junto a um:
- Oi, amor da mamãe? Tudo bem?
Ele vira pra ela e logo pergunta:
- Outro?
Ela, na pia, pegando uma louça e lavando:
- Moleque, já te disse, me deixa.
- A senhora fode demais.
- Eu sou solteira. Tenho o direito de me divertir, não acha?
Ele se aproxima dela, abraçando ela a encostando de bunda na pia e tenta beija-la na boca, ela vira o rosto e diz:
- Me solta, filho. Hoje não.
E ele, ainda abraçando ela e cara a cara:
- Eu não preciso esperar pra comer a senhora.
Ela empurra ele pedindo respeito. Vitor pega a mãe de jeito, ela tenta se soltar dele, ele dá um tapa tão forte na cara dela que ela cai, ele parte pra cima dela, ela tenta empurrar ele, ele meio por cima dela de quatro tenta segurar os braços dela e ela esperneia e bate na cara dele, ele dá outro tapa na cara dela, ela para, ele bate mais uma vez, ela virando o rosto pra um lado e outro e ele enchendo a cara da sua mãe de tapas, tapas, e mais tapas... a cada tapa ela geme... ele aperta a garganta dela... ela segura nesse braço dele cuja a mão está lhe esganando, Ana chega a sentir ânsia de desmaio de tanto que a mão do seu filho lhe esgana... de repente ele sola ela e de forma repentina ele usa suas duas mãos pra rasgar a blusa dela ao meio e fazendo os peitões dela saltarem do seu frouxo sutiã e chacoalhando... ele cai de boca mamando nela com pressão e força na boca, como se fora arrancar seus grandes mamilos, ela geme e se contorce deitada de costas no chão da cozinha, o moleque ainda enfurecido e tomado por uma tara selvagem rasga a saia dela e puxa a calcinha dela arrebentando, ela se contorce tentando se virar e se sair dele, ele doma as pernas dela arreganhando ela e vai deitando por sobre ela, onde desfere mais um tapa na cara dela... e esse nocauteia a mãe, ela fica lerda enquanto ele puxa seu pau pra fora de seu short e de forma forçada ele esfrega a cabeça no rachado da buceta dela e mete de uma vez, fazendo ela chorar e gritar... e assim Vitor começa a estuprar a sua própria mãe no chão da cozinha, bombando com toda força no meio das pernas dela... ela gemendo e chorando e ele metendo a rola com toda a velocidade que ele consegue impor em seus jovens quadris, batendo virilha de forma seca TAP TAP TAP TAP TAP TAP TAP enquanto urra feito um animal, repetindo a frase:
- Você é minha mãe, minha mãe... miinhaaaa...
Ana ergue seus pés pro alto, toda arreganhada aguentando as bombadas do filho quicando no seu meio e suas velozes socadas de rola em sua buceta, e olhando pro rosto dele enfurecido por sobre o seu, ela sussurra entre gemidos ofegantes e se tremendo toda:
- Eu tô gooozaaaannnn... rraahhhhhrrr...
Vitor passou a dormir com a mãe na cama dela toda noite, e toda noite ele comia ela. Passaram a ter uma vida de namorados, marido e mulher... Certo dia ele voltou ao final da manhã, ele tinha ido jogar bola com os amigos, e ele aqui só de short, meias e chuteiras, todo suado, camisa do seu time jogada ao ombro... A mamãe Ana estava na cozinha terminando o almoço... só de vestidinho solto, chacoalhando seus peitos gostosos a cada movimento e rebolando aquela sua delícia de rabo... Só que aqui, Vitor não veio só, ele estava acompanhado de um amigo seu do futebol, Bruninho, um rapas negro, alto, esbelto de corpo malhado... e que também estava aqui só de short, meias, chuteiras e camisa jogada ao ombro. Sendo que Ana assim que colocou seus olhos nele, riu toda faceira, claramente flertando com o amigo do filho.
Vitor serviu água ao amigo enquanto a mãe, em pé e virada diante do rapaz, convidava ele para almoçar junto com ela e o filho... Bruninho adorou o convite, olhando pro amigo Vitor, que se mantinha sério e chateado com o comportamento da sua mãe, se jogando dessa forma explícita pro amigo dele, que aqui era apenas um garoto de 18 anos. O amigo Bruninho se sentou a mesa enquanto conversava e observava meio que desconfiado a mãe gostosa do amigo, ora virando de costas e rebolando sua bundona em seu vestidinho de tecido mole enquanto mexia com a colher na panela, ora virava de frente e deixava Bruninho olhar pros seus moles peitos fartos trepidando a cada movimento de seus braços enquanto ela enxugava mãos num pano de pratos, ou erguia os braços passando mãos nos cabelos... ajeitando o elástico que os prendia, e a gostosa mulher estava sem sutiã, onde o decote seguia o movimento dos seus peitos e assim ia se abrindo e quase deixando algum escapulir para fora... bastava ela virar de lado e Bruninho conseguia ver um mamilo.
