Carolzinha tinha 1 e 75 de altura, magra, ou falsa magra, de corpo insinuante, com pernas longas torneadas, seios fartos, ancas largas e uma bundinha incrivelmente linda, redonda e arrebitada. Olhos verdinhos, loira da pele dourada, garota de praia, estilo surfistinha... Cabelos lisos e amarelados.
Vinícius tratou de apresenta-la a todos, ao seu pai, a sua mãe, suas irmãs... e ao seu avô, seu Jorge, de 80 anos. E nesse instante, enquanto Vinícius trazia a sua namorada até o seu avô, sentado num sofá na sala, frente a TV, o idoso acompanhou a jovem vindo de frente de mãos dadas com seu neto, onde ele mirou através de seus gastos olhos por trás das lentes de grau de seus óculos, toda a beleza da jovem... suas coxas longas e sedosas em uma minissaia jeans, suas ancas largas remexendo, sua barriguinha exposta com um umbiguinho delicado e na sua blusinha expondo um par de peitos que tremiam a cada passo de tão grandes e moles.
Ele a cumprimentou e não deixou passar a oportunidade de elogia-la com um sorriso e olhar de encanto... sendo que Carolzinha inclinou seu corpo enquanto apertava a mão do vovozinho como se pedisse a benção, ele com uma mão grande, pesada, pele grossa, e a dela uma pequena mão de menina moça, dedos finos com unhas pintadas de rosa... e ele por sua vez espiou de frente o decote da jovem deixando a mostra um belo par de peitos grandes, que, deitados, deu para ver entre eles... Carolzinha, com um sorriso em seu rosto de ninfeta e com seu ar meigo, achou o vovozinho um fofo e assim deu nele dois beijos em seu rosto do lado e outro, gesto o suficiente para fazer o vovozinho tragar com suas narinas todo o cheiro de rosas da pele e dos cabelos da garota, sem falar do contato da macia pele de suas faces roçando em seu rosto áspero e enrugado.
Daqui em diante, os olhos do idoso não queriam se perder da presença física da jovem namoradinha do seu neto. Onde, sentado no seu sofá, ele virava seu rosto para olhar para ela quando ela passava pela sala, e ela sempre virava seu rosto e lançava olhares de carinho para ele, chegando até a dar umas piscadinhas sem malícia... e assim ele acompanhava seu caminhado, seu sutil rebolado, seu jeito faceiro de menina alegre e desinibida, prestando atenção no par de pernas compridas e torneadas dela na cor dourada, abaixo e acima, principalmente na parte coberta pela sua minissaia, onde o idoso ficava por trás de seus óculos de graus olhando e imaginando a beleza do que se escondia ali por baixo... imaginando como seria sua virilha, sua bucetinha... da mesma forma que ao olhar pro decote dela em sua blusinha, praquele par de peitos grandes para uma menina tão jovem, lhe fazia passar a língua entre lábios enrugados de tanto que ele salivava, tamanha a vontade dele de arrancar cada peito dessa sua blusinha decote afora e mama-los.
Seu Jorge era viúvo, porém, teve uma mocidade agitada. Tanto que aqui, seu filho, pai do neto Vinícius, começou a contar para todos da fama de Dom Juan que o idoso tinha, na verdade ele adorava falar do tempo de mocidade do seu pai, seu Jorge, e aqui ele contou mais uma vez aproveitando a presença da namoradinha do filho, Carolzinha, que ficou atenta, só escutando e rindo junto a todos... O pai de Vinícius ressaltava que seu Jorge era muito boêmio, que conhecia o Rio de Janeiro de cabo a rabo, pois ele não tinha lugar para ficar, e principalmente desbravou as noites cariocas sempre muito bem acompanhado, pois além de boêmio ele era um moço bonito e sedutor... onde para onde ia tinha uma donzela virgem ou balzaquiana caindo em sua lábia de malandro. E o pai de Vinícius, filho de seu Jorge, contava tais histórias do idoso, com um certo machista orgulho, em tom de alegria, da fama de comedor que o pai teve. Deixando claro que muitas dessas mulheres que seu Jorge teve se apaixonaram perdidamente por ele. Sua falecida esposa, inclusive, foi uma dessas vítimas da sedução dele e que com ela ele teve que casar à força quando nela fez um filho, e mesmo casado e pai, seu Jorge continuou se aventurando com outras. Enfim, histórias de enganações, sedução e lábia de malandro sendo aqui motivo de risadas entre todos. E sob os olhares e ouvidos atentos de Carolzinha, que, rindo igual a todos, olhava pro avô do namoradinho e mal acreditava que o idoso ali sentado no sofá, tão fofo e inofensivo tinha sido assim quando moço.
Hoje seu Jorge passa seus dias sentado nos sofás da casa de seu filho, assegurado pelo INSS aos cuidados da sua família, pois tem sua saúde um pouco debilitada por razões naturais da idade e de um AVC que o deixou sem fala, contudo, tais lembranças e sensações da sua época de jovem faceiro, contadas aqui pelo filho, foram ascendidas por meio da figura encantadora, bela e sexy da jovem Carolzinha, namoradinha do seu neto.
E para deixar seu Jorge ainda mais aceso, eis que a ninfeta, sentada num sofá em frente ao sofá onde ele estava, num descuido, no seu cruzar e descruzar de coxas ao lado do namorado, ela deixou escapar a sua calcinha... Carolzinha riu desconfiada, mas disfarçou, notando que o vovozinho viu sua calcinha, pois ele estava olhando pras suas coxas cruzadas, enquanto Vinícius estava distraído com o pai e irmãs numa conversa em meio a risadas... Foi quando a mãe chamou a todos falando que o almoço estava à mesa, Vinícius se levantou do sofá junto com Carolzinha, sendo que, de mãos dadas com o namorando, ao passar ao lado do vovozinho, a jovem pegou de leve no lóbulo da orelha dele e puxou igualmente de leve, como se dissesse:
“Tava de olho na minha calcinha, né, seu taradinho?”
A reunião em família teve seu almoço, onde seu Jorge se juntou a todos na mesa e enquanto comia entre todos ele observava a jovem ninfeta namorada do seu neto, sentada em frente, ao lado do neto, onde o jeito que ela mastigava, a forma como ela sugava o macarrão entre lábios, ora molhados pelo molho, ora passando a língua nesses seus rosados lábios, deixava o velho ainda mais ouriçado e imaginando coisas que essa sua boquinha poderia fazer... Teve até um momento em que enquanto ela segurava o garfo com macarrão enrolado, um mero pedaço de macarrão com molho escapuliu do seu garfo e caiu em cima de um dos seus seios em meio ao decote da sua blusinha... e claro, ela o pegou com dois dedos esse mero pedaço de macarrão e colocou entre seus lábios, o comendo, onde junto chupou cada ponta de cada um dos dois dedos... e ela fez isso encarando o vovozinho com seus verdes olhos.
