WhatsApp Aberto



Ela tinha 39 anos e um corpo que ainda fazia silêncio em qualquer lugar por onde passasse. Seios pesados, firmes, de mamilos escuros que se marcavam sob qualquer blusa fina. Cintura estreita que descia para um quadril largo e uma bunda redonda, alta, que balançava quando ela andava. Coxas cheias, macias, que se tocavam quando ela cruzava as pernas. O cabelo castanho escuro caía em ondas pesadas até o meio das costas. O marido viajava há quase um mês por causa de um projeto em outra cidade. Mesmo quando estava em casa, o sexo tinha se tornado raro, rápido, quase burocrático. Ela acordava no meio da noite com o corpo quente, as pernas se abrindo sozinhas sobre o lençol, a buceta latejando, pedindo dedos, língua, pau… qualquer coisa. E não tinha ninguém.A única pessoa que sabia de tudo era Carla, 37 anos, amiga íntima desde a faculdade, solteira, boca suja e sem nenhum filtro. As conversas no WhatsApp eram diárias e cada vez mais explícitas. Às vezes começavam inocentes e em poucos minutos já estavam no nível de confissão suja.“Tô com tesão pra caralho, Carla… ele não me come direito há meses. Tenho medo de um dia não aguentar e trair ele com uma rola grossa de verdade.”“Ontem tomei banho e fiquei me tocando no box pensando num pau grande me abrindo devagar… quase gozei em pé, com a água caindo nas costas e os dedos enfiados até o fundo.”“O pior é o olhar do meu filho. Ele me come com os olhos, sério. Eu fico sem jeito, mas entendo… o moleque tem 19 anos, é um homem lindo, alto, ombros largos, peito marcado, braços veias saltadas. E eu ando pela casa de short curto e blusinha fina porque faz calor. Ele deve estar doido de tesão. Ontem ele passou por trás de mim na cozinha e o pau dele encostou na minha bunda. Fiquei molhada na hora. Tenho vergonha de admitir.”Naquela tarde o marido ligou dizendo que ia demorar mais dez dias. Ela ficou no sofá de calcinha preta e uma camiseta larga do marido que mal cobria a bunda. O notebook estava aberto na mesa de centro, WhatsApp Web logado, a conversa com Carla aberta. A campainha tocou. Era o entregador do mercado. Ela se levantou, ajeitou a camiseta para baixo e foi atender no portão, deixando a tela acesa sem nem perceber.Lucas passou pela sala sem fazer barulho. Viu a conversa aberta. A última mensagem de Carla era uma foto: um pau enorme, grosso, veias saltadas, a cabeça rosada e brilhante de pré-gozo, segurado por uma mão masculina. A legenda: “Imagina esse monstro te arrombando enquanto seu marido tá longe… você aguentaria? Eu quero ver você gozando com ele enterrado até o fundo.”O coração de Lucas acelerou tanto que ele sentiu o pulso no pescoço. Ele se sentou rápido no sofá, rolou a conversa para cima com o dedo trêmulo. Três minutos foram o bastante. Leu as confissões da mãe linha por linha: que acordava com a calcinha molhada quase todas as manhãs, que sonhava em ajoelhar e engolir uma rola até engasgar, que às vezes se imaginava sendo chupada por outra mulher enquanto um homem a fodia com força. Leu também os trechos em que ela falava dele com uma honestidade que o deixou duro instantaneamente:“O Lucas me olha de um jeito… ontem eu estava de shortinho na cozinha e ele passou por trás, o pau dele encostou na minha bunda sem querer. Fiquei molhada na hora. Acho que ele percebeu. Tenho vergonha de admitir, mas fiquei pensando nisso a noite inteira.”Quando a mãe voltou carregando as sacolas, ele já estava no quarto, a porta fechada, a mão dentro da bermuda apertando o pau duro e latejante. Bateu uma rápido, imaginando a boca da mãe naquele pau da foto, imaginando a própria língua na buceta dela, o gosto, o cheiro, o jeito que ela gemeria. Gozo forte, silencioso, escorrendo pelos dedos e manchando a camiseta.A partir daquele dia ele mudou a forma de tocá-la. Começou a abraçá-la por trás na cozinha enquanto ela preparava o jantar. O peito largo colado nas costas dela, o pau semi-duro pressionando de leve a fenda da bunda coberta pelo short. Beijava o pescoço dela com mais demora, a respiração quente no ouvido, os lábios demorando no ponto logo abaixo da orelha. Passava a mão pela cintura quando ela cruzava com ele no corredor, os dedos deslizando um segundo a mais do que o necessário, sentindo a pele quente sob a blusa. Uma noite, enquanto ela lavava a louça de shortinho jeans desbotado e top preto que deixava a barriga de fora, ele chegou por trás, passou os braços em volta dela e encostou o rosto no ombro nu.