Vitor estava num misto de ciúmes e tesão em ver sua mãe seduzindo o próprio amigo. Nisso, ele disse que ia tomar um banho e deixou o amigo sozinho na cozinha com a mãe. Vitor debaixo do chuveiro, colocou uma mão no pau duro e começou a tocar uma, imaginando a mãe e o amigo lá na cozinha, fodendo em cima da mesa. Toda essa situação deixava ele louco de prazer. Tanto que nem foi preciso ele demorar na punheta e seu pau deu uma forte esguichada de porra nos azulejos da parede, onde ele se tremeu cambaleando.
Depois da punheta e ainda de pau duro, Vitor fez questão de ficar minutos a mais no banho, para quem sabe dar tempo de rolar algo entre a mãe o amigo lá na cozinha... Só que quando ele saiu do banheiro e veio pra cozinha, viu que o amigo já estava almoçando, já a sua mãe estava um pouco distante dele, em pé diante da pia e de costas pro amigo sentado enquanto almoçava, pois ao tempo em que Bruninho degustava da comida da gostosa mãe do seu amigo, ele ficava se deliciando com a sua bunda mexendo em seu vestidinho.
Depois do almoço, bastou o amigo ir embora, que Vitor tomou satisfações com a mãe, pegando ela pelo braço e ela disse:
- Vai me estuprar de novo? Você não é meu dono, moleque, me larga!
Vitor obedeceu, pediu desculpas e disse:
- Você tava se mostrando pro meu amigo, não faz isso, se comporte como minha mãe.
Ana apenas riu e recomeçou a fazer suas tarefas esnobando seu filho, sentindo raiva e tesão pela mãe, ciúmes e desejo por conta desse exibicionismo e sedução ao seu amigo. Depois disso, Ana passou a censurar o filho, que continuou maluco de tesão olhando pra ela sempre com roupas insinuantes mostrando coxas gostosas, sua bunda maravilhosa e seu par de peitões suculentos... mas ela impediu ele de lhe tocar enquanto ele não se comportasse e vivesse com ela sem se achar dono dela. Vitor se esforçou, os dias foram passando, Vitor continuava tendo que aguentar e conviver com a mãe chegando em casa da academia ou de suas caminhadas ao final da tarde, acompanhada de algum homem, onde ela o levava pra cozinha, servia água, suco, conversava entre risos... e logo o levava pra seu quarto. Vitor da sala tinha que ficar enciumado e imaginando ela dando pra esse cara desconhecido que ela conheceu na rua e trouxe pra casa. Afinal, ela podia, era uma mãe solteira, ainda jovem, sedutora e fogosa.
Um dia então, Vitor saiu cedo, 9 da manhã, todo de uniforme de futebol, onde se despediu da mãe e foi se encontrar com os amigos. Ela ficou aqui sozinha em casa, fazendo as tarefas do lar. Quando eis que alguém toca a campainha da casa, Ana vai atender. Era Bruninho, amigo do filho Vitor, ela riu toda animada, mas disse:
- O Vitor acabou de sair.
E Bruninho, colocou uma mão ao lado do portão e encarou a mamãe do amigo nos olhos, ela num vestidinho daqueles moldando suas curvas e recheios, exibindo por meio de um safado decote seu par de peitões gostosos e suas coxas morenas roliças... nisso ele falou meio sussurrado:
- Posso entrar um pouquinho?
Ana colocou o rosto pra fora do portão, dando uma espiada na rua e entrou de volta dando passagem pro amigo do filho, que entrou e ela fechou o portão, logo ela pegou ele pela mão, falando:
- Entra logo, anda.
E assim ela foi adentrando a casa, sala adentro, puxando o amigo do filho, o negro amigo Bruninho, e ali na sala mesmo ele a pegou a virando de frente e tascou-lhe um beijaço de língua que a coroa gemeu revirando os olhos, ao mesmo tempo escorregando mãos nela toda, por sobre seu vestidinho, apalpando peitos, os tirando pra fora do seu decote e os mamando, enfiando uma mão por entre as pernas dela, por baixo de seu vestidinho e apalpando sua bucetinha por sobre a calcinha, e a mulher louca, gemendo, se contorcendo em pé diante da pegada e dominação do amigo do filho. Mas logo ela empurrou ele que ele caiu sentado no sofá, onde ela pegou no short de futebol dele e o puxou... depois puxou a sunga dele... Ana se ajoelhou com um sorriso e olhar de admiração pelo pau preto de Bruninho e agarrando firme numa punheta caiu de boca... levando o moleque a gemer se tremendo aqui sentado.
