Porque transa entre amigos é mais gostosa?



Todo santo dia, Edvaldo, ou Ed, de 25 anos, dava um jeito de ir na lojinha da amiga Suzana, ou Susy, de 20. Era uma lojinha de produtos do Paraguai que ficava no centro comercial do Rio, ao lado de várias outras lojas. Não era tão movimentada, inclusive, dava até prejuízo para ela. Susy passava a maior parte do tempo sozinha, e isso era ótimo para Ed, que chegava e se acomodava, demorando o tempo que queria por meio de longas conversas com ela... Susy não reclamava, pois gostava da companhia do querido amigo. Amizade que começou há um ano e meio, época em que Susy estava começando com a loja e Ed foi um dos primeiros clientes dela, que chegou para comprar um despertador, a empatia à primeira vista rolou e deu início a então amizade.


Eles viraram aquele tipo de amigos que se abraçavam, trocavam carinho... mas sem passar dos limites, claro. Susy tinha um namorado, Carlinhos, uns 32 anos, vez em quanto vinha na loja vê-la, e apesar do compromisso com esse tal de Carlinhos, ela era bem festeira, adorava sair a noite com as amigas e voltar no outro dia pra casa... Já Ed era do tipo reservado e tímido, como amigo era conselheiro, se expressava super bem e era bastante maduro para a pouca experiencia com mulheres. Na verdade ele não namorava. Era um cara simpático, porém, sem tanto trato com as garotas... Sendo que ele nutria um desejo encubado por Susy. Ela não sabia, se sabia disfarçava, pois apesar de um ótimo amigo, Ed não fazia o tipo dela.


Susy era baixinha do tipo gostosa, branquinha dos cabelos lisos, compridos e castanhos avermelhados sempre amarrados com um elástico. Rosto pequeno, uma linda boquinha, olhos caramelados com cílios salientes... toda pequena, mas dona de uma bundinha arrebitada e um par de peitos que era o chamariz do seu corpinho... Sim, Susy era uma vaquinha de tão tetuda. Os machos que entravam na lojinha dela de cara olhavam pros peitos dela... e ela ainda gostava de usar blusinhas que ressaltavam a gostosura dos mesmos. E claro, Ed, o amigo, adora conversar com ela de frente, e, sempre quando podia, abaixava o olhar para dar aquela espiadinha básica, ela até notava os olhares dele invadindo seu decote, mas nunca reclamou.


Na verdade, Ed já entrava na lojinha da amiga Susy de pau duro. Ele tinha muito tesão nela, pisava sempre no freio pra não cometer loucuras e não perder a amizade, e apesar dele saber que não tinha chances com ela, o que dava esperança para ele era saber que ela não era fiel ao namorado. Susy, inclusive, já havia deixado claro isso pro amigo Ed numa conversa, que adorava sair com as amigas para bares e pagodes e passava o rodo nos caras sem pudor nenhum. Ed, por sua vez, se fazia valer de preocupado com ela e aconselhava ela a ter cuidado, mas ela ria, falando para Ed que curtia ser assim, fazia a fila andar por prazer e diversão, mesmo namorando o tal de Carlinhos. Ed evitava de ficar por muito tempo na lojinha da amiga Susy quando esse tal de Carlinhos aparecia ou estava com ela. Carlinhos era um sujeito gordinho, funcionário público, um tipo sem graça, Ed ficava até se perguntando como que um cara sem graça desses conseguiu chegar junto de Susy e namorar com ela.


Ed não trabalhava, vivia de bicos com manutenção de computadores em casa e nem estudava, fazia um curso aqui e ali, mas nada que tirasse o tempo de sobra dele pra gastar na lojinha da amiga, só pra ficar na companhia dela, diante dela, olhando pra ela, e claro, sentindo seu pau rachar de duro dentro de suas bermudas e cuecas por causa da gostosura dela.

Ed adorava elogiar a amiga, sua beleza, seus olhos, seu sorriso, mas sem dar em cima dela... ela adorava, até se emocionava com o carinho do amigo. Aqui e ali ela estava ajeitando uma prateleira da lojinha e chamava ele para ajuda-la, aí rolava um cheiro, um beijo no rosto, um abraço... às vezes ele até se afastava um pouco quando abraçava ela pra ela não sentir seu pau duro em suas bermudas. Mas claro, Ed tinha que se controlar, manter tais pensamentos ousados presos em sua mente. Pensamentos que só serviam mesmo para que ele, no banho, em casa, castigar seu pau em punhetas guiadas por tudo aquilo que ele lembrava dela. Nossa, Ed praticamente gastava toda a sua porra batendo punhetas diárias pela amiga Susy.

Tinha dias que ele chegava na loja e encontrava algum carinha saradão de papo com ela, pois em frente a lojinha havia uma academia, e alguns garotões sarados iam até a lojinha de Susy jogar uma conversa nela, e ela adorava, ficava toda alegre se fazendo de fácil pros rapazes, rindo, abraçando eles... ela se jogava mesmo... e os garotões abraçando ela, beijando seu rosto, alguns marcavam de pegar ela logo mais a noite... e claro, Ed sabia que a amiga Susy dava pra todos esses garotões, onde ele ficava mesmo só na vontade. Pois era o amigo querido, gente boa e conselheiro, e assim se comportava como tal. E ela, inclusive, adorava pedir a opinião dele sobre alguns desses caras que ela conhecia. Por exemplo, teve um dia, na lojinha dela, que eles dois estavam conversando e ela disse:

- Ed, sabe aquele cara que tu viu ontem aqui na loja, conversando comigo?

- Aquele com cara de porteiro de condomínio?

Ela gargalhou, Ed tinha um ótimo senso de humor, e ela disse:

- Sim, rsrsrs... esse mesmo, rsrsr... Então, é que ele quer sair comigo... e eu não sei se aceito.

- Ué, qual o problema? Tu trai teu namorado direto. Mais um, menos um, se joga, ora.

- Não, mas é queee... ele é noivo de uma mulher em São Paulo. E aí, o que é que tu acha?

Ed, usado de toda a sua sinceridade, disse pra amiga Susy:

- Querida, é o seguinte. Se ele é conta pra você que é noivo, é porque ele quer deixar claro pra você que ele não vai largar a noiva pra ficar contigo. E ele só tá contando isso pra você porque a noiva dele mora longe. Meu amor, olhe pra você, você é bonita e gostosa, o que você acha que um cara como ele, na situação dele, quer de você? Claro que ele só quer te comer e pronto. Agora, resta saber se você topa se sujeitar a isso, dar pra ele, ou ser amante dele, porque largar a noiva pra ficar contigo, sinto muito, ele não vai fazer isso.

Susy consentiu, pois a verdade dói, e Ed é um ótimo amigo para falar pra ela umas verdades. Bom, o certo é que ela aceitou o conselho de Ed e deu um fora nesse tal cara que queria pegar ela. Porém, continuou dando mole para outros, pois Susy não largava a mão desse seu jeito oferecido.

E essa amizade entre Ed e Susy foi rolando durando o ano todo, entrando no segundo ano... e ele desejando a ela feliz natal e boas festas... e o tesão por ela continuava, a garota ficava mais e mais gostosa, e seu par de peitos parecia mais exuberante em suas costumeiras blusinhas, e Ed entrando e saindo da lojinha dela de pau duro.

Aí teve um dia em que essa amizade teve um novo sentido, ultrapassou um certo limite, pois Susy estava aqui em sua lojinha e Ed, vagabundo como sempre, chegou e se sentou num banco diante dela, separados por um balcão e assim começaram a conversar, como sempre. Sendo que ela disse:

- Nossa, eu tive na praia esse final de semana e me machuquei, sabia?

Ed: - Machucou? Como assim?

- Eu tava numa pedra, veio uma onda e me deu uma rasteira, rsrsrs, eu caí de bunda na pedra e doeu muito... ralou minha bunda toda.

E nisso, Ed, brincalhão como sempre, disse:

- Sério? Deixa eu ver?

Susy gargalhou, mas disse olhando pra ele:

- Eu mostro. Quer ver?

Ed calou... e disse depois:

- Quero.

Susy olhou pela porta de vidro da lojinha rumo a calçada lá fora, com pessoas passando, mas sem entrar ninguém, então ela disse:

- Peraí.

Ela se afastou um pouco do balcão e chamou ele para perto, ele se levantou do banco dele e caminhou até a entrada ao lado desse balcão onde ela estava parada em pé do lado de lá... e nossa, Ed estava aqui com seu coração a mil por hora, pois, uma pergunta boba em tom de brincadeira e a amiga Susy levou à sério... e ele olhando pra ela ali do lado, de dentro do balcão, onde ela virou de costas pra ele e quando pegou nas pontas da sua minissaia jeans, ele disse:

- Peraí.