“Você tá cheirosa hoje, mãe…”Ela tremeu. Não afastou. Ficou parada, as mãos dentro da pia com água, sentindo o volume duro pressionar contra ela com uma insistência que não tinha nada de inocente. Ele beijou o lado do pescoço, devagar, a língua tocando a pele por um segundo, e ela soltou um suspiro baixo, quase inaudível.“Lucas… para…” a voz saiu sem força nenhuma.Ele não parou. Apenas apertou um pouco mais o abraço, o pau latejando contra a bunda dela, e depois se afastou devagar, deixando ela ali, pernas trêmulas, a calcinha já úmida entre as coxas.Dois dias depois ela deixou o celular desbloqueado em cima da mesa da sala enquanto tomava banho. O som do chuveiro ecoava pelo corredor. Lucas não hesitou. Abriu o WhatsApp, foi em aparelhos conectados, gerou um novo QR Code e logou no computador do quarto em menos de trinta segundos. Fechou tudo e colocou o celular de volta exatamente onde estava, na mesma posição. Ela saiu do banheiro enrolada na toalha, o cabelo molhado escorrendo pelas costas, gotas d’água descendo entre os seios, e nem desconfiou.Agora ele lia tudo em tempo real.As mensagens ficaram cada vez mais sujas.Carla: “Manda foto da buceta hoje. Quero ver como tá essa xoxota abandonada. Quero ver se ainda fica inchada quando você pensa em pau.”A mãe: “Tô com vergonha… mas tá bem molhada de novo. Acabei de me tocar pensando no que você mandou ontem.”E mandava. Foto tirada de cima, a calcinha preta puxada para o lado, os lábios inchados e rosados, o clitóris saltado, um fio brilhante de lubrificação escorrendo em direção ao cu. Carla respondia com áudios gemendo baixinho, dizendo que queria chupar aquilo até a mãe gozar na boca dela, que queria enfiar a língua no cu dela enquanto um pau a fodasse.Lucas batia punheta todos os dias no quarto, a tela do computador aberta, a mão no pau, lendo cada palavra, ouvindo os áudios no fone. Imaginava a língua da Carla na mãe. Imaginava o pau daquela foto entrando nela até o fundo, abrindo ela. Imaginava o próprio pau no lugar, o jeito que a mãe gemeria o nome dele.A tensão na casa ficou quase insuportável. Uma quinta-feira à noite ela estava no sofá assistindo série, de camisola fina de algodão bege sem sutiã. Os mamilos escuros marcavam o tecido de um jeito obsceno. Lucas sentou do lado, mais perto do que o normal, a coxa dele encostando na dela. A mão dele “acidentalmente” pousou na coxa dela. Ela não tirou. O polegar começou a fazer círculos lentos na pele macia, subindo centímetro por centímetro, sentindo o calor aumentar. Ela engoliu seco, os olhos fixos na televisão, mas a respiração já tinha mudado, o peito subindo e descendo mais rápido.“Lucas…” a voz saiu rouca, quase um pedido.Ele não respondeu com palavras. Apenas subiu a mão por baixo do tecido da camisola até sentir o calor úmido da calcinha. Os dedos deslizaram por cima do tecido já molhado, pressionando o clitóris com movimentos circulares lentos, firmes. Ela abriu as pernas devagar, como se o corpo tivesse decidido sozinho, as coxas se separando sobre o sofá. Um gemido baixo escapou da garganta dela, abafado.“Filho… a gente não pode… isso é errado…”Ele se virou, segurou o queixo dela com a outra mão e a beijou. A língua dele entrou na boca dela com fome, chupando, mordendo o lábio inferior, explorando. Ela retribuíu depois de um segundo de hesitação, a língua dela encontrando a dele. As mãos dele puxaram a camisola para cima, expondo os seios pesados e os mamilos duros, escuros, eretos. Ele desceu a boca e chupou um com força, a língua girando em volta, os dentes arranhando de leve, puxando. Ela arquejou, a mão indo direto para o volume duro que esticava a bermuda dele, apertando, sentindo o tamanho, o calor.