ARMEI PARA MEU VIZINHO COROA COMER MINHA ESPOSA

Fazia um calor de rachar quando o caminhão de mudança estacionou na casa ao lado. Aquele silêncio de subúrbio de fim de semana, só quebrado pelo zumbido dos condicionadores de ar e pelo canto de alguns pássaros, desmanchou-se no ranger de freios e na buzina grossa do motorista. Eu estava na varanda, tomando uma cerveja gelada e tentando não derreter. A minha mulher, a Carol, estava dentro, arrumando alguma coisa. O sol de janeiro batia forte, tornando o ar pesado, quase respirável com dificuldade.
A primeira vez que o vi, foi só um vulto descendo do caminhão. Um homem alto, de ombros largos, cabeleira branca penteada para trás. De longe, dava para ver que era velho, mas a postura era de quem ainda tinha muita força. Ele parecia alemão, aquele tipo de tez pálida mesmo sob o sol forte, olhos claros. Ele e os caras da mudança começaram a descarregar caixas e móveis. Fiquei olhando por um tempo, sem muita graça, só por falta do que fazer.
Nos dias seguintes, ele começou a aparecer no quintal. A casa era espelhada com a nossa, então da minha varanda eu tinha uma visão privilegiada. Ele geralmente estava de bermuda, às vezes descalço na grama, regando as plantas ou arrumando umas ferramentas na garagem. Tinha um jeito calmo, metodológico. Movia-se com uma lentidão que não parecia de preguiça, mas de alguém que faz as coisas no tempo dele, sem pressa.
Um dia, Carol veio me encontrar na varanda. Ela parou ao meu lado, seguindo meu olhar.
— O que você está olhando?
— Nada não. Só o novo vizinho.
Ela ficou em silêncio por um instante, observando. O velho estava de sunga azul, esticado numa espreguiçadeira. A sunga era justa, deixava ver bem a forma do corpo. Musculoso pra idade, com a pele um pouco enrugada, mas firme. Não era daqueles velhos fraquinhos, não. Tinha um vigor, uma presença.
— Ele é bem velho, né? — ela comentou, mais para si mesma do que para mim.
— Acho que sim. Setenta e poucos, talvez.
— Parece alemão.
— Parece mesmo.
Ela ficou mais um pouco, depois deu de ombros e entrou. Mas eu percebi que ela também olhou. Um olhar mais demorado do que o necessário.
A partir daí, comecei a notar mais. A Carol, quando estava lavando a louça na cozinha, que dava para o quintal dele, demorava um pouco mais. Se eu entrava, ela virava o rosto rapidamente, fingindo estar concentrada na espuma. Quando ele passava de carro, o motor roncando baixo, o olhar dela se perdia na direção do som. Era sutil, quase imperceptível. Mas eu estava atento.
Um dia, eu estava no meu ateliê, que fica no fundo do quintal. Ouvi uma conversa perto do portão. Era a voz dela, mais animada que o normal. Fiquei escondido atrás da cortina. Ela estava conversando com ele. Ele tinha pedido um pouco de sal, dizendo que a compra ainda não tinha chegado.
— Claro, não se preocupe. A gente tem bastante — disse ela, com um sorriso no voz. — Só um minutinho que eu já volto.
Ela voltou com um potinho. Fiquei vendo a pequena interação. A mão dela, que entregava o pote, a dele, que recebeu. O olhar dele, direto nos olhos dela. Ele não sorriu muito, mas o olhar era intenso, avaliador. Ela pareceu um pouco corada quando ele agradeceu, com um "Danke schön" que saiu natural.
Quando ela voltou para casa, eu já estava na sala, fingindo ler um livro.
— Conheceu o vizinho? — perguntei, casualmente.
— Apenas peguei uns detalhes para ele, ele pediu sal. Parece ser educado. Muito alemão, sabe?
— Alemão como?
—   Não sei... sério, direto. De poucas palavras.
Ela não mencionou a cor da pele do homem, nem o jeito que ele olhou. Mas eu sabia que tinha notado. E a pequena semente na minha cabeça começou a germinar. Era uma ideia perigosa, excitante. Não era sobre traição, não. Era sobre ver. Sobre descobrir o que aconteceria se eu desse um empurrãozinho. Queria ver o que a Carol faria, como ela reagiria à atenção de um homem como aquele.
Comecei, então, a armar pequenas situações. "Amor, você pode pegar o jornal que caiu na calçada? Eu to no meio de um trabalho aqui." Claro que o jornal cairia perto do portão dele, na hora em que ele costumava tirar o lixo. "Carol, a carta do banco veio para o endereço errado de novo, você pode ir na agência pra mim hoje?" A agência ficava no caminho dele, e eu sabia o horário que ele costumava sair para o banco. "Carol, pega o martelo para mim la atras? eu sabia hora que ele estava na espreguicadeira de sunga.
Ela, sem desconfiar de nada, caía em todas. E cada vez que eles se encontravam, eu percebia um aumento de intimidade. Um cumprimento mais demorado, uma pequena piada, um sorriso mais largo dela ao recontar o encontro. Ela nunca me dava muitos detalhes, apenas "encontrei o seu vizinho hoje de novo", "ele me ajudou com a sacola", "ele é bem forte para a idade, carregou aquela caixa de água fácil". Ela não sabia que eu estava criando o palco, iluminando os atores e esperando a cortina se abrir.
O segredo dela comigo se tornou o meu segredo com ela. Eu percebia as pequenas mudanças. O jeito que ela passava perfume antes de sair para "dar uma caminhada no quarteirão sempre com shortinho curtissimo", que curiosamente terminava na calçada da casa dele. A forma como ela começou a usar roupas um pouco mais curtas, mais decotadas, quando ia lavar a área de serviço que dava para o quintal dele. Era um jogo de sedução sutil, e eu era o único espectador consciente.
