Na época, tinha acabado de fazer 18 aninhos, mas parecia bem mais nova. Tinha acabado de arrumar estágio em uma advocacia. Era uma segunda-feira à tarde, usava uma mini saia com meias longas e uma camisa branca. Estava esperando no ponto de ônibus, sozinha até que...
— Boa tarde, mocinha!
— Oi... boa tarde! — respondi sem nem olhar para o lado.
— Será que vai demorar o próximo ônibus?
Me virei, encarei o coroa, um senhor de uns 50 anos, moreno, de óculos. Ele usava uma calça jeans e camiseta branca; além de carregar uma maleta preta.
— Espero que não, hoje é meu primeiro dia e...
— Emprego novo?
— Sim... apenas um estágio.
— Legal. Uma dica... quando puder, compra um carrinho. Me arrependo até hoje de ter pego moto. Antes que pergunte, ela está no conserto.
Eu nem iria perguntar, nada..kkk... mas percebi que ele queria era puxar papo comigo e fui dando corda.
— Vou fazer isso. Nessas horas que seria bom ter um namorado.
— Está solteira, é?
— Sim, senhor.
— Hummm... sou casado, mas...ás vezes, era melhor estar solteiro, viu?!
— Por que?
Ele cruzou os braços.
— O casamento cai na rotina ai já era. Um dia vai saber do que estou falando.
O ônibus dobrou a esquina, entrei primeiro e fui até o fundo. Estava praticamente vazio e, para minha surpresa, o coroa se sentou ao meu lado.
— Tudo bem me sentar aqui?
— Por mim, sem problemas.
— Se vamos juntos.. eu sou Orlando. — disse estendendo a mão.
— Ana.
Olhei para a rua e então, vi pelo reflexo da janela o coroa de cabeça baixa de olho nos meus seios. Cruzei os braços por debaixo deles deixando-os mais grandes. O coroa só faltava babar.
— Então... — me virei e ele deu um pulo. — Que foi?
— Nada... parece que mais tarde vai chover. — disse olhando para o céu.
Me virei e fiquei olhando. Mais uma vez, vi pelo reflexo que ele encarava meus seios.
— Tomara mesmo. — falei desabotoando um dos botões. — Estou com tanto calor que poderia ficar sem nada!
Rimos e então, ele já nem disfarçava mais. Mantendo os olhos nos meus seios, ajeitou os óculos.
— Isso que chamo de fartura!
Desabotoei mais um pouco e meu sutiã apareceu.
— Hummm... de rendinha, hãnn.
O coroa encostou a cabeça no meu ombro para olhar melhor.
— Tira mais um... hummmmm!
— Assim?!?
Quando percebi já estava com a camisa aberta até a barriga. Passei a mão pela alcinha do sutiã, provocando-o.
— Quer que eu tire?
O ônibus parou para entrar passageiro. O coroa olhou para frente e nem viu quando abaixei o sutiã. Quando me encarou, encheu a boca de ar.
— Eitaaa porrraaaa... que issoooo?! — disse baixinho.
Eu dei um sorrisinho sacana enquanto ele ficava vermelho.
— Que acha, Seu Orlando?
O coroa encurvou já me chupando ali mesmo. Mamava gostoso nos meus seios e passou a mão na minha coxa subindo até minha bucetinha.
— UINNNN! UIUIUI! OHNNN
Precisei gemer baixinho. Ele mordiscava os bicos, passava só a língua na auréola e voltava a chupar gostoso. Até que o ônibus parou novamente.
— Tá gostando, Aninha?! Imagina eu chupando sua perereca! — Disse baixinho no meu ouvido. — Aposto que iria ficar doidinha pra trepar!
Quando o ônibus andou, o coroa levantou a maleta em seu colo.
— Olha só como estou!
O pau pulsava por baixo da calça.
— Se desse... — olhou para mim. — te colocaria pra mamar aqui mesmo.