“Meu Deus… tá tão grande… tão quente… Lucas…”Ele tirou a bermuda e a cueca de uma vez só. O pau saltou, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Ela olhou por longos segundos, os olhos arregalados, engoliu em seco e desceu a cabeça. A boca quente e úmida engoliu a cabeça primeiro, a língua girando em volta, lambendo a fenda, depois foi descendo centímetro por centímetro até engasgar, a garganta apertando. Ele segurou o cabelo dela e empurrou um pouco mais fundo, sentindo a resistência, o calor, a saliva escorrendo. Ela gemendo com a boca cheia, o som abafado, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nos seios.Ele a deitou no sofá, puxou a calcinha para o lado com pressa e enterrou o rosto entre as pernas dela. Língua larga e molhada, lambendo tudo de baixo para cima, chupando os lábios inchados, enfiando a língua dentro, depois concentrando no clitóris com movimentos rápidos e precisos, chupando, vibrando. Ela gozou em menos de dois minutos, as coxas tremendo violentamente em volta da cabeça dele, a mão apertando os cabelos dele contra a buceta, um gemido longo e abafado saindo da boca, o corpo inteiro se contorcendo.Quando ele subiu o corpo e encaixou a cabeça grossa do pau na entrada molhada e latejante, ela olhou nos olhos dele, as pupilas dilatadas, a boca entreaberta.“Entra… por favor… enfia tudo… quero sentir você inteiro dentro de mim.”Ele empurrou. Devagar no começo, sentindo as paredes quentes e apertadas se abrindo ao redor dele, centímetro por centímetro. Depois mais fundo. Até a base. Ela gritou abafado, as unhas cravando nas costas dele, as pernas se fechando em volta da cintura. Ele começou a foder com força, o barulho molhado e obsceno enchendo a sala, os seios dela balançando a cada estocada profunda, o sofá rangendo. Ela gozou de novo, apertando o pau dele por dentro em espasmos ritmados, os olhos revirando. Ele segurou o máximo que pôde, tirou no último segundo, e gozou no peito e no rosto dela, jatos quentes e espessos, enquanto ela abria a boca para receber o que pudesse, a língua para fora, os olhos fechados de prazer, engolindo o que caía dentro.Eles ficaram ali por longos minutos, ofegantes, o corpo dele ainda por cima do dela, o pau amolecendo devagar entre as coxas molhadas. Ela passou a mão pelo cabelo dele e sussurrou, a voz rouca, quase sem força:“Isso não pode acontecer de novo… mas… meu Deus… foi tão bom. Eu não gozava assim há anos.”No dia seguinte as mensagens com Carla continuaram. Só que agora a mãe escrevia diferente, as palavras saindo mais soltas, mais honestas:“Aconteceu, Carla. Eu não aguentei. Foi o Lucas. E foi a melhor foda da minha vida. Ele me comeu no sofá até eu não conseguir mais falar. Gozei duas vezes só com a boca dele e mais uma com o pau. Ainda estou sentindo.”Carla respondeu quase imediatamente, um áudio gemendo baixinho de pura excitação:“Porra nenhuma… conta tudinho. Cada detalhe. E manda foto desse pau que te arrombou. Quero ver. Quero imaginar ele enterrado em você. Quero imaginar eu chupando ele depois que ele te comer.”Lucas, do quarto, lia cada palavra com o pau já duro de novo. Ele abriu a câmera do celular, tirou uma foto do próprio pau ainda sujo do gozo da noite anterior, a cabeça brilhante, e salvou na galeria. Ainda não mandaria. Mas já planejava o próximo passo: fazer a mãe convidar a amiga para um café da tarde… enquanto o marido ainda estava longe. E dessa vez, ele não ia só assistir.A casa ficou diferente depois daquela noite. Os olhares demoravam mais. Os toques “acidentais” se tornaram propositalmente longos. E a mãe, mesmo dizendo baixinho que não podia acontecer de novo, começou a deixar a porta do banheiro entreaberta enquanto tomava banho… e a usar calcinhas cada vez menores pela casa, o tecido fino marcando a fenda quando ela se inclinava. Às vezes ela passava a mão pelo pau dele por cima da bermuda quando cruzavam no corredor, um aperto rápido, cúmplice, e seguia em frente como se nada tivesse acontecido. Mas os dois sabiam. E os dois já estavam viciados.