Certo dia, a Carol saiu para "ir na farmácia", que ficava do outro lado da rua. Demorou muito mais que o normal. Quase uma hora. Quando ela voltou, o rosto dela estava corado, e ela evitava meu olhar.
— Demorou tudo, hein? — comentei, de costas, fingindo consertar uma prateleira.
— Sim... tive uma fila danada — respondeu ela, um pouco rápido demais.
Eu me virei e encarei ela. Sorri.
— Tudo bem com você? Você está um pouco vermelha.
— É o calor! — disse ela, quase sem fôlego.
Fui até ela, encostei minha mão na testa dela. Estava quente, mas não febril. Abaixei a mão e a fiz roçar na bochecha dela. A pele estava macia e quente.
— O calor de fora, ou de dentro? — perguntei, baixinho, com um sorriso malandro.
Ela não respondeu. Apenas olhou para mim com os olhos arregalados, surpresa, um pouco assustada. Beijei ela. Um beijo longo, profundo. Senti um gosto diferente na boca dela. Um sabor levemente salgado e adocicado. Era uma mistura estranha, que eu não sabia explicar. Ela ficou tensa primeiro, depois relaxou e me beijou de volta, com uma fome súbita. Fiquei imaginando, durante o beijo, o que ela teria feito. O que teria acontecido naquela hora em que esteve "na farmácia". A dúvida me excitava mais que qualquer certeza.
— Você me ama, né? — perguntei depois, com o rosto encostado no dela.
— Claro que te amo, seu bobo — ela respondeu, com a voz embargada.
— Então tá bom. O resto não importa.
Eu não sei se ela entendeu o que eu quis dizer. Talvez tenha achado que foi um perdão antecipado por algo que ela achava que estava escondendo de mim. Mas não era um perdão. Era um convite.
O sábado seguinte, eu disse que ia encontrar uns amigos para ver um jogo de futebol, algo que eu nunca faço.
— Vou demorar pra caramba, amor. Pode ser que eu chegue de madrugada. Não me espere.
Ela pareceu genuinamente surpresa. Mas seus olhos brilharam.
— Tudo bem. Divirta-se.
Deixei a casa por volta das duas da tarde. Dirigi até o bar, fiquei lá por meia hora, tomei uma cerveja sozinho, e voltei. Estacionei o carro duas ruas depois, perto de um terreno baldio, e voltei a pé. Entrei em casa pela porta dos fundos, silenciosamente. Fui direto para o quarto que fica na parte dos fundos da casa, o meu pequeno escritório, que tem uma janela que dá para o quintal dos fundos. A cortina estava quase toda fechada, só deixava uma frestinha. Eu não precisei abrir mais.
Vi a Carol na varanda. Ela estava usando um vestido de verão, amarelo, curto e leve. Cabelo solto. Parecia uma flor esperando o sol. E o sol não demorou a aparecer.
Ele saiu de casa. Não estava de sunga. Estava de bermuda bege e camiseta branca. Foi até a cerca divisória, que era baixa, só uns oitenta centímetros de altura. Ele não disse nada no começo. Apenas ficou olhando para ela. Ela olhou de volta, sem vergonha. Eu não conseguia ouvir o que diziam, mas via a linguagem dos corpos.
Ele falou alguma coisa como se perguntasse se eu estava em casa. Ela deu uma risadinha e encostou o traseiro na balaustrada da varanda, acentuando as curvas. Ele encostou os braços na cerca, o corpo ligeiramente inclinado para frente. Era a pose de um predador paciente, observando a presa. E ela parecia gostar de ser observada.
Depois de uns dez minutos de conversa, ele fez um gesto com a cabeça, convidando. Ela hesitou só por um segundo. Depois, desceu da varanda e entrou no quintal dele. O coração doeu na minha boca, de tão forte que bateu. Foi como assistir a um filme em que eu era o diretor, o roteirista e o único espectador.
Eles caminharam até a espreguiçadeira. Ele sentou primeiro. Ela ficou de pé na frente dele. Ele esticou a mão e tocou na perna dela. O toque foi lento, deliberado. Ele passou a mão pela coxa dela, subindo devagar. A Carol fechou os olhos. A cabeça dela tombou um pouco para trás. Ele se levantou. Era bem mais alto que ela. O contraste entre a pele jovem e morena dela e a pele branca e enrugada dele era surpreendente. Era bonito de se ver.
Ele a beijou. Não foi um beijo roubado, apressado. Foi um beijo de homem que sabe o que quer. A mão dele subiu e prendeu no cabelo ruivo dela, controlando a cabeça dela, o beijo. A outra mão desceu e pegou no bumbum dela, apertando forte. Ela respondeu com a mesma intensidade, as mãos subindo pelas costas larga dele.
Eles se beijaram por um longo tempo. Depois, ele se afastou um pouco. Com a mão, ele começou a desabotoar o vestido dela, um botão de cada vez. Ela não parou, apenas respirava fundo. Quando o último botão se abriu, ele afastou o pano e o vestido escorregou pelo corpo dela, caindo num monte aos pés. Ela ficou só de lingerie preta, um conjunto de sutiã e calcinha rendados. Contrastava com a pele clara dela.
Ele a observou, em silêncio, com aquele olhar intenso. A Carol pareceu tremer sob aquele olhar, mas não de medo. Era de pura excitação. Ele se sentou de novo na espreguiçadeira e puxou ela para perto. Ela ficou na sua frente. Ele se inclinou e começou a beijar a barriga dela. A boca dele percorreu a pele dela, descendo. Ele passou a língua no umbigo dela. Ela gemeu, um som baixo, quase um soluço. Com as mãos, ele puxou a calcinha dela para baixo. Ela se moveu para facilitar. A calcinha caiu no chão.
