De repente, o pastor lembra que tem que passar na casa da sua irmã Luiza, para busca-la, pois ela iria ajuda-lo na igreja nesse dia, pois o culto dessa manhã seria especial e a sua irmã é uma crente das mais entusiasmadas. Pastor Marcos dá meia volta, entra em outra avenida e segue rumo a casa da sua irmã. Ele poderia muito bem pegar seu celular e mandar uma mensagem para ela, falando que estava indo na sua casa, mas não, ele preferiu ir direto, já que estava passando de carro perto de onde ela mora.
Chegando lá, ele para seu carro em frente a casa da irmã, saiu trancando o carro, subiu na calçada, e antes de tocar na campainha ele colocou a mão no portão, viu que estava destrancado e entrou... e de cara, ao entrar pela sala, ele escutou algo que o deixou meio que admirado... era uma música num volume alto o suficiente pros vizinhos dos lados escutarem... e era o tipo de música que jamais passou pela sua cabeça que a sua irmã, uma crente devota, que adora cantar louvores nos cultos, costumava escutar... E se não bastasse o ritmo e estilo da música não ter nada a ver com o comportamento da sua irmã, o tipo de letra chamava ainda mais a atenção... pois se tratava de um funk... e era um funk proibidão, da letra bem vulgar, falando de sexo, submissão e chamando mulher de cachorra e coisas piores.
Pastor Marcos desacelerou os passos, em estado curioso e meio perplexo e foi passando pelo corredor entre quartos, indo até a cozinha, onde não encontrou a irmã... e o som do funk proibidão rolando, ele olhou adiante pro corredor e percebeu que vinha de um dos quartos... Nisso, o pastor Marcos pegou enfim seu celular e olhou, tinha uma mensagem da irmã Luíza, falando que tinha ido a uma consulta e da consulta ela iria direto pra igreja. Ou seja, se ele tivesse visto essa mensagem antes, ele não teria vindo a casa dela e tão pouco escutaria esse funk vulgar rolando.
Só que, escutar esse tipo de música na casa da sua irmã, tão devota e temente ao sagrado o deixou muito curioso.
Sua irmã Luíza era casada e o marido neste momento estava no trabalho, porém, ela tinha uma filha única, Vanessa, ou carinhosamente chamada de Vanessinha... Vanessinha tinha seus 19 aninhos e também fazia parte da igreja, moça prendada nos afazeres domésticos, estudiosa, um exemplo de jovem, praticante da palavra do senhor e que sempre estava presente com a mãe nos cultos de finais de semana, inclusive, era uma líder dos jovens da congregação, atuando como uma missionária. Vanessinha era orgulho da sua mãe, sobrinha admirada pelo tio pastor e por todos os seus parentes e fieis da igreja.
E o susto aqui do pastor Marcos era justamente por não acreditar que Vanessinha, sua querida e devota sobrinha, gostava desse tipo de música, pois vinha do quarto dela... Nisso ele foi em direção ao quarto da sobrinha.
Marcos parou diante da porta dela, não bateu e nem chamou por ela, e o funk rolando... ele então colocou uma mão na maçaneta da porta do quarto da sobrinha e girou... a empurrando de leve... o funk foi escutado por ele ainda mais alto, com aquelas letras carregadas de pornografia e sendo cantadas por uma cantora da voz fina e que misturava frases vulgares a gemidos... e quando Marcos deu uma espiadinha dentro do quarto, deu de cara com a sobrinha, Vanessinha... de costas para onde ele estava ali parado diante da porta sutilmente aberta, onde ele se arrepiou e até bateu forte o coração junto a um gelado em seu estômago, pois o que seus olhos de homem temente ao sagrado viram, através de seus óculos de grau, era no mínimo a imagem do pecado em pessoa.
Vanessinha descia até o chão num rebolado endiabrado, requebrando seus quadris, tais movimentos constantes e sacolejados faziam a minissaia em malha colada que ela usava subir e deixar a mostra a sua bunda toda... e Vanessinha era dona de uma bela bunda, toda morena cor de jambo e que aqui estava com uma calcinha preta fio dental, mas claro, os olhos dele assim de primeira nem viram a calcinha ali no meio daquela bunda tão robusta... Pastor Marcos não acreditava, porém, quieto, continuou espreitando pela porta entreaberta a sobrinha trajada como uma prostituta e dando seu show, como se tivesse possuída, onde em nada lembrava aquela menina tão doce e meiga da igreja e que normalmente trajava saias longas nos cultos... Pastor Marcos não acreditava que por baixo das roupas largas e compridas que Vanessinha usa diariamente se escondia um corpo com curvas e recheios tão insinuantes... e aquela sua bunda era aqui o que deixou ele ainda mais... impressionado... era uma bunda de menina nova, toda lisinha, redonda e empinada... morena da cor do pecado. E aquele fio dental só deixava ainda mais... tentadora.