Pós almoço, o vovô Jorge voltou a se sentar na sala diante da TV, onde ficou assistindo seu futebol, sozinho... já os outros permaneceram na cozinha, no maior falatório e risadas, demonstrando serem alegres e unidos... quando então Carolzinha veio da cozinha e entrou distraída na sala, falando ao celular com sua mãe, comunicando que iria dormir na casa do namorado esse domingo... e nesse seu caminhar para lá e para cá, deixou o vovozinho atento a cada movimento do seu insinuante corpo, principalmente da cintura para baixo... suas pernas longas de pele dourada cheias de sexys pelugens esbranquiçadas, as curvas das ancas, sua minissaia ameaçando subir... onde ela virava as costas e ele tinha total visão da sua bunda... aquela sua empinada bunda.
Carolzinha, por sua vez, se sentou num sofá, de frente pro idoso e nem se deu conta que estava de pernas abertas enquanto falava com a mãe pelo celular... foi quando, minutos depois, sem deixar de falar ao celular, ela olhou pro vovô do seu namorado e notou que ele estava de olho no meio das suas pernas... vendo sua branca calcinha em rendinha desenhando a sua bucetinha em formato de pacotinho. Mas ela não se importou e continuou conversando com sua mãe pelo celular, de pernas abertas...
... de repente... um gemido abafado fez Carolzinha voltar a olhar pro vovozinho, onde ela se assustou com o que viu...
O idoso, ali sentado, estava simplesmente com seu pau pra fora da sua calça aberta, erguido, numa nervosa punheta enquanto olhava para ela de pernas abertas.
Carolzinha de imediato cruzou suas pernas e olhou pra porta que dava acesso a sala, se vendo sozinha, onde todos da família estavam na cozinha e ela aqui com o avô do seu namoradinho, de calça aberta, pau na mão e batendo punheta para ela... e apesar do susto, da tensão e aflição, Carolzinha meio que riu mordendo seu lábio inferior, segurando a gargalhada, pois achou engraçada a cena... e sentada, com seu celular em mão, ela simplesmente ligou a câmera e mirou na rola do idoso ali na mão dele em constante movimentação para cima e para baixo, se masturbando... E o que deixou Carolzinha admirada aqui, além da situação incomum, era o quão belo era o pau do idoso. Seu Jorge era moreno claro, mas tinha um pau de pele marrom escura, quase mulato e cabeça igualmente marrom escura sob testículos pretos... e o velho não parava de olhar pra ela enquanto castigava seu pau na punheta...
Carolzinha filmando deixou escapar um arfado, mordendo seu lábio inferior, querendo rir, ao mesmo tempo olhando pra porta que ligava a cozinha a sala com receio de alguém da família do namorado vir... Claramente ela sentiu tesão em flagrar tão escancaradamente a sem-vergonhice desse idoso tarado. Carolzinha olhava pra porta e nada de vir alguém, e ela aqui sentada sem saber se levantava e deixava esse idoso tarado sozinho ou se continuava filmando... ela falava para si mesma enquanto filmava:
“Caralho, que pau tesudo... Nossa, olha isso, que cacetão... e tá tão dura. Puta que pariu, que tesão, que tesão da porra o pau desse velho tá me dando.”
Carolzinha, ora focava no semblante do velhinho, cheio de expressões de tesão e gemendo enquanto se masturbava, ora olhava pra rola dele incrivelmente dura na mão dele em movimento... foi quando então, ela, num gesto extremamente ousado e descarado, jogou gasolina no fogo do vovô ao descruzar suas coxas e se arreganhar, onde ela meteu uma mão por entre as pernas, puxou sua calcinha pra um lado, mostrando de uma vez a sua prexequinha, sua buceta, sua pombinha cor de rosa e toda carequinha, de lábios abertos, pra ele ver a vontade... o velho aumentou o ritmo da sua punheta, mirando entre as pernas da novinha... quando eis que Carolzinha arfou de tesão ao assistir e filmar a cabeça marrom da rola do idoso jorrando porra como se fosse uma fonte, em jatos que saltavam e escorregavam por sobre o pau como um vulcão em erupção... melando a mão dele ali segurando seu pau erguido numa sutil punheta... mão que foi parando... ela continuou filmando e pensando:
“aaii, meu Deus, eu não posso ver essas coisas, justo eu, eu sou louquinha por leite de pica... olha quanto leite tá saindo da rola desse velho... Nossa, que tesão ver esse pau velho gozando... aaii, vovô, o senhor tem muito leite nesse pau.”
... a pica preta do vovozinho pulsava sozinha, com ele aqui sentado de pernas aberta, calça aberta... todo melado de porra... Carolzinha lambia os lábios olhando... nisso ela recolocou sua buceta pra dentro da calcinha, se levantou meio trêmula e ofegante, dando uma ajeitada em sua minissaia, passando por ele e mais uma vez puxando a orelha dele, falando em tom de zoação:
“Não vai morrer não, vovô! rsrsr...”
A noite, Carolzinha estava no sofá com o namoradinho Vinícius, trocando uns beijos, no sofá ao lado estava o avô... só observando eles dois se pegando e ao mesmo tempo disfarçando ao olhar pra TV. Carolzinha aqui e ali virada o rosto para ele e o via encarando ela. Carolzinha, inclusive, aproveitou os olhares do idoso e ficou propositalmente passando as mãos no corpo do namorado, chegando a apalpar o pau dele por sobre sua bermuda... Vinícius tirava a mão dela alertando da presença do avô. E ela nem ligou, pois sabia que esse velhote era bem safado e tarado. Contudo, o pai de Vinícius apareceu na sala pra chamar o vovô pra ir dormir, pois estava na hora dos remédios noturnos dele... Seu Jorge foi se levantando e deixou a sala rumo ao quarto para descansar sendo levado por seu filho, pai de Vinícius que ficou sozinho com Carolzinha. Nisso o casalzinho aproveitou e se pegou com mais fogo e desinibição.
Em determinado momento Vinícius chamou Carolzinha para irem pra cama, ela disse que primeiro iria no banheiro e pediu pra ele ir pro quarto e esperar por ela na cama, pois o restante da noite prometia muito. Carolzinha foi até o banheiro, onde arriou sua calcinha, subiu sua saia, sentou no vaso de mão apartando sua rosada e careca buceta e assim mijou sem pressa e relaxou... Ao sair do banheiro ela deu uma paradinha na cozinha e abriu a geladeira, pegou uma garrafa de água e quando foi se dirigir ao armário ao lado pra pegar um copo... eis que ela dá de cara com o vovô do seu namorado, seu Jorge, parado diante dela de camisa de botões aberta, bermuda em malha arriada nas coxas enquanto segurava seu pau para fora... encarando ela e batendo uma punheta.