Ele a deitou na espreguiçadeira, com cuidado. Ele abriu as pernas dela e se ajoelhou no chão, entre elas. Eu estava com a respiração presa, o próprio corpo respondendo ao que via. Ele começou a usar a boca nela. Lento. Profundo. Ele a explorava com a língua, com os lábios. As pernas dela se contorceram, os pés se enroscaram nas costas dele. As mãos dela apertaram a espreguiçadeira. Os gemidos dela aumentaram, ficaram mais altos, mais desesperados. Eu nunca tinha a visto daquela forma.
Ela estremeceu toda, um orgasmo forte que a deixou ofegante. Ele não parou. Continuou, levando ela para perto de outro. Depois de um tempo, ele se levantou. Tirou a camiseta. O corpo dele era impressionante. Peito largo, barriga dura para a idade, braços musculosos. Ele desabotoou a bermuda e a deixou cair. Ele não usava nada por baixo.
E a minha impressão estava certa. Ele era bem-dotado. Grande, grosso, ainda semipenis. A Carol olhou, os olhos arregalados. Parecia uma mistura de surpresa e desejo puro.
Ele se ajoelhou na espreguiçadeira, entre as pernas dela. Ele ajeitou o pênis ele olhou nos olhos dela. Ela quis retribuir, chupou seu pau até cansar, ela chupava, lambia, beijava e mordia a rola grande e grossa. ele começou a introduzir. Devagar. Muito devagar. O rosto dela contorcia numa careta de prazer e dor, de ser preenchida daquela maneira. Ele entrou tudo, até o fim. Ficou parado por um momento, deixando ela se acostumar. Ele se movia com um ritmo lento, potente. Cada golpe era profundo, controlado. Ela se contorcia debaixo dele, as unhas arranhando as costas dele. Os gemidos dela agora eram contínuos, um som primal que eu nunca tinha ouvido. Ele aumentou o ritmo. A espreguiçadeira rangeu, chocando-se contra o chão. Ele virou ela de bruços, com as pernas para fora da espreguiçadeira. Ele entrou de novo, de novo devagar, e depois começou a socar com mais força. O som da pele batendo na pele ecoava no quintal silencioso. Ele pegou o cabelo dela, puxando a cabeça para trás. Ele falava baixo, em alemão, palavras que eu não entendia, mas que soavam como ordens, como comandos. Aquela tora entrando violentamente na bucetinha rosada da minha esposa. E ela respondia a cada comando, se entregando completamente.
Ele tirou o pênis dela. Ele a colocou de quatro na grama. Ela estava suada, com as marcas da espreguiçadeira nas costas e no bumbum. Ele entrou de novo na buceta dela, por trás. Ele a pegou com força, socando com uma força que eu não imaginava que um homem daquela idade tivesse. Ela gemeu alto, um gemido de dor que se transformou em puro prazer. Acho que o bairro inteiro ouviu. Ele socou por um bom tempo, até que ela gemeu que ia gozar de novo. Ele então tirou o pênis da buceta dela e disse que iria gozar e ela pediu para ser na boca dela, ela agachou e ele levantou, se masturbando na frente do rosto dela. Ela abriu a boca, a língua para fora. Ele gozou muito. Mais do que eu achei que fosse possível. O leite quente cobriu o rosto dela, escorrendo pelo queixo, caindo nos seios dela. Ela usou os dedos para limpar o rosto, levando o leite dele à boca, lambendo os dedos com um olhar viciado.
Eles ficaram ali por um tempo, ofegantes. Depois, ele se levantou, estendeu a mão e a ajudou a se levantar. Ele a levou para dentro de casa, pela porta dos fundos. A cortina da cozinha se fechou atrás deles.
Eu fiquei parado, olhando para o quintal vazio, para a espreguiçadeira bagunçada, para a calcinha e o vestido dela jogados na grama. Minha mente girava. O plano tinha funcionado. Eu tinha visto o que queria ver. E era muito mais intenso, muito mais real do que eu tinha imaginado. ele a seguiu para dentro de nossa casa. quando estavam iniciando novamente eu apareci. A porta do meu escritório rangeu um pouco. A Carol estava de joelhos na cama, e ele estava de pé na frente dela. A boca dela estava no pênis dele, com vontade, com gosto. A mão dela segurava a base, enquanto a outra roçava as próprias pernas.
Quando ouviu o rangido, a Carol levantou a cabeça como tivesse levado um choque. Seus olhos se arregalaram de puro pavor. Ela tentou se cobrir com o lençol, mas o movimento foi desajeitado, patético. A cor sumiu do rosto dela. Ele se virou para me ver. Não demonstrou surpresa, nem pânico. Apenas olhou para mim, o rosto sério, avaliador. Seus olhos claros pareciam me perfurar.
— Você... — a Carol começou, a voz trêmula, um fio de som. — O que... o que você está fazendo aqui? Eu pensei que... O jogo...
— O jogo adiantou. — minha saída foi calma, serena. Mais calma do que eu me sentia. — Perdi. Pensei em voltar para casa tomar um banho.
O silêncio naquele quarto era denso. Carol parecia prestes a desmaiar ou explodir em lágrimas. O olhar dela pedia misericórdia, pedia que o mundo se abrisse e a engolisse. O velho alemão se manteve em silêncio, apenas observando a cena, como se esperasse para ver qual seria a minha jogada. Ele não parecia envergonhado, nem arrependido. Apenas... presente.
— Eu... eu posso explicar... — ela gaguejou, as lágrimas finalmente escorrendo. — Eu não sei o que aconteceu... Eu te amo, eu juro...
