PARTE 02 Na volta do restaurante quis dar uma sondada no marido e perguntei o que ele tinha achado da comida só mesmo como uma maneira de entrar no assunto que me interessava e que estava mexendo com minha cabeça desde a tarde, ele respondeu evasivamente e então resolvi investir mais na conversa. - Viu o casal que estava sentados na mesa vizinha a nossa? - Vi sim, porque? - Notei que o cara estava me olhando com muito interesse... - Foi mesmo? E você, fez o que? Deu uma bolinha? - Não claro, mas ele era bonito e parecia bem alto. - E não fez nada? Nem uma piscadinha? Você é uma mulher linda, com uma bunda espetacular, uns olhos que tiram qualquer um do sério, então nada mais normal do que chamar a atenção onde vai. - Não, só dei um sorriso mas bem escondido, não sabia como você ia reagir... - Ora querida, não me importo com bobagem, só quero ver você feliz e se isso lhe agrada... - Mas, e depois... Ia acontecer o que? Se ele viesse procurar se aproximar da gente? – Perguntei para poder me situar na conversa. - Acontecer? Nada, ele iria se apresentar e à esposa, iriamos conversar e provavelmente começar uma nova amizade, embora nós soubéssemos que ele estava era interessado em você. - E você iria aceitar tudo assim, numa boa? Que ele me paquerasse na sua frente? - Ele não ia fazer isso, se fizesse era porque seria mal educado e não ia valer a pena a gente seguir com a amizade, ele iria dar alguns sinais de que estava interessado em você e só - Ah! Tá, e você não ia fazer nada? Ia só ficar de boa, apreciando. É isso? - Veja só, eu iria ficar feliz ao ver que minha esposa ainda desperta interesse nos homens, mesmo porque ali é um lugar de pessoas educadas e ele não iria passar dos limites, claro. - Mas, e se ele quisesse aprofundar a amizade e nos convidasse pra outro lugar ou quisesse nos conhecer de verdade, o que você iria fazer? Ele só riu, divertido com a situação imaginária, mas que na minha cabeça não era tão imaginária assim. - Bom, nesse caso e a depender do papo que eles tivessem, se fossem divertidos, cultos e mais um monte de coisas e principalmente se você quisesse, nós poderíamos convidá-los para um jantar ou ele nos convidar, mas tudo ia depender de você. - E você não iria se importar mesmo sabendo que eles só nos convidaria porque estava interessado em mim? Quer dizer que não se importar se algum homem me paquerar? - Olha, seria muita burrice minha querer que ninguém olhe pra você, sou moderno o suficiente pra saber que hoje em dia todo mundo olha pra todo mundo, o importante é que não haja falsidades, mentiras ou traições. - Ah! Sei, então estou liberada para paquerar, contanto que lhe fale, certo? E se quiser ir mais além, como vai ser? - Você está dizendo transar de verdade? É isso? - Não algo tão explícito, mas se alguém me der uns amassos, você ia se importar? - Não, não ia desde que você quisesse e me contasse, porque assim não ia haver traição. - E você por acaso quer sair com outra mulher? Deseja outra? - Não, não no momento, só quero viver algumas aventuras para apimentar a vida que está ficando monótona. Então não ia se importar em me ver com outro? Com um outro cara metendo nessa bucetinha que só você come? Isso era mentira, claro, mas só eu sabia. - Não sei, isso ia depender muito de você, se você realmente quisesse acho que eu toparia numa boa, com ciúmes é claro, mas pra melhorar nosso relacionamento acho que aguentaria. Agora era a hora que eu esperava para jogar a isca. - E você já combinou com um outro homem pra me pegar? Já deu essa ideia a alguém? - Não. – Respondeu sem hesitar. – Isso, se acontecesse teria que ser naturalmente. Então, ai estava a resposta que eu queria, não tinha nada de combinado, o Rob tinha mesmo me assediado sem que o Beto soubesse e agora eu tinha que dar pra os dois sem que um soubesse do outro, pelo menos por enquanto. Só então notei que a conversa tinha deixado o Beto excitado pelo pensamento de me ver dando pra outro e que sua calça de pijama estava com uma tenda armada, só que não podia nem por sonho dar a bucetinha pra ele, iria notar que estava alargada pois eu ainda a sentia assim, então o olhei bem dentro dos olhos