Marcou para sábado de manhã. Na sala de casa. Ele ia assistir. Ela disse que queria a massagem com o marido por perto "para relaxar". Mentira. Queria ele por perto para limpar depois.
O Índio chegou às 10h. Montou a maca no meio da sala. Ela entrou de roupão. Cumprimentou. Virou de costas e tirou o roupão, Apenas uma calcinha fio dental que sumia dentro de sua bunda. E deitou. De bruços.
O marido ficou no sofá. De cueca. De cinto. Olhando. Quieto.
O Índio começou. Costas. Ombro. Pescoço. Mão enorme. Firme. Ela ia gemendo baixinho. De prazer. Só massagem. Mas os gemidos eram de outro tipo.
Passou vinte minutos. Ela virou de barriga para cima. O Índio viu em sua calcinha apenas uma mensagem PURA DE CORNO, ENXA AQUI. com uma seta para baixo.
As pernas abertas. A buceta meio à mostra.
O Índio não fingiu surpresa. Passou a mão na coxa dela. Subiu. Passou perto. Ela abriu mais. E ele entendeu. Retirando a calcinha dela.
Começou ali mesmo. Em cima da maca. Devagar. Com a mão dele. Depois com a boca. Depois com o pau. Enorme. Grosso. Fundo. Ela gritou. Gritou alto. Xingou. E o marido, no sofá, de cinto, olhando, sem tocar, começou a se remexer. Sem poder fazer nada. Só assistir.
O Índio continuou. Devagar. Fundo. Ela agarrada na beirada da maca, gemendo alto, sem vergonha, na frente do marido. E o marido ali. A um metro. De cueca. De cinto. Vendo outro homem comer a esposa dele. E gostando. E gozando por dentro. Sem tocar.
Ela gozou uma vez. Duas. Gritou o nome do Índio. E depois, olhando para o marido, falou:
— Goza dentro. Goza tudo dentro. Quero sentir escorrer.
E o Índio gozou. Fundo. Farto. Tanto que quando ele saiu, escorreu pela perna dela. Escorreu pela maca. Escorreu no chão.
O Índio se vestiu. Foi embora. Fechou a porta. E ela ficou deitada na maca, de pernas abertas, a buceta cheia, escorrendo, brilhando.
O marido continuava no sofá. Parado. Esperando.
Ela nem olhou.
— Vem cá.
Ele levantou. Veio.
— Ajoelha.
Ajoelhou. Ali. Na frente da maca.
— Cheira.
Ele cheirou. Fundo. O cheiro forte. Forte de verdade. Índio. Suor. Porra. Macho.
— Cheiro de quê?
— De macho.
— Lambe.
Ele enfiou a língua. E o gosto veio. Farto. Grosso. Quente ainda. Ele engoliu. Lambeu. Provou. Bebeu. E a porra do Índio continuava saindo. Continuava escorrendo. Ele tinha que lamber de novo. E de novo. E de novo. Cada vez que ele lambia, mais porra saía. Mais gosto. Mais macho.
— Tá saindo ainda? — perguntou ela, rindo.
— Tá.
— É porque ele gozou fundo. Encheu. Agora você limpa. Limpa tudo. Até não sobrar nada. Quero ficar limpinha. Quero ficar sem gosto. Só você consegue isso. Fala.
— Só eu consigo limpar.
— Fala mais alto.
— SÓ EU CONSIGO LIMPAR!
— E o que você é?
— Sou corno manso.
— E o que você faz?
— Limpo a buceta da minha esposa cheia de porra de macho.
— Fala o que você sente.
— Sinto prazer. Muito prazer. Só de lamber. Só de limpar. Só de tomar porra de outro.
Ela riu. Puxou o cabelo dele. Afundou o rosto dele na buceta dela. E ele lambeu. Lambeu mais. Com fome. Com vontade. Cada vez que ele achava que tinha acabado, saía mais. E ele lambia de novo. Bebia de novo. Tomava de novo.
E ele gozou. Sem tocar. Preso no cinto. Só de lamber. Escorreu pelo metal. Pela cueca. Pela coxa. Ele gemeu baixo. Mas gemeu.
Ela sentiu. Olhou para baixo. Riu.
— Gozou?
— Gozei.
— Só de lamber porra de outro?
— Só.
— Sem tocar?
— Sem.
— Sem mão?
— Sem.
— Vem cá. Pega.
Ela pegou a porra dele. Com a mão. Com os dedos. Levou à boca dele. Ele lambeu os próprios dedos. Tomou tudo.
— Toma. Come. Porra de corno tem que ser comida. Fala.
— Porra de corno tem que ser comida.
— Fala mais alto.
— PORRA DE CORNO TEM QUE SER COMIDA!
— E quem come?
— Eu como.
— Fala o que você é.
— Sou corno manso de castidade. E como a minha própria porra.
— Fala mais alto.
— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE! E COMO A MINHA PRÓPRIA PORRA!
— Isso. Agora pega um pano. Limpa a maca. Limpa o chão. E depois guarda tudo. De cueca. De cinto. Sujo como você está.
Ele levantou. Foi buscar o pano. Voltou. Limpou a maca. Limpou o chão. Dobrou tudo. Guardou. De cueca. Com o cinto. Com a cara melada. Com a barriga suja.
Ela ficou sentada no sofá. Olhando. Rindo. Bebendo água.
— Da próxima vez — disse ela — chamo o Índio de novo. E você fica aqui. Olhando. E depois limpando. Toda semana. Toda sexta. Todo sábado. Entendeu?
— Entendi.
— Fala o que você é.
— Sou corno manso de castidade. E limpo a buceta da minha esposa cheia de porra de outro.
— Fala mais alto.
— SOU CORNO MANSO DE CASTIDADE! E LIMPO A BUCETA DA MINHA ESPOSA CHEIA DE PORRA DE OUTRO!
— Isso.