No dia seguinte a casa inteira parecia carregar o cheiro daquilo que tinha acontecido. Não era só o cheiro de sexo — era o silêncio carregado, os olhares que demoravam um segundo a mais, o jeito que os corpos se moviam um em torno do outro como se ainda estivessem colados.Lucas acordou primeiro. Ficou deitado olhando o teto, o pau já duro só de lembrar do gemido da mãe quando ele enterrou até o fundo. Levou a mão até ele e apertou, mas não bateu. Queria economizar. Queria mais.Quando desceu, ela já estava na cozinha de camisola fina, sem sutiã, o cabelo preso num coque alto bagunçado. Os seios pesados se moviam sob o tecido cada vez que ela se inclinava para pegar algo na geladeira. Ele parou na porta e olhou. Ela sentiu o olhar e não se virou de imediato. Só depois de alguns segundos olhou por cima do ombro.“Bom dia.”A voz dela estava rouca. Ele não respondeu com palavras. Apenas caminhou até ela, parou atrás, e colocou as mãos na cintura fina. Os polegares acariciaram a pele logo acima do elástico da calcinha. Ela soltou o ar devagar, o corpo amolecendo contra o dele.“Lucas… a gente precisa conversar.”“Eu sei.” Ele beijou o lado do pescoço dela, bem no ponto que a fazia tremer. “Mas primeiro eu quero isso.”A mão dele desceu por dentro da camisola, subiu até o seio direito e apertou, o polegar passando no mamilo já duro. Ela arquejou baixo. A outra mão dele desceu pela barriga e entrou direto na calcinha. Os dedos encontraram a buceta já úmida, os lábios inchados. Ele abriu caminho e enfiou dois dedos de uma vez, fundo, curvando-os para cima.“Você acordou molhada”, sussurrou no ouvido dela. “Pensando em mim?”Ela não conseguiu responder. Só empurrou o quadril contra a mão dele, pedindo mais. Ele fodeu ela com os dedos ali mesmo, em pé, a outra mão ainda apertando o seio, a boca no pescoço. Quando ela gozou, foi em silêncio, as pernas tremendo, a mão dela segurando o braço dele com força. Ele tirou os dedos, levou à boca e chupou na frente dela. Ela olhou, as pupilas dilatadas, e mordeu o lábio.“Você é um monstro…”“E você gosta.”Ela não negou.Durante o dia inteiro eles se tocaram. No corredor, ele a empurrava de leve contra a parede e beijava fundo, a mão subindo pela coxa até apertar a bunda. Na sala, enquanto ela tentava assistir qualquer coisa, ele se ajoelhava na frente dela, abria as pernas e chupava a buceta por cima da calcinha até o tecido ficar encharcado. Ela puxava o cabelo dele e gemia o nome dele como se ainda estivesse tentando acreditar que era real.À noite, depois do jantar, ela foi até o quarto dele. Entrou sem bater. Estava só de calcinha preta. Os seios livres, pesados, os mamilos escuros e duros. Lucas estava na cama de bermuda. Ela fechou a porta, caminhou até ele e subiu na cama, ajoelhando-se entre as pernas dele.“Eu não consigo parar de pensar”, disse ela, a voz baixa. “No seu pau. No jeito que você me comeu. No gosto.”Ela puxou a bermuda dele para baixo. O pau saltou, já duro, grosso, a cabeça brilhante. Ela segurou com as duas mãos e lambeu de baixo até cima, a língua larga e quente. Depois engoliu. Devagar no começo, sentindo o peso na língua, depois mais fundo, engasgando de propósito, saliva escorrendo pelo queixo. Ele segurava o cabelo dela e empurrava o quadril para cima, fodendo a boca dela com calma, observando cada expressão.Quando ela tirou a boca, um fio de saliva ainda ligava os lábios ao pau dele. Ela subiu no colo dele, puxou a calcinha para o lado e encaixou. Desceu devagar, gemendo enquanto o pau ia entrando centímetro por centímetro até ela estar completamente sentada. Ficaram assim por um momento, só respirando, olhando um para o outro.