Carolzinha se assustou, claro, mas quase riu, segurou a risada e disse:
- Nossa, vovô, como o senhor é tarado. Vai ficar me mostrando esse pau toda hora agora, é?
Seu Jorge parou de se masturbar, e ainda em pé diante dela há alguns metros dela, estirou uma mão chamando ela, com um sorriso em seu rosto e de pau duraço ali embaixo, pulsando para cima e para baixo... Carolzinha bebeu sua água na garrafa olhando pro velho membro bem dotado enrijecido do idoso, e depois de engolir a água mordeu o lábio inferior... onde ela colocou a garrafa de volta na geladeira, aí ela olhou pra porta da cozinha pra ver se o namorado não vinha e deu passos se aproximando do avô dele, onde com a mão esquerda ela fez um gesto de que iria pegar no pau dele, enquanto o idoso se virou pra ela pegar... mas ela não pegou, passou direto, olhando para ele por sobre um ombro e disse:
- Vai pra cama, seu velho tarado.
Já no quarto do namoradinho, com ele ali na cama se ajeitando pra dormir, e ela em pé tirando sua roupa para colocar uma camisolinha... onde ela se olhou no espelho nua, olhou pro namorado ali deitado na cama, de celular na mão... ela colocou uma mão em seus grandes peitos loiros e os amassou apalpando e com a mão direita abaixada ela acariciou sua bucetinha cor de rosa na sua virilha dourada com marquinha de bronze e movimentou dois dedos em circulo, massageando o grelinho... e assim soltou um gemido... Carolzinha estava claramente excitada pensando na rola do avô do namorado e em toda essa safadeza desse velho... o namorado Vinícius ali deitado na cama olhou e percebeu ela tocando uma siririca em pé diante do espelho e disse:
- Safadinha, tá brincando sem mim, é? Vem aqui, anda.
Ela se virou e foi até ele, gemendo, louca de tão excitada, 17 aninhos e dona de um puta corpinho tesudo, subindo na cama de joelhos, ele agarrou ela beijando sua barriga, seus peitos, e ela empurrou ele, ele deitou de costas e ela foi montando bem em cima da cara dele, onde ela foi sentando de buceta na boquinha dele e assim rebolou numa sutil cavalgada, as duas mãos na cabeça enquanto gemia toda manhosa... rebolando, galopando com movimentos pélvicos para frente e para trás dando uma esfregada de buceta na boquinha do namorado deitado e de cara por baixo das pernas dela... com ele tanto passando a lambida no rachado da bucetinha dela como abocanhando e chupando.
Carolzinha precisou de poucos segundos de galope na cara do namorado para chegar a um puta orgasmo, que a fez tremer todinha e a gemer muito manhosa, ofegante... Vinícius foi saindo de debaixo dela, com sua boca toda melada do suco expelido pelo gozo da buceta da loirinha e assim a pegou aos beijos, os dois se agarrando e deitando na cama, onde em cima dela e por entre suas loiras douradas coxas ele já deu uma metida de rola sem camisinha na bucetinha dela e repentinamente começou a estoca-la com bombadas... ela gemeu gostoso pedindo:
- iissoo, me fooodeee...
Moleque novo, viril, dando pra namoradinha igualmente fogosa o que ela queria, pau na sua bucetinha... pois Carolzinha, na flor da idade, quando dá a buceta, dá com vontade... e assim tomou uma surra de virilha seca no meio das suas pernas com vontade do namorado super empenhado e dono de um remelexo de quadris vigoroso, socando forte e intenso o pau na bucetinha dela, trepidando ela na cama de tanto se tacar nela... e ela gemendo e pedindo agarrada a ele por cima mandando ver estocadas entre suas pernas:
- Não paaraa, não paaraa, não paaaraaa, aaahhhrr, aahhhrr, aaahhhrr, eu vou gooozaaaahhhrr...
E ela de fato gozava... Carolzinha estava com a buceta se lascando de tesão enquanto sentia o vai e vem acelerado da pica do namorado fodendo sem sair de dentro... gozando e ao mesmo tempo revirando seus olhinhos verdes e sua cabeça na cama, com seus loiros e lisos cabelos espalhados... onde pensava claramente na benga do avô dele... naquela piroca velha e que a deixou impressionada. Ela entrava na rola do netinho pensando na rola do avô dele.
Pela manhã, umas 7 e pouco, a luz do sol entrava no quarto pelas brechas da cortina da janela do quarto de Vinícius, clareando o quarto o suficiente para expor a beleza do corpo dourado sem roupa da jovem ninfeta ali deitada na cama agarradinha ao corpo igualmente nu do seu namorado. Carolzinha despertou e se espreguiçou se estirando toda dengosa... continuou deitada agarrada ao corpo lisinho e moreno do seu namorado, onde com uma perna por sobre ele ela foi alisando com sua mãozinha esquerda o peitoral liso dele... e descendo essa mão pela virilha dele ela acariciou o pau dele... passando a mão por cima, apalpando de leve as bolas depiladas dele... e claro, é normal homens, principalmente jovens como o garotão Vinícius, amanhecerem com ereções... e aqui Carolzinha segurava e masturbava o pau duro de Vinícius... bem devagar, subindo e descendo sua delicada mão.
Carolzinha então se ergueu sentando na cama, passando as mãos em seus loiros e lisos cabelos, jogando-os para um lado e voltando a segurar no pau no namorado, aqui deitado de costas todo preguiçoso ainda sob o efeito do sono, ela caiu de boca num boquete empenhado. Deslizando seus lábios para baixo, engolindo... Vinícius gemia de tesão... e receber uma chupada no pau assim de manhã cedinho da sua namorada foi uma delicia. E ela era expert no assunto, a moleca tinha uma habilidade com os lábios e língua enquanto dava um trato na pica do namorado que mais parecia uma prostituta de anos de vivência.
Vinícius, não se contendo, se tremeu deitado de costas enquanto gemia ao sentir seu pau sendo sugado jorrar esguichos de porra... Carolzinha também gemia, de olhinhos verdes revirando, continuando o movimento de rosto para baixo, chupando, chupando, escorregando sua boquinha no pau do namorado e ao mesmo tempo engolindo toda aquela porra... como se fora seu primeiro alimento do dia.
Enquanto colocavam roupas para deixar o quarto e ir tomar o café da manhã juntos, Carolzinha perguntou curiosa pro namorado:
- Amor, me diz uma coisa... Teu avô tem o costume de fazer umas coisas sem saber, né? Tipo, ele tem Alzheimer?
- Que nada, meu avô tem nada não. O velho é duro. Ele só é mudo por causa do AVC que ele teve anos atrás, mas ele tem total noção do que faz.