e perguntei com a maior naturalidade possível. - Quer me comer, é? Estou vendo que está duro! Mas nem sonhe que não vou lhe dar. Hoje você está de castigo. - Castigo? Que conversa é essa? Quero sim, vou meter tudo isso em você! E dizendo isso, baixou a calça exibindo a caceta rubra, dura e apontada pra cima. Pronto, eu não ia ter mesmo saída, e então o que fazer para não dar na vista que já tinha dado pra outro, ainda estava melada e bem aberta? Busquei desesperadamente na cabeça uma alternativa e por mais que buscasse não encontrava, ele ia descobrir tudo dentro de instantes, assim que metesse em mim e me encontrasse alagada ainda com a gala de Rob e com uma abertura que cabia dois do pau dele dentro. Então uma luz acendeu na minha cabeça e num rompante disse: - Você está de castigo mas mesmo assim, e só porque lhe amo muito vou lhe dar uma chance, vou lhe deixar meter no meu rabinho, mas bem devagar viu? Ele é delicado e como você está me liberando para dar pra outro, pode ser que ele queira e tenho que estar mais ou menos preparada para quando acontecer... e se acontecer. Porque para mim isso é só brincadeira sua, são suas elucubrações eróticas, não acho que tenha coragem. Mas ao dizer isso notei que seu cacete deu um pequeno salto, como se ele se excitasse mais. - São coisas que tem que ser bem pensadas para não deixarem traumas na nossa relação que é bem gostosa. Mas não está fora de planos, a gente precisa de uma renovação, uma injeção de ânimo pra não cair na mesmice, só não sei se isso é o certo ou se pode ser alguma outra coisa, me entende? - Sim, entendo sim. Mas não sendo trazendo outra pessoa pra se divertir com a gente, o que pode ser? - Não sei, pode ser só um flerte, um namoro que não chegue a prática de sexo. - Porra Beto, então tu acha que alguém vai me namorar, eu com essa idade sem querer me comer, só me dar uns abraços e uns beijinhos? Acorda vai, todo homem que se aproximar vai querer só meter em mim, e te digo mais, hoje em dia em todos os buracos, viu. Portanto se prepare, pois se você está pensando em fazer mesmo isso, é bom se preparar para me ver sofrendo para aguentar uma pica que pode não ser do tamanho da sua, todo homem hoje em dia quer fazer de tudo com uma mulher, ainda mais se não for a dele. E falando nisso, você já pensou no perfil ou em alguém? Esse era o ponto principal, e onde eu queria chegar para tentar ter algumas respostas para perguntas que voavam soltas na minha cabeça desde a tarde. - Pensar em que mesmo mulher? Não, não pensei em nada disso, é coisa pra gente amadurecer a ideia, conversar a respeito e ver se vai dar certo. Deixa de querer colocar o carro adiante dos bois, tenha calma ou tá com pressa de abrir as pernas pra outro? - Não, não estou com pressa nenhuma, é que lhe conheço e sei que quando você fala uma coisa é porque já tem tudo na cabeça, bem planejado. Ele riu gostosamente e disse que não tinha nada esquematizado ainda, então, pensei comigo, o que aconteceu a tarde não tinha mesmo nada a ver com ele, foi coisa do Rob mesmo, então ele estava tarado por mim e eu não tinha percebido nada. Nos aprontamos e deitamos, eu queria dormir mas o Beto queria outra coisa, só que não podia acontecer como ele queria então o jeito foi forçar ele a aceitar me comer de ladinho e pondo bem devagar no meu rabinho o que serviu pra me acender pois o pensamento de Rob metendo aquele caralhão no meu delicado cuzinho tanto me dava medo como um tesão incontrolável. Aproveitei para pedir que ele metesse bem fundo pois ia servir para dilatar um pouco e como nada disso era muito normal e para que ele não desconfiasse de nada, dei umas gemidinhas e quando ele deu uma metida mais vigorosa disse gemendo: - Aiiiii amor, assim você me arromba toda com essa picona, mete devagar na sua neguinha. Foi o suficiente pra ele dar mais duas metidas fortes e acelerar, não demorando a gozar no fundo do meu cuzinho enchendo ele de gala morna e cremosa. Ficou ainda um pouco lá no fundinho e depois foi tirando devagar, virou para o lado e ficou quieto, dei um tempinho e foi ao banheiro me lavei e então verifiquei com calma como estava a minha xoxota, tinha até pensado