Ele se agachou de cócoras por trás dela, ela riu e disse:

- Nossa, rsrs precisa se abaixar assim pra ver?

E ele, brincando:

- É que eu sou míope.

Susy levantou a minissaia jeans e mostrou sua branca bunda pro amigo Ed, ali, abaixado atrás dela, ficou impressionado com a bela bunda da amiga... e realmente estava ralada nas nádegas, mas o que impressionou ele não foram as raladuras, mas sim a gostosura da bunda em si, as raladuras deram até um charme sadomaso que deixou ele mais louco... Nossa, a amiga tinha uma bela de uma bunda toda redonda pra uma garota baixinha como ela, e ela estava em pé se mantendo arrebitada para ele, nem precisava arrebitar, porque a bunda dela era arrebitada por natureza... Caralho, uma perfeição de bunda... e com a calcinha branquinha em rendinha toda enfiada no meio... e ele ali abaixado olhando, de coração a mil por hora e pau rachando de duro em sua bermuda, brincou:

- Eu não tô vendo nada, tua calcinha tá atrapalhando.

Susy gargalhou... e sabe o que ela fez? Ela virou seu rosto rente ao ombro olhando para ele abaixado ali atrás, e disse enquanto arriava sua calcinha bunda abaixo:

- Tá bom assim?

... Ed até se assustou com tamanha intimidade e confiança da amiga em mostrar sua bunda completamente nua para ele, de minissaia erguida e calcinha arriada. Ed, babando, caindo a pressão, quase desmaiando agachado atrás dela, disse:

- Posso tocar nas... raladuras?

E ela, em pé, de rosto virado meio rente ao ombro direito olhando para ele ali abaixado atrás:

- Pode.

Ed colocou suavemente as mãos na bunda branca da amiga Susy, e acariciou por sobre as raladuras, aliás, quando ele tocou as nádegas dela se contraíram, tendo um espasmo involuntário... ela até riu... falando:

- aaii, Ed, que mãos geladas, rsrsrs...

E ele, tocando as nádegas dela, acariciando por sobre as raladuras, brincou:

- Nossa, machucou mesmo, hein? Fez até um buraco no meio.

Susy gargalhou:

- kkkkkkk, ah, Ed, vai a merda, kkkkk...

E assim ela subiu a calcinha e a minissaia... e ele se levantou devagar e sem jeito por causa da sua ereção estufando sua bermuda e voltou a sentar no seu banco, impressionado e sob o impacto da imagem tesuda da bunda gostosa da amiga Susy. Chegando em casa, assim que ele tirou sua bermuda, ele viu que a sua cueca estava toda melada, ou seja, ele ejaculou espontaneamente só de olhar e tocar na bunda da amiga. E esse foi sem dúvidas o maior momento de intimidade entre eles. E foi justamente um momento inusitado e picante assim que serviu pra abrir caminho, quebrar a barreira, a linha tênue entre o respeito entre amigos e a ousadia.

Tanto que, noutro dia, era quase meio dia, o movimento lá fora e nas outras lojas aos lados estava calmo, Susy estava em pé diante do balcão, braços apoiados em cima e conversando pausadamente e num tom de preguiça com Ed, ele também falando pouco, na verdade ele estava mais olhando pra ela, em pé do outro lado do balcão, diante dela... mirando nos olhos caramelados dela, em seus cílios salientes piscando lentamente anunciando um soninho, sua boquinha linda toda rosadinha, seu rostinho delicado de boneca... e claro, aqui e ali descendo seu olhar e focando nos dois melões ali no decote da sua blusinha tope, querendo saltar para fora de tão suculentos... Susy notava os olhos do amigo descendo para seus peitos. E ele perguntou.

- Posso... te fazer uma pergunta... bem... íntima?

Ela, meio rindo: - Pode sim.

Edi: - Se tu tivesse queee... que dá uma nota 10 pra uma parte do teu corpo que tu mais gosta, que parte seria?

Ela riu... mas disse:

- Sei lá... minhas mãos.

Edi: - Tuas mãos?? Sério?

- Sim... porque? Ficou surpreso que eu disse minhas mãos? Queria que eu dissesse o quê??

Edi: - Não... é queee... sei lá... tu é tão bonita, eee... mãos... mãos são algo comum.

Ela olhando pra ele, disse:

- Tu nem olha pras minhas mãos, né?

Edi: - Olho, olho sim, são lindas, rsrsr...

- Mentiroso.

Edi calou, riu desconfiado olhando pra ela, ao mesmo tempo, a pica dele deu uma pulsada com força dentro da cueca e bermuda, e ela igualmente olhando pra ele com seus caramelados olhos. Ele não falou, mas desceu o olhar pros peitos dela, e ela riu, falando:

- Confessou, né?

Edi: - kkkkk, mas eu não falei nada...

- Nem precisou falar, só nesse teu olhar eu notei.

Ele riu desconfiado, ela também riu, e disse:

- Tudo bem, eu não me surpreendo, sabia?

Ele disse: - Eu sou tão óbvio assim?

Ela: - Tu é meu amigo, mas tu é homem... Eu já notei várias vezes tu olhando pros meus peitos.

Edi: - aaii, que vergonha, rsrsr... foi mal, desculpa.

Ela, rindo do jeito acanhado dele:

- Tudo bem.

Edi tentou não olhar mais pros peitos dela... foi complicando, onde ele disse:

- São lindos. Quer dizer... nunca vi... mas... vendo assim... são lindos.

Susy ria mordendo seu fino lábio inferior em meio a um silêncio entre olhares entre eles, e disse:

- Quer ver?

Ed deu uma latejada no pau dentro da sua bermuda, até arfou de tesão. Olhando pra amiga Susy ali em pé por trás do balcão, encarando ele com um sorrisinho safado em seu rostinho delicado de boneca. Onde ele respondeu:

- Quero.

Susy deu uma olhadinha para a porta de vidro da sua lojinha, pra ver se ninguém vinha, nisso ela sem pressa, quase que em câmera lenta... pegou nas pontas de baixo da sua blusinha e a subiu o suficiente para seus peitos saltarem para fora... diante dos olhos do amigo Ed. Ele arfou de novo. Ela estava com um sutiã branco em rendinha, mas só de olhar assim, ao vivo e a cores pros peitos dela de pertinho foi pra ele como se estivesse sonhando. Dava para ver os mamilos rosados espetados querendo transpassar a renda... Ela olhando pra ele, mordendo seu lábio inferior, perguntou:

- E aí, merece 10?

E ele: - Posso... pegar?

Ela respondeu rindo e mordendo o lábio inferior, balançando a cabeça para baixo, dando permissão. Ed então levou suas duas mãos rumo aos peitos dela, diante da blusinha dela erguida, onde ele os tocou, cada palma numa mama, por sobre seu sutiã branquinho em renda. E assim ficou apalpando... bestificado com o quão macios eram, volumosos. Ele ficou apertando de leve... ao mesmo tempo ele reparou no rostinho dela uma reação de tesão, onde ela mordia o lábio inferior, revirava seus caramelados olhos e arfava... e Susy permitindo, claramente sentindo tesão no toque dele acariciando seus peitos. Ed então encarou ela, e com as mãos ainda nos peitos dela, enfiou os dedos da mão direita no bojo do sutiã branquinho em renda dela e tocou melhor seu mamilo. Susy gemeu arfando... ele notando excitação nela colocou os dedos da outra mão no outro peito e então ficou aqui apalpando os dois peitos dela e a medida em que ele meteu as mãos por dentro do sutiã dela, os peitos se esparramaram para fora da peça e ele ficou com os dois em suas mãos. Ele os apalpava com movimentos circulares, massageando, ora um escapava da palma da mão dele de tão grandes e moles.

Ed apalpava e arfava, impressionado com a beleza e gostosura dos peitos da amiga, e realmente, eram peitos formosos, lindos. E ela com seus braços na mesa, jogando sua cabeça para um lado e outro enquanto revirava seus olhos e gemia manhosa... adorando as carícias do amigo....

Alguém chegou na porta da lojinha e rapidamente ela recolocou seus peitões para dentro do seu sutiã e abaixou sua blusa, respirando bem ofegante... já Ed se afastou se sentando no banco em frente a mesa, com certeza não aguentando a dureza que estava seu pau dentro da sua bermuda. O alguém que chegou entrou na lojinha... e ambos, Ed e Susy, ficaram disfarçando. Excitados ainda.

Depois que o tal alguém foi atendido e deixou a lojinha, Ed ficou morrendo de vontade de pedir pra continuar de onde eles paparam, mas Susy pareceu não querer continuar e se ocupou com algumas tarefas.