Eu dei um passo para dentro do quarto, fechando a porta atrás de mim. O som da chave na fechadura foi seco, final.
— Não precisa explicar, Carol.
Ela me olhou, confusa. O pranto parou por um instante, substituído pela perplexidade.
— Eu sei. — completei.
— Você... sabe? — ela sussurrou.
— Eu sei de tudo. Do sal, do jornal, da farmácia... Eu sei que a ajuda com a caixa de água terminou com você de joelhos na garagem dele semana passada. Sei que esse gosto que eu senti na sua boca no outro dia não era de chiclete.
A boca dela ficou aberta. Olhei para ele. Ele não demonstrou nenhuma reação, nem confirmou, nem negou. Apenas continuou me olhando.
— Fui eu que armei tudo. — disse eu, finalmente. — Fui eu que criei todas as oportunidades. Eu queria ver. Eu queria saber como era.
Carol olhava de mim para ele, o rosto uma máscara de confusão. O medo tinha sido substituído por um choque total. A cena que era de terror, agora era surreal.
— Você... o que quer dizer com "queria ver"? — ela perguntou, a voz fraca.
— Exatamente isso. Queria ver você com outro homem. Com ele. — apontei com a cabeça na direção do velho. — Queria ver como você reagia, como ele era. Não é traição se eu dei o meu consentimento antes mesmo de começar, não é?
Ela não respondeu. Estava processando. As peças do quebra-cabeça se encaixando na cabeça dela, cada uma com o som de uma revelação. O vizinho deu um passo à frente, pela primeira vez falando para mim. O português dele era gutural, com um sotaque pesado.
— Ele sabia disso o tempo todo.
— Sim. Eu soube o tempo todo.
Ele então se virou para Carol. Estendeu a mão e limpou uma lágrua do rosto dela com o polegar, um gesto inesperadamente gentil.
—Está tudo bem, querida. — disse ele. — Seu marido só ficou olhando.
Ela olhou para ele, depois para mim. O choque estava passando, e outra coisa estava começando a brilhar em seus olhos. Uma compreensão lenta. A vergonha começou a se dissipar, substituída por... curiosidade. Um tipo novo de excitação. O segredo era dela, mas o jogo era nosso. Todos os nossos.
— Você... você ficou olhando? — ela perguntou para mim, a voz já mais firme.
— Fiquei. Pela fresta da janela. Vi tudo.
— E você gostou?
Eu sorri. Um sorriso genuíno. Caminhei até a cama. Sentei na beira, ao lado dela. O velho ficou de pé, observando.
— Mais do que eu imaginava. Foi a coisa mais excitante que eu já vi. Ver você... entregando daquele jeito. Foi... lindo.
Ela me olhou nos olhos, procurando qualquer traço de mentira, de mágoa. Não encontrou. Encontrou apenas desejo. Um desejo que era diferente do de sempre, mas que era real. Ela then olhou para o pênis dele, que estava duro de novo. Olhou para a minha calça, onde minha própria ereção era mais do que evidente. Ela entendeu.
Com um movimento lento, deliberado, ela virou-se para ele e deu um beijo mole no pênis. Depois, virou-se para mim e me beijou na boca. Um beijo que era novo. Cheio de promessas. Ela se afastou e olhou para nós dois.
— Então... — ela começou, um sorriso malandro nascendo nos lábios dela. — Por que estamos só conversando?
Ela se virou e subiu na cama, ficando de quatro. Ela olhou para trás, para ele.
— Vem cá. — disse ela. — deita aqui que quer cavalgar em voce.
Depois olhou para mim.
— E você... vem aqui no meu cuzinho. Quero sentir vocês dois.
Foi como se um interruptor tivesse sido acionado. O velho não hesitou. Ele se jogou na cama na frente dela, e ela começou a chupá-lo de novo, com uma fome nova, uma confiança que eu nunca tinha visto. Eu me posicionei atrás dela. O bumbum dela estava levantado, exposto. O cuzinho dela estava lá, esperando. Eu passei a língua nele, fazendo ela gemer com o pênis dele na boca. Depois, comecei a entrar.
Devagar. Mais devagar do que ele tinha entrado na buceta dela. Ela gemeu, um som abafado. A sensação era incrível. Apertado, quente. Comecei a me mover, a um ritmo lento. E enquanto isso, ela subiu no corpo dele, se posicionando sobre o pênis dele. Com um movimento dos quadris, ela desceu, engolindo aquela tora inteira de uma só vez. Ela gritou, um grito de puro prazer.
— Ah! Caralho! Assim!
Ela começou a se mover. E eu, por minha vez, comecei a socar nela. A imagem ficou gravada na minha mente para sempre. Minha mulher, cavalgando naquele homem velho, com a bunda perfeitamente arredondada se movendo enquanto eu socava no cuzinho dela. Ela olhou para trás, o rosto contorcido de prazer.
— Não para! — pediu ela. — Não para de foder meu cuzinho!
Ele, deitado, segurava os seios dela, pinçando os mamilos. O ritmo dela aumentou. Eu sentia cada movimento dela, cada contração da buceta dela através da parede fina que nos separava. A sensação era delirante.
— Mais forte! — gemia ela. — Soca mais forte nos dois!
E ele obedeceu. De baixo, ele começou a jogar os quadris para cima, encontrando os movimentos dela. Cada golpe dele era profundo, fazendo ela gemer ainda mais alto. Eu aumentei minha força também. O quarto estava cheio de sons de pele batendo, de gemidos, de suor. O cheiro do sexo era denso, intoxicante.
Eu senti que ela ia gozar de novo. Ela gemeu, um som profundo que veio do peito. Carol gemeu em um belo orgasmo. Ela se contorceu toda, gritando, um som animal, enquanto os dois prazeres a consumiam.