Mamãe Ana parecia uma puta dando um trato na pica preta do amigo do filho, que se contorcia sentado, gemendo, uma mão na cabeça dela acompanhando seu movimento de rosto para baixo conforme ela ia engolindo a rola dele. A mulher era uma boqueteira de primeira classe. Usava seus lábios e língua como uma verdadeira prostituta, deixando o moleque louco enquanto espiava tudo.
Ana tirou seu vestido por cima, depois desceu sua calcinha, tirou seu sutiã e Bruninho sentado embasbacado com o quão gostosa essa coroa, mãe do seu amigo, chamando ela pra sentar em seu pau enquanto segurava seu preto pau em pé numa punheta... Ana se sentou de frente no colo dele, gemendo toda manhosa ao sentir o pau preto do moleque lhe enfiando na buceta até ela sentar por sobre as pernas dele... e louca de tesão, aos gemidos, a experiente mulher começou uma cavalgada sem trégua, botando pra esfolar o cacete preto do moleque... que gemia se deliciando com o sobe e desce da xoxota molhada dela socando em seu pau e com o espetáculo que era a movimentação do corpo farto dela, subindo e descendo, com ela dando bundadas nas coxas dele, fodendo o pau dele... com seus peitões chacoalhando ao ponto de baterem no corpo dela... depois do primeiro orgasmo a coroa permaneceu sentada no colo do moleque e rebolou, apertando o pau dele ao contrair sua buceta.
Bruninho a beijou a boca e deitou-se por cima dela enquanto a mesma deitava de costas no sofá. E assim o amigo do filho mostrou todo o seu vigor ao mandar ver uma surra de virilha no meio das pernas abertas e de pés pros altos da mamãe Ana... que reagia aos gemidos do mais puro prazer enquanto gozava no vai e vem da rola preta do moleque... e ele chegou a aumentar muito a velocidade da bombada, dando uma paulada seca no meio das pernas da coroa gostosa, botando esfolar a buceta dela numa estocada forte sem tirar de dentro, a mulher gemia chorado pedindo rola, pedindo pra ele não parar... e ele deu, arrebentou o meio das pernas de Ana numa lapada seca de virilha sem tirar o pau de dentro... e só parou quando gozou... enchendo a buceta da mãe do amigo de porra.
Bruninho deitou nela, a beijando a boca, sem parar de bater virilha entre as pernas da gostosa, indo de leve... quando eis que Ana se assusta ao ver o filho aparecendo na sala... sendo que ele aparece nu e se masturbando... Bruninho sai de cima dela, e ela se senta, olhando pro filho meio desconfiada e falando:
- Que porra é essa, filho? Tava me vendo esse tempo todo?
Ele, se masturbando:
- Continua.
Vitor e o amigo Bruninho ficam em pé diante de Ana, sentada no sofá, ela passa suas mãos em seus cabelos negros, meio assustada com a dimensão que está tomando essa loucura... ela olha pros dois moleques, o filho e seu amigo, em pé diante dela, os dois nus e segurando seus paus numa punheta apontados para ela... nisso ela ri mordendo seu lábio inferior, chama o filho de sem vergonha, dá uma jogada de cabelos pra um lado, se senta melhor na ponta desse sofá e agarra os dois cacetes, masturbando os dois ao mesmo tempo, até que ela cai de boca primeiro na rola do filho, depois se passa para a rola preta do amigo dele... na verdade Ana não se contém em chupar por muito tempo uma rola, troca o tempo todo, adorando provar cada uma e assim ela foi se deixando levar por essa putaria armada pelo filho envolvendo o amigo dele.
Bom e já que era putaria liberada, a mamãe Ana pegou o filho e seu amigo pelas suas mãos e os levou para seu quarto. Onde na sua enorme cama a gostosa se deitou se arreganhando toda e enquanto tinha a sua buceta chupada pelo próprio filho, ela chupava a rola do amigo, Bruninho completamente impressionado vendo o amigo chupando a sua própria mãe... mas claro, achando isso bem excitante... Ana gozou na chupada que tomava em sua buceta do tarado filho, gemendo de boca na pau do outro... um belo pau preto que ela não tirava da sua boca, uma delícia de pau pra se chupar muito, o qual deixou bem babado de tanto o moleque Bruninho empurrar na boquinha dela... e por falar em empurrar... Bruninho ficou ainda mais impressionado quando viu o amigo se erguendo, pegando sua mãe por baixo das suas pernas e lhe metendo a rola na buceta , sendo que Vitor meteu falando pra ele:
- A buceta da minha mãezinha é uma delícia, né, não?