No dia seguinte lá estava Ed de novo na lojinha da amiga Susy, conversando com ela, distraindo ela, fazendo-a rir, ambos se comportando bem mais a vontade e cientes do que eles haviam feito no dia anterior, Ed ficou na expectativa de continuar a brincadeira com ela e ela olhando para ele, sabendo que ele estava querendo isso, mesmo que ele não tocasse no assunto e muito menos insinuasse. Mas Susy tinha trabalho pra fazer na lojinha, assim ela pegou um rodo com pano molhado e ficou passando no chão... e ele ali sentado num banco só olhando ela se movimento, principalmente a olhando por trás, sua gostosa bundinha naquela sua minissaia... Susy adorava minissaias. Eles conversavam em meio a isso... Ela deu uma paradinha, colocou o rodo encostado no balcão, colocou as mãos nos cabelos para ajeitar o elástico e ele a encarando... admirando a beleza da amiga, calado, espiando os peitos dela balançando no decote da sua blusinha conforme ela movimentava os braços erguidos amarrando seus cabelos... e ela olhando ele, vendo ele olhando pra seus peitos... ela riu meio mordendo seu lábio inferior e perguntou para ele:

- Que foi?

Ele: - Nada.

Ele não aguentou ficar só olhando, tomou atitude e se levantou, chegando nela num sutil abraço, colocando mãos na cintura dela, e ela encarando ele nos olhos, ela baixinha e ele mais alto, perguntou em tom de brincadeira:

- Já te mostrei a bunda, já te mostrei os peitos... Vai querer ver o quê agora?

Ele apenas disse:

- Deixa eu te dar um beijo?

Ela riu mordendo o lábio inferior, Susy era bem mais safadinha por ser mais ativa que o amigo, que quase ou praticamente não pegava ninguém. Nisso ela disse:

- Peraí.

Ela então pegou a plaquinha de fechado pra almoço e colocou na porta de vidro, a fechou com as chaves, em seguida voltou pra perto dele, pegando ele pela mão e o puxando para adiante do balcão da lojinha, pro banheiro... O banheiro era pequeno, onde ela abaixou a tampa do vaso e mandou ele sentar, ele sentou e ficou embasbacado com a figura linda e sexy da sua amiga Susy em pé diante dele, arrumando seus cabelos e rindo pra ele... a coisa mais linda do mundo, ele respirava ofegante e sem acreditar no que rolava ali nesse banheiro... e ela deu um tiro de misericórdia no tesão dele ao vir de frente, sentando no colo dele... Ed impressionado com ela, frente a frente, sentindo ela em seu colo, o cheiro dela bem de pertinho, olhando de frente pra carinha linda dela, praquele par de peitões em seu decote... onde ele apoiou suas mãos na cintura dela e ela debruçou seu rosto, com os braços por sobre os ombros dele e o beijou a boca. E no momento em que os lábios dela tocaram os lábios dele, Ed gemeu revirando os olhos e se arrepiando todinho, foi como se a força da natureza estivesse agindo nele todo... foi arrebatador... que boca, que beijo... era tudo o que ele queria.

Um beijo molhado, bastante chupado, ele chupando a língua dela e ela a dele... nisso ela rebolava no colo dele, o detalhe é que conforme ela rebolava a minissaia dela ia levantando cintura acima, até ela ficar sentada só de calcinha no colo do amigo Ed... ele beijava o branquinho pescoço todo dela, ela gemendo, revirando os olhos, ele escorregando mãos nas costas dela até apalpar cada nádega dela por conta da sua minissaia levantada... e ela rebolando sentada no colo dele, gemendo, ele de rosto fuçando no decote da blusinha tope dela, entre os peitos dela... Eis que ela pega nas pontas da sua blusinha e a ergue, libertando seus fartos e brancos peitos de sutiã pretinho em renda na cara dele, ele usou a boca para tirar um dos peitos para fora do bojo do sutiã dela... abocanhou mamando em um e noutro... Ed mamava impressionado com o tamanho que estava os peitos da amiga Susy, inchados de excitação, e ela remexia montada no colo dele, louca de tesão com a pressão da boca dele em seus mamilos, sugando-os forte.

E enquanto ela era mamada por ele, ela sussurrou entre gemidos:

- Quer me chupar?

Susy se levantou do colo dele, Ed desceu do vaso se ajoelhando no chão diante dela, que por sua vez, de minissaia levantada cintura acima, desceu sua calcinha até tira-la pelos pés... Ed agachado ficou suspirando ao encarar de pertinho aquela bucetinha linda da amiga Susy... pois quanto mais pálida a pele, mais rosada a buceta... e a bucetinha de Susy era toda rosadinha, sem nenhum pelo, lábios meio abertos, inchadinha como um capô de fusca... e um saliente grelinho que mais parecia um botãozinho, uma pimentinha... O banheiro era estreito, assim ela se apoiou com as mãos nas duas paredes laterais e colocou uma perna por sobre um ombro dele, agachado, encaixando sua buceta na boca dele. Ed ficou de rosto por baixo dela e mamando na xoxotinha rosada e carequinha da amiga Susy, e ela em pé, de braços abertos e mãos apoiadas nas paredes laterais, rebolando e assim esfregando a buceta na boquinha dele, dando a buceta para seu querido amigo mamar a vontade... e nisso ela ia gemendo manhosa:

- aaiimmrr, aaiimmrr, me chuupaaa, me chuuupaaa... chupa minha bucetinha, chuupaaahhh...

Ed chupava a bucetinha rosada, carequinha e inchadinha da amiga Susy fazendo barulho de estalos... ora empurrava a boca no rachadinho em constante movimentos de abrir e fechar dos seus lábios, fuçando no meio da xota... ao mesmo tempo, seu nariz, mais acima, se deliciava com o cheiro... aquele cheiro de buceta quando está com tesão... adentrando as narinas dele e deixando ele revirando seus olhos ainda mais louco pra chupar. Não demorou nada e Susy se tremeu toda de mãos nas paredes laterais, onde evitou gemer alto o quanto pôde enquanto despejava um forte gozo bem dentro da boca do amigo, ali, encaixada no rachado e espremendo a sua xoxota como uma fruta.

Ele se levantou agarrando ela e a beijando a boca com a sua boca toda melada do gozo vaginal de Susy... ela empurrou ele, o fez sentar no vaso mais uma vez, rindo pra ele, dando uma passada de mãos em seus lisos cabelos loiros avermelhados e disse:

- Já chega, Ed... Preciso abrir a loja de novo.

- Não, por favor, vamo ficar um pouco mais, vai. (ele, sentado no vaso, falou isso abraçando ela de frente, ao redor de sua cintura de saia erguida, de rosto em sua virilha nua.)

Susy ria chamando ele de tarado... e ele encostou na caixa de descarga, sentado, onde abriu sua bermuda, enfiou uma mão dentro e puxou seu pau para fora, mostrando pra ela numa punheta... Susy achou excitante olhar pra rola dele tão dura daquele jeito na mão dele a punhetando de leve... ela em pé inclinou seu corpo pra frente, estirando uma mão e segurou no pau dele e ficou masturbando, mas disse pra ele:

- Preciso abrir a loja, vão já me procurar.

Ele se levantou agarrando e beijando ela, afoito, chegando a encostar ela numa parede do estreito banheiro, ela ria e chamava ele de tarado, mandando ele a largar... ele chupando o lado do pescoço dela, descendo até os peitos dela... louco de tesão, respirando muito ofegante, completamente tarado... ela empurrou ele... encostou ele numa parede... e segurando no pau dele com aquela sua mãozinha delicada, ficou punhetando:

- Tu vai ter que colocar isso dentro da calça agora.

Edi: - Não, só amolece depois que eu te comer. Deixa, vai?

- Tu tá com camisinha aí?

Edi: - Não.

- Porra, Ed, tu quer me comer sem camisinha?

Edi: - Eu gozo fora... Por favor, só uma rapidinha, vai?

Ela rindo:

- Não, sem camisinha não. Espera, vem aqui.

Ela sentou na tampa do vaso, puxou ele pelo pau pra mais perto dela e abocanhou de um jeito guloso... Ed gemeu se tremendo e jogando o rosto pra cima assim que sentiu a pegada dos delicados e macios lábios da amiga agasalhando a rosada cabeça do seu pau, onde esses lábios macios dela se mexeram para frente numa certa velocidade tal qual uma punheta... indo até o talo da rola num vai e vem rápido... Susy também gemia e revirava seus caramelados olhinhos enquanto sentia o sabor do pau do amigo, pois ela é acostumada a mamar em alguns carinhas por aí, e aqui sentiu que a rola do amigo era uma delícia de chupar... ela expressou esse prazer com gemidos manhosos e com seus olhinhos se revirando... e Ed estava há tanto tempo de pau duro que encheu a boquinha linda da sua amiga Susy com seu esperma sendo expelido em jatos... uns 5 bem espessos e com força... ela fez: “mmmhhrrr” Na hora que sentiu a porra jorrando dentro da sua boca conforme ela movia seus lábios chupando a rola.