Ela ficou ofegante por um momento, depois se virou para mim.
— Agora é a sua vez. — disse ela. — Na minha boca.
e ele no meu cuzinho, agora deve ta mais facil de entrar essa rola gorda dele.
Ela saiu de cima dele e se deitou de lado. Ele se levantou, o pênis dele brilhando com a lubrificação dela. Ele se posicionou atrás dela, e com uma força que me surpreendeu, ele enfiou o pênis todo de uma vez no cuzinho dela. Ela gritou, mas foi um grito de prazer. Ele não esperou. Ele começou a socar, duro e rápido, como um animal.
— Vai, velho! — gritou ela. — Me fode! Me arromba esse cuzinho!
Eu me posicionei na frente dela. Ela abriu as pernas para mim, e eu entrei. A buceta dela ainda estava molhada, quente. Mas a diferença de sensação era incrível. Através da parede dela, eu podia sentir os golpes dele. Cada vez que ele socava, eu sentia a pressão contra o meu próprio pênis. Era como se estivéssemos fodendo um ao outro através dela.
O ritmo dele era insano. Ele não tinha piedade. Ela amava. Ela gemeu, gritou, pediu mais. Eu também senti o prazer crescendo. A visão dela sendo usada daquela forma, a sensação única... era demais. Eu senti minha ejaculação chegando.
— Vou gozar! — gritei.
— Goza dentro de mim! — pediu ela. — Enche minha buceta!
Eu não aguentei. Eu gozei. Um jato quente e forte dentro dela. O prazer foi tão intenso que meus joelhos ficaram moles.
Enquanto eu me recuperava, ele ainda estava fodendo o cuzinho dela. Ela olhou para mim, os olhos cheios de lascívia.
— Ele está quase gozando — sussurrou ela. — Ele me arrombou
— Vou gozar no seu cuzinho, sua vadia! — gritou ele.
— nao! goza na minha boca! Goza! Goza ! — implorou ela.
Ele tirou o pênis dela com um som úmido. Ela se virou rapidamente e o pegou na boca, sugando com uma força desesperada. Ele gemeu alto e eu vi a base do pênis dele contrair. Ela engoliu, algumas gotas escorrendo pelo canto da boca dela.
Ficamos ali, os três, ofegantes. O cheiro do sexo no quarto era quase palpável. Ele caiu na cama, exausto. Ela se deitou entre nós.
Carol estava molhada demais, ofegante, o corpo ainda tremendo dos orgasmos. Ela se virou para mim e passou a mão pelo meu peito.
— Ainda tem leite nessa rola? — perguntou, com um sorriso preguiçoso no rosto. — Quero que você goze de novo. Agora. Na minha cara.
Meu pênis, que começava a amolecer, pulou. Ela sorriu, sabendo o efeito que tinha em mim. Ela se ajoelhou na cama, a cabeça inclinada para trás, a boca entreaberta. Era um quadro que eu nunca ia esquecer. ela mamando com a bunda empinada para fora da cama, logo deu uma ideia ao nosso amigo.
Ele sorriu e se ajoelhou atrás dela, a pica já dura de novo. Ele passou a cabeça do pênis pelo cuzinho dela que já estava bem arrombado por ele. Ela gemeu. Ele começou a empurrar.
— Ah, sim! — gemia ela, enquanto o pênis dele a preenchia de novo. — Me dá essa pica, seu velho safado!
Eu me posicionei na frente dela. Peguei meu pênis e comecei a bater nele na cara dela. Ela tentou pegar na boca, mas eu puxei para trás. Eu queria gozar na cara dela. Queria vê-la coberta por mim.
Ele, atrás, começou a socar com mais forçasegurava na sua cintura e puxava. Cada golpe dele fazia o corpo dela balançar para frente, quase me atingindo. O ritmo dele era brutal. Ela gemeu, um som contínuo de prazer. A visão dela ali, sendo fodida por trás enquanto eu me preparava para gozar na cara dela, foi demais.
Eu senti o orgasmo se aproximando de novo.
— Vou gozar! — avisei.
— Na minha cara! — implorou ela. — Me enche de porra!
Eu não aguentei. Eu gozei. Jatos grossos e quentes de porra atingiram o rosto dela. No nariz, na boca, nos olhos. Ela lambeu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo rosto dela. A visão dela, com o rosto todo melado de porra, enquanto era fodida com força por trás, foi a coisa mais excitante que eu já vi.
— Também vou gozar! — gritou ele.
Ele tirou o pênis dela rapidamente, e ela se virou para pegar na boca. Mas ele já estava gozando. Um jato forte atingiu o queixo dela. Ela rapidamente o colocou na boca, engolindo o resto.
Ela caiu na cama, exausta, o rosto brilhando, o corpo tremendo. O velho caiu ao lado dela, ofegante. Eu me sentei na beira da cama, observando.
Ela se sentou na cama, passando a mão pelo rosto, lambendo os dedos. Ela olhou para mim e depois para ele.
Eu sentado na beira da cama, observando. O quarto estava um caos. Lençóis amassados, o cheiro denso de sexo e suor, e no meio de tudo isso, Carol. Ela sentou-se lentamente, o corpo ainda tremendo. O rosto dela estava brilhando, uma mistura de seu próprio suor e das nossas porras. Ela passou a língua pelos lábios, limpando o último vestígio.
Ela me olhou, um sorriso cansado nos lábios. Depois olhou para ele, o velho, que estava deitado de costas, respirando fundo, o peito subindo e descendo. Ele parecia derrotado, no bom sentido. Exausto.
Ela então fez algo que me fez parar. Ela se inclinou e me deu um beijo. Um beijo lento, molhado. Eu respondi, meu pênis começando a endurecer de novo. Mas então eu senti. O gosto. O gosto salgado, ligeiramente amargo, que não era meu. Era o gosto da porra dele. Ela tinha transferido da boca dela para a minha.