Carolzinha riu, pensando: “Ah, velho tarado.”
Ao saírem juntos do quarto, Carolzinha se sentou num sofá na sala, toda preguiçosa, celular em mãos, enquanto seu namorado foi tomar um banho. A mãe dele estava na cozinha fazendo café e as duas irmãs adolescentes andavam pela casa com roupa de escola, já o pai do namorado havia saído bem mais cedo pro trabalho. Quando eis que veio vindo ali para a sala o seu Jorge, caminhando bem lento com a ajuda do seu andador, com todo aquele peso em seu avantajado corpo moreno, de camisa de botões abertas, chinelos e bermuda em malha, sentando no mesmo sofá em que Carolzinha estava... diante da TV ligada num noticiário matinal... Carolzinha olhou pra ele ali sentado há um metro dela, ao lado. Carolzinha via que vez e outra o safado e tarado do velho virava o rosto e espiava suas coxas loiras cruzadas. E ela estava aqui de minissaia. As irmãs dele chegaram na sala, fardadas, mochilas nas costas, pedindo a benção ao avô, beijando o rosto dele e indo sala e casa afora rumo ao ponto de ônibus pra ir pra escola.
Carolzinha continuou sozinha com ele, com o vovozinho do seu namorado, onde ela olhou pra porta da cozinha, viu que não vinha ninguém e então descruzou suas loiras pernas, onde sua minissaia em malha se ergueu coxas loiras acima, e assim, na mesma hora, o velho virou seu rosto pra entre as pernas dela... mirando na xoxota dela de calcinha. Carolzinha encarava o velho rindo mordendo o lábio inferior. Lhe excitava poder brincar com a tara desse idoso, até mesmo depois de ver o pau dele. Logo seu namorado chamou ela lá da cozinha para ir tomar o café da manhã. Carolzinha se levantou, e antes de deixar a sala, parou diante do avô do seu namorado, inclinou seu rosto beijando o rosto dele e sussurrou no ouvido dele:
- Parabéns, vovô... o senhor tem um pau maravilhoso.
Ela foi saindo e o velho segurou ela pelo braço... apertou forte, encarando ela... Carolzinha se assustou e teve que usar de força pra se soltar do velho. Logo ela se juntou ao namorado Vinícius e a mãe dele na cozinha, onde foram servidos por ela com o café da manhã. Em seguida veio o vovô Jorge. A mesa aqui eram três cadeiras de um lado, três cadeiras do outro e as duas em cada ponta... e o safado do velho sentou propositalmente ao lado direito de Carolzinha, com o namorado ao lado esquerdo dela... Carolzinha ficou assustada com a ousadia do velho de se chegar nela assim, mas ficou de boa, pois nem o namorado e nem a mãe do namorado notaram a atitude suspeita do idoso.
Eles tomavam café e conversavam entre si, com o vovô mudo, claro. Carolzinha, entre um gole em seu café e uma mordida em seu bolo, dava umas olhadinhas de canto de olho direito para o vovô do namorado ao lado e flagrava ele espiando ela enquanto tomava seu café, mastigando bolo com aquela sua boca cheia de rugas. E num momento quando o namorado se levantou para ir pegar um leite no fogão e a mãe se levantou rumo a pia, ela virou seu rosto pro velho e olhando pro colo dele, sentado ao seu lado, notou claramente em sua calça em linho cinza, um volume que vinha de entre as pernas, cuja ponta arredondada estufava essa mesma calça ao lado da coxa esquerda, deixando claro que o idoso safado não usava cueca. Carolzinha riu pra ele, encarando ele nos olhos como se chamando ele de tarado.
Logo mais, antes do meio dia, Carolzinha se despediu da mãe do namorado, agradecendo por tudo, enquanto a mãe, encantada com a jovem namorada do filho, disse que a casa era dela e que ela poderia voltar quando quisesse. Em seguida, enquanto Vinícius no quarto colocava uma roupa para ir deixar a namorada em casa de moto, Carolzinha foi até a sala, onde estava o vovô do namorado ali sentado, assistindo TV, e se aproximou dele para se despedir:
- Tchau, vôzinho.
O velho até se levantou e ela abraçou ele, ficando nas pontas dos seus pés, e o velho grandão e encorpado abraçou a moleca ao meio do corpo dela... Carolzinha sentiu na sua barriga a rola do idoso dura em sua bermuda em malha... ao mesmo tempo em que seu Jorge desceu suas grandes e pesadas mãos até a bunda da ninfetinha e apalpou as duas nádegas por sobre sua minissaia legging, fazendo a mesma subir. Carolzinha rapidamente se saiu do velho com medo do namorado ver, abaixando as pontas da saia... o velho rindo pra ela. Carolzinha gargalhou, e ainda colocou lenha no fogo do velho ao falar:
- Final de semana eu venho aqui. Vai me esperar?
O velho ria pra ela de pau duro, e ela diante dele, olhou para a virilha do velho, onde sua bermuda dele estufada por conta da sua ereção. Dava pra ver claramente a grossura e tamanho do cacete do velho tarado. Logo Vinícius saiu do quarto e ela acompanhou ele de mãos dadas até lá fora, onde ele pegou a moto dele, levou-a portão afora, em seguida ela sentou na garupa, agarradinha a ele e assim foram embora.
Realmente Carolzinha tinha que voltar só no final de semana, pois tinha escola e demais obrigações em sua casa, mas... casalzinho jovem em começo de namoro, tipo: era foda toda hora... e Carolzinha não queria desperdiçar uma oportunidade de entrar na rola do namorado. E, trocando mensagens com ele, disse que iria passar na casa dele pela manhã do dia seguinte para ficar com ele. E Vinícius, sempre de pau duro para ela, topou. Porém, Carolzinha, ao chegar de manhã na casa do namorado, foi recebida pela mãe dele e que de cara disse que Vinícius tinha saído com o pai, para um compromisso de trabalho. Carolzinha então se despediu da mãe dele no portão mesmo e falou que voltaria outro dia... e eis que a mãe do namorado falou para ela:
- Querida, já que você tá aqui, posso lhe pedir um favor?
- Claro, dona Ângela.
- É que eu preciso fazer algo e estou sozinha com o vovô Jorge. EU tenho que ir no postinho aqui perto pegar uma receita, você poderia fazer companhia a ele? Pois 10 horas ele tem que tomar uns comprimidos, você dá pra ele?
- Claro, pode deixar que eu dou sim, dona Ângela.
Carolzinha falou isso sabendo dos riscos de ficar com esse idoso tarado sozinha nessa casa. Mas ficou porque era começo de namoro com o filho dela e queria pontos positivos com a mãe dele. Tanto que, bastou a mãe do namorado sair e deixar eles dois sozinhos na casa, que o velho se levantou de onde estava e foi sem andador até Carolzinha, sentada em outro sofá e se sentou ao lado dela... de rosto virado pra ela. E ela olhando pra ele, rindo:
- Que foi, velho tarado? Não consegue ficar longe de mim não, é?