em pedir ao Beto que metesse nela do jeito que estava mesmo, mas só então verifiquei que se o tivesse feito ele teria notado logo, ao lábios estavam inchados e ainda saia um líquido viscoso que melava a calcinha, era o resto da gala que Rob tinha depositado bem lá no fundo e que agora descia lentamente, ao verificar a entrada vi que ainda estava bem aberta, assim se o Beto tivesse metido ali, veria na mesma hora que eu tinha tido outro visitante porque ele ia ficar dançando folgado lá dentro. No dia seguinte pelo meio da manhã resolvi que ia no mercado comprar umas coisinhas que estavam faltando em casa, mas estava apreensiva quando a exigência que o Rob tinha feito para que fosse a casa dele no meio da semana, tinha medo dele meter tudo aquilo na minha bunda e a toda hora pensava nisso, como ia achar uma desculpa pra não ter que ir lá, isso rodava na minha cabeça o tempo todo. Eu queria sentir aquela picona entrando, arregaçando minha xoxota, aquela cabeçorra me abrindo toda, indo bem lá no funda da buceta e quando pensava nisso era dominada por um frisson que me gelava, mas no cu, ai a coisa já mudava e dava um medo danado ainda mais que ele era autoritário, gostava de mandar e ser atendido, estava dominada por uma vontade imensa misturada com um medo que me fazia dar pulinhos de nervosismo. Na saída do prédio ao sair do elevador encontro Rob conversando com o porteiro e ele me pergunta pelo Beto na maior naturalidade, como se nunca tivesse acontecido nada, procuro responder da mesma forma e ele me pergunta pra que lado vou, ao mercado é a resposta e então a pergunta que me arrepia e me deixa um pouco sem ação: - Se importa de me dar uma carona até perto de lá? Preciso agendar uma visita ao mecânico. - Claro que não, com prazer, vamos? - Sim, vamos. Até logo Otávio. – Se despediu do porteiro e soltou a desculpa: - Vou aproveitar a carona pra não ter que ir a pé. Descemos para a garagem e ele não falou mais nada, nem no elevador nem quando entramos no carro, parecia que eu era uma estranha, que nunca tinha acontecido nada ou então que, nada do que aconteceu e que agora me virava a cabeça, pra ele não tinha tido a menos importância, era apenas um fato corriqueiro, então quando já tínhamos saído da garagem não aguentei mais e perguntei: - E então, não vai falar nada? - Falar o que? - Sobre o que aconteceu, ou não aconteceu nada também! - Bem, o que aconteceu foi ótimo, você é uma mulher divina, sabe fuder como poucas, é quente, carinhosa, fala fudendo o que poucas fazem e isso valoriza muito uma foda, mas francamente, ainda não deu pra avaliar bem o seu potencial erótico, senti que você estava meio travada, acho que devido a situação de ser casada e estar transando com outro. Aquela forma de falar abertamente sobre sexo com um amigo, quase sem intimidade, me fez subir um fogo estranho, corei e ele percebendo isso colocou a mão sobre minha coxa, então ai a coisa desandou de vez porque senti que estava perdendo o controle sobre mim e até sobre o carro. - Tira a mão, tira! – Pedi. Mas ele não atendeu e aquela mão estava me transmitindo sensações mil, minha pele ardia e minha xoxota começou a se alagar sem que eu quisesse. Mas queria saber mais, se o que aconteceu tinha sido combinado com o Beto e querendo surpreender ele perguntei na lata: - O Beto sabe de alguma coisa do que aconteceu? – E a resposta me foi uma surpresa. - Não, ele não sabe de nada, foi tudo uma surpresa até pra mim, mas bem que pode vir a saber! - O que você quer dizer? Que vai contar a ele? - Não, não sou esse tipo de homem, e valorizo uma amizade, tanto a sua como a dele. - E então, como é que vai ser? - Veja, ele tem conversado comigo que se tivesse oportunidade até toparia fazer algumas aventuras, coisas diferentes que servem para motivar e apimentar as relações, só que não entrou em detalhes, então eu ousei me adiantar um pouco nas aventuras do seu marido enquanto satisfazia um desejo meu que cultivo desde que lhe conheci que era lhe ter como fêmea. - Ah! E então se ele concordasse em lhe trazer pra ficar entre a gente então você ia concordar? - Claro, ai não ia precisar esconder que temos um caso e ia lhe