Pois é, aquela frase: “ - Vamos gostosa, me mostra a puta que você é.” Foi o suficiente para que meus gozos se instalassem de vez e me fizessem gemer, gritar e quase chorar com aquela pica toda cravada na buceta e aquele dedo que me enlouquecia socado no meu cu, enquanto, mesmo prensada contra o braço do sofá me jogava contra ele buscando uma penetração maior, eu nunca tinha gozado daquela forma nem com aquela intensidade, depois ele parou e tudo foi se apagando, ele parado atrás de mim, ainda lá dentro e eu com o rosto na almofada onde a baba deixava uma marca molhada, então a palmada estalou em minha bunda, de surpresa, forte, doída e deixando uma marca vermelha, gritei de dor e surpresa com os olhos se enchendo de lágrimas, depois em rápida sucessão mais duas e ai as lágrimas pingaram no sofá enquanto a sala se enchia com meus gemidos. - Isso é para aprender a não me desobedecer, você é casada com o Davi mas quem é o seu macho e quem manda em você sou eu, e eu disse Sem Calcinha, ou não ouviu? Uma raiva surda me dominou e quis responder, mas então ele deu mais duas ou três bombadas rápidas, a pica dura, macia, robusta, com a cabeça quase saindo quase toda e voltando até o mais profundo da minha xoxota, me enchendo a buceta toda, alargando minhas paredes vaginais e causando arrepios, então, responder como? Além de que o ardor das palmadas despertou uma vontade louca de fuder mais que me dominou inteira, ai pedi agoniada: - Bate mais, bate mais porra, é gostoso, bate mais na tua puta, bate... E ele bateu, forte, sem pena, marcando minha bunda com seus dedos enquanto socava a pica com força e me fazia gozar de novo, dessa vez chorando de verdade, então, sem dizer nada, saiu de dentro de mim, tirou o dedo do meu cu e puxou sua calça pra cima, se dirigindo ao sanitário e me deixando ainda lá como rabo pra cima, toda aberta, largada no sofá com meus gozos escorrendo pelas coxas e as lágrimas marcando o rosto e a almofada. Me recompus devagar, levantei e procurei a calcinha mas não a achei em lugar nenhum, ele a tinha levado consigo, então ainda sem me lavar fui cuidar do almoço pois já estava atrasada, só então notei que ele não tinha gozado, porque seria? Ouvi quando saiu do quarto e se dirigiu à porta saindo e sem me dirigir nem uma palavra ou olhar, minha bunda ardia no lugar das palmadas e levantei a saia para olhar, estava bem vermelha e com marcas de dedos, como ia explicar aquilo para o Davi, não sabia e comecei a me preocupar e procurar uma forma de mascarar aquelas marcas, então foi ao quintal e pegando uma tábua comecei a me bater no lugar dos dedos deixando tudo bem vermelho, o jeito era dizer que tinha escorregado e caído de bunda no chão. Perto do meio dia chegaram os dois, procurei não olhar em seus olhos com receio de que me denunciasse ou que o Davi desconfiasse de alguma coisa, coloquei a comida na mesa e nem precisa dizer que aquele almoço foi um suplício, a bunda ardia, o cu piscava e a xoxota molhada de tesão queria mais muito mais, e enquanto isso o Davi, meu amado marido alheio a tudo comia sossegado e eu, procurava na minha cabeça formas de explicar pra ele como e porque me encontrava tão alargada quando ele quisesse dar aquela trepadinha básica, acho que o jeito era dizer que estava com vontade de dar a bundinha pra ele, assim ele deixaria a xoxota pra lá, pois agora ela já era de outro, mas, e se o outro quisesse o cuzinho também, como seria? Porque o dedo ele já tinha posto lá faltava só colocar outra coisa. Mas, será que o meu briôco aguentaria toda aquela fartura de pica? Sinto, mas não posso dizer de quem é a foto!
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