O idoso ao lado dela, simplesmente colocou sua mão esquerda grande e áspera na coxa esquerda dela cruzada por sobre a direita, ela só olhando pra mão do vovô acariciando sua coxa e olhando pra ele, onde então, ela simplesmente descruzou suas pernas... e o velho meteu de uma vez essa sua pesada mão por entre as pernas dela, por baixo da minissaia dela... ela pegou no braço dele e puxou, falando:
- O senhor é bem apressadinho, vovô, sabia?
Nisso ela pegou o seu celular, viu as horas e se levantou, indo até a estante ao lado, pegando o medicamento dele, depois foi na cozinha pegar um copo de água e voltou, onde ela veio pra sala, ficou parada em pé diante dele sentado no sofá e disse pra ele:
- Tome, vovô, seu remedinho... abre a boquinha, abre.
O idoso, sentado, olhando pra ela em pé diante dele, praquelas suas pernas loiras da cor dourada cheias de pelugens esbranquiçadas de tão loirinhas... pra barriguinha dela com aquele seu umbiguinho diante da blusinha tope dela, com aquele decote que salientavam seus enormes peitos quase saltando para fora... e assim ela colocou o comprimido dele na boca dele, sendo que o velho fechou a boca pegando as pontas dos dedos dela... Carolzinha riu... e em pé diante dele, deixou seus dedos enfiados na boca dele e ficou deslizando, socando de leve e o idoso chupando os dedinhos dela... e ela rindo:
- Velho tarado. O senhor tem muita vontade de me comer, né? Nem dá mais no couro... Já comeu muita novinha que nem eu?
Seu Jorge colocou as mãos enormes e ásperas dele nas coxas dela e puxou ela de uma vez, ela foi sentando no colo dele, escanchada nas pernas dele, ela de minissaia e ele de bermuda em malha... onde o velho abraçando ela meteu sua cara no decote dela entre peitos loiros e ficou fungando com aquela sua boca murcha sem dentes, causando risos nela, que ficou com os braços laçados por sobre os ombros dele, gargalhando enquanto sentia a boca murcha do velho lhe fuçando entre peitos... quando eis que ela se assusta e geme manhosa ao sentir a boca do seu Jorge mamando um dos peitos saltados pra fora desse seu decote de tanto ele fuçar... Carolzinha gemia jogando seu rosto pro alto e revirando seus verdes olhos sentindo a afoita boca do velho lhe mamando o peitão loiro... o velho mamava em um e outro, guloso, e ela gemendo e ao mesmo tempo rebolando montada no colo dele, com a sua minissaia toda erguida coxas acima...
Quando então ela desmontou dele, ofegante, rindo toda safada, de minissaia toda levantada coxas acima e sua blusinha com os peitos saltados pra fora... dois lindos peitões, que, mesmo grandes, pareciam maiores de tão excitados, com mamas macias e com mamilos endurecidos no meio de marquinhas esbranquiçadas do biquíni dela. E ela disse:
- aaiii, vovô, olha como o senhor me deixou, olha...
Ela de minissaia erguida pegou na sua calcinha e a puxou para um lado mostrando a bucetinha pra ele... bucetinha pequena, novinha, toda cor de rosa no meio de uma marquinha esbranquiçada em sua virilha dourada, toda carequinha e brilhando de tão ensopada de suco vaginal... e nisso a safada subiu com os dois pés no sofá, montou sua perna direita por sobre o ombro do velho e colocou a buceta de calcinha puxada para um lado na cara dele, onde ela rebolou esfregando na cara enrugada dele, e o velho segurando ela pelas pernas começou a lamber, cheirar, chupar... e ela gemendo enquanto remexia os quadris rebolando e esfregando a xota na cara do velho:
- iissooo, cheira a minha buceta, cheira, seu velho taraadooo... faz tempo que o senhor não sente o cheiro de uma bucetinha, né?
Seu Jorge, com aquele seu narigão da ponta caída, afundada no rachado da bucetinha da loirinha, da namorada do netinho e chegava, tragava o aroma dela... ao mesmo tempo ia dando uma lambidas, umas chupadas com aquela sua boca com dentadura. Foi quando ela desmontou dele e ajoelhou no sofá ao lado dele e disse:
- Tira essa dentadura, tira.
Ele tirou jogando na mesa do abajur ao lado, e ela abraçou o velho ao redor de seu pescoço e tascou um beijo na boca... Carolzinha gemia e revirava seus olhinhos sentindo prazer em chupar a boca sem dentes do homem cheia de rugas e murcha, onde ela chupou aquela língua grande e áspera do idoso...... E ele com as mãos nos peitos dela, amassando, apalpando... e ela então se levantou e tirou sua roupa todinha na frente dele... o velho louco olhando pro corpo gostoso e tesudo da ninfeta, todo loirinho dourado e com algumas pelugens esbranquiçadas nos braços, coxas, na barriguinha, a coisa mais linda de se vê, com aquele par de peitões moles balançando com rosadas aréolas e mamilos endurecidos e uma virilha toda lisa com o formato do seu biquíni tatuado num bronzeado e no meio dessa marquinha uma xoxotinha tipo uma boquinha de golfinho, pequena e rosadinha toda babadinha.
... O velho não conseguia tirar sozinho sua bermuda e ela o ajudou, pegando e puxando pelas pernas dele... o velho estava sem cueca, seu pau marrom ali em sua peluda virilha grisalha estava enorme, levantado e pulsando duro com o prepúcio arregaçado expondo um cabeção em formato de cogumelo na cor marrom escura. Ela ria lambendo os lábios enquanto olhava pra rola do velho.
- Fica quietinho, vovô, se não o senhor vai enfartar. Deixa comigo.
Ela jogou uma almofada no chão diante do sofá e se ajoelhou em cima por entre as pernas abertas do idoso, agarrando no pau dele e caindo de lambidas tal qual um delicioso picolé enquanto encarava o vovozinho sentado olhando para ela... ambos gemiam, ela de prazer a cada lambida no pau e ele de tesão por sentir a novinha lhe passando a língua na rola toda... a moleca chegou a mamar nas bolas peludas do velho... e era bolas enormes... ela sempre masturbando o cacete muito bem seguro pela sua delicada mão... e lambendo todas a extensão ela chegou no cabeção e abocanhou... movimentando seu rosto para baixo num boquete barulhento, onde ela engasgava e golfava lacrimejando seus verdes olhos ao forçar muito o abocanhamento e assim entalando. Carolzinha estava de fato se deliciando com a piroca do velho... teve um momento que ela punhetou o pau do velho com a boca, deslizando seus macios e delicados lábios na cabeça da rola do vovô do seu namorado, com uma certa velocidade de cima para baixo... socando, socando, socando... e seu Jorge se acabando de gemer numa agonia imensa não resistiu e se tremeu dando uma ejaculada na boquinha da ninfeta.