Logo ela se levantou, rindo, lambendo seus lábios e chamando ele de apressado... Ed, gemendo ofegante e meio cambaleando sob espasmos pós gozo, ficou impressionado com a forma que ela engoliu toda a sua porra sem fazer cara de nojo... Susy foi se recompondo, recolocando peitos para dentro de seu sutiã e blusinha, subindo a calcinha, descendo a saia amarrotada e mandando ele ir.

Ed ficou meio puto de raiva, pois seu pau ainda estava duro, pois o clima, ela ali com ele, tudo o que fizeram, ele queria apenas meter nela. Susy deixou o banheirinho e foi reabrir a loja.

No dia seguinte Ed estava no mesmo horário de sempre, na loja da amiga Susy, mas encontrou a loja cheia, eram quatro amigas dela, conversando na maior animação e entre gargalhadas sobre balada, shows, bares e ficantes... ele sequer trocou olhares com ela, pois viu que ela estava dando toda a atenção pras suas amigas. Nisso ele deixou a loja, foi embora... No outro dia, um sábado pela manhã, ele voltou, sempre no mesmo horário... e deu de cara com as portas de ferro da loja descidas com cadeados e tal... fechada. Ed foi na loja ao lado e perguntou pra dona:

- Que é que teve aqui que a loja tá fechada?

A dona da loja ao lado disse: - A Susy não veio hoje não... Amanheceu de ressaca.

Claro, era final de semana e Susy não dispensa sair. Certamente bebeu muito com as amigas e também deve ter fodido muito com outros caras... E isso deixou Ed frustrado. Ele foi pra casa, e como ela não abria a loja no domingo, ele voltou só na segunda-feira.... mas... assim que ele adentrou a loja, ele escutou sons bem familiares... Ed gelou, palpitou forte seu coração e assim foi dando passos rumo ao balcão da loja, onde os sons estavam mais altos... ele então deu sutis passos adiante e ao se aproximar do banheirinho que ficava logo ali... ele colocou seu rosto para dentro e flagrou sua querida amiga Susy sendo comida por um cara... ele viu a cena por trás do cara, que estava de bermuda arriada, onde a bunda dele se movimentava para frente e para trás... Susy estava de costas pro cara, de mãos na parede e um joelho em cima da tampa do vaso sanitário... ela estava de minissaia erguida e calcinha arriada nas coxas... o cara a segurava pelos quadris enquanto movia-se batendo virilha na bunda branca dela... e a cada movimento de virilha que o cara fazia para frente, Susy gemia:

- rraammrr, rraammrr, rraammrr, rrraammrr, rraammrr, rraaammrrr...

O cara olhou meio para trás e viu Ed ali na porta do banheirinho... Susy, de mãos na parede, olhou por sobre um ombro e disse entre gemidos:

- Sai daquiiihhhrr...

Ed deixou rapidamente a loja, sob o impacto da cena que flagrou. Sua querida amiga Susy sendo comida dentro do banheirinho da loja dela por um carinha alto, malhado e bonitão... e claramente ela estava sentindo muito prazer, pelo jeito que ela gemia enquanto ele metia nela por trás.

Ed passou uns dias sem ir na loja, se deu um pouco de amor próprio. Pois Susy era o tipo de garota fugaz, que ficava com quem queria sem pensar e apenas por tesão. Mas Ed, em casa, ficou se acabando na punheta pensando no flagra que deu nela... do cara comendo ela no banheirinho da loja dela... como também se excitava repensando nas experiências trocadas com a amiga até então, e ele queria mais, queria de fato comer ela... Ed era duro, não tinha um tostão no bolso, morava com os pais, nem podia convidar ela pra um motel.

Mas ele reencontrou ela, ele tinha ido numa casa lotérica, e transitando nas ruas, Susy cumprimentou ele com um aperto de mãos e um beijinho no rosto e disse:

- E aí, sumido? Vai mais me ver na lojinha não, é?

Ele rindo todo sem graça, afinal, da última vez ele a viu fodendo com outro cara:

- Ah, toda vez que fui lá tu tava com alguém, não quis atrapalhar.

Ela, olhando pra ele com aqueles seus olhinhos caramelados, rindo com sua boquinha pequena rosadinha:

- Tu gosta de prioridade comigo, né? rsrsr...

Ed apenas riu, confirmando que era isso mesmo, e ela disse:

- Vai lá amanhã de manhã, vou ficar sozinha.

Depois então do flagra nela fodendo com outro e de alguns dias sem ir na loja, ele chegou, numa manhã de terça, entrando todo contido, ela estava passando um rodo com pano molhado no chão, mas mandou ele entrar... ele entrou e sentou no banco diante do balcão e começou com ela uma conversa enquanto olhava ela passando o rodo com pano molhado no chão... e claro, ela de minissaia jeans, tipo de roupa que ela mais gosta, e ele espiando a bunda dela, suas coxas... e quando ela virava de frente, seus peitos grandes tremendo naquele decote ousado da sua blusinha. Enfim, Susy gostosinha como sempre.

Ela passou uns 20 a 30 minutos dando uma limpada na loja, depois foi ao banheirinho guardar o rodo e o pano molhado, lavou suas mãos na pia e veio pra loja, onde ela deu a volta no balcão e ficou em pé diante do amigo Ed, sentando num banco. Eles trocando olhares de frente e conversando sobre qualquer coisa... ele então colocou a mão direita ao lado do rosto dela, fazendo um carinho na face dela, um cafuné na orelha dela tão gostoso e sutil, que ela revirou seus olhinhos... e ele, ainda fazendo o cafuné na orelha dela, disse:

- Gosta disso?

Ela riu mordendo o lábio inferior:

- Gosto.

Ele continuou acarinhando a orelhinha direita dela, e ela deixou escapar um gemido manhoso, ele disse:

- Arrepiou?

E ela riu bem manhosa, a coisa mais linda, fazendo ele dar uma pulsada daquelas bem fortes no pau dentro da sua bermuda, e encarando ele com seus olhos caramelados meio embriagados de tesão, ergueu um braço seu, mostrando pra ele:

- Olha.

Ele olhou pro braço dela e viu a pele bem arrepiada, com as pelugenzinhas esbranquiçadas em pé... ele achou sexy, e, ainda fazendo cafuné na orelha dela, perguntou:

- Arrepiou só o braço?

E ela disse meio sussurrando enquanto olhava pra ele:

- Todinha.

Eles dois em pé, frente a frente, ele escorregou essa mão que fazia cafunés em sua orelhinha pelo lado do rosto dela, pelo seu queixinho, e nisso ele subiu um pouco e desenhou os lábios dela com o polegar dessa mão sua, e ela, num movimento de rosto, abocanhou esse dedo polegar dele e o chupou. Foi a vez dele arfar gemendo, sentindo seu dedo polegar sendo sugado forte pela boquinha dela... Susy, então, se afastou dele dando as costas e caminhando até a porta de vidro da loja, onde ela tirou a chave de dentro do bolso da sua minissaia, trancou a porta e colocou a plaquinha de fechado. E então ela voltou até o amigo Ed, pegou ele pela mão e o levou pro mesmo lugar de sempre, o banheirinho.

E lá, os amigos Ed e Susy se agarraram aos beijos mais chupados, mamados, com muita língua, onde suas mãos começaram a escorregar no corpo um do outro... os dois gemendo, arfando... Ed, sempre receoso e educado, disse:

- Deixa eu... eu... (Ele não terminou a frase, apenas colocou as mãos por sobre os seios dela, e ela perguntou quase sussurrando enquanto encarava ele:

- Tu tá doido pra mamar meus peitor, né?

Ele riu, ainda com as mãos nos seios dela por sobre sua blusinha, e ela, incitando ele bem desinibida:

- Tu só quer saber de chupar meus peitos, né, safado?

E ele: - Muito.

E ela então disse pra ele:

- Tira eles da minha blusa, então.

Ed tratou de meter uma mão sua por dentro do decote da blusinha e do sutiã branco dela e puxou pra fora um dos peitões dela decote afora, e assim ele debruçou seu rosto e o mamou tão forte que ela cambaleou as pernas gemendo agoniada, logo o outro peito foi arrancado para fora da blusa dela, e ele mamava ambos como se fosse arrancar os mamilos... e ela gemendo muito, louca de tesão, segurando no rosto dele enquanto acompanhava a mamada que tomava nos seus peitões do amigo.

Ed, motivado pela excitação e pelo flagra que ele deu nela com outro dentro desde mesmo banheiro dia antes, pegou a amiga Susy de jeito e a virou de costas pra ele, do mesmo jeito que ele viu o tal cara comendo ela... onde ela se assustou com o jeito dele e na mesma hora se virou pra ele e disse:

- Não, Ed, que é isso? Assim não.