Eu me afastei, não com nojo, mas com surpresa. Ela olhou para mim, os olhos cheios de um desafio, de uma pergunta. Eu olhei de volta. E algo em mim se quebrou. Ou talvez, algo em mim se encaixou no lugar.
Ela sorriu, um sorriso de entendimento. Ela então se virou para ele. Ele abriu os olhos, olhando para ela. Ela se inclinou e o beijou também. Um beijo profundo, que eu sabia que continha o gosto da minha porra, que ela ainda tinha na boca. Ele correspondeu, a mão subindo para o pescoço dela.
Ela se afastou dele e olhou para nós dois. O sorriso dela era diferente agora. Não era mais só lascívia. Era algo mais. Poder. E felicidade.
— Isso... — disse ela, a voz rouca. — Isso foi só o começo.
O silêncio que se seguiu foi denso, pesado, mas não era um silêncio vazio. Era um silêncio cheio de significado, de promessas. O velho, José, abriu um olho, depois o outro. Ele sorriu, um sorriso de gato que comeu o canário. Ele se sentou na cama, o corpo pesado, mas os olhos vivos.
— Então... — disse ele, a voz um rosnado baixo. — A menina gosta de brincar.
Carol riu, um som que era puro sexo. Ela se esticou na cama como uma gata, o corpo brilhando sob a luz fraca do quarto.
— Menina nenhuma. — disse ela. — Essa gosta de foder. E gosta de ver os dois fudendo.
Ela olhou para mim, um desafio nos olhos. E eu, pela primeira vez na noite, não me senti como um espectador ou um participante. Eu me senti como parte de algo que ela havia criado. Um jogo sujo, delicioso.
— E qual é a próxima rodada desse jogo?
nessa noite eles ficaram juntos ninguem se vestiu, eles fizeram o jantar e depois ambos comeram a sobremesa mais uma vez... no meio da madrugada eu acordo com gemidos abafados, quando abre o olho me levanto e vou ate o banheiro vejo ela chupando seu pau mole, mas assim que apareco o pau dele endurece e transforma aquela cena. depois de chupar bastante ela resolve sentar naquela rola cavalgando freneticamente e gemendo.
Eu me sentei no vaso sanitário, o mármore frio contra minha pele nua. A cena que se desenrolava no chão do banheiro era surreal, iluminada pela luz fraca do abajur. Carol, de cócoras, a cabeça balançando rhitimicamente sobre o pênis dele. Ela me viu, e em vez de parar, ela aumentou a intensidade. Os olhos dela, brilhando no escuro, me encontraram no espelho.
Ele gemeu, um som profundo que ecoou no pequeno espaço. E eu vi. Vi o pênis dele endurecer em segundos, transformando o ato de um beijo preguiçoso em um ato de posse. Carol levantou a cabeça, um fio de saliva conectando os lábios dela à ponta daquela tora agora dura como aço. Ela sorriu para mim, um sorriso que era tudo e nada. Um convite. Uma provocação.
Ela então se virou, de costas para ele, e se ajoelhou na esteira de banho macia. Ela se abaixou, a mão dela guiando aquela coisa monstruosa para a entrada dela. E com um suspiro que era quase um grito, ela se sentou.
Ela o absorveu inteiro. Cada centímetro. Ela ficou parada por um momento, a cabeça inclinada para trás, o pescoço exposto. Um tremor percorreu o corpo dela. Então ela começou a se mover.
Não era uma cavalgada. Era uma possessão. Ela subia e descia, os quadris em um ritmo que era puramente primal. Os sons do corpo dela batendo contra o dele, úmidos e rítmicos, preencheram o banheiro. Gemidos baixos e profundos saíam da garganta dela, crescentes, mais altos a cada movimento.
Ela me olhou . Os olhos dela semicerrados de prazer. Ela levantou uma mão e me fez sinal. Um simples movimento do dedo. Vem cá.
Eu me levantei e me aproximei. Ela parou de se mover, sentada firmemente nele, e pegou minha mão. Ela a colocou no peito dela, sobre o coração que batia como um tambor de guerra.
— Sente? — sussurrou ela, a voz ofegante. — Sente como ele me enche?
Ela então pegou meu pênis, que já estava duro de novo, e começou a massageá-lo. O contraste entre a pele macia da mão dela e a força do aperto dela era incrível. Ela me puxou para mais perto.
— Quero sentir vocês dois de novo. — disse ela. — Mas diferente.
Ela se inclinou para frente, os seios pressionando contra o peito dele. A bunda dela se levantou, expondo o cuzinho dela. Ela olhou para mim por cima do ombro.
— Entra. — disse ela. — Agora. Junto com ele.
Meu coração disparou. Eu já tinha entrado nela enquanto ele estava na buceta. Mas isso... entrar nela enquanto ele já estava lá... era outra coisa.
Mas eu não podia dizer não. Eu não queria dizer não.
Eu me posicionei atrás dela. O velho percebeu o que estava acontecendo e parou de se mover, permitindo que eu me alinhasse. Eu passei a ponta do meu pênis no cuzinho dela. Ela gemeu. Eu comecei a empurrar.
Foi difícil. Apertado. Muito apertado. Eu podia sentir a pressão do pênis dele através da parede fina que nos separava. Ela gemeu alto, um som de prazer
— Não pare! — gritou ela. — Entra! Me arromba os dois!
Com um último empurrar, eu entrei. A sensação foi avassaladora. Quente. Apertado. Intenso. Eu fiquei parado por um momento, me acostumando com a sensação, e com a sensação dele se movendo dentro dela.