Fazia semanas que eu estava sem fazer boquete e sabem como é, né? Se a gente não pratica, fica enferrujada. Passei a mão por cima da calça. Peguei e abaixei o zíper. Logo, estava com a rola em mãos. Um piru quente, grosso e rosado. Punhetava bem devagar e o coroa delirava de boca aberta.
— Puta merda...que tesão, Aninhaaa! Hmmmmm
Olhei para a frente do ônibus, criei coragem e me encurvei sobre ele. Seu Orlando colocou a pasta sobre os joelhos enquanto ganhava uma chupetinha.
GLUB, BLUP, GLUB
Ele botou uma mão na minha cabeça e empurrou. O piru se alojou na minha garganta. Até que ele segurou meu cabelo e começou a movimentar minha cabeça pra cima e para baixo.
— Que deliciaaa..hummmmm
O safado então, passou a mão pela lateral do meu corpo indo até minha bunda e alisou. Ficamos assim por alguns minutos até que ele segurou minha nuca e se contorceu no banco.
— AINNN.HUMMMM..PORRAAA...HUMMMM
Minha boca foi enchendo com tanta gala. Até que ele se jogou de volta no banco e me soltou. Me levantei com o cabelo desarrumado e abri a boca.
— Engole isso ai.
Engoli e depois abri a boca.
— Docinha! Hmmmmm
Ele guardou o cacete. Disse que logo desceria, mas que esperava me encontrar outras vezes.
— HMMMM... Me passa aonde você trabalha que te busco de moto. Estou indo lá buscar ela.
Passei o endereço e combinamos dele me pegar na saída do trabalho. Passei a tarde pensando no coroa e principalmente, na volta pra casa. Mas fiquei chateada quando sai do trabalho, pois Seu Orlando não estava lá. Fui para o ponto de ônibus e aguardei. Alguns minutos depois, o ônibus chegou, quando entrei cumprimentei o motorista que era o mesmo de mais cedo. Ele ficou me olhando com uma cara de safado que fez minha bucetinha até melar. O ônibus estava lotado e precisei ficar próxima a ele.
— É sempre assim?
— Nesta hora é sim.
Ele usava uniforme social azul, era branquinho, rosto lisinho e com uma barriguinha saliente. Sempre me perguntei porque a maioria dos motoristas são gordinhos..kkkk
— Vai devagar ai. — falei ao passarmos por uma lombada, me segurando quase caindo sobre ele.
— Se segura que aqui o sistema é bruto.
Quando ele parou no ponto, mais gente subiu e eu fui ainda mais pra frente com os seios quase no rosto dele que ergueu a cabeça.
— Eita, loirinha...calma ai!
Atrás de mim, uma senhorinha reclamava da lotação e me empurrava. Quando o ônibus parava, o motorista virava o rosto e encarava meus seios. Ele aparentava ter 40 e poucos anos, o volume na calça já tinha aumentado e fiquei fascinada. O perfil da rola indicava que ela estava caída sobre a coxa.
— Está gostando disso, né? Sou Laercio e..você?
— Ana. — falei olhando a pica que pulsava e então..uma pequena mancha surgiu na calça. — O que é isso?
Ele riu, sem graça, apertou a rola levemente.
— Ele fica feliz quando olham assim pra ele.
O ônibus foi esvaziando a medida que passava pelo meu bairro. No caminho, Laercio me disse que era a última volta dele até que consegui passar pela catraca e fui até o fundo. Quando, finalmente, só ficou eu...me escondi para que ele não me visse. Então, o ônibus foi até a garagem. Quando Laercio manobrou e estacionou, vi que se levantou.
— Eita porra...o que está fazendo ai?
— Eu..eu...
Ele passou pela catraca e veio até mim.
— Acabei pegando no sono.
O gordinho me olhou desconfiado.
— Sei...