Bruninho riu, chamando o amigo de maluco. E ele ali bombando entre as pernas da mãe, metendo-lhe a rola na buceta sem dó, batendo virilha nela sem tirar de dentro... e ela trepidando de costas na cama com as bombadas do filho e gemendo de boca no pau do amigo dele... só tirou a boca da rola preta de Bruninho para falar gemendo enquanto gozava:
- aaaii fiilhoooo, a mamãe tá gozaanndooo, meetee, meeteee, meeeteeeeeehhh...
Vitor acelerou a bombada no meio das pernas roliças da mamãe, dando o que ela queria, rola na sua buceta... mas logo o amigo, completamente empolgado e admirado com a cena do amigo metendo na própria mãe, disse:
- Deixa eu meter nela.
E Vítor, mandando ver no meio dela, quicando virilha entre as pernas dela, metendo rola na buceta dela sem parar, encarou o amigo e perguntou de respiração ofegante:
- Gostou de meter na minha mãe, né, seu filho da puta?
Bruninho: - Sim, ela é uma delícia.
Vitor saiu dando a vez pro amigo, que veio deitando por cima dela, por entre as pernas dela, que se contorceu toda, pois Ana estava em estado de espasmos após gozar na bombada que tomou do filho e aqui gemeu ainda mais sentindo a preta rola do amigo dele lhe adentrando essa mesma buceta que a pouco estava sendo fodida pela rola do filho... e Bruninho entre as pernas dela já meteu socando, levando a coroa a quicar de costas na cama enquanto tomava uma nova sequência de pauladas no seu meio. Ela enlouqueceu de tesão, gemendo mais que uma puta, toda manhosa, abraçando o corpo negro de Bruninho contra o seu e sentindo o socadão da rola preta dele batendo de cabeça na parede do seu útero. Logo Bruninho trocou de lugar com o amigo, que meteu de novo, socando, bombando bem veloz e com toda a sua força... fazendo sua mãe trepidar forte nessa sua cama grande e macia... levando ela a gozar enfurecida... onde ela pedir gritando:
- ME FOODEE, ME FOOODEE, ME FOODEE, VAAIIMMRR, AAII, CARAALHOOOOHHH...
A mamãe virou puta dos dois moleques, cada qual pegando ela de jeito e metendo gostoso, fodendo com força a buceta dela... onde de quatro era a posição que eles mais se empolgaram em ver ela, pois a mamãe Ana era uma cavala de gostosa virada assim toda cachorra para eles, com aquela sua bundona morena clara toda aberta, mostrando cu e buceta em concha, onde ela gemia muito mais manhosa enquanto era domada aqui por Bruninho, sapecando sem dó nem piedade a virilha seca dele no rabão dela, que tremia as carnes e assim fazia ela ser arremessada para frente num puta sacode que fazia seus peitões por baixo baterem em seu corpo balançando forte, com seu rosto tomado por expressões de dor e prazer ao sentir toda a dureza e centímetros da pica preta do amigo do filho lhe arregaçando a buceta numa foda intensa, com o moleque a puxando pelas ancas e mandando ver... Ana gozou esguichando na pica preta do moleque socando sua buceta, onde ela se tremeu toda de quatro quase desabando de bruços, mas o negro cheio de vigor do amigo do filho a manteve de quatro e assim continuou encacetando a buceta dela por trás, mandando ver um sacode nela, socando intenso sem tirar de dentro, sentando o tapa nas nádegas dela e a chamando de gostosa do caralho bem alto... e sem camisinha Bruninho gemeu gritando, dando uma puta esguichada de porra dentro da buceta da mamãe do amigo... e ela, sem tempo de respirar, logo foi a loucura mais uma vez quando seu filho a pegou igualmente por trás, metendo-lhe a rola na buceta, Vitor sentiu seu pau se melando enquanto metia na buceta da sua gostosa mamãe cheia da porra do amigo... Vitor sentiu tesão ao ver por trás seu pau melado da porra do amigo, e assim puxou forte a sua mãe pelos quadris pra ele bater, bater, bater virilha na bunda gostosa dela e dar mais um sacode nela, ainda mais forte, puxando a mãe e sapecando a virilhada no rabão dela de doer as nádegas e fazer ela gritar, gritar, gritar...
A mamãe Ana se aguentou ao máximo de quatro, onde os dois moleques faziam o rodízio nela, a domando pelos quadris e competindo para ver quem dava um sacode nela com mais força... dois moleques cheios de virilidade, vigor, energia, com seus paus trincando de tesão por ela, os dois a fim de arrebentar com ela de tanto socar... e assim eles competiam pra ver quem socava o pau na buceta da coroca mais veloz, quem mais fazia ela gozar... e ela rouca já de tanto gemer e gritar, tomando um sacode após sacode do filho e do amigo dele, lhe metendo sem dó seus paus em sua buceta completamente desbeiçada e encharcada de tanto gozar, e eles metiam puxando os cabelos dela, surrando a bunda dela com tapas e mais tapas, xingando ela de puta, vagabunda, cachorra... e a mamãe em total estado de prazer absoluto, morando dentro de um orgasmo estendido, completamente esgotada física e mentalmente de tanto atingir os mais brutos orgasmos, um atrás de um...