Marcos, o pastor e tio da filha da sua irmã, permaneceu olhando... a medida em que a sobrinha ia remexendo seu corpo todo ao som do batidão e ao mesmo tempo passando mãos em seu corpo por sobre minissaia e blusa... blusa aberta decotada, decote pelo qual seus peitos saltavam... fartos peitos em um sutiã preto bustiê.
Pastor Marcos ameaçou então entrar de uma vez e acabar com essa promiscuidade da sobrinha, mas parou ao notar ela descendo suas delicadas mãos e pegando nas alças laterais da sua calcinha... e assim foi a descendo pelas sua ancas e bunda abaixo... pastor Marcos ali atrás, diante da brecha da porta, viu a calcinha fio dental desatolar no meio daquela bunda insinuante da sobrinha... O pastor chegou a tirar seu rosto e pensar em sair, em deixar a casa... mas o fato dele estar sozinho aqui, flagrando algo que nunca passou pela sua cabeça, e ainda mais a sua sobrinha, tão doce e recatada, se mostrando assim como ela de fato era... o fez perder a noção e a razão, onde ele passou a pensar com seu pau... pois neste momento ele sabia e sentia que dentro da sua calça o seu pau era quem comandava a sua reação... e seu pau estava duro como ferro, pulsando por sua sobrinha. Nisso ele voltou a espreitar pela porta.
Vanessinha continuava a dançar os provocantes passos do funk, sempre rebolando e descendo até o chão, 19 aninhos, gostosa pra caralho, um corpinho lindo tentador... as caras e bocas que ela fazia, sempre rindo, cantando a música e repetindo empolgada com a sua vozinha de ninfeta a letra que falava:
“Eu quero fazer ménage, hoje eu vou foder à três, vai, faz a fila e vem uma de cada vez.”
E nisso ela seguia sacolejando sua bunda com uma habilidade sem igual, com as mãos nos joelhos, toda arrebitava, ora tremendo só uma nádega, depois a outra... completamente nua da cintura para baixo... e quando ela deu uma voltinha... Pastor Marcos notou uma tatuagem na virilha dela, não viu ao certo que desenho era, mas não sabia que a sobrinha tinha tatuagem por ser tão nova assim e ficou pensando se a mãe sabia disso... ele não conseguia ver direito era a xoxota dela, pois ela o tempo todo virava rápido, sem falar que a moleca era super empinadinha e assim, a xoxota dela era toda para baixo das pernas, tudo o que ele conseguiu ver de frente foi a virilha dela toda lisinha que seguia até a testa da xota e a marca do biquíni dela em sua pele morena bronzeada... e ela se remexia e sempre colocava uma mão em cima, tapando a xaninha.
Pastor Marcos, completamente tomado e arrebatado pela cena, pelo flagra, chegou a pegar em seu pau por sobre sua calça e apalpar... desejando sua própria sobrinha. E nisso ele começou a reparar algo ainda mais revelador sobre tudo isso que estava acontecendo... pois diante dela ali dançando sem parar, tirando sua roupa... tinha um computador ligado em uma mesinha... Marcos suspeitou que ela estivesse fazendo um showzinho on line para alguém... Onde ela virava a bunda pra esse computador e segurando com as mãos a abria, mostrando o cu... dava tapas na própria bunda, rebolava... vez e outra ela parava e debruçava seu corpo diante do computador e ficava digitando, como se conversasse com alguém do lado de lá, alguém que estava assistindo ela dançar. E ela aqui debruçada e o tio pastor aproveitava pra espiar ainda melhor aquela raba maravilhosa que a sobrinha tinha.
Nisso a molequinha endiabrou de uma vez, onde requebrou, rebolou e contorceu seu corpo ainda mais insinuante, pegando em sua blusinha e a tirando... tirando então seu sutiã e ficando então completamente nua... O pastor Marcos arfou, com o suor já melando sua camisa nas axilas e peitoral... onde ele abriu dois botões... e claro, seu pau trincava de tão duro dentro da sua calça em linho preta... o homem estava enlouquecido de tesão pela filha da sua irmã.