E ele:

- Você não quer assim? Pensei que gostasse.

E ela: - Calma. Você não é como os outros. Eu quero que seja gentil, como sempre foi comigo.

Ed notou que ela gostava da forma mais calma que ele acarinhava e tratava ela... e assim, ela perguntou:

- Tá com camisinha, ai?

Ele: - Sim.

Ela: - Tá vindo todo dia pra cá com camisinha no bolso, né, safadinho? srsrsr...

Ed agarrou ela ao meio e tascou um beijaço de língua nela, que gemeu de prazer... de repente, ele abriu a camisinha nos dentes, depois abriu sua bermuda, abaixou sua sunga, e de pau pra fora colocou a camisinha, enquanto ela assistia:

- Safadinho... olha esse pau, que coisa mais dura.

Susy então se virou de costas pra ele sem que ele precisasse tocar nela, onde ela apoiou suas mãos na parede e um joelho na tampa do vaso, dando uma arrebitada pra ele, e ele por trás subiu a minissaia jeans dela sem pressa, prestando atenção na bundinha branca dela toda redondinha e com a sua calcinha branca em rendinha toda atolada no meio... ele colocou as duas mãos e foi acariciando a bunda branquinha dela, e ela com as mãos na parede, joelho na tampa do vaso e rebolando nas mãos dele... gemendo... dando uma espiadinha pra ele por sobre um ombro...

- iissoo, mmmrr, eu gosto que você me toque assim mesmo, rrmmrr...

Ed de pau pra fora da bermuda aberta e já de camisinha, se agachou por trás dela, agarrando a branca bundinha gostosa de sua amiga e começou a beijar sem pressa ela todinha, de cima abaixo... beijando, lambendo, chupando, esfregando a sua cara em cada branca nádega redonda... ela gemia, rebolava na cara do amigo, que pegou a calcinha dela e a desceu pela sua bunda, onde a peça em câmera lenta desatolou do rego da bunda dela, e a medida em que descia ia enrolando... Ele deixou a peça branquinha em renda arriada bem no meio das coxas dela, então agarrou a bunda branquinha e tesuda dela e arreganhou, olhando pro meio, pro cuzinho dela... ela olhando rente a um ombro, riu e disse:

- Tá gostando do que tá vendo, tarado?

Ele ali agachado atrás, segurando a bunda dela com as duas mãos, pediu:

- Pisca pra eu ver.

Susy ficou então contraindo o cu, o qual entrava e estufava... seu belo cuzinho pequeno e vermelhinho... Ed gemeu de tesão ao ver de pertinho, com cada mão numa nádega, abrindo, o cuzinho dela praticamente mandando beijinho pra ele... Nisso ele meteu a cara... e deu-lhe uma cheirada no cuzinho... ela gemeu se tremendo... em seguida ele deu uma lambida em círculos nas preguinhas anais dela, Susy gemeu manhosa ficando nas pontas dos pés e arrebitando na cara dele... Ele agachado atrás, agarrado a bunda da amiga de minissaia levantada e calcinha arriada, mantendo-a arreganhada e ficou tacando seu rosto no rego enquanto tacava a ponta endurecida da sua língua no cuzinho dela, e de tanto estocar ela foi piscando o cu e abrindo... Susy passou a gemer ainda mais quando sentiu a ponta da língua do amigo Ed penetrando bem dentro do seu cuzinho... e ela delirando num surto de tesão absurdo, pois foda de língua no cu deixa toda mulher descontrolada de prazer.

Susy chegou a descer uma mão na sua bucetinha cor de rosa carequinha, e um dos joelhos na tampa do vaso, gemia e gozava na siririca enquanto sentia o vai e vem da língua do tarado amigo lhe socando o cu. Foi quando Ed se ergueu de uma vez, agarrando a amiga por trás, encoxando ela, beijando e chupando o lado do pescoço dela como um vampiro, e ela de mãos na parede, gemendo, ele de virilha colada na bunda dela nua e de minissaia erguida, onde o pau dele estava todo por baixo dela. E ela se virou diante dele e disse manhosa:

- Eu quero assim.

Susy sentou na tampa do vaso e meio deitada e encostada na caixa de descarga, onde abriu bem suas brancas pernas e consequentemente abriu a sua rosada e carequinha buceta. Ed em pé, de bermuda aberta e pau duro na mão, agachou um pouco, o suficiente pra encaixar a cabeça na bucetinha dela e ir metendo... ele gemeu junto com ela na penetração e de pau dentro começou a bombar, comendo a amiga entre as pernas... fodendo gostoso sua bucetinha... metendo a rola nela:

- aaiimmr, aaiimmr, aaiimrr, me foodee, me fooodee... rraahhhrr, iissoo, iiissoo, não paaraaaahhhhrr...

A caixa de descarga de louça fazia barulho batendo na parede a cada batida de virilha que Ed dava no meio das pernas de Susy... e ela gemendo junto ao barulho da caixa batendo... e ele gemendo enquanto metia a rola entre as pernas dela... Ed estava se sentindo pleno de satisfação e prazer em poder estar comendo a sua querida e gostosa amiga, em sentir uma bucetinha tão gostosa como a dela... a quem ele sempre ficou de pau duro e quis comer... ele não parava de olhar pra ela, pra seus peitões balançando conforme ele bombava no meio das pernas arreganhadas dela, metendo-lhe a rola na buceta num ritmo que só ia aumentando... onde gemendo ele disse:

- aaahhh, vou goozaarrr...

Ele se ergueu, ela se sentou arrancando a camisinha do pau dele e abocanhou... Ed gemeu com as mãos na cabeça dela, agoniado, cambaleando enquanto esporrava tudo dentro da boquinha da amiga... Definitivamente Susy era uma engolidora de paus, uma chupadora de rola profissional, tanto que sentiu o esperma da rola do amigo escorregar pela sua garganta e ainda lambeu seus lábios e a cabeça da rola dele para não deixar nem um resquício do delicioso leitinho dele. Ela se levantou do vaso, diante dele, rindo, ora lambendo os lábios, ele agarrou ela e a beijou a boca... boca com hálito e sabor de porra... foi um beijo intenso, chupado... Ed ainda de pau duro e ela de mão abaixada segurando e masturbando... ela deu então uma empurradinha nele... e nisso, Susy, em pé, colocou seu pé esquerdo apoiado em cima da tampa do vaso e chamou ele pra junto, ele veio de frente, ela segurou no pau dele e colcou no rachado da sua bucetinha rosada... onde pediu:

- Mete.

Ele: - Quer sem camisinha?

Ela, de cara pra ele: - Mete.

Ed meteu, pegando ela por baixo da perna esquerda dela de pé apoiado na tampa do vaso e ficou socando... e ela agarrada a ele, gemendo enquanto ele socava... onde ela disse, sussurrando de cara pra ele:

- É melhor sem camisinha, né?

E ele, gemendo enquanto em pé diante dela estocava na bucetinha dela:

- aaahhhrr, muitooo, mmmrr...

Ela voltou a empurrar ele que a rola saiu da xota dela, e ela disse:

- Pronto, chega. Foi só pra tu sentir melhor a minha bucetinha sem camisinha.

Ele: - Tu fode sem camisinha?

Ela, rindo enquanto passava mãos em seus loiros avermelhados cabelos:

- Só se eu quiser... mas é melhor usar a camisinha.

Então Susy mandou ele ir... ele a pegou girando ela de costas para ele e a agarrou encoxando ela por trás, abocanhando o lado direito do pescoço dela, ela gemeu manhosa, e nessa encoxada ela em pé sentiu a rola dele por baixo dela, roçando na sua buceta, e ele chupando o pescoço dela, agarrando ela ao meio... então ele desceu sua mão direita segurando seu pau e deu uma esfregada com o falo bem no cuzinho dela, ela levou uma mão sua para trás tapando seu cuzinho e falando:

- Não.

Ele, agarrando e encoxando ela por trás, se rosto ao lado do rosto dela, pedindo no ouvido dela:

- Deixa, vai?

- Não, eediii, não.

- Só a cabecinha, vai?

- Não, cara, no cu dói.

- Poxa, gata, tu nunca deu?

- rsrsrs... não é da tua conta, sai, já chega por hoje.

Ela foi se recompondo, vestindo calcinha, descendo saia... e ele colocando sunga, bermuda... mas ele ainda agarrou ela a beijando a boca, encostando ela numa parede lateral desse apertado banheiro e disse encarando ela:

- Amanhã eu venho aqui... tu deixa amanhã?

- rsrsrs... cara, tu é tarado, hein?

- Por favor, Susy, deixa, vai? Eu sou maluco pela tua bundinha.