Ela parou o boquete e ficou de boca abarcando a cabeça da rola do idoso... gemendo ao sentir os esguichos de porra dele lhe enchendo a boca e escorregando pela sua garganta abaixo... O velho se tremendo todo, sentado no sofá e ela ainda empunhando o cacetão dele e passando lambidas e mais lambidas nele todo, sofrendo espasmos. A gozada foi tão forte que o pau do velho deu uma amolecida, a ninfeta ficou até chateada e se passou pra cima dele, montando no colo dele e galopando, se esfregando nele e deitando seus peitos na cara dele, que de forma afoita e gulosa chupava cada um... e ela, louca:
- aaii vovôôôôhhhrr endurece erra rola, vaaiiieeehhhrr... O senhor vive de pau duro e justo agora tá mole? Deixa ele duro e mete na minha buceeetaaa, o senhor não quer comer minha bucetinha não, é? Eu quero roolaa, eu quero roolaaahhhrr...
A novinha toda peladinha montada no velho nu esfregava no corpo peludo e enrugado dele enquanto dava seus peitos pra ele mamar, e ele agarrando ela, escorregando suas grandes e pesadas mãos nela, apalpando sua bunda gostosa... e ela gemendo pedindo rola... o velho foi com tudo pra cima da novinha, com ela deitando de costas no sofá e ele por sobre ela, ela se arreganhou toda enquanto gemia...
- Espera, vovô, deixa eu pegar... assim... eu meto, calmaa... afasta mais... mmmrr...
Carolzinha deitada por baixo dele, toda arreganhada para ele, segurou masturbando a rola do velho e foi encaixando na entrada na sua bucetinha e puxando pra dentro...
- iissoo, seu velho tarado, me come agora, vaaiimmrr...
O idoso todo afoito batendo virilha no meio das pernas loiras arreganhadas e de pezinhos pro alto da novinha enquanto arregaçava a bucetinha apertadinha dela com a sua piroca dura novamente... e ela louca, aguentando o peso do corpo avantajado do idoso quicando entre suas pernas junto as macetadas que ele dava, botando pra rasgar as paredes internas da xoxota dela e bater com o cabeção em seu útero... com aquelas bolas enormes batendo no meio dela, deixando ela louca, louca... colocando pra fora a putinha que tinha dentro dela:
- iissoo vovôô, é assim que eu quero a sua piicaaa, bem dura dentro de mimmm... me fode, seu velho taraadooo, me foodee, me fooodee...
Seu Jorge depois de tanto tempo matava a saudade de uma buceta, afinal, passou a vida metendo rola em tudo que era mulher, e essa bucetinha aqui era especial demais, pois era uma buceta macia e novinha... apertadinha, buceta da namoradinha do seu netinho... uma loirinha linda, formosa, safada tal qual uma vagabunda, toda ardida e fogosa... que pedia mais e mais entre gemidos enquanto ele bombava no meio dela... Ele deitava seu rosto no dela, beijando com sua boca murcha a boquinha delicada e rosadinha dela, metendo aquela língua áspera e babada dele na boquinha dela, pra ela chupar... e ela gemendo nesse beijo enquanto tomava sapecada de virilha enrugada entre suas pernas loiras sedosas, sentindo o vai e vem acelerado da pirocona do velho lhe arregaçando por dentro... Carolzinha deu uma gozada se tremendo toda, molhando muito o pau do vovô.
Ele parou meio lerdo e desmaiando por cima dela, ela ria, empurrando ele, teve até dificuldade de fazer ele sentar... onde em pé no chão, suada, diante dele, ela ria pra ele ajeitando seus loiros cabelos e falava:
- Chega, né, vovô? Se não o senhor morre e eu fico lascada aqui sozinha com o senhor.
E ele sentando mexendo em seu pau murcho e com a outra mão chamando ela, querendo pegar nela... Carolzinha ria, gargalhava achando o velho um fofo, onde ajudou ele a vestir sua bermuda e camisa. Depois ela se vestiu, foi beber uma água na cozinha, depois trouxe a água para ele... e justamente nesse momento a mãe do namorado chegou, adentrando a sala e rindo pra eles, vendo a namorada do filho sendo cuidadosa do o velho, dando água para ele:
- Tomou os comprimidos dele?
- Sim, dona Ângela, eu dei.
Uma hora depois o namoradinho Vinícius chegou do compromisso com o pai, ela o recebeu toda meiga e carinha se jogando nos braços dele entre beijos... Ela acompanhou o namorado até o quarto dele, onde bastou ele fechar a porta e Carolzinha meteu suas mãos por baixo da sua minissaia, desceu sua calcinha tirando pés abaixo e em seguida ela caminhando rumo a cama dele ergueu sua minissaia mostrando sua bundinha loira dourada com marquinha de bronze e assim colocou seus joelhos e mãos na cama... onde de quatro deu uma jogada de cabelos loiros e lisos pra um lado e olhou para ele ali atrás por sobre um ombro, rindo toda safada e chamando ele com um rebolado.
Vinícius, moleque novo, respondeu a essa provocação da sua gatinha loira tirando sua roupa toda e de pau duro na mão chegou nela por trás fazendo ela gemer, dando a ela o que essa moleca tarada e fogosa queria... e ele usou de todo o seu vigor viril para dar um sacode nela de tanto que tacou virilha na bundinha loira dela... enchendo a bucetinha dela de socadas e mais socadas de rola sem tirar de dentro... onde a moleca tinha seus peitões loiros balançados se arrastando na cama enquanto gozava horrores, contendo gemidos mais altos para a mamãe dele na casa não escutar.
Vinícius controlava o gozo enquanto sapecava a rola na buceta de Carolzinha... até que ele gemeu falando que ia gozar... e ela, toda arrebitada de quatro, olhando pra ele atrás e tomando um sacode dele, pediu gemendo:
- No meu cuzinhooo, goza no meu cuziinhooo...
Vinícius tirou rapidamente o pau da xoxota rosada e molhadinha da sua gatinha ninfeta e segurando ela por um quadril foi encaixando no meio da bunda loira dela toda arrebitada pra ele... ela gemeu sentindo o pau entrando... e logo gemeu mais ainda junto com ele, enquanto ele a puxava de quatro e estocava num ritmo gostoso o cuzinho dela... batendo virilha na bundinha loira dela, dando um sacode nela e ela louquinha:
- iissoo, amooor, come meu cuzinho, coomee... eu tava esperando você chegar pra dar meu cuziiiinhoooorr... rraammmrr...