Bruninho estava impressionado e igualmente excitado em ver o amigo comendo a própria mãe de quatro, mas claro, não ficou só olhando, pois enquanto o amigo comia a mãe, ele ficava ajoelhado na cama diante dela e com seu pau preto na boquinha dela, assim ela deu pro filho e chupou o amigo. A excitação e prazer de Vitor era de poder comer e dividir a mãe com outro, e ver ela gozando aos montes deixou ele ainda mais louco.
E tudo o que eles fizeram na buceta dela com ela de quatro, eles começaram a fazer no cuzinho dela, pois uma gostosa rabuda como a mamãe Ana, virada assim toda cachorra com uma raba tão gostosa e tentadora como a dela, não iria ter seu cu livre de levar umas pauladas desses dois moleques tarados, filho e amigo. O negro Bruninho teve a honra de ser o primeiro a domar a coroa gostosa por trás e a meter seu pau nesse cuzinho tesudo dela, que recebeu gemendo de prazer a rola dele no meio da sua bunda virada toda arrebitada e aberta para ele... pois os centímetros bem dotados da rola preta do moleque foi delicioso de sentir entrando... e completamente rouca, ela chorou de dor e prazer quando começou a ser puxada ela pelos quadris e a ser enrabada de uma forma dominadora por ele, que por sua vez gemia de tesão ao sentir com seu pau sem camisinha a maciez que era o cu da mamãe do amigo...
Bruninho acelerou seu pau entalado no cu da mãe do amigo, chegando a montar por sobre a bunda gostosa dela e quicar metendo até o talo no cu dela... e ela de cara na cama gemendo e gozando.
De cu arrombado foi a vez do filho, que pegou a mãe pelos quadris, a puxando e falando:
- Vem aqui, sua safada... Gostou de dar o cu pro meu amigo, foi? Anda, levanta esse rabo que agora é teu filho quem vai te enrabar.
Igual uma cachorra ela se manteve na cama, suada, cansada de tanto ser usada e abusada por esses dois moleques, mas ainda cheia de tesão enquanto aqui era domada pelas mãos possessivas do seu filho, lhe puxando forte pra ele meter forte e veloz o pau dele em seu cu... pau que entrava gostoso, fazendo a mamãe gemer manhosa e pedindo:
- aaiimmrr, aaiimrr, não paaraa, não para, filhiiinhoooohhrr, come o cu da mamãe, coomee, come o cu da mamãe, aaaahhhrr...
A mamãe Ana gostosa para o caralho de quatro, dando a bunda pros dois moleques, revezando, cada qual dando uma bela de uma comida de rabo magistral na coroa... ela já estava de cu arrombado, cheio de porra, pois impossível foi gozar fora de uma bunda gostosa como a dela... em determinado momento, Bruninho socou tão violento que a mamãe do amigo desabou na cama de bruços em estado de espasmos que mais parecia estar tendo uma crise epilética.
Os dias passaram e a mamãe Ana junto ao seu filho Vitor tiveram que confiar em Bruninho a relação incestuosa que viviam. A mamãe continuou curtindo a sua solteirice, sexualmente ativa, conhecendo outros homens, mas sem compromisso, apenas transas e nada mais. E claro, Vitor tendo que aceitar os parceiros dela em casa, onde ele não negava para si a excitação que sentia nisso, ver a sua querida e gostosa mamãe dando pra outros. Contudo, a relação deles dois em si era um caso à parte, pois aqui e ali eles se pegavam na sala, na cozinha, no banho... dormindo juntos na cama da mamãe Ana sempre quando ela não a ocupava com algum ficante seu.
Porém, eis que certo dia, a mamãe Ana estava na sala, toda relaxada num vestidinho e fazendo suas unhas dos pés... quando eis que seu querido filho Vitor chegou, todo suado, calção, meias arriadas, chuteira, camiseta do time do bairro por sobre seu ombro... Ela olhou para ele com olhos de felicidade junto a um sorriso em seu rosto, toda orgulhosa do filhão lindo que tem... ao mesmo tempo tendo uma surpresa... pois, Vitor, entrando aqui em casa, voltando do futebol, estava acompanhado do amigo Bruninho... e junto, o Leandrinho, o Caio, o Dudu, o Marcelinho, o Digão, o Baiano, o Beto e o Vini, o time todo do futebol de bairro.