- Quando eu quiser, eu te falo que quero.

- Porque não agora?

- Ed, anal não é assim... não é só querer e meter... corre o risco deu sujar teu pau, entendeu? Eu tenho que me preparar antes.

- Mas, tu tá com vontade de fazer cocô?

- aaii, que nojeira, rsrsrs, para com isso... Não tô não, porra, é que eu tenho que deixar bem limpinho antes pra evitar problemas, só isso.

- Quer dizer que toda vez que tu vai dar o cu, tu se prepara antes?

- Sim.

- Safada.

- Isso não tem nada a ver com ser safada. é apenas uma precaução pra não dar merda, literalmente, rsrsrs...

- Tá, mas não esquece... Tu tem uma bundinha linda, eu sempre quis comer ela.

- Tarado, tu sempre conviveu comigo com vontade de me comer, né?

- Não vou mentir.

No dia seguinte, Ed veio cedo pra lojinha de Susy, só pensando em, quem sabe, comer a bundinha dela... e assim que entrou... encontrou sua querida e gostosa amiga Susy conversando com um carinha, na verdade dois, pois havia um em pé diante dela e outro sentado no banco em frente ao balcão... Ed nem foi até onde ela, ficou na entrada da loja, olhando as prateleiras, como se estivesse escolhendo algo... e nenhum dos dois caras era o mesmo do flagra que ele deu dia atrás com ela no banheiro, mas eles pareciam tão íntimos dela quanto o carinha do flagra, sendo que um deles, o que estava em pé diante dela, ficava agarrando ela ao meio e falando com ela cara a cara. O carinha era alto, jovem, malhado, os dois eram garotões e usavam tênis, bermudão e camiseta cavada, provavelmente alunos da academia ali em frente a lojinha dela. Ed olhando para ela, reparando no jeito que ela ria se mostrando toda fácil pra esse carinha diante dela, envolvendo ela em seus braços malhados. Ela sequer olhou para Ed, sabia que ele estava presente, mas não ligou pra ele, deu toda a atenção pro carinha, lhe agarrando pela cintura, o cara também não dava a mínima pra ele.

De repente, o outro que estava sentado se levantou e foi até ela, abraçando ela por trás... o da frente acariciava o rostinho dela, e ela entre os dois feito um sanduiche... Quando eis que o carinha da frente tascou um beijo na boquinha de Susy e ela meio que empurrou ele, pois Ed estava ali perto e ela evitou... mas o cara por trás envolvia ela num abraço... beijando seu pescoço ao lado, cheirando o rosto dela, e ela toda pequena e desprotegida entre eles... nisso ela se virou para esse que estava atrás, abraçou ele ao redor do pescoço dele meio que ficando nas pontas dos seus pés e o beijando a boca... O outro a pegou por trás numa encoxada.

Ed parado, como se fosse um objeto qualquer da loja, só observando a facilidade, a permissividade com a qual Susy se deixava levar por esses dois carinhas... ela abraçava um e outro, meio que se virando aqui e ali para um e outro. Num dos beijos que um dos caras deu nela, Ed viu claramente as línguas deles passando pra boca um do outro em constantes chupadas... e tanto um como o outro ia passando as mãos nela toda, e ela gemendo, revirando seus caramelados olhinhos entre risos... risos e mais risos... foi quando Ed, vendo que estava sobrando, foi deixando a lojinha sem olhar para trás...

Aliás, ele até olhou para trás, quando já estava lá fora, sendo que quando ele olhou, ele viu a plaquinha de fechado na porta de vidro. Onde claramente Ed entendeu que a amiga estava sozinha com os dois caras lá dentro.

Ed, voltou pra casa frustrado por não ter comido a bunda da amiga como pensou que comeria, e estava impressionado com a falta de vergonha da amiga Susy ao se dar pra esses garotões, bem mais bonitos que ele, aliás, contudo, o que deixava Ed puto de raiva era a facilidade que eles tinham de pegar ela... E aqui, neste momento, Ed pensava o tempo todo nela dando pra dois ao mesmo tempo naquele micro banheiro da lojinha dela... ela chupando os dois, chupando um e dando pra outro... dando pra eles numa DP.

Ed foi direto pro quarto e castigou seu pau numa punheta em homenagem a orgia que a amiga estava provando na sua lojinha. Pois, apesar do ciúmes que sentia dela e da frustração por não ter comido ela, ele se excitava com o jeito safado dela e sua fome por sexo com estranhos que iam a sua loja.

No dia seguinte ele voltou a lojinha dela, Susy estava ajeitando umas prateleiras, ele cumprimentou ela com um cheiro em sua cabeça dando um “Oi?” E entrou de mansinho, sentando no banquinho do balcão. Ela conversando com ele enquanto ajeitava coisas nas prateleiras e ele calado, só observando ela, admirando o corpo dela na sua blusinha tope e na sua minissaia. E a cabeça de Ed estava cheia de curiosidades ainda sobre o dia anterior, sobre o fato dela ter ficado com dois caras... e nisso, ele se deixou levar por tamanha curiosidade, e perguntou:

- Susy... sério que tu... ficou com aqueles... dois caras, ontem?

Ela riu mordendo seu lábio inferior, se virou pra ele e veio caminhando em direção a ele, onde ela disse:

- Não sei. O que é que passou pela tua cabeça quando me viu com eles dois?

Ed: - Eu acho que tu ficou.

Ela: - Se eu fiquei ou não, não é da tua conta. Já falei pra ti, não se mete na minha vida.

Ed: - Nossa, pra quê isso? Desculpa, não foi por mal.

Ela: - Eu só não quero dar satisfação pra ti do que faço. Se quiser ser meu amigo, tem que entender isso. A vida é minha.

Nem rolou conversa, o clima pesou, Ed viu que Susy estava meio putinha com a intromissão dele, e de certa forma ela estava certa. E assim, Ed demorou menos tempo do que geralmente demora e vazou da loja dela. Onde ele passou então uns dias sem andar lá. Contudo, ficar distante da amiga e só na punheta, não satisfazia ele, ele precisava vê-la, sentir seu cheiro e quem sabe, dar uns amassos nela. Minutos depois ele estava aqui entrando na lojinha da amiga. E ele ali no balcão abriu um sorrisão pra ele:

- E aí, sumido? Ficou com raivinha de mim, foi?

Ed se aproximou dando um cheiro na testa dela, se sentou diante do balcão e puxou conversa... contudo, ele mudou o semblante assim que mirou a delicada mão esquerda dela e se deparou com uma surpresa... uma aliança. E nisso ele perguntou:

- Tá noiva?

E Susy, rindo, de olhinhos caramelados brilhando:

- Pois é. O Carlinhos me pediu em casamento, rsrsr... imagina isso?

Ed: - E tu... aceitou?

Ela: - Ah, sim... eu aceitei. Acho que tá na hora deu dar uma mudada na minha vida. O que tu acha?

Ed: - É... tem uma hora que a gente tem que fazer escolhas.

Foi um balde de água fria, uma puta broxada em Ed, pois tudo o que ele nutria pela amiga, desde a amizade em si ao tesão que foi fazendo as transas rolarem, estavam aqui tendo um ponto final por essa escolha dela. Ed, conversando com ela, mal olhava pro par de peitos dela ressaltados no decote da blusinha tope dela, pois sua aliança no dedo chamava mais atenção, indicando que ela não seria mais pro bico dele... Ed ficou com vontade de perguntar se a relação deles, as brincadeirinhas picantes e o sexo gostoso, iriam acabar, mas ele não perguntou, apenas conversou com ela sobre esse noivado, possível casamento e as expectativas dela.

Quando eis que entra um desses garotões que frequenta a academia em frente a lojinha dela, inclusive, era um que ficou com ela, e ela simplesmente não cumprimenta ele como antes, fica por trás do balcão mesmo, o garotão, inclusive, fica sem graça com a frieza dela em trata-lo de forma seca e sem contato físico e nem puxa tanto assunto ao notar que ela tem uma aliança no seu dedo... e sem demora ele vai embora. Nisso, Ed vê que a amiga realmente, por conta dessa aliança, decidiu mudar. Minutos depois ele então se levanta, se despede dela sem beijos no rosto e qualquer contato e deixa a lojinha, com a sensação de que havia de vez perdido a amiga e as delícias dessa amizade diferente.