O moleque se tremeu todo, dando uma puta gozada de pau atolado na rabinho loiro da sua gatinha... a puxando pelas ancas de virilha grudada na bundinha dela enquanto curtia o gozo, esporrando, jogando toda a sua porra bem dentro do buraquinho anal dela.
Vinícius sabia bem quem era a namorada, que ela era assim mesmo, tarada, fogosa e exigente, quando queria não podia recusar... e ele gostava disso. E nesse clima os dias foram passando e Carolzinha fortalecendo a amizade com a família do namorado, vindo mais e mais vezes na casa dele, normalmente nos finais de semana... e consequentemente convivendo com o tarado do avô dele, que não perdia a oportunidade de sempre espiar ela por onde quer que ela andasse dentro da casa, e em muitos desses momentos de pau duro estufando suas bermudas. Louquinho pra poder meter nela de novo.
Durante a semana, a mãe de Vinícius, dona Ângela, teve compromisso pela manhã, e como Carolzinha tinha feito companhia ao seu Jorge uma vez, dona Ângela chegou no filho e pediu para ele pedir pra namorada, Carolzinha, pra repetir o favor. Carolzinha no dia seguinte se fez presente logo cedinho pela manhã na casa da família do namorado. Dona Ângela recebeu Carolzinha já pronta para sair, falando para ela sobre onde estavam os comprimidos que o vovô tinha que tomar lá pras 09 horas... Já seu Jorge, sabendo que a ninfetinha estaria na sua casa, saiu bem cedo da cama e estava aqui no sofá da sala... assistindo TV. Carolzinha se sentou no mesmo sofá do idoso, suas loiras douradas e sedosas coxas cruzadas em sua minissaia jeans, e apesar de seu celular em mãos, ela espiava de canto de olho o idoso ao lado, mais precisamente a bermuda dele, marcada pelo volume na horizontal.
Quando então Carolzinha pediu licença ao vovô Jorge dando um beijinho em seu rosto e deixou a sala rumo a cozinha... Lá ela pegou na geladeira água, colocou num copo, em seguida ela tirou do bolso da sua minissaia um comprimido... azulzinho... Logo depois ela retornou a sala, onde ela trouxe o comprimido com o copo de água e deu para ele. Carolzinha colocou o viagra na boquinha do Seu Jorge e que em seguida ela mesma deu água na boquinha dele, onde fez o comprimido descer com o gole que tomou.
Carolzinha riu e sentou ao lado do idoso. O efeito do comprimido iria demorar um pouco, mas o pau dele sem viagra já estava ali, ora duro, ora dando uma amolecida, porém, estimulado por ela, que acariciava com sua delicada mãozinha direita o colo dele, por sobre a bermuda em malha dele... sentada ao lado do velho, beijando ele, com a boca dele sem dentadura, pois ela mandou ele tirar e a colocou dentro do copo de água que estava ao lado na mesinha do abajur... e enquanto o beijava a boca murcha chupando sua grossa língua a ninfeta. Era uma imagem da mais pura contrariedade e safadeza, uma ninfetinha linda, toda princesinha, loirinha, se agarrando e trocando beijos com um homem da idade do seu avô... e ela gemia de tesão, claramente adorando isso... abusar desse idoso... que por sua vez, tarado e safado se aproveitava dela... Carolzinha puxou de dentro da bermuda do seu Jorge o pau dele... e ficou masturbando, enquanto o velho, com aquela sua boca murcha, abocanhava cada peitão loiro dela diante da blusinha tope dele erguida.
Carolzinha se levantou e foi tirando toda a sua roupa em câmera lenta, sensualizando, rebolando, como se dançasse pro vovô... sentado, camisa de botões aberta, segurando seu pau pra fora da sua bermuda arriada nas canelas, Carolzinha jogou seus loiros e lisos cabelos pra um lado e caiu de boca na cabeça marrom da rola do idoso... dando uma mamada empenhada que o velho sentado se tremeu e gemeu... com uma mão na cabeça dela, acompanhando a movimentação do rostinho dela debruçado em seu colo, onde ela escorregava seus delicados lábios até o meio da piroca do velho... tão novinha e com uma experiência de prostituta profissional no boquete. O vovô Jorge não se aguentou por mais tempo e deu uma puta gozada na boquinha da safada. que gemeu sentindo os jatos de esperma lhe explodindo na boca e escorregando pela sua garganta... esvaziando o pau dele...
Em seguida o pau do velho deu aquela murchada, Carolzinha se irritou... o azulzinho ainda não tinha feito efeito.
Em seguida, o vovozinho se deliciava olhando pra ninfeta já peladinha em pé diante dele enquanto se exibia numa dança sexy... girando, se agachando até o chão e subindo rebolando, virando a bunda com marquinha de bronzeado pra cara do velho, a qual ela colocava suas duas mãos e abria, mostrando seu cu rosado pra ele no meio de redondas nádegas lisinhas, douradas e cheias de pelugenzinhas aloiradas...
Ela em pé no chão de costas pra ele, deu uma ré inclinando seu corpo pra frente e jogando sua bunda pra ele, pernas meio abertas, chamando o velho, que sentado inclinou seu rosto pra frente e agarrando a bunda da novinha caiu de cara no meio, ela gemeu rebolando enquanto sentia as lambidas que o vovô dava no seu rego, no seu cuzinho... aquela boca sem dentes, murcha, apressada, com aquela língua afoita lhe lambendo intenso e afoito da bucetinha ao cu, do cu a bucetinha... velho guloso, tarado, ele fazia barulhos enquanto lambia e chupava o meio da bundinha dela, parecia um porco, um animal... babando ela toda no rego da bundinha loira, sempre agarrando a bunda dela com suas mãos enormes e pesadas, dedos grossos, palmas ásperas... aqui e ali ele sentava o tapa... e ela gemendo de prazer:
- Issooo, me baatee, me baaatee... bate, vovô, me bate na bunda, me baaateee...
Carolzinha, peladinha, se virou de frente, a rola do idoso estava no ponto, apontada pra cima... ela empurrou o velho, que, sentado, se encostou, e nisso ela foi montando no colo dele de frente... por cima... Carolzinha gemeu se tremendo ao sentir sua careca bucetinha loirinha agasalhando uma benga tão gostosa de sentir como era a desse idoso...
- aaaiii, vovô, que deliiciiaa de paauuhhh...