“Me fode”, ela pediu. “Me fode como se eu fosse sua.”Ele segurou a cintura dela e começou a empurrar para cima. Ela rebolava, os seios balançando na frente do rosto dele. Ele chupava um, depois o outro, mordendo, puxando. O barulho era molhado, obsceno. Ela gozou primeiro, o corpo travando, a buceta apertando o pau dele em espasmos fortes. Ele virou ela de quatro na cama, segurou o cabelo dela com uma mão e a fodeu com força, a outra mão batendo de leve na bunda. Ela gritava no travesseiro, pedindo mais, pedindo mais fundo. Quando ele gozou, foi dentro, fundo, empurrando até o último espasmo, enquanto ela gozava de novo só de sentir o calor enchendo ela.Depois ficaram deitados, suados, o pau dele ainda dentro, amolecendo devagar. Ela passou a mão pelo peito dele.“Carla quer detalhes”, murmurou. “Ela quer foto. Eu… eu mandei um áudio hoje contando. Sem falar seu nome. Mas ela já desconfia.”Lucas sorriu de lado.“Deixa ela desconfiar. Melhor ainda.”Ele pegou o celular da mãe que estava na mesa de cabeceira. Abriu a conversa com Carla. A última mensagem da amiga era:“Manda foto da buceta depois que ele te comeu. Quero ver como ficou. Quero ver o leite escorrendo.”Lucas olhou para a mãe. Ela hesitou só um segundo. Depois abriu as pernas, ainda deitada, e deixou. Ele tirou a foto: a buceta vermelha, inchada, o gozo dele escorrendo devagar entre os lábios. Mandou.A resposta de Carla veio em menos de um minuto, um áudio gemendo:“Puta que pariu… que buceta gostosa. Eu chuparia tudo isso. Quero conhecer esse pau. Quero ver ele te comendo. Convida ele. Ou me convida. Eu vou aí.”Lucas leu a mensagem em voz alta. A mãe ficou em silêncio por alguns segundos, o peito subindo e descendo rápido.“Você quer isso?”, perguntou ela, a voz falhando.“Eu quero você”, respondeu ele. “E eu quero ver ela te chupando enquanto eu te fodo. Eu quero as duas.”Ela fechou os olhos. Quando abriu, havia um brilho diferente ali. Medo e tesão misturados.“Eu vou chamar ela. Para amanhã à tarde. Café. Só café… no começo.”Lucas beijou a boca dela, lento, profundo.“No começo.”Na manhã seguinte a mãe mandou a mensagem. Carla respondeu quase na hora:“Eu chego às quatro. E se o moleque estiver em casa… melhor ainda.”Lucas leu tudo do computador do quarto, o pau já duro de novo dentro da bermuda. Ele sabia exatamente o que ia acontecer. E pela primeira vez desde que tudo começara, a mãe não tentou fingir que não queria.Às três e meia ela já estava no banheiro se preparando. Saiu de toalha, o cabelo ainda úmido. Lucas estava na porta do quarto olhando. Ela parou na frente dele, deixou a toalha cair no chão e ficou nua. Seios, barriga, a buceta ainda um pouco inchada da noite anterior.“Me chupa antes dela chegar”, pediu ela, a voz baixa. “Quero estar molhada quando ela entrar.”Ele a empurrou contra a parede do corredor, ajoelhou e comeu a buceta dela ali mesmo, a língua devorando, os dedos enfiados, até ela gozar escorrendo na boca dele. Quando se levantou, a boca brilhava. Ela o beijou, lambendo o próprio gosto nos lábios dele.