Ana cumprimentou a todos, com um sorriso no rosto e um boa tarde, se mostrando gentil e carismática, e os moleques, entre 18 a 23 anos, alguns sem camisa, mostrando seus físicos viris, uns esbeltos e outros mais malhados, a maioria alto, onde 3 eram negros, ficaram deslumbrados com o quão bonita e gostosa era a mamãe do amigo Vitor.
Logo Ana se levantou e foi pra cozinha, onde pegou na sua geladeira uma carne moída, salsichas e foi fervendo numa panela com molho até ficar bem cheiroso, depois cortou em rodelas alguns tomates, desfiou umas folhas de alface... depois cortou uns pães de cachorro quente e colocou todos esses ingredientes dentro, onde preparou uns 15 cachorros-quentes para os rapazes, colocando numa bandeja e levando para eles na sala junto a uma garrafa de 2 litros de coca cola. E os moleques adoraram, estavam cheios de fome depois do futebol... e eles comeram tudo, usando e abusando do ketchup, mostarda... e a cada abocanhada que davam, eles miravam as curvas e recheios moldando o vestido da mamãe do amigo, como seus peitos fartos saltando o decote e a sua avantajada bunda rebolando enquanto ela ia e vinha da sala pra cozinha e vice versa. E Vitor só espiando os amigos comendo a sua mãe com os olhos, sendo que Bruninho percebia bem os pensamentos do amigo. Quanto a mamãe Ana, toda faceira, distribuindo simpatia e sensualidade pros amigos do filho, ora sentando ao lado do filho em um sofá e se metendo na conversa deles. E aqui e ali ela encarava alguns desses rapazes, principalmente os negros, e Vitor reparando nos olhares da mãe.
Ana então pega a bandeja com copos e vai pra cozinha, sob os olhares dos jovens amigos do filho para a sua bunda rebolando em seu vestidinho. Na cozinha, enquanto ela lava os copos na pia, aparece um dos amigos do filho, o Baiano, negro, moleque alto, malhado... todo metido, rindo pra ela e perguntando se podia beber uma água na geladeira. Ana permitiu. Baiano estava só de short, meias e chuteiras, e diante da geladeira ele bebia água e espiava a mãe do amigo ali meio que remexendo seus quadris enquanto lavava as louças. Logo chegaram mais dois, Digão e Beto, se juntando ao Baiano diante da geladeira aberta e bebendo água. Digão, moreno claro, alto, esbelto, puxou conversa com ela enquanto bebia, chegando junto de Ana na pia. Aí veio Vitor, o filho, atento aos amigos dando em cima da sua mãe.
Ele chegou nela abraçando ela por trás numa encoxada, beijando o lado do pescoço dela, e os três amigos aqui ficaram surpresos com tamanha intimidade com a mãe. E o mais curioso foi eles repararem nas feições dela, por ela deixar seu filho lhe pegar assim numa encoxada. De repente os demais rapazes vieram, onde de todos somente o Bruninho tinha certeza do que os dois eram capazes.
Vitor então desencostou sua mãe da pia, a virou de frente para os amigos ali olhando, e a pegando por trás ele começou a alisar o corpo dela, por sobre o vestidinho dela, e ela meio que se remexia de bunda colada na virilha do filho enquanto encarava os rapazes com um ar de quem estava disposta a tudo... o moleque encoxando a mamãe por trás diante dos amigos, deslizou as mãos pelos corpo dela até os peitos dela e as enfiou decote adentro, agarrando os dois e os puxando para fora... os caras não acreditavam, porém, estavam loucos de tesão admirando os belos e suculentos peitos da senhora mãe do amigo... que escorregou uma mão no corpo dela, metendo por baixo de seu vestido e apalpando sua buceta... Ana se remexia rebolando de bunda colada na virilha do filho...
Os amigos de Vitor estavam em estado de susto e excitação, pois a coroa era uma puta gostosa, e isso era a coisa mais louca que eles estavam aqui presenciando. Enquanto mãe e filho se deixavam levar por uma libertinagem, uma ousadia que nem a psicologia explica, de tão pecaminosa intensão e ação. Onde a mamãe Ana se virou de frente ao filho, se agachou puxando o short dele com sunga e tudo até os pés de chuteiras dele e lhe abocanhou o pau num boquete guloso.