E que corpo, que tesão de ninfeta... rabuda, cintura fina e peitos maravilhosos, tudo balançando enquanto ela dançava ao som do funk mandando ela gemer, quicar, jogar a bunda pra cima, descer até o chão, fazer cara de cachorra... e ela se mostrando pro seu computador.
A moleca então, caminhando pelada ao som do ritmo do funk, abriu uma gaveta da sua mesa e pegou algo de dentro, Marcos só olhando, só acompanhando dali da brecha da porta... quando ela colocou na boca, chupando... era um consolo da cor rosa... e nisso, ela virou a bunda pra tela do seu computador e com uma mão na bunda e a outra segurando o tal consolo, ela foi metendo atrás, mostrando pra quem estava ali assistindo on line... ela gemeu manhosa e falou:
- Vocês querem ver a putinha de vocês fodendo o próprio cuzinho, queereemmm? Então veejaamm, rrrmmmrr...
Nesse momento, ela em pé de costas para seu computador, pelada e metendo um consolo em sua bunda, virou seu rosto para a frente, para a porta e viu o rosto do seu tio pastor... e ele também se assustou ao ser visto por ela e assim tirou rápido o rosto da brecha da porta, deu meia volta e foi saindo rápido dali, passando apressado pela sala e saindo casa e portão afora, onde já em seu carro, entrou, ligou e vazou.
Na igreja, o pastor chegou mais recomposto do susto, do flagra, da descoberta um tanto excitante da sua sobrinha. E aqui veio falar com ele Luíza, sua irmã e mãe de Vanessinha, que cumprimentou a ele com um abraço carinhoso e uma saudação típica da religião deles... e enquanto ela conversava com ele, o pastor e irmão Marcos só pensava na filha dela, sua sobrinha, e o quanto ela enganava a mãe. Inclusive, ele perguntou pra irmã:
- Cadê minha sobrinha, porque não trouxe ela?
Luiza disse: - Não deu, ela vem final de semana, pois hoje ela foi fazer um trabalho na escola.
Ou seja, ela mentia pra mãe, sabendo que a mãe tinha que ir pra igreja e ficava em casa, no quarto, sozinha, fazendo putaria on line.
Raramente Marcos ia a casa dessa sua irmã, pois sempre a encontrava na igreja, e aqui, quando o final de semana chegou, estava o pastor Marcos recebendo seus fieis em sua igreja para mais um culto de sábado pela manhã, e entre eles recebeu a sua irmã Luíza e sua filha, Vanessinha. Que olhou pro tio e pastor com olhos de quem sabia que ele sabia seu segredinho... e ele encarando ela enquanto apertava a sua mão dando boas-vindas num cumprimento típico da religião. Ela toda coberta num vestido imenso, estampado e que, embora deixasse transparecer as curvas de seu corpo, não mostrava nada daquilo que ele viu tão explicitamente enquanto ela dançava funk.
Durante todo o culto, Vanessinha ficou ali ao lado da mãe, mergulhadas naquela emoção arrebatadora das orações e louvores, ora chorando, gritando, mãos pra cima balançando, falando alto palavras de adoração e graça em tom de lamento, de alto flagelo e súplicas... e o pastor Marcos ali no altar, calça em linho, camisa de botões branca, sapatos sociais, microfone numa mão e na outra uma bíblia, pregando a palavra sagrada para uma igreja lotada... e claro, vez e outra ele encarava a pirralha, sua sobrinha, onde ele falou gritando a frase:
“NOSSOS FILHOS, NETOS, SOBRINHOS... PREFEREM SE ENTREGAR AS TENTAÇÕES DA CARNE, DA FORNICAÇÃO, DO ONANISMO E DA VULGARIDADE DO QUE AO SAGRADO. ESTÃO PERDIDOS. TODOS PERDIDOS... TEMOS QUE INTERFERIR E NÃO DEIXA-LOS SE ENTREGAR AO SATANÁÁÁSSS.”
E Vanessinha encarando ele, ciente que o recado do tio pastor era para ela.
Depois do culto, os fieis foram indo embora, alguns indo falar com o pastor, agradecer por mais um emocionante louvor e parabenizando ele por mais uma impactante pregação. E claro, ao lado dele, sua irmã Luíza e sua filha, Vanessinha. Que continuava olhando para ele sem medo. Até que num certo instante, quando a mãe Luiza estava falando com alguns fieis, ele chegou perto de Vanessinha e disse:
- Anda se comportando mal, né, menina? Olha o castigo?