fuder na cozinha, em pé na sala, de quatro, na cama, no banheiro, no sofá e até na janela olhando a rua. Foi a conta pra minha vista escurecer e quase bater no carro da frente. Sua mão na minha coxa fazia minha pele arder e ele para me provocar subiu a mão pela minha coxa mais dois dedos, suspirei alto. - E você acha que ele ia concordar em me entregar direto assim? – Perguntei com a voz quase não saindo, e conclui. – Ia ser só de vez em quando e quando ele estivesse afim de algo diferente, mesmo assim acho que ia querer mudar de parceiro pois ele ia achar entediante ficar sempre com o mesmo, ainda tem mais, convencer ele vai ser difícil, e mesmo que ele concorde em participar de uma aventura dessas, acho que ia escolher alguém desconhecido e ainda tenho dúvida se ia chegar aos finalmentes, pois o ciúme não ia deixar. - Pode ser, mas isso é você quem tem que trabalhar na cabeça dele, um desconhecido pode trazer uma série de problemas futuros, se for no ambiente dele, pode fazer gravações, doenças e se for na sua casa pode dar na vista para os porteiros que verão pessoas desconhecidas entrando e até pra vizinhos. Então um amigo que já está no mesmo ambiente não tem esses empecilhos, além de que a confiança já é antiga. - Mas pode ser bem isso que ele não queira, que o amigo saiba que a esposa está ficando com outro. Mesmo que o amigo já tenha comido a esposa sem ele saber. – E ai dei uma risadinha. E continuei – Sabe, você me deixou toda inchada e até a hora de dormir ainda estava vazando gala, até agora minhas bandinhas ainda estão grossas, não vai dar pra mim ir no dia que você marcou e deixa eu lhe dizer logo, não vou deixar você colocar esse cacetão no meu cuzinho, simplesmente não cabe, e ai que o Beto vai saber mesmo, não vai ter como esconder. - Veja, sua bunda é simplesmente maravilhosa, já sonhei comendo ela e mulher que dá a bunda com vontade, com gosto, vira uma foda fora de série, então sabendo que o Beto não é chegado, quis lhe colocar em outro patamar no quesito saber fuder, porque você é quente, tem potencial e gosta de sexo, eu sei que gosta, senti isso, mas não grita, não morde, não arranha com as unhas, não chora quando goza e eu quero que você experimente tudo isso. Quanto a gala, tenho mesmo ejaculação farta mesmo, são pelo menos quatro ou cinco esguichadas fortes e algumas outras menores, mas isso podemos resolver, basta que concorde em me deixar gozar na sua boca ai você engole tudo e fica limpinha. Meu Deus, toda aquela conversa era demais pra mim, ouvir aquilo tudo, eu estava vermelha, rubra, pálida, tremendo e nem sei mais o que, só que a curiosidade era mais forte e disse: - Não sabia que para ser boa de cama tinha que fazer isso tudo, vocês homens hem! Mas o problema é que não cabe Rob, o Beto é treze e quando tá duro demais é quatorze, você está perto de vinte se não for mais, e a grossura então é um absurdo, nem se compara, ontem ele queria e tive que inventar uma desculpa pra não dar, porque ele ia descobrir na hora. Ele deu uma risada e disse divertido. - Então ele teve que dar “umazinha” no rabinho, mesmo sem gostar muito, agora fiquei com inveja do meu amigo. Mas vou te ensinar um truque que vai fazer você ficar apertadinha e assim ele não vai desconfiar de nada. - É, foi – Afirmei meio sem jeito de estar conversando aquelas intimidades com um amigo, quase estranho, mas aquilo excitava e aquela mão pousada na minha coxa logo acima do joelho as vezes fazendo pequenas carícias me faziam ficar encharcada, sentia a calcinha deslizando na minha xoxota e molhando o banco do carro, meu vestido então devia estar todo melado. Assim, sem perguntar onde era a oficina que ele ia, cheguei ao mercado, procurei uma vaga num recando e estacionei, então disse a ele: - Salte que eu vou voltar pra casa. - E suas compras? – Indagou surpreso. - Não posso saltar, estou sem condições. - O que aconteceu? Vamos me diga! - Então você não sabe? Estou muito excitada, melei o vestido. – Como estávamos em um recanto do estacionamento e o movimento era pouco, saltei e mostrei o vestido molhado pra ele. - Fique calma, não está dando pra ver nada, o tecido é claro e esconde. Pode