A FESTA NA CASA DO CHEFE - Buceta Cheia e Cinto Apertado

O chefe dele fazia uma festa de fim de ano na casa de campo. Piscina, churrasco, cinquenta pessoas. E ele — o diretor de banco, o mandão — não podia faltar. Ela também não.

Mas ela combinou diferente. Saiu de casa às 14h. Disse que ia se arrumar no salão. Mentira. Foi se arrumar era em outro lugar.

O nome era Wesley. Amigo do primo dela. Jogador de basquete. Dois metros. Mão enorme. E ela sabia, pelas fotos que o primo mostrava, que o resto era enorme também.

Chegou no apartamento dele às 15h. Saiu às 18h.

Três horas. Ele comeu ela em pé, na parede da sala. Depois deitada na cama, de lado, devagar, com a mão no pescoço dela. Depois de quatro, na beirada do colchão, batendo na bunda dela. Ela gozou três vezes. Gritou. Xingou. E quando ele avisou que ia gozar, ela falou:

— Enche. Enche tudo. Bem fundo. Quero sentir escorrer.

E ele encheu. Muito. Farto. Quente. Tanto que quando ela levantou, escorreu pela coxa. Duas linhas. Grossas. Brancas.

Ela vestiu o vestido. Sem calcinha. Sem limpar. Tomou só um copo d'água e saiu. Chegou na festa às 19h30. O marido já estava lá há uma hora, de cinto, escondido sob a calça social, as bolas ainda roxas dos tapas da manhã.

NA FESTA
Ele estava na churrasqueira com os colegas. Rindo. Falando grosso. Dando ordens ao churrasqueiro. Ela entrou no jardim e todos olharam. O vestido justo. O cabelo solto. E ela andando devagar, com a buceta escorrendo porra de outro por baixo do vestido.

Ela chegou perto dele. Deu um beijo no rosto.

— Oi.

— Oi. Demorou.

— Salão tava cheio.

Ele passou o braço na cintura dela. Puxou. E aí sentiu. Sentiu o cheiro. Parou. Olhou para ela.

— Você tá com um cheiro estranho.

— Estranho?

— Diferente. Você passou perfume diferente?

— Depois eu te conto.

Ela se soltou. Foi pegar uma taça. Foi conversar com a mulher do chefe. Ficou uma hora longe dele. Ele, na churrasqueira, olhava para ela de longe, com a testa franzida, tentando entender.

Às 22h ela chamou ele de canto. Perto da piscina. Longe dos convidados.

— Vem cá.

— Que foi?

— Fica quieto e faz o que eu digo. Ninguém precisa saber.

Ele arregalou os olhos.

— Saber o quê?

— Ajoelha.

— Aqui? Na frente de todo mundo?

— Aqui. Atrás da moita. Agora.

Ele ajoelhou. No jardim. Atrás de um arbusto. De terno. Na festa do chefe.

Ela levantou o vestido. Sem calcinha. A buceta dela — na altura do rosto dele — brilhando. Escorrendo. Cheia.

— Cheira.

Ele cheirou. Fundo. E aí sentiu. Sentiu o cheiro forte. Animal. De outro. De macho.

— Cheiro de quê?

— Tá... tá com cheiro de homem.

— Homem o quê?

— De macho.

— Lambe.

Ele enfiou a língua. E o gosto veio. Forte. Grosso. Salgado. A porra ainda estava lá. Cheia. Viscosa. Farta. Ele passou a língua e sentiu cada gota. Engoliu. Lambeu mais. Desesperado.

— Isso é porra — disse ela. — Porra de macho. Toma. Limpa. E fala o que você é.

— Sou corno manso.

— Fala mais alto, mas baixo o suficiente pra ninguém ouvir.

— SOU CORNO MANSO.

— E o que você tá fazendo?

— Tô limpando a buceta da minha esposa cheia de porra de outro.

— Fala o que você é de verdade.

— SOU CORNO! SOU CORNO MANSO! E VOCÊ É A DONA!

Ela riu. Baixinho. E empurrou a cabeça dele de volta. Ele lambeu mais. Mais rápido. Desesperado. A porra do Wesley ainda escorria de dentro dela. Ele bebia. Enfiava a língua. Puxava. E o pau dele — preso no cinto de metal, apertado pela calça social — doeu. Latejou. Pulsou.

Ela olhou para baixo. Viu o volume na calça. Sorriu.

— Tá duro?

— Tá doendo.

— Doendo de quê?

— De vontade.

— Vontade de quê?

— De lamber.

— Então lambe. E goza. Mas goza baixo. Ninguém pode ouvir o corno gozando na festa do chefe.

Ele lambeu. Lambeu mais. E ela gozou. Baixinho. Mão na boca. Pernas tremendo. Na boca dele. Em cima da porra do Wesley. E ele gozou também. Preso. Sem tocar. Sem mão. Só de lamber. Escorreu pelo metal. Pela cueca. Pela coxa. Ele gemeu baixinho, os dentes cerrados.

Ela pegou a porra dele com a mão. Por baixo da calça. Com os dedos. Enfiou na boca dele.

— Toma. Come. Rápido. Antes de alguém aparecer.

Ele lambeu os próprios dedos. Tomou. Rápido.

Ela abaixou o vestido. Passou a mão no cabelo. Ajeitou. E os dois voltaram para a festa como se nada tivesse acontecido.

O chefe olhou para eles. Riu.

— Ué, sumiram.

— Fomos ver a piscina — disse ela.

— E ele aqui tá com a cara vermelha — disse o colega do lado.

Ele vermelho. E ela riu. Alto. E falou, só para ele ouvir, enquanto passava por trás:

— Vermelho porque limpou porra de macho, e amou. Amanhã tem mais.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A FESTA NA CASA DO CHEFE - Buceta Cheia e Cinto Apertado

Codigo do conto:
275290

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
22/10/2026

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