E ela, disse:
- E o senhor também vai ser castigado por ficar olhando, não acha?
- Tava vendo a sua sem-vergonhice. Eu vou contar pra sua mãe.
E ela, encarando ele, saiu de perto dele porque chegaram algumas senhoras pra falar com ele. Vanessinha estava segura e consciente do que fez, não baixou a guarda pro seu tio e pastor e muito menos se mostrou arrependida. Já ele, ficou impressionado com o descaramento dessa sua sobrinha, ali na sua igreja, no meio de todos. Fingindo ser uma santa, uma boa filha, pura, virgem e sem maldade nenhuma no seu coração, sempre rindo pra todos, sendo gentil, falando palavras de louvor a todos, bem diferente das frases vulgares que saiam da sua boca cantando aquele funk proibidão e dançando daquela forma libertina enquanto tirava a roupa on line. Eles ficaram aqui, tio e sobrinha, pastor e filha da irmã, o tempo todo trocando olhares, e ela não arregou para ele, onde aqui e ali ela ria com uma puta cara cínica, como se desafiasse ele a contar pra sua mãe.
Contudo, na segunda-feira pela manhã ia acontecer um evento na igreja, onde enquanto o pastor Marcos se arrumava em casa, eis que ele recebe uma mensagem da sua irmã Luiza, falando que já estava na igreja, e nisso ela disse:
- Eu vou sozinha, a Vanessinha foi pra escola, tem uma prova pra fazer.
Pastor Marcos na mesma hora sentiu que isso era mais uma mentira da sobrinha, a fim de ficar sozinha em casa para dar seu showzinho on line diante de seu computador à portas trancadas de seu quarto. Foi então que ele mandou sua esposa ir com seus dois filhos pra igreja num carro, falando que iria mais tarde porque antes teria que ir em outra igreja fazer umas coisas. Depois então que a esposa foi junto com os dois filhos em um carro, o pastor Marcos entrou em outro carro seu e foi direto pra casa da sua irmã Luiza, certo do que encontraria lá.
Chegando lá, ele entrou portão adentro, e, já na sala, escutou o funk vindo do quarto da sobrinha, e aqui parou diante da porta dela, pegou na maçaneta e abriu devagar... onde ao colocar seu rosto para dentro, viu tudo de novo. Só que aqui a sobrinha Vanessinha já estava completamente peladinha, até mesmo suada e requebrando até o chão ao som do batidão.
Pastor Marcos, por sua vez, não veio aqui apenas para espiar sua sobrinha como da vez anterior... e assim ele simplesmente empurrou a porta e entrou no quarto dela, sem pressa, encarando ela e causando nela um puta susto... onde ela correu pegando seu vestido e colocando diante seu corpo nu, chamando ele de louco e perguntando o que ele queria... e ele se aproximando dela, parando em pé diante dela, encarando ela em silêncio, onde então abaixou as mãos, tirou o cinto da sua calça, e ela em tom de medo pedia pra ele que não batesse nela pois não precisava disso... Pastor Marcos, encarando sua sobrinha, já com o cinto na mão, o jogou no chão, depois abriu a sua calça e tirou de dentro da sua sunga o seu pau.
Vanessinha ficou olhando pro tio pastor de calça aberta, segurando seu pau pra fora, batendo uma punheta bem devagar... onde ele falou:
- Lá na igreja... toda semana chega alguma mãe me trazendo uma garota perdida que nem você... tudo demoniada, rebelde... pedindo em nome de Jesus pra eu salvar ela, colocar a palavra nelas... e cabe a mim fazer elas se comportar melhor... Chegou a sua vez, sua safada.
Pastor Marcos puxou Vanessinha pelo braço fazendo ela largar o vestidinho que cobria seu belo corpo de ninfeta e a fez se ajoelhar, ela tentou se levantar e ele a manteve ajoelhada a pegando pelo pulso esquerdo e com a outra mão na sua cabeça... falando:
- Me obedece, menina, fica assim.
Ela assustada, não acreditava no que acontecia, mas, obedeceu e ajoelhada ao mesmo tempo em que ela olhava pra rola dele para fora da calça dele e por sobre o rostinho dela... na verdade Vanessinha ficou aqui ajoelhada igual as muitas vezes que ela viu devotas novinhas da igreja do mesmo jeito diante dele em sessões de descarrego... e ele em pé diante dela, a pegou por trás da sua cabeça e a puxou, mandando:
- Abre a boquinha, abre.