ir tranquila. Mas minha amiga, você precisa fazer mais sexo, isso é carência, falta, sabe! Que tal se eu fosse na sua casa hoje depois do almoço? Podíamos conversar e até dar umazinha pra você se acalmar. - Não, de jeito nenhum, a moça está lá arrumando a casa. - Então dê uma desculpa qualquer e vá lá em casa, diga que esqueceu de comprar alguma coisa que você vai comprar agora e eu vou levar lá pra casa, ai quando você descer leva. Esta conversa estava sendo mantida encostados no carro e ai aproveitei que ele estava na minha frente, olhei dentro dos seus olhos, lindos por sinal, e disse bem séria. - Olha Rob, se você pensa que vou ficar trepando com você pelas costas do meu marido, está muito enganado, nós tivemos um contato que por sinal foi contra a minha vontade, mas isso não vai ficar acontecendo. Não é sadio para a nossa amizade. Só que ao dizer isso eu estava quase chorando e ele notou, então sem dizer nada deu o passo que nos separava, colocou as mãos na minha cintura me colou contra o carro e me beijou, a princípio eu fiquei estática, surpresa, depois quando dei por mim estava retribuindo, chupando desesperadamente aquela língua que sugava a minha com carinho e calma, passeava dentro da minha boca me fazendo quase gozar ali mesmo, fiquei inerte nos seus braços e quando ao beijo acabou fiquei com a cabeça encostada em seu ombro, ai ele perguntou baixinho: - Vai confiar em mim e me obedecer? Está comigo ou contra mim? Vou ver isso hoje a tarde! – E sem dizer mais nada deu as costas e saiu andando, me deixando completamente atordoada, tremendo no estacionamento e com as coxas meladas da minha umidade que agora era maior que nunca. Ajeitei os cabelos com as mãos e sem ligar muito para nada me dirigi aos elevadores. Comprei algumas coisas sem prestar muita atenção e quando já me dirigia ao caixa o telefone tocou, surpresa atendi e era ele, disse somente, compre duas caixas de pedra ume, ai deve ter, você vai precisar, estranhei, mas, o que não era mais estranho na minha vida de dois dias pra cá? Procurei o item e coloquei junto as compras. Não sei como cheguei em casa, a cabeça era um caos completo, eu sabia que não devia mas o corpo gritava sua necessidade de ir experimentar mais uma vez aquela aventura promíscua e deliciosa, então pra acalmar tomei um banho e sentei para almoçar mas meus olhos não saiam dos ponteiros do relógio e a moça parece que notou isso então perguntou: - O Senhor Beto vem almoçar em casa hoje ou a senhora está esperando alguém? - Não, o Beto não vem não e não estou esperando ninguém é que não quero almoçar muito cedo pra não dar fome no meio da tarde, não quero merendar pra não engordar. – Respondi fingindo não ligar muito, mas por dentro um verdadeiro vulcão tomava conta de mim, não via a hora de tomar o elevador e subir logo e ao pensar nisso um comichão entre as pernas me fez quase gemer. Mas eu me dizia a todo instante que não ia, que não devia ir, que não era procedimento de uma mulher casada e séria, isso até a tarde do dia anterior, agora eu era uma zinha qualquer, uma mundana traidora, falsa, enquanto meu marido fazia tudo para me agradar, ele não merecia o que eu estava fazendo, decididamente, eu não ia. Então, sentei e almocei mas com os olhos pregados no maldito relógio. Fui para o quarto tentando colocar um pouco de ordem no caos que era a minha cabeça mas o maldito relógio não saia do meu pensamento e faltando um pouco para as duas, assim que a moça tinha saído me pequei tocando a campainha do sétimo andar, eu repetia pra mim mesma que era uma adultera depravada e baixa, mas lá estava, mais puta que nunca, mais tesuda do que jamais estive antes, nem quando descobri na adolescência os prazeres dos namoros proibidos e das sacanagens juvenis, lá estava sequiosa por sexo, esperando ele abrir. Até as seis que era o horário do Beto chegar e eu devia estar em casa dava pra mim comer metros daquela pica maravilhosa. Mas também ele não abriu logo, foram os dez ou quinze segundos mais longos que já tive que esperar, parecia que queria me martirizar, me punir por algo com aquela demora, mas finalmente abriu, olhei dentro dos seus olhos e só disse: - Ola! - Oi, entre. Demorou, pensei até que não viesse! - É, eu não vinha. – Disse hesitante, mas resolvi vir ver o que você quer comigo, pois pelo que me lembre falou que eu viesse mas não era hoje. - É que diante da nossa conversa da manhã despertou uma vontade louca de gozar um pouco da sua companhia e como nesse horário somos dois solitários nada melhor do que fazermos companhia um ao outro. Senta um pouco. Sentei no sofá, bem no lugar onde ele tinha me comido algumas horas antes, passei a mão no lugar onde meus peitos tinham ficado e senti um comichão lá embaixo, ele sentou perto e pegou minha mão, a dele era bem grande, olhou dentro dos meus olhos e senti que mergulhei nos dele então me perguntou baixinho: - O que tá acontecendo com a gente? Eu não respondi, sabia que tinha muita coisa implícita naquela pergunta e não queria complicar mais ainda o que já estava bem complicado, a minha cabeça. Ele não desviava os olhos dos meus e aquele olhar me dizia tudo, era o predador, paciente mas fatal, cercando a presa desavisada, inocente, estava sem camisa e seus músculos exalavam um cheiro gostoso, convidativo, seu short largo deixava ver seu grau de excitação, coisa que ele não se preocupava em esconder, tinha praticamente uma tenda armada na frente e acho até que gostava de se exibir para mim pois sabia que eu não era indiferente, então pegou minha mão e colocou sobre aquela barraca, senti que o pau estava duro e peguei por cima do tecido fino, dei um leve aperto e senti vibrar, era como eu imaginei por horas, então o olhei e ele se chegou me beijando os lábios bem de leve, se recostou e me puxou junto, sem interromper o beijo. Depois, meteu um braço por minhas costas e me trouxe para sentar sobre ele, praticamente o montando, então senti aquele cacete me cutucando por baixo, bem na porta da minha xoxota pois a saia tinha subido quando da montada que eu dei, seus dedos calmos mas experientes abriam minha blusa deixando meus peitos duros, pontudos soltos e à mostra. Me beijava calmamente, me deixando a vontade para retribuir da forma que desejasse e eu o fazia com paixão, possuída de um tesão que não sabia de onde vinha, sua boca abandonou a minha e beijou meu pescoço, abaixo da orelha bem de leve, não sei como mais ele descobriu o meu ponto fraco ali e o biquinho dos peitos, nesses pontos eu só faltava pular de tesão, suas mãos alisavam minhas coxas e as popas da minha bunda de uma forma muito sensual já que eu estava praticamente montada sobre ele. Ai do nada ele me pediu de uma forma bem simples: - Pode pegar um copo de água pra mim, por favor? Eu o olhei com estranheza, pois era um pedido bem fora de hora, mas respondi aparentando normalidade: - Claro, espera que eu já pego. – Mas quando me levantei, desfazendo a montada ele estendeu a mão e pegou na minha saia, ai baixou o ziper e a desceu levando junto minha calcinha que era bem minúscula. Ai completou: - Assim é bem melhor, fica mais a vontade! – Mas na verdade eu estava com vergonha pois era a primeira vez que ele me via totalmente despida, senti que fiquei vermelha que meu rosto corou, mesmo porque ele ainda segurava meus quadris e eu em pé, nua, absolutamente nua em frente a ele que sentado, me apreciava com olhar especulativo, me analisando detalhe por detalhe, primeiro o rosto, olhos, boca, depois desceu e pousou nos peitos ai desceu mais e parou na minha barriga lisa e só então nos meus pentelhos aparados baixinhos em um triângulo perfeito e no meu clitóris que saliente aparecia entre os lábios da minha buceta que a essa altura estava já bem pegajosa. Então, me puxou para ele, beijou de leve minha barriga exclamou: - Linda, como eu imaginava! E me soltou. Não sei como pude caminhar totalmente nua até a cozinha, procurar um copo, abaixar na geladeira para encher o copo tudo com ele me olhando lá do sofá e voltar até ele que aproveitando eu estar de costas tinha tirado o short e agora, também nu, me esperava sentado, com a caceta dura recostada sobre a barriga, só então eu vi o que me esperava e tive medo, embora a vontade de voar pra cima dele fosse também imensa.
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