Às quatro em ponto a campainha tocou.Carla entrou. Vestido curto, decote profundo, o corpo mais magro que o da mãe, mas os seios altos e a bunda empinada. Os olhos dela passaram por Lucas e demoraram. Depois pousaram na mãe. As duas se abraçaram mais tempo do que o normal. Quando se separaram, Carla olhou de novo para Lucas e sorriu de lado.“Então é esse o responsável pelas mensagens sujas…”A mãe corou, mas não negou. Lucas apenas segurou o olhar da mulher e sorriu de volta.O café durou menos de vinte minutos. A conversa começou inocente e em pouco tempo já estava pesada. Carla foi direta:“Eu li tudo. Eu vi a foto. Eu quero ver de perto.”A mãe engoliu seco. Lucas se levantou, caminhou até trás da mãe que estava sentada no sofá, e colocou as mãos nos ombros dela. Os dedos desceram, entraram por dentro do decote do vestido que ela usava e apertaram os seios na frente de Carla. A mãe arquejou. Carla se levantou, ajoelhou na frente das duas e abriu as pernas da mãe.“Deixa eu ver.”Ela puxou a calcinha para o lado e lambeu. Lenta, profunda, os olhos no rosto da amiga. A mãe segura o cabelo de Carla e olhou para o filho. Lucas já estava com o pau de fora, batendo uma devagar, assistindo.“Chupa ela direito”, mandou ele. “Quero ver ela gozar na sua boca.”Carla obedeceu. A língua dela trabalhava rápido, os dedos entrando junto. A mãe gozou em poucos minutos, as coxas tremendo em volta da cabeça da amiga. Quando Carla se afastou, o queixo brilhava. Lucas puxou a mãe para ficar de quatro no sofá, enterrou o pau nela de uma vez e começou a foder com força. Carla se posicionou na frente, ajoelhada, e a mãe começou a chupar a buceta dela enquanto levava o pau do filho.O barulho encheu a sala. Pele batendo, gemidos, o som molhado. Lucas segurava a cintura da mãe e a arrombava, olhando a língua dela sumindo dentro da amiga. Depois ele tirou o pau, puxou Carla pelo cabelo e enfiu na boca dela. Ela engoliu fundo, gemendo. A mãe se virou e chupou as bolas dele enquanto a amiga engolia o pau.Eles trocaram. Lucas deitou no sofá. A mãe sentou no pau dele de frente. Carla sentou no rosto dele. As duas se beijavam em cima, seios se esfregando, línguas se encontrando, enquanto ele chupava uma e fodia a outra. Quando a mãe gozou, apertando o pau dele, ele segurou o gozo. Virou Carla de quatro, enfiou nela e fodeu até ela gritar. A mãe ficou embaixo, chupando o clitóris da amiga enquanto o filho a comia.No final, as duas ajoelharam na frente dele. Ele gozou no rosto das duas, jatos quentes, e elas se beijaram depois, dividindo o leite, lambendo uma a outra.Quando tudo acalmou, os três estavam no chão da sala, suados, ofegantes. Carla riu baixo, a voz rouca:“Seu marido vai voltar daqui a uns dias, né?”A mãe, ainda com o gozo escorrendo na coxa, olhou para o filho e depois para a amiga.“Vai. Mas até lá… a gente ainda tem tempo.”Lucas passou a mão pela bunda da mãe e apertou.“A gente tem bastante tempo.”E pela primeira vez desde que tudo começara, a mãe não disse que era a última vez. Apenas abriu as pernas de novo, puxou o filho para cima dela e sussurrou no ouvido dele:“Me come mais uma vez. Agora. Na frente dela.”Ele obedeceu.

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Ficha do conto

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276590

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/11/2026

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