Então, começamos a nos mover. Ele de baixo, eu de cima. Em um ritmo hesitante no início, mas que logo se tornou mais confiante. Mais selvagem.
Nós a estávamos fodendo. Juntos denovo
Carol gritou, um grito de prazer puro e inconfundível. Ela estava sendo preenchida, esticada ao limite absoluto. Era demais. Era tudo.
— Assim! — gritava ela. — Me fodam! Me usem! Me destruam!
E nós obedecemos. Nós a fodemos. Com uma força que eu não sabia que tinha. O quarto, não, o banheiro, ficou cheio de sons de pele batendo, de gemidos, de suor. O cheiro do sexo era denso.
Ela olhou para trás, o rosto contorcido de prazer. O suor escorria pelo rosto dela, misturando-se com a porra que ainda estava lá. Ela sorriu, um sorriso louco, de quem achou o que procurava.
Ela olhou para mim, e depois para ele. E disse duas palavras.
— Me amem.
E foi o que fizemos. Nós a amamos da única maneira que sabíamos naquele momento. Com força. Com desejo. Com uma fome que parecia insaciável.
Eu senti meu próprio orgasmo se aproximando, rápido e forte.
— Vou gozar! — gritei.
— Goza! — pediu ela. — Goza com ele! Me encham!
E foi o que aconteceu. Eu senti a contração do pênis dele através da parede dela, e sei que ele gozou. E eu gozei também. Um jato quente e forte dentro dela, misturando-se ao dele.
Nós ficamos ali, os três, conectados, ofegantes. Exaustos.
Ela foi a primeira a se mexer. Ela se levantou lentamente, se separando de nós. Ela se virou e nos olhou. Ela sorriu, um sorriso de satisfação total. Ela olhou para baixo, para a porra que escorria das pernas dela. Ela passou o dedo, levou à boca, e lambeu.
— Agora... — disse ela, a voz rouca. — Eu acho que mereço um banho.
mas antes ela lambeu nos dois para nao sobrar nenhuma gota
Ela entrou no boxe do chuveiro e abriu a torneira. A água quente caiu sobre o corpo dela, e ela gemeu de prazer. Ela se virou e nos olhou.
— Bem? — disse ela. — Vocês vão me ajudar a me limpar? Ou vão só ficar aí olhando?
Ele sorriu. Um sorriso de quem ainda queria mais.
— Eu adoro uma mulher suja. — disse ele. — Mas eu também adoro ajudar a limpá-la.
Ele se levantou e entrou no chuveiro com ela. Eu não hesitei. Entrei também.
O espaço era apertado, os três corpos se esfregando. A água quente corria sobre nós, lavando o suor, a porra, o cheiro do sexo. Mas não lavava a memória. Não lavava o desejo.
Carol pegou o sabonete e começou a espumar o corpo dela. Os seios, a barriga, as pernas. Ela então se virou para ele e começou a espumar o peito dele, a barriga, o pênis dele que já estava começando a endurecer de novo. Ela olhou para mim e me fez sinal.
Eu me aproximei e ela começou a espumar minhas costas, minhas pernas. A mão dela era firme, mas gentil. Era um ato de cuidado, mas também de posse.
Nós nos lavamos. Mas a lavagem rapidamente se transformou em outra coisa. As mãos começaram a vagar. Os beijos começaram a surgir. A água quente, a proximidade dos corpos... era uma fórmula para o desejo.
Ele a pegou pelos ombros e a pressionou contra a parede fria do azulejo. Ela gemeu com o choque do frio contra o calor da pele dela. Ele se ajoelhou e começou a chupá-la. A língua dele era ágil, experiente. Ela gemeu, a mão na cabeça dele, os dedos entrelaçados no cabelo branco.
Eu me ajoelhei atrás dele e comecei a beijar suas costas, a mão descendo até a bunda dele. Ele gemeu contra a buceta dela. Era um círculo de prazer. Um ciclo.
Ela olhou para mim, os olhos cheios de um pedido. Eu entendi. Eu me levantei e me posicionei atrás dela. Ela se inclinou para frente, dando acesso a mim. E eu entrei.
Foi diferente. Com a água quente caindo sobre nós. Com ele chupando ela. Com o cheiro do sabonete se misturando com o cheiro do sexo dela.
Eu comecei a me mover. Devagar. Ele continuava a chupá-la, a língua dele trabalhando no clitóris dela. Ela gemia, um som contínuo, agora abafado pelo barulho da água.
— Mais! — pediu ela. — Mais forte!
Eu aumentei o ritmo. Ele aumentou a pressão da língua. Ela gemeu mais alto. O corpo dela começou a tremer.
— Vou gozar! — gritou ela.
E ela gozou. Um orgasmo forte, que a fez tremer da cabeça aos pés. Ela gritou, um som que foi quase abafado pelo barulho do chuveiro, mas que eu ouvi claramente.
Ela ficou ofegante por um momento, depois se virou para mim.
— Agora é a sua vez. — disse ela. — Eu quero vocês dois de novo.
Ela se virou e me beijou. Um beijo profundo, que continha o gosto dela mesma. Depois ela se virou para ele e o beijou também. Depois ela nos olhou, um sorriso malandro nos lábios.
— Mas agora... — disse ela. — so quero que gozem na minha boca e saiam do meu banheiro. eu quero dormir.
Ele sorriu e se levantou. Ela se ajoelhou no chão do chuveiro, a água quente caindo sobre as costas dela. Ela olhou para nós, esperando.
Eu me aproximei e coloquei meu pênis na boca dela. Ela começou a chupar, com uma fome nova. Ele se aproximou e ela pegou o pênis dele na mão, começando a massageá-lo. Depois ela alternou, chupando um, depois o outro.
A sensação era incrível. A boca dela era quente, molhada. A língua dela era mágica. Eu senti meu orgasmo se aproximando.