Ele ficou uns dias sem ir na lojinha dela, estava sentindo como se o encanto tivesse acabado. Mas claro, a saudade e a vontade de ao menos vê-la falaram mais alto e ele foi até ela. Assim que ele entrou porta adentro do estabelecimento ela o recebeu com um sorriso lindo, como sempre foi... ela estava em uma de suas rotineiras minissaias jeans mostrando suas coxas pálidas gostosas, com seu topezinho ressaltando o volume de seus fartos peitos e com seus loiros avermelhados cabelos presos atrás. O dia era quente, de muito sol, a movimentação nas ruas era pequena, ninguém entrava na loja. Ed se aproximou dela e matou um pouco dessa saudade com um apertado abraço, onde ela repousou seu rosto ao lado do peito dele e ele cheirou os cabelos dela por sobre sua cabeça. E em pé, ambos, corpo a corpo, ficaram se olhando, rindo, em seguida se desgrudaram, onde ele sentou no lugar de sempre, na cadeira diante do balcão e ela foi para detrás, de frente a ele, de onde ele teve total visão dos peitos dela em sua blusinha decotada.

Contudo, ficar conversando por minutos e ao mesmo tempo olhando praquela aliança no dedo dela deixou Ed constantemente com os pés no freio. Até que Susy surpreendeu Ed, pois em determinado momento dessa conversa, ela confessou pra ele que havia vendido sua loja e que seria seu último dia ali, pois não estava lhe dando mais lucros e o aluguel estava caro, afirmando que ficaria um tempo pensando no que iria fazer da vida, talvez entrar numa faculdade. Na verdade, tudo fazia parte dos planos dela com o seu agora noivo e futuro esposo. Nossa, Ed ficou realmente mal, vendo ali diante dele uma bela amizade chegando ao seu fim. Ed ficava olhando pra ela enquanto ela conversava com ele, ele prestando atenção nos olhos caramelados dela, em cada traço desse seu rostinho de boneca, seu sorriso e jeitinho meigo de falar... e claro, olhando pra seu par de peitos, que ele já havia tocado e chupado, e que agora passariam a ser apenas de um homem apenas... e nisso, Ed aqui sentado, sentia seu pau dentro da sua bermuda pulsar, como se pela última vez para sua gostosa amiga Susy.

E num momento em que a conversa se esvaziou, ele disse pra ela que ia pra casa, onde ele se levantou do banquinho por trás do balcão, com aquele sentimento de que nada mais restava a não ser dar adeus... da mesma forma ela foi saindo de detrás do balcão, mandando ele esperar, pois ela queria um abraço, um abraço de despedida... afinal, a lojinha estaria fechada nos dias seguintes. Nisso eles frente a frente se abraçaram, um demorado abraço bem apertado, com alguns beijos e cheiros aos lados do rosto um do outro, onde Ed sentiu o coração dela batendo forte colado em seu corpo. De repente, uma troca de olhar cara a cara silenciou os dois enquanto eles se mantinham colados nesse abraço... e nisso um beijo aconteceu.

Um beijo intenso, onde eles moviam seus rostos contrariamente para o melhor encaixe das bocas e nisso chupavam muito a língua do outro... ambos gemendo num crescente tesão. Quando eis que ela se saiu dele, foi caminhando até a porta da lojinha e a fechou com a chave, colocando em seguida a plaquinha de fechado. Ed ali esperando ela voltar, de coração acelerado e pau duro em sua bermuda, na expectativa do que ela queria fazer. Susy ao voltar pra ele o pegou pelas mãos e o puxou pro lugar de sempre, o banheirinho aos fundos do balcão.

E claro, era uma despedida, e despedidas pedem algo especial. Susy fez ser especial, onde sentada no vaso diante dele em pé, de bermuda abaixada, ela chupou o pau de Ed como nunca havia chupado... Ed era todo gemidos enquanto em pé cambaleava de tesão sentindo toda a fúria deliciosa da pegada dos lábios da amiga deslizando em seu pau, engolindo-o inteirinho... ela ali segurando e masturbando o pau dele com a mesma mão da aliança... e nossa, ela chupou tanto, tanto, que Ed confessou entre gemidos de prazer que ia gozar... ela então parou, se levantou, onde diante dele ela subiu sua minissaia, desceu sua calcinha branquinha em rendinha até tira-la pelos seus pés... e em seguida deu as costas para ele meio que em câmera lenta, mostrando sua bundinha branca, a coisa mais gostosa de se ver... Ed chegou a acariciar, mas ela deu um passo a frente, se colocando ajoelhada em cima da tampa do vaso, pondo suas mãos na parede e assim arrebitou bem safado essa sua bundinha branca para o amigo Ed, que em pé por trás dela, segurando seu pau com a mão direita diante sua bermuda abaixada, batia uma bela punheta admirando essa bundinha branca da amiga, aberta mostrando a sua bucetinha carequinha em concha e o seu cuzinho rosado entre nádegas redondinhas... Susy, por sua vez, virou seu rosto para trás, olhando pra ele, e toda manhosa, gemendo, perguntou:

- Quer comer meu cuzinho?

Ed gemeu na hora, sentindo seu pau na sua mão latejar de tesão com o poder dessa frase dita pela meiga voz da sua amiga enquanto ela lhe mostrava a branca bundinha gostosa num arrebitado bem safado, de minissaia erguida e ajoelhada na tampa do vaso... E ele, enquanto com sua mão esquerda segurou no quadril esquerdo dela e com a direita empunhava seu cacete intensamente duro, deu uma aproximada para mais junto da bunda dela e encaixou a cabeça rosada bem no cuzinho dela e esfregou dando uma cutucada... e ela pediu:

- Cospe.

Ele deu uma cuspida certeira, ao tempo em que ela piscou o cu, como se seu cu chupasse o cuspe para dentro... Ed colocou de novo a cabeça do seu pau bem em cima desse cuzinho rosado cuspido da amiga e gemeu enquanto empurrava, cutucava, pressionava... em seguida ele gemeu ainda mais... pois sentir a cabeça do seu pau sem camisinha passando das preguinhas do cuzinho macio e quentinho da bela bundinha branca da amiga era a coisa mais deliciosa que ele sentiu... seu pau aqui estava duro de tal jeito que ele gemia de dor... Susy também gemeu de dor sentindo o quão duro estava o cacete do amigo, tanto que disse:

- aaaaiiii Ediiiihhhrr, tá muito duuurooo, nooossaaa, rraaammmrr...

Ed não contou história, segurando a amiga pelos quadris ficou olhando pra perfeição de bundinha branca dela diante da sua minissaia jeans erguida, virada para ele parecendo um coração, levantada de tão arrebitada e toda aberta... onde ele começou a movimentar sua virilha para frente conforme a puxava pelas ancas, fazendo seu pau enfiado empurrar e repuxar aquelas preguinhas cor de rosa para dentro da bundinha dela... e a cada empurrada ele gemia de prazer e sentia mais e mais vontade de atolar tudo... ele revirava os olhos, sem parar de socar, confessando abobalhado:

- aaii caraalhoo... não acreditoque eu tô comendo o teu cuuu, Susy,... noossaa, rraammmrr... e é tão gostoosooo, aaaahhhrr, que cu gostooosooohhhrr...

E ela reagiu:

- Safaadoo, sei que você queria isso, né? Comer meu cuziinhoo? Então aproveita, vaaiimmrr, vaaimmrr, issoo, come meu cu, coomeee... hoje meu cu é só seeuuuhhhrr... rraammrr...

Nossa, que comida de rabo, Ed não teve pressa, caprichou na movimentação dos quadris a cada estocada de rola que ele dava bem no meio da bundinha gostosa da amiga... e que bunda, que bunda mais lindinha, só de olhar deixava o pau de Ed duraço... uma bundinha gostosa com um cu molinho, quentinho, uma delícia de sentir com o pau entrando, socando, empurrando, metendo, metendo... ela toda agoniadinha, manhosa, dengosa, gemendo de um jeito que até então Ed nunca havia visto ou ouvido... pareciam gemidos apropriados apenas para quando ela liberava seu cuzinho... que delícia, que tesão, os melhores amigos fazendo um anal gostoso, a amiga dando com gosto a bundinha pro amigo tarado... que não parava de empurrar, meter, socar, socar, socar...

- Gosta de dar o cu, né?

E ela, gemendo:

- Adooroooo... meetee... mete tudo, mete com força, Ed, vaaiimmrr...
Ed ficou maluco, pois além dela ser uma gatinha, toda gostosa e ter uma bunda como essa, ela ainda estava pedindo com mais força... e ele deu... a puxando firme e forte pelos quadris e acelerando a movimentação da sua virilhada rumo a bundinha dela, fazendo seu pau ir mais veloz e assim ir entrando todo... onde suas bolas lisas já batiam na xoxota dela por baixo...

- aaassiimmrr, assimmrr, eu gosto assimmrr, aaahhhr, aahhrr, bem foorteeee, aahhhrr...