Os caras falavam entre si, incrédulos, mas adorando ver tudo isso, Vitor sendo chupado pela mamãe agachada pedia aos amigos que não filmassem.. eles obedeceram, porém, Bruninho chegou junto da mamãe ali agachada chupando a rola do amigo e filho dela, puxou seu pau preto pra fora e colocou na carinha dela, que se virou agarrando o pau dele e o abocanhou também... daqui em diante, motivamos pela putaria, vieram Digão, Beto e o Baiano, puxando seus paus pra fora de seus shorts e bermudas do futebol e colocando pra mamãe safada e gulosa do amigo chupar... e ela louca, gemendo, foi segurando de duas em duas cada rola, masturbando e caindo de boca numa gulosa e babada mamada. Eram 10 garotos, o time de futebol do filho. Todos em pé diante dela agachada, dando seus paus pra ela chupar... e ela chupava enlouquecida, gemendo e revirando seus olhos tamanho tesão.
Quando então a mamãe Ana se levanta, pega o filho e um dos amigos dele, o Baiano, ambos pelos seus paus e vai saindo do meio dos outros, puxando eles e caminhando cozinha a fora, a mulher de vestido arriado, peitos expostos bem inchados de mamilos endurecidos de tesão, olhando ao redor para eles com um sorriso safado em seu rosto, boca babada de tanto chupar rola e chamando eles... que acompanharam.
No quarto, na cama. Essa coroa gostosa, completamente pelada, foi pega primeiro pelo tal de Baiano, que deitou no meio das pernas arreganhadas dela metendo-lhe a rola preta sem camisinha na buceta e começou a bombar forte... ela gemia quicando de costas na cama diante da paulada que tomava entre as pernas desse amigo negro do filho, lhe socando o pau na buceta sem dó, enquanto ela revirava sua cabeça caindo de boca na rola de um e outro ajoelhados na cama aos lados dela...
O Baiano saiu de entre as pernas da coroa gostosa e deu a vez pra outro... e ela continuava deitada toda arreganhada oferecendo aquela sua delícia de buceta de lábios molhados e abertos entre pelos pretos, e que aqui foi penetrada pela rola do segundo, lhe bombando forte, dando uma bela comida nessa sua buceta... e assim todos tiveram sua vez, todos queriam meter a rola na buceta dessa coroa gostosa, safada, liberando pros amigos do filho e pro filho junto, Vitor também deitou em sua mãe pelo meio das pernas dela e mandou ver uma paulada de fazer ela quicar de costas na cama gemendo enquanto mamava nas picas de mais dois aos lados dela.
10 moleques mandando ver na coroa, nessa mamãe safada, e ela querendo, pedindo entre gemidos...
“Vem... me foodee, me foodee, assimmr, meetee, meetee, não paaraa, não paaaraa, eu quero picaaa, eu quero piicaaa, aaiimmrr, aaaiimmrr, não paaraaa... Vem você, vem filho, come a mamãe pros teus amigos ver, veeemm, aaiimrr, aaassimmrr, me meeteee... aaii, minha buceta quer pau preto agooraa, vem aqui, negão gostoso, veemmm... aaimmmrr, aaiimmrr... aaii eu vou goozaarr...”
A mamãe Ana na verdade tinha que falar todas essas putarias em meio a rolas e mais rolas invadindo sua boca, pois ela chupou o tempo todo. Alguns não aguentaram e esporraram dentro da boquinha dela enquanto ela os chupava forte... como também ela tomou gozada na cara.
Mas o mais gostoso foi quando ela se virou para eles na cama de quatro... e claro, olhar pra uma coroa cavala como essa, gostosa pra caralho, fogosa e pedindo rola a todo momento, no meio de uma putaria com 10 machos como essa... foi difícil conter o controle. E o mais louco, é que a bundona da mamãezinha era um tesão só de olhar... uma gostosa bunda morena clara, bem redonda, uns 102 cm... a bucetona dela toda inchada de tanto que levou pau, ali por baixo dela de quatro, em forma de concha... e aquele seu cuzão no meio... um cuzão com pregas morenas mais escuras, piscando... entrando e estufando, pedindo pica, pedindo pra ser fodido...
E esses moleques pegaram essa gostosa por trás e deram um sacode nela com tanta força que ela era arremessada para frente aos berros... a coroa chegou a chorar de prazer a cada moleque que pegava ela de jeito pelos quadris e a puxava pra socar pau ora na sua buceta, ora no seu cu... principalmente no cu... pois comer uma coroa gostosa e rabuda como esse de quatro, não tinha como não querer meter no cu dela... e eles meteram e socaram com requintes de estupro, de brutalidade, era cada paulada no cu dessa mamãe gostosa... era como uma prova de virilidade para eles poder comer essa fêmea dessa forma, um teste de macheza, onde cada um botava pra esfolar com a buceta e arrombar o cu da mãe gostosa do amigo, mandando ver cada lapada de virilha seca no rabo dela que as nádegas tremiam se avermelhando numa surra constante, sem falar dos tapas que alguns davam nela enquanto a fodiam, tapas e mais tapas chegando a cortar a pele das nádegas dela... e cada pau duro lhe socando veloz, ora a buceta, ora seu cu, era uma gozada que ela dava, aos gritos de:
“ME DÁ ROOLAA, ME DÁ ROOLAAA, EU QUERO ROOLAAA, IISSOO, IISSOO, NÃO PAREM, DE METER SUAS ROLAS EM MIMMMRR, VEEMMM, VEEEMM, ME COMAM, ME COOMAAAM, AAII, COME MINHA BUCEETAAA, COME MEU CUUU, MEU CUUU, EU QUERO TOMAR NO CUUUHHHRRR... EU QUERO ROOLAAA...”