— Vou gozar! — avisei.
Ela aumentou a velocidade, a cabeça dela balançando rapidamente. Eu não aguentei. Eu gozei. Um jato quente e forte na boca dela. Ela engoliu tudo.
Depois ela se virou para ele. Ele já estava quase gozando. Ela pegou o pênis dele na boca e chupou com uma força desesperada. Ele gemeu alto e eu vi a base do pênis dele contrair. Ela engoliu, algumas gotas escorrendo pelo canto da boca dela.
Ela então se levantou e nos olhou.
— Agora, saiam. — disse ela. — Quero dormir.
Nós saímos do chuveiro e nos enxugamos. Ela ficou lá, debaixo da água quente, nos observando. Nós saímos do banheiro e fechamos a porta.
Eu me sentei na beira da cama, exausto. Ele se sentou na cadeira no canto do quarto. Nós nos olhamos. O silêncio era denso, mas não era um silêncio vazio. Era um silêncio cheio de significado.
— Ela é... — ele começou, mas não terminou a frase.
— Eu sei. — eu disse.
Nós ficamos ali, em silêncio, por um longo tempo. Até que a porta do banheiro se abriu e ela saiu. Ela estava limpa, com um roupão de banho envolvendo o corpo dela. Ela nos olhou.
— Vocês ainda estão aqui? — perguntou ela.
Ele sorriu.
— Então... — disse ela. — Qual é a primeira regra?
Ele e eu olhamos um para o outro. Uma nova dinâmica se formara. O silêncio não era mais de exaustão, mas de negociação.
— Ninguém se veste. — eu disse, a voz mais firme do que eu esperava. — Nem aqui dentro, nem lá fora. Quintal, jardim, todo lugar. A pele é o único tecido que usamos.
Ele soltou uma risada baixa, um som de rochedo roçando contra rochedo.
— Eu gosto. E a segunda?
Carol se aproximou da cadeira onde ele estava sentado. Ela pousou a mão no ombro dele, os dedos roçando a pele enrugada e forte.
— A segunda é a mais importante. — disse ela, a voz um sussurro de seda e aço. — Se algo for acontecer... algo de verdade, eu quero dizer, se um de vocês dois tiver a ideia de tocar ne mim tera que ser com os dois juntos. Sem segredos. Sem encontros separados.
Ela olhou de um para o outro, o olhar dela medindo, testando. O ar no quarto ficou pesado, eletrizado. A regra não era sobre sexo. Era sobre poder. Era sobre manter a tensão exatamente onde ela a queria.
Ele se inclinou para frente, os cotovelos nos joelhos.
— E se a dona da casa decidir que quer um tempo sozinha com um de nós? — perguntou ele, o olho brilhando. — Essa regra também se aplica?
Carol sorriu. Um sorriso lento, que não chegou aos olhos.
— Essa é a exceção que prova a regra. — disse ela. —
ate pode acontecer mas o outro tem que estar presente. Escondido, se necessário. Mas vendo. Tudo. Sempre.
Ele riu. Um som genuíno, cheio de apreciação.
— Você não é brincadeira, menina. — disse ele.
— Nunca fui. — respondeu ela.
Carol se virou para mim. Ela veio até a cama e se sentou ao meu lado. O roupão dela se abriu um pouco, expondo a coxa dela. Ela não fez nada para cobrir.
— E você? — perguntou ela. — Tem alguma regra?
Eu olhei para ela, e depois para ele. O velho nos observava, uma expressão neutra no rosto dele. Eu pensei por um momento. Não havia mais ciúme. Não havia mais raiva. Havia apenas... o jogo.
— Sim. — eu disse. — A noite termina quando o sol nascer. Depois do sol nascer... nós voltamos a ser o que éramos. Até a noite seguinte.
Carol sorriu.
— Gosto. — disse ela. — Gosto muito.
Ela se levantou e foi até a janela. Ela abriu as cortinas. A lua estava cheia, banhando o quarto em uma luz prateada.
— Então... — disse ela, de costas para nós. — Ainda temos umas boas horas até o sol nascer.
Ela se virou. O roupão dela escorregou dos ombros e caiu no chão. Ela estava nua. Perfeita. Ela nos olhou, um desafio nos olhos.
— Então, o que vamos fazer com todo esse tempo?
Ele se levantou. Ele era mais velho, o corpo marcado pelo tempo, mas havia uma força nele, uma presença animal. Ele caminhou até ela.
— Eu tenho uma ideia. — disse ele.
Ele pegou a mão dela e a levou para a cama. Ele a deitou de lado e deitou atras dela de conchiha. Ele não entrou nela. Ele apenas se aconchegou contra ela, o pênis dele descansando entre as nádegas dela. Ele passou o braço por cima dela, a mão pousando no seio dela.
— Vamos descansar. — disse ele. — Um pouco.
Ele me olhou. Ele me fez sinal. Um simples movimento da cabeça. Vem cá.
Eu me deitei na frente dela. Eu me aconcheguei contra ela, meu peito contra o dela. Meu pênis repousava contra a coxa dela. Eu coloquei meu braço por cima dela, minha mão encontrando a dele no seio dela.
Carol estava entre nós. Presa. Acariciada por dois homens ao mesmo tempo. Ela gemeu, um som baixo, de contentamento.
— Isso... — sussurrou ela. — Isso é bom.
Nós ficamos ali, os três, em silêncio. A única coisa que se ouvia era o som da nossa respiração, se sincronizando. Era um momento de paz. Um momento de intimacy. Um momento que era estranho e perfeito ao mesmo tempo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
ARMEI PARA MEU VIZINHO COROA COMER MINHA ESPOSA

Codigo do conto:
276062

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
01/11/2026

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