Vanessinha encheu sua boquinha na graúda cabeça rosada da rola do tio pastor, e ele segurando a cabeça dela por trás com as duas mãos ficou estocando enquanto mexia seus quadris fodendo a boquinha da filha da sua irmã, ao mesmo tempo ele fazia uma pregação:
Vanessinha com as mãos nas coxas dele se engasgava com cada atolada de rola que o tio lhe dava na sua boquinha, arregaçando seus lábios, deslizando por sobre a sua língua garganta abaixo... ele estava como se estivesse no altar da sua igreja, pregando, pregando apenas para a sobrinha enquanto estocava a boquinha dela com sua rola, prendendo ela com as duas mãos segurando ela por trás da sua cabeça... Teve uma hora que ele empurrou tanto que quase trinca a mandíbula da sobrinha... então ele tirou o pau de uma vez que ela veio para frente de mãos no chão e vomitando tufos de baba enquanto puxava o ar e tossia.
E ainda pregando o pastor puxou a sobrinha pelos cabelos a erguendo do chão, levando-a pra cama dela, onde no supetão ele colocou ela de quatro na cama, sempre pregando, falando em tom alto palavras de louvor como se quisesse livrar uma alma das forças do mal, enquanto apalpava a gostosa bunda da sobrinha, e assim começou a dar muitos tapas, e a cada tapa era um grito de dor de Vanessinha, mandando ele parar... ele parou de bater, puxando ela pela bunda com uma mão e com a direita ele meteu a dedada no cu dela e girou... falando para ela:
- Essa parte do seu corpo é usava para o mal, menina, você a mostra para estranhos em danças vulgares, de messalina... e esse seu ânus está sujo, cheio de impurezas demoníacas e eu vou limpar em nome do senhor... vem aqui, empina.
Vanessinha chorava e gemia assustada mandando ele parar e sentindo dor no cu a cada dedada que tomava no tio pastor enquanto louvava, mas claro, se deliciando não somente em olhar para a bunda morena da sobrinha virada assim de quatro para ele, tão perfeita e aberta, como se deliciava também com quão era macio e quentinho o cuzinho dela conforme ele socava seu dedo girando até o talo... e ela se mantendo de quatro, gemendo agoniada, xingando ele, chorando, suplicando para ele parar... tomando dedada na bundinha...
Quando eis que o pastor Marcos, segurando seu pau duro feito ferro, deu uma cuspida no meio da bunda da sobrinha, falando:
- Esse ânus pecaminoso está agora banhado com a saliva de tudo o que é de mais sagrado que sai da minha boca em nome do senhor.
E sem camisinha, ele simplesmente usou da força que tinha pra domar a sobrinha Vanessinha de quatro pela anca esquerda com a sua mão esquerda enquanto com a direita ele segurava seu pau, encaixando a sua graúda cabeça rosada no meio da bunda dela e foi assim empurrando:
- Meu cajado há de livrar do teu corpo o demônio que habita nele.
... a ninfeta se agoniou a chorar de dor ao ser domada de quatro pelo tio e sentir no seu cu a penetração daquela sua rola enorme...
- Para, tiiooo, paara, para, paaraaa...
lhe arregaçando as pregas e vindo mais e mais para dentro...
Ele continuou empurrando sua rola no rabo moreno gostoso da sobrinha, pregando, louvando e confessando:
- Vou fazer contigo o mesmo que faço com todas as outras da tua mesma idade que chegam na igreja, com aquelas suas bundas cheias de pecado. Anda, menina, vem aqui, vem, sente o poder do cajado do teu pastor adentrando tua alma por meio desse teu orifício demoniado.
Daqui em diante, o pastor e tio de Vanessinha começou a foder o rabo dela numa estocada forte, a puxando de quatro para ele e metendo sem dó, movimentando seu pau no meio do rabo moreno dela... tudo enquanto aos berros pregava como se exorcizando ela...
- Teu ânus está impregnado, menina, impregnado do desejo, da luxuria, da vaidade, do mal, eu sintoo, eu siintooo... rraammrr...