Vitor, em certo momento, apenas espiava dali de perto a imagem da sua mamãe, toda cachorra de quatro na cama, toda ensebada de suor entre gemidos gritados e chorados, tomando um sacode de todos aqueles seus amigos. E ele de pau duro na mão, batendo punheta em homenagem a isso... a essa insanidade rolando da forma mais livre no quarto da sua mãe, em sua casa. A mulher dava a buceta e o cu pra todos, e era cada orgasmo violento que ela tinha, principalmente dando o cu... e era o que eles mais faziam, comer o cu dela, pegando ela de jeito pelos quadris, a puxando e metendo até o talo numa socada intensa o pau no cuzão dessa coroa rabuda, o cuzão da mamãe rapidamente virou um poço de esperma, tinha moleque que parava de socar e a puxava prendendo a virilha na bunda dela, de pau atolado no cu dela enquanto jorrava toda a sua porra lá dentro do cu dela, e ela pedindo, cansada, encharcada de suor, rouca de tanto gemer, gritar e falar putarias:
“Come meu cuuu, coommeee... eu quero pau no meu cuuuuhhhrrr...”
Alguns moleques foram parando, cansados mesmo, banhados de suor... mas as posições foram mudando, e ela sempre com um pau em sua boca e outros em seus outros buracos... outros moleque com vigor de atleta continuavam metendo a vara na buceta e no cuzinho dela... e ela montou em cada um deles, de um por um, com cada um por vez deitando na cama e ela vindo por cima, onde ela saltitava seus peitões batendo em seu corpo conforme ela subia e descia pulando montada na pica de um e outro por vez... remexendo aquela sua bunda gostosa de um jeito sexy, pra cima e pra baixo batendo em coxas, galopando e mamando, e ela cavalgava tanto dando a buceta como dando o cu... alguns moleques continuavam de meias e chuteiras...
E montada a mamãe Ana começou a levar de duas ao mesmo tempo... sentada montada numa rola fodendo sua buceta ela gemeu recebendo uma outra por trás, em seu cu... era a primeira DP de Ana... e o mais gostoso, tinham 10 moleques para fazê-la provar duas rolas juntas... ela toda gostosa montada de quatro em um pau na sua buceta e um moleque montado na bunda dela, mandando vez seu pau no cuzão dela... e ela louca, gemendo e pedindo entre eles:
“IIISSOOO, IISSSOO, NA BUCETA E NO CUUU, NA BUCETA E NO CUUU, AAIIMMMRR, AAII DELIIICIAAA... É BOM É ASSIMMMRR, DOIS DENNTROOOO, AAAHHHRR, AAHHHRR... AAIII, COMO É BOM DAR PRA DOOOIISS, AAAHHHRR...”
Vitor também teve esse sabor de comer a sua mãe junto com outro, ela aqui montada de quatro na pica de um fodendo sua buceta e ele montado na raba dela, mexendo seus quadris e socando seu pau lá dentro do cuzinho dela... Todos tiveram vez na mamãe gostosa do amigo, todos meteram separados ou juntos. Todos foderam ela.
Mamãe Ana desmaiou de cansaço, ofegando de tão consumida, olhos fechados, encharcada de suor... negros cabelos grudados em seu rosto e costas de tão molhados... em meio aos panos desarrumados e melados da sua cama... em meio aquele forte cheiro de suor e sexo no quarto. De buceta completamente desbeiçada e com seu cu arrombado minando esperma.
Os dias seguintes a essa loucura foram de calmaria, de normalidade, com ela cumprindo com as suas funções de mãe e dona de casa, a tarde indo pra seu trabalho e voltando a noitinha, indo fazer suas caminhadas, indo a academia vez e outra pra manter a forma e o vigor... e claro, em casa, tomando aquele banho gostoso junto com o filho, mais tarde dormindo de conchinha com ele... aos finais de semana saindo, indo se encontrar com algum ficante seu, ou o trazendo para casa. Deixando o filho sempre excitado ao imaginar ela fodendo com outro, mas ciente de que, mesmo ela querendo outros... ele sempre teria a sua vez.
FIM!
Obrigada por lerem e comentem, por gentileza.