?Ele segurou meu queixo com firmeza, levantando meu rosto para que eu olhasse nos olhos dele. O sorriso que ele trazia nos lábios era cúmplice e desafiador.
?— Você acha que acabou, Luana? — a voz dele saiu baixa, cortando o silêncio da mata. — A noite está apenas começando.
?Antes que eu pudesse formular qualquer resposta, Juca e José se aproximaram, fechando o cerculho ao meu redor. A pausa durou apenas o tempo necessário para que a adrenalina se renovasse. Sem hesitar, Marcelo me puxou para o chão, fazendo-me ajoelhar na grama úmida, bem diante deles.
?— Vem cá, rainha do acampamento — murmurou José, descendo a calça e liberando seu membro já rijo pelo tesão acumulado. — Vamos ver se você aguenta o resto da noite.
?Os três se posicionaram de pé, lado a lado, formando uma fileira imponente bem na minha frente. A ordem foi dada sem palavras, apenas pelo brilho nos olhos de cada um.
?— Abre a boca para os três — ordenou Juca, segurando a base do próprio pau e apontando-o para mim, enquanto Marcelo e José faziam o mesmo ao lado dele.
?Eu não hesitei. Inclinei o tronco para a frente e abri a boca o máximo que consegui. Era impossível encaixar os três inteiros ao mesmo tempo de forma confortável, mas a confusão de tamanhos, texturas e calor preencheu todo o meu espaço. Eu gemia abafada, movimentando a cabeça de um lado para o outro, lambendo e sugando quem estivesse mais próximo, enquanto as mãos deles guiavam o ritmo nos meus cabelos, transformando meu rosto no centro daquela rodada de posse.
?— Isso... chupa os três, faz a nossa vontade... — sussurrava Marcelo, enquanto a estocada leve no minha boca me fazia lacrimejar de excitação.
?Depois de minutos em que fui totalmente dominada na boca, Juca me levantou pelos braços, desfazendo a formação.
?— Chega de boca. Agora vai ser do jeito certo — ele decretou.
?A organização foi rápida e mecânica, ditada pelo ritmo frenético daquela madrugada na floresta. Juca me posicionou de frente, abrindo minhas pernas e me preenchendo com uma estocada firme e profunda, enquanto Marcelo veio por trás, encontrando o meu meu cuzinho e preenchendo-me simultaneamente com uma força bruta que me arrancou um grito abafado contra o peito de Juca.
?E, para coroar aquela arquitetura de excessos, José ajoelhou-se logo na minha frente, empurrando o pau de volta na minha boca para garantir que nenhum dos meus orifícios ficasse ocioso.
?Eu era a peça central de uma engrenagem de carne e suor. Dois deles me comiam com violência e precisão, enquanto o terceiro exigia a minha submissão através da garganta. A floresta inteira parecia sumir, reduzida apenas ao som abafado das batidas de quadril, ao atrito da pele e ao eco dos nossos gemidos abafados pela noite fria.
?Durante toda aquela primeira noite, eu fui passada de uma forma para outra, numa sucessão ininterrupta de posses e descargas. Senti o calor do leite quente de José preencher minha boca, o de Juca inundar meu ventre e o de Marcelo marcar profundamente o meu cuzinho.
?Enquanto recebia cada jato, a minha mente divagava num contraste perverso e inebriante: a centenas de quilômetros dali, em Belo Horizonte, as esposas deles dormiam tranquilas em suas camas, seguras pelas rotinas dos casamentos comuns. E eu, a empresária respeitável, a esposa do Ricardo, passava a madrugada inteira entregue aos maridos delas, sendo possuída de maneiras e com uma intensidade quequelas mulheres jamais conheceriam.
?O acampamento continuou sob a luz das brasas que lentamente se apagavam, e o som da barraca fechada ao fundo garantia que o meu marido continuava acordado, testemunhando tudo em silêncio.

Boa esposa liberada e tesuda!
Delicia de conto