Ficamos em silencio por alguns segundos. Laercio em pé de frente pra mim, olhava através da janela. Acho que para ver se não tinha ninguém por perto. Eu fiquei olhando para o meio das pernas dele pronta para atacar.
— Pior que não tem nenhuma condução que vai sair agora para.... epaaa..o que está...
Ele parou de falar e ficou boquiaberto. Eu massageava a rola dele por cima da calça.
— Você nem imagina como fiquei enquanto você dirigia.
Tirei o cinto da calça.
— Acho que você também quer isso.
Abaixei o zíper e puxei a calça pra baixo. Em pouco segundos, a cueca já estava no meio das coxas e eu com aquela vara na boca.
— OINNNNN....ASSIMMM QUE É BOOOMMMM...AINNNN! ISSO LOIRINHAAA...AHNNNN
GLUB, GLUB, GLUB
Só quem já pagou um boquete para motorista de ônibus sabe a sensação que tive. Homens de uniforme me deixam doidinha, ainda mais daquele tipo. Coxas grossas, sacão pesado e um pau de 15cm já me deixam de joelhos.hahaha
— Como pode ser tão chupeteira assim?! AINNNN!! Aonde aprendeu a mamaaaaarr..hummmm!
Segurei o saco dele com as duas mãos e lambi com vontade.
— Tesudaaaa..ohnnnn!
A rola pulsava soltando a babinha transparente, acabou até pingando no meu rosto.
— CARALHOOO PUTONAAAA! Assim ce acaba comigo!
O gordinho pegou na rola e começou a bater na minha cara.
— Pede pica...pede!
— Me dáááhhhnnnn... — pedi toda manhosa.
Laercio judiou de mim batendo com a rola na minha cara.
— Faz um biquinho pra eu passar o batom na sua boquinha!
Obedeci e ele delirou.
— Boa garota..asssimmm...
Ele passou a cabecinha da rola nos meus lábios.
— Agora bota a língua pra fora como uma cadela.
Obedeci com carinha de safada.
— Assim?
— ISSOOOO PUTAAAAA!
O gordinho bateu uma punheta e então puxou toda a pele do pau, a cabeça inchou bem na ponta da minha língua.
— CARALHOOOO ARGGGGHHHH..RUUUUUMMMM OHNNNN!
A porra grossa escorria enquanto Laercio urrava. Eu, como uma boa garota, dava um sorrisinho e massageava as bolas dele.
— PUTA QUE PARIUUU! OHNNNN!
Quando terminou, engoli todo o leite.
— Hummmm..quentinho.Estou satisfeita!
Me levantei do banco e o gordinho ficou punhetando de leve a rola, ofegante.
— Que loirinha safada. Sorte sua que estou sem camisinha, senão ia entrar na vara.
Fui até a porta de saída de passageiros, me posicionei no corrimão e empinei a bunda.
— Pena mesmo, faz dias que estou sem levar rola. Abre a porta pra mim, Laercio.
Ele então, parou atrás de mim, alisou minha bunda e soltou alguns tapinhas antes de apertá-la.
— Se ficar de graça, eu te enrabo aqui mesmo.
Balancei a bunda mexendo meu quadril. Então, ele foi até o painel do ônibus para abrir a porta. Aproveitei o momento e abaixei a calcinha até os joelhos, levantei minha mini saia e continuei empinada.
— OHHH sua cadela. Tá querendo mais, né?
Ele passou pela catraca, já tinha guardado a rola e então se ajoelhou. Passou a mão na minha buceta e deu uns tapinhas na minha bunda.
— Vai gozar na minha língua, puta maldita!
— UINNNN! OHNNNNN
SCHULAP, SCHULAP, BLUP
— LAERCIOOOO OHNNN...CARALHOOO!
Ele enfiou um dedo no meu cuzinho enquanto se esbanjava na minha buceta.
— Que bucetão molhado, olha isso...quanta baba!
Virei o rosto e vi o gordinho mexendo os dedos, fascinado.