O que mais excitava Ed enquanto enrabava a amiga Susy é que ela chorava ao ponto de escorrer lágrimas em seu rosto cheio de expressões de dor... parecia que estava dando o cu forçada... que nada, esse era o jeito dela de dar o cu, sentir prazer chorando de dor... ela estava se vendo de dor no cu, mas ao mesmo tempo querendo mais, mais, tudo... tanto que pedia entre choro e lágrimas pra ele não parar de meter o pau no seu cu... quanto mais Ed socava forte, mais ele sentia o cuzinho dela bem molinho, arrombado, aceitando tudo e com a velocidade que ele quisesse impor... já ela, desceu uma das mãos na bucetinha por baixo e tocou uma siririca pra diminuir a dor, embora ela estivesse num tesão absurdo por causa da dor... Ed não aguentando tamanho prazer lhe arrebatando o corpo por fora e por dentro enquanto socava, socava, socava o pau no cu da amiga, gemeu agoniado enquanto sentia no seu pau se movimentando atolado no cuzinho dela aquela puta sensação de esperma querendo sair... De repente ele parou se tremendo todo, puxando ela pelos quadris e pressionando a bunda dela com a sua virilha, ela mantida de mão na parede e outra na bucetinha, ajoelhada na tampa do vaso toda arrebitada... e ele mantendo seu pau todo atolado no cuzinho dela e virilha colada a bunda dela, urrando de rosto pro alto, de olhos revirando... com seus sentidos explodindo... delirando conforme toda a sua porra esguichava bem dentro do cuzinho da amiga.

Ed foi se afastando e assim desatolou o pau do cuzinho dela, e encostado meio cansado na parede ao lado, ele olhava pra branca bunda gostosa de Susy e praquele seu cuzinho em forma de rombo, piscando e escorrendo porra... ela com uma mão na bunda passou um dedo no cu... foi se levantando e colocou esse dedo na boca, chupando, encarando ele e falando:

- Eita porra, Ed, que tu não teve pena do meu cu, né? Caralho, vou nem sentar mais hoje, rsrsr...

Ele agarrou ela, a beijou a boca, e encarando ela disse:

- Caralho... é sério, eu não acredito que tu deixou eu comer teu cu. Naquele dia tu negou pra mim falando que tinha que se limpar antes...

- É que eu fiz uma limpeza antes de vir pra cá... Minha ideia era dar o cu pro meu noivo que vinha aqui... mas ele não veio.

Ele. Excitado com isso que ela disse: - Aí tu decidiu dar ele pra mim, né?

- Sim... me despedir de ti da melhor forma... Gostou?

Ed agarrou ela num beijo devasso, num amasso corpo a corpo, aqui e ali ela tinha que se apoiar nas paredes do estreito banheirinho pra não cair... nisso ele a virou de costas pra ele, encoxando ela por trás enquanto chupava o lado direito do pescoço branquinho e cheiroso dela, que reagiu toda manhosa, gemendo arrepiadinha... e ele com as mãos na frente dela, apalpando os peitões dela pra fora da sua blusinha erguida e sutiã abaixado... descendo uma mão até a virilha dela e apalpando sua bucetinha... e ela rebolando de bunda na virilha dele de pau duro, ele chupando a orelha dela e sussurrando dentro:

- Quero comer mais teu cuzinho...

E ela, manhosa se contorcendo em pé na encoxada dele, entre os braços dele:

- Come um pouco minha bucetinha, come?

- Mete, é só gozar fora.

Ela se apoiou de mãos na parede, em pé, toda arrebitada de minissaia levantada enquanto Ed a pegou por trás e segurando seu pau com uma mão deu uma esfregada de falo bem entre os beiços da bucetinha carequinha dela e meteu... Logo ele a segurava pelos quadris e batia virilha na bundinha dela, mandando ver uma socada sem tirar de dentro da bucetinha da amiga... e ela toda manhosa:

- aaii deliiciaa, iissoo, iissooo, fode minha buceta, fooodee... aaiii eu vou goozaaaahhhhrr...

E ela gozou mesmo, se tremendo de mãos na parede e em pé de bunda virada e sendo surrada pela virilha do amigo Ed... que por ter gozado muito no cuzinho dela minutos antes, passou mais tempo aqui fodendo a bucetinha dela sem gozar de novo...

- aaii, Suusyy, eu vou sentir tanta saudade de te coomeerr, rraaahhhhrrr...

E ela, trêmula, de mãos na parede e olhando pra ele meio por sobre um ombro:

- Safaadooo, era isso o que tu sempre quis desde que me viu aqui, né? Meter o pau na amiga? hhmmrr...

Ele: - Sim... rraammmrr... eu bati muita punheta pensando em ti, rraammmrr... sempre vinha pra cá com vontade de te comer... eu conversava contigo de pau duro... rraammmr... minha amiigaaa, rraammmrr... vou sentir saudaadeess... mmmrr... vou goozaarr...

Ele tirou o pau, ela sentou na tampa do vaso e abocanhou... ele gozou dentro da boquinha dela enquanto gemia meio cambaleando... Susy engoliu pouco esperma, pois a maior esporrada mesmo foi na enrabada que ela tomou dele. E aqui ela ficou por mais alguns minutos chupando o pau dele...

Sexo entre amigos parece ser mais cúmplice do que com um parceiro, parceira... é gostoso, é furioso e safado. Tem o lado do respeito, mas rola uma liberdade que muitas vezes entre namorados não rola tanto. Dito isso. Ed passou na lojinha no dia seguinte e a encontrou de portas abaixadas, no cadeado e com a placa de aluga-se. Deu vontade de chorar... ao mesmo tempo os dias foram passando e toda a vontade de rever a amiga Susy, escutar sua voz, se encantar com seus trejeitos, com seu sorriso lindo, sentir seu cheiro, admirar seus cabelos, mergulhar no decote da sua blusa... e principalmente, foder com ela, passaram a fazer parte apenas da lembrança dele. Uma gostosa lembrança, que a cada dia que se passava e se tornava algo distante. Ele tinha o contato dela, da rede social dela, mas não era a mesma coisa, apenas trocar mensagens não era o suficiente. Ele olhava as fotos dela e acompanhava de longe o que ela estava fazendo, sendo que a cada foto nova ela estava com o noivo...

Até que ela mesma parou de seguir ele. Ele deixou por isso mesmo, entendeu. Ela estava agora casada. Talvez chifrando o marido, quem sabe... mas o certo é que foi bom enquanto a amizade durou.


FIM!

Obrigada por lerem e comentem, por favor!


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


276117 - Quando a testa do homem começa a coçar... - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
275926 - Abusando do idoso - Categoria: Fetiches - Votos: 5
275280 - A sobrinha funkeira - Categoria: Fetiches - Votos: 6
275205 - Troca-troca entre amigos. - Categoria: Incesto - Votos: 4
275178 - A sobrinha sapatinha - Categoria: Incesto - Votos: 4
275177 - Do incesto aos fetiches - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 3
273914 - O corno patriota - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
273599 - Há um momento na vida de um casal em que eles precisam decidir - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 7
273338 - Puta do próprio irmão - Categoria: Incesto - Votos: 9
272682 - Ensinando a mamãe a ser puta - Categoria: Incesto - Votos: 10
272038 - Mãe e filha quitando a última parcela da dívida - Categoria: Grupal e Orgias - Votos: 5
271896 - Dando o cu enquanto o corno não vinha - Categoria: Traição/Corno - Votos: 13
271797 - Horas antes do casamento o sogro comeu a bunda da nora. - Categoria: Fetiches - Votos: 9
271609 - A madame e o favelado - Categoria: Interrraciais - Votos: 9
271576 - Buceta de mulher casada é a mais gostosa que existe. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 12
271171 - A patricinha, seu motorista e o marido da empregada – Parte final da continuação direta do conto “A - Categoria: Fetiches - Votos: 6
271170 - A patricinha e o motorista – Continuação direta do conto “A patricinha e o marido da empregada” - Categoria: Fetiches - Votos: 3
270674 - Domando a enteada - Categoria: Incesto - Votos: 7
269880 - A noiva infiel – Parte 07 (Final) - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
269879 - A noiva infiel – Parte 06 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
269878 - A noiva infiel – Parte 05 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
269877 - A noiva infiel – Parte 04 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
269876 - A noiva infiel – Parte 03 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
269875 - A noiva infiel – Parte 02 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
269874 - A noiva infiel – Parte 01 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
268846 - Quando o tesão passa dos limites - Categoria: Incesto - Votos: 5
268826 - Aventureiras e taradas - Categoria: Coroas - Votos: 4
268809 - Final de semana sem o marido - Categoria: Traição/Corno - Votos: 6
268512 - Além de corno, covarde - Categoria: Fetiches - Votos: 8
268253 - Mãe carente. Filho presente - Categoria: Incesto - Votos: 9

Ficha do conto

Foto Perfil feh6969
feh6969

Nome do conto:
Porque transa entre amigos é mais gostosa?

Codigo do conto:
276586

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
06/11/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0