Carolzinha não teve pressa nenhuma, e assim foi toda manhosa e empinadinha subindo e descendo, mexendo aquela sua bundinha loira toda dourada pra cima e pra baixo, fazendo sua delicada xoxota de ninfeta ir devorando a piroca do vovô... gemendo de tesão toda arrepiada, rebolando como se parafusasse a pica em sua buceta, rosqueando ela... com todo cuidado pra não matar o velhinho do coração... que por sua vez apalpava os peitões loiros dela, gemendo, se deliciando ao sentir no seu pau em pé o descer e subir, o subir e descer de uma xoxota tão macia, molhadinha e apertada como era a prexequinha da namoradinha do seu neto... e ela gozando... sim... a ninfeta entrou rapidamente em estado de orgasmo, se contorcendo sentada no colo do idoso... se arrepiando toda ao sentir a dureza, grossura e tamanho da pica do avô do namorado arregaçando as paredes apertadas da sua bucetinha... Carolzinha, daqui em diante, ritmou o galope enquanto fodia o pau do seu Jorge... sempre gemendo da forma mais excitante possível... eram gemidos dos mais manhosos... soluçados, estremecidos... jogando seus loiros cabelos para um lado e outro, virando o rosto pra cima de olhinhos verdes revirando e boquiaberta a gemer e puxar o ar... aqui e ali ela acelerava, galopava batendo bundinha nas coxas enrugadas do velho, mas sem exagerar... e quando ela gozava, ela parava e rebolava, esfregando sua loira bundinha sedosa toda dourada e com pelugens esbranquiçadas no colo velho do idoso... rosqueando o pau dele com a sua buceta, apertando o pau dele com contrações das suas paredes vaginais. E o mais gostoso nesse momento, é que ela sentiu que a pica dele continuava dura... e bem mais dura que o normal
Carolzinha se aproveitou da dureza que estava o pau do vovô e virou de quatro pra ele nesse sofá, toda arrebitada da forma mais sexy e linda de se vê... com a sua loira bundinha dourada toda aberta enquanto piscava o cuzinho e escorria baba na sua bucetinha rosada em forma de concha por baixo entre pernas abertas... e Jogando seus loiros cabelos para um lado, ela olhava para ele ali atrás e o convidava com um sutil rebolado pra meter nela... Logo o idoso se sustentou em pé atrás dela e a domou de forma afoita, meio se tremendo e fungando ofegante... e de pau numa mão ele empurrou com força que a ninfa gemeu gritando... entrou arregaçando... velho tarado, pegando a namoradinha do neto pelos quadris e a puxando forte enquanto começou a lhe sapecar a varada na buceta sem dó... do jeito que ela queria, pois a safadinha gemia sendo jogada pra frente, aguentando os solavancos que tomava dele, com seus peitões por baixo sacolejando e a sua bundinha aguentando a virilha pelancuda com cicatriz de cirurgia de apendicite do idoso... e o que deixava essa ninfeta de quatro mais louca era sentir o balançar das bolas dele lhe espancando por trás... eram bolas grandes e pesadas... por alguma razão que somente em fetiches se explica, Carolzinha se acabava de gemer de prazer.
E enquanto sentia na sua bundinha loira tapas e mais tapas da virilha do idoso e na sua bucetinha cor de rosa toda a potência da bem dotada rola dele numa socação gostosa... eis que o vovô, não se aguentando de tanto olhar pra bundinha gostosa dessa safada de quatro pra ele, parou, tirou seu pau da bucetinha dele e com ele na mão engatilhou no meio, bem no cuzinho dela e empurrou... sem cuspe e gentileza... fazendo Carolzinha gritar alto enquanto seu cuzinho cor de rosa recebia toda a potencia da rola bem dotada do filho da puta desse velho tarado... ela gemeu chorado diante do prazer, pois além da dor no cu o coroa tinha uma pegada firme e forte que a deixava toda puta, cachorra, submissa, e aquele vai e vem desenfreado da rola dele toda atolada no meio da sua bundinha lhe fazia ir a loucura...
Já o idoso não parava de olhar para baixo, pro rabo loiro dessa gatinha enquanto ele a puxava pelos quadris e assim seguia socando, socando, socando a rola no cuzinho dela... um cuzinho tão macio e quentinho, ele sentia seu pau quase arrebentar de tão endurecido enquanto socava sem sair de dentro da bunda dessa ninfeta... e ela se tremia gozando pelo cu, sem desabar, sem sair da posição, excitada e assustada com o vigor do vovozinho, que não broxava e tão pouco tirava o pau do seu cu em constante movimentação para frente e para trás... mantendo-se toda cachorra para ele continuar a pegando por trás e socando, socando, socando... socando gostoso o pau no seu cuzinho... de repente ela estremeceu como se tivesse tendo uma convulsão, na verdade era um orgasmo anal conforme sentia a pica do velho lhe socando o cu sem sair de dentro... tamanha sequência de explosões em seu corpo todo lhe fez desabar de peitos e rosto no sofá, mas ainda sendo agarrada pelas grandes e pesadas mãos do seu Jorge, a puxando e se tremendo todo enquanto virilhava a bunda dela... O velho se desequilibrou e foi com tudo, caindo de bruços nela... mas sem tirar o pau no cu dela e sem parar de dar com a virilha na sua bundinha... Carolzinha, de bruços no sofá, por baixo do avantajado corpo do idoso, suado e cheirando a suor, gemia com um sorriso no rosto, de satisfação em estar sentindo tamanho prazer em ser pega assim por ele, em dar a bunda pra um idoso tarado como esse.
Contudo, a campainha da casa tocou e ela teve dificuldade em se sair às pressas de debaixo do velho... nisso foi catando suas peças de roupa e se vestindo apressadamente, com seu loiro corpinho todo suado e ofegante... de cu arrombado e xoxota toda melada... A campainha tocava mais e mais e ela tendo dificuldade em vestir o velho... sendo que o pau dele, por razão do viagra ainda estava em ponto de bala.
Ela apenas subiu a bermuda dele e foi depressa abrir o portão, era a mãe do seu namoradinho, dona Ângela, que entrou conversando com ela e Carolzinha tentando disfarçar o semblante e aspectos de quem estava fodendo... Dona Ângela cumprimentou o seu Jorge ali na sala e foi direto pra cozinha, Carolzinha ficou uns minutos conversando com ela na cozinha, até que veio o seu Jorge, entrando na cozinha... Dona Ângela toma um susto ao ver a bermuda do pai do seu esposo, seu sogro, estufada expondo sua ereção. Carolzinha ri com uma mão na boca, como se estivesse constrangida. A verdade é que demorou muito tempo para que o efeito do viagra acabasse e o pau do seu Jorge relaxasse.
Mais tarde, todos em casa, Carolzinha permaneceu para receber seu namorado Vinícius, afinal, ela queria dar uma com ele antes de ir embora... e claro, a ereção do avô dele foi assunto e motivo de risos entre ela e o namorado... mal sabia o chifrudo rapaz o motivo dessa ereção e o que o avô fez com esse seu pau duro pela manhã na companhia da sua linda namoradinha abusadora de velhinhos.
FIM!
Obrigada por lerem e comentem.