— Preciso começar a andar com camisinha...mas... será... fica assim, Aninha!
Ele voltou até a frente do ônibus, de costas para mim, abaixou o zíper e voltou com a rola encapada.
— Que bom que o velho Jones deixou uma aqui. Bem que o coroa fala que devemos andar prevenido...
PLAFT, PLAFT
— Ele diz que nunca se sabe quando uma piranha vai aparecer querendo levar madeirada!
Plau, plau, plau
— OHNNN! PORRAAA LAERCIUUUU..UINNNN!
— Pára de manha que você já está toda lubrificada, cadela!
PLAU, PLAU, PLUA
O gordinho metia que era uma maravilha, mas vocês sabem, até a gente se acostumar com a pirocada, leva alguns segundos...depois, fica gostosinho..hahahha
— METEEEE..ISSOOO..OHNNNNN
Ele puxou minha camisa e quase rasgou.
— Tira essa porra!
— CALMAAAA AINNN.
PLAU, PLAU
Enquanto levava pau, fui desabotoando a camisa até que o gordinho se sentou em um dos bancos.
— Vem... quero ver você pulando!
Tirei a calcinha e fui de frente, meio desajeitada, mas encaixei gostosinho..hahaha
— Me dá essa calcinha, vou guardar como prêmio! — pediu o gordinho tomando a calcinha da minha mão e colocando no bolso da calça.
PLAU, PLAU, PLAU
— Que maravilha de tetas essa vaquinha tem! — disse Laercio apertando meus seios, de vez em quando, dava uns tapas na minha bunda.
— Não mandei parar de fuder. Anda...pula, cachorraaaa! Ahnnnn
PLAU, PLAU, PLAU
— AINNN LAERCIOOO PORRAAAA! UHUHUHNNMMM
Ele botou as duas mãos na minha bunda.
— Pula maaaiisss....isssooooo..asimmmm!
— AINNN..VOU GOZAAARRRRGHGGHGHGH. — gemi alto enquanto pulava freneticamente.
Minha buceta contraiu na pica dele e o gordinho não se aguentou.
— PORRAAA...CARALHUUUUU..OHNNNN!
Gozamos praticamente juntos, ofegantes, eufóricos com aquela sacanagem. Quando sai de cima dele, uma baita mancha escura marcava a calça. A rola meia bomba exibia a camisinha cheia de porra.
— Bom demais, loirinha. — disse passando as mãos na coxa e bufando. — O que vou fazer com esta merda agora?
Ele começou a tirar a camisinha e então, tomei das mãos dele. Ergui a cabeça, abri a boca e fui despejando o sêmen dentro.
— Eita, caralhoooo...que puta safada!
Até virei a camisinha do avesso e lambi tudinho.
— Não podemos desperdiçar nada!
O gordinho guardou a rola, me vesti novamente, saímos do ônibus e ele me acompanhou até o portão de saída. Até que apareceu um senhorzinho.
— Boa noite, Seu Jones!
— Fala, Laercio... quem é essa ai?
Fiquei envergonhada e o gordinho disse:
— Mais uma passageira que dormiu no fundo do ônibus...hahaha... olha só que ganhei.
Laercio exibiu minha calcinha, Seu Jones me olhou e sorriu.
— Preciso mudar meu turno. Uma novinha dessas não cai no meu prato!
Sai rapidinho de lá sob os olhares maliciosos deles. Depois de um tempo, ganhei um carro e nunca mais encontrei com Laercio e nem Seu Orlando..hahaha
Mas, de vez em quando, arrisco pegar um ônibus à procura de macho. Tem algum motorista de ônibus aqui que gostaria de se encontrar comigo no ônibus?...ou passageiro que queria me acompanhar no trajeto?..
Se gostaram, não deixem de comentar. Eu sou Ana e espero que tenham ficado mais sakaninhas depois de lerem.
Bjos!