Vanessinha apenas berrava enquanto seguia sendo domada de quatro na sua cama, dentro do seu quarto, em casa, pelas grandes mãos do seu tio lhe puxando pelos quadris, sendo enrabada com toda a fúria que ele demonstrava, sempre pregando... tomando dele um sacode junto a estocadas no cu daquele seu pau avantajado... ela chorando de dor colocou uma mão por baixo e começou a siriricar a xoxota pra tentar aliviar a dor, pois estava complicado aguentar a forma e ímpeto que seu tio usava para empurrar a rola no seu cuzinho... num entra e sai, num mete e puxa constante... Vanessinha não era virgem no cu, até gostava de dar a bundinha, mas ser pega assim de repente e ter seu cu empalado dessa forma bruta por seu tio, que lhe assustou de tal forma... deixou ela desesperada...
Já o pastor Marcos gemia de prazer e orava... domando a gostosa da sobrinha rabuda de quatro na cama dela, metendo-lhe a pica no rabo sem dó nem piedade... tinha hora que ele empurrava tanto que batia a virilha na bunda dela, fazendo ela berrar... atolando seu pau todinho num entra e sai, num vai e vem frenético:
- Filha desnaturada, gosta de mostrar essa bunda na internet, é? Fica abrindo a bunda e fazendo o demônio desejar teu ânus? Eu vou tirar teu ânus da posse do demônio e mostrar que ele é meu, é meeuu, todo meeeuuu, rraahhhrr... pois só eu posso te dar o que tu precisa, o cajado do poder... senteee, sente o poder do meu cajaado, sua pecadora, seeenteee... toomaa, toomaa, tomaaa...
Vanessinha, tirou a mão da bucetinha, apoiou as duas na cama e deu uma arrebitada, se aguentando aqui de quatro e se convencendo de que teria que ir até o fim com isso para não se machucar mais, ela viu que teria que ser a puta do seu tio, nisso ela se deixou ser enrabada, embora ela estivesse chorando muito, da humilhação de ser abusada pelo tio e de da dor que sentia em seu cu conforme a enorme rola dele seguia socando... aumentando a velocidade, o homem estava louco, montado em cima da bunda da sobrinha, cavalgando, empurrando até o talo no cu dela, acelerando, metendo tudo, batendo virilha e tacando o saco, as bolas na bucetinha dela, ele tinha enormes bolas pesadas que balançavam e batiam nela por trás... e o pau dele ali atrás só no cu, socando, arrombando sem sair de dentro... Vanessinha não aguentou e desabou de tão cansada de peitos e rosto na sua cama.
- aaiimmrr, aaaaimmrr, por faavoorr, por favor, tiioooo, não faz iisooo, paaraa, paaraaa, eu implooorooo, aaaaahhhhrr...
As súplicas dela em tom de choro deixavam o tio Marcos ainda mais motivado a meter o pau no cuzinho dela, onde junto ele dava uns bons tapas nas nádegas dela, tatuando suas mãos, sem parar de puxar ela pelos seus quadris, mantendo ela arrebitada que nem uma cadela e assim seguia mandando ver no cu dela até o talo... até que ele de repente parou, urrando... urrando feito um animal... mantendo a bunda dela grudada em sua virilha enquanto a puxava forte pelos quadris e assim ejaculando lá dentro... ao tempo em que concluía a sua pregação gritando:
- GLOOOOORIAAAAAAHHHHRRR, RRRAAMMMMRR...
Pastor Marcos foi se recompondo, todo banhado de suor em seu traje formal de igreja, de culto, e assim foi deixando o quarto e a casa da irmã. Onde a sua sobrinha Vanessinha ficou ali deitada na cama completamente pelada, banhada de suor e ofegando cansaço... e claro, com a sua gostosa bunda morena toda surrada de marcas de tapas e com o seu cu expelindo esperma do tio com as pregas bem arrombadas.
No dia seguinte teve culto na igreja, e estava lotada como sempre, pastor Marcos recebia seus fieis com todo o entusiasmo que lhe é peculiar, sua irmã ali ao lado dele, igualmente conversando com os fieis. E entre todos, Vanessinha, a sobrinha, à frente dos fieis mais jovens, conduzindo eles... Quando eis que ele perguntou pra irmã Luiza:
- O culto de amanhã será mais cedo, minha irmã. Esteja atenta.
Nisso, Vanessinha disse para ele, encarando ele:
- Pena que não posso vir, tio... pois amanhã tenho muito o que estudar.
Fim!!
Obrigada por lerem e comentem.
Votadissimo. Sensacional, consegui reproduzir em minha mente todas as cenas descritas. Parabéns pelas riquezas de detalhes.