MEU MOMENTO - PARTE - 04



Adendo...
Para nós que escrevemos uma prosa, um conto ou coisas do gênero é importante saber o que os leitores acham ou pensam do que escrevemos, onde falhamos ou mesmo onde podemos melhorar nossas narrativas e tudo isso chega até nós através das críticas e dos comentários que deixam. Esse conto é uma mistura de realidade e fantasia, pois me foi confidenciado por uma grande amiga que há um tempo atrás viveu uma aventura semelhante, ao me contar perguntei se tinha algum problema se escrevesse um conto tendo por pano de fundo sua história e ela me deu sua autorização mas me pediu que trocasse os nomes para evitar reconhecimentos. Assim o fiz para ser fiel à promessa e adicionei detalhes, o resto fui o mais verídico possível na narrativa que deu origem ao conto.

Já no final do almoço o Celso como se lembrasse de alguma coisa perguntou ao Davi:
- Primo, aquela farmácia bem perto do Hospital tem um movimento grande? É que eles estão interessados em fechar com nosso Escritório caso a implementação se concretize mesmo.
- Rapaz, tu está andando mesmo, hem! Já conhece a farmácia do “Seu” Diogo, é, lá tem um movimento grande, é perto do Hospital.
Com isso, ficou explicito que ele não ficava em casa o tempo todo e que realmente estava trabalhando. Mas nada disso me fazia ficar mais confortável, era um sentimento de angustia por ter cedido, por ter traído o Davi e logo com o primo dele e o pior, é que ainda o desejava com uma força que até eu desconhecia que tinha dentro de mim, estava mesmo tarada, louca por aquela pica que me levava a lugares nunca antes visitados, que me proporcionava gozos alucinantes, que me fazia gritar sem que eu sentisse, mas para o bem ou para o mal eu ia ter que saber trabalhar aquilo, ai uma ideia me ocorreu... E se eu com jeito fosse plantando na cabeça dele a ideia de que o a gente bem que poderia “brincar com um pouco de intimidade” e ele consentisse que “alguma coisa” acontecesse? Já tinha havido uma conversa sobre isso no domingo pela manhã e eu bem que poderia voltar ao assunto como se fosse somente por acaso.
Davi viu o jornal depois do almoço e Celso disse que ia deitar um pouco pois ia voltar a Farmácia para tentar ultimar a coleta de dados, quanto a mim, a pia com pratos me aguardava, mas sentia os lábios da buceta inchados. O Davi chegou por trás de mim, beijou meu rosto e se foi, eu acabei de arrumar tudo e fui deitar um pouco. O torvelinho de pensamentos, desejos, remorso e os lábios da buceta sensíveis me atrapalharam para deixar o sono chegar e quando estava a dormitar senti a porta do quarto se abrir e alguém sentar ao meu lado na cama, pensei ser o Davi que tinha voltado mas quando abri os olhos lá estava ele, o Celso a me olhar com um olhar mais fixo que o habitual, como se me interrogasse com seu olhar, só me olhando mas sem dizer nada, depois lentamente levantou a mão e acariciou meu rosto, devagar, com meiguice, bem de leve, aquilo me deixou desnorteada e sem saber o que pensar, queria reclamar por ele ter invadido meu quarto mas somente suspirei, a mão desceu, passou por meus peitos e pousou na minha barriga, só então falei:
- Você não pode vir aqui quando bem entender, esse é meu quarto, e aqui não devo e não vou fazer nada do que você deseja.
Ele apenas respirou forte é disse: - Nunca fez nada aqui? É a primeira vez?
- Você fez, praticamente me obrigou... E ele me interrompeu:
- E você gostou? Achou bom e gozou ou não aconteceu nada disso?
- Sentir, foi só uma consequência. Não devia ter feito e tenho remorso do que deixei acontecer.
- Hum, sei. Mas sentiu e gostou. Mas sabe, não vim aqui pra discutir isso com você.
- Então, o que quer? Perguntei, mas já tremendo por dentro pois sua mão ainda estava na minha barriga e espalhava um calor que me incendiava.
- É que gozei em você, não consegui me controlar e fiquei me perguntando se não corre o risco de engravidar. Isso seria um desastre.
- Não, pode ficar tranquilo, eu tomo remédio para não engravidar. Mas porque logo comigo você foi implicar? Tem tantas moças ai na cidade...
- Nenhuma igual a você, nem com sua beleza, nem com seu corpo, seu olhar, seu rebolado nem o seu tesão. Talvez com sua desobediência sim, em não querer seguir ordens, mas com o tempo você aprende.
- A gente não devia fazer isso com o Davi, ele não merece!
- É, o Davi não merece mesmo, mas são coisas que acontece e que a gente não pode evitar, não é qualquer mulher que desperta o tesão que você despertou em mim. Além de que, acho que você precisava ser bem amada, bem comida, precisava de um homem que lhe dominasse, ditasse o que você devia fazer na foda, agora mesmo sei que você está toda molhada, esperando que eu pegue nesse sua bocetinha linda.
E dizendo isso foi se abaixando sobre mim como se fosse me beijar, mas o orgulho falou mais alto e ainda respondi:
- Está muito enganado, ninguém me domina e nem manda em mim... Ai ele beijou minha testa e disse:
- Eu sei, você é rebelde e precisa ser ensinada a obedecer para ser uma boa mulher, precisa aprender a se dominar para satisfazer seu macho e nisso tem uma grande dose de prazer, você precisa aprender a ter prazer quando você consegue dar prazer.. E beijou de novo minha testa, mas a mão continuava em minha barriga espalhando energia e minha xoxota já formigava, embora eu me dissesse que não iria deixar nada acontecer, ainda mais na minha cama.
- Olha, se eu lhe pedir para parar com isso e a gente passar a ser só amigos, você me atenderia? – Ele me olhou dentro dos olhos e perguntou:
- E o que aconteceu, ficaria no esquecimento? Você conseguiria me olhar sem se imaginar gozando e sentindo minha pica entrar em você até no seu ponto mais profundo? Porque o Davi nunca conseguiu ir até onde eu fui, conheço ele e sei que é bem menor que eu. Você não ia mais conseguir gozar com ele como goza comigo.
- O Davi me satisfaz sim, e muito bem. Tenha certeza disso, além de que é meu marido e eu o amo muito.
- Amor é uma coisa, prazer no sexo é outra, sei que o ama mas não goza com ele como gozou comigo e isso fica marcado. Agora mesmo já está molhada e como está sem calcinha suas coxas estão ficando meladas.
- Não estão nada... Apenas quero que pare com isso, não devemos e é muito perigoso. - Menti, querendo me auto firmar, mas ele sabia que era mentira e eu também.
- Então tá, se você conseguir não sentir nada lhe garanto que não lhe procuro mais, certo?
Não respondi mesmo porque não sabia o que estava a se passar na cabeça dele nem o que ele ia fazer.
Sua mão desceu, passou devagar pela minha xoxota causando arrepios e parou abaixo dos meus joelhos, apertou de leve minha panturrilha e tremi, depois devagar foi subindo alisando bem de leve minhas coxas, entrou por baixo do meu vestido e chegou aos meus quadris, deu uma descida e entrou por baixo de mim apertando de leve minha nádega. Eu fechava os olhos com força procurando me controlar para não demonstrar os tremores que sentia, então levando consigo minha roupa a mão subiu e pousou em cima dos meus pentelhos, no triângulo do amor, aparados baixinhos e ali ficaram por um tempo, os acariciando e as vezes ameaçando descer em busca do meu ponto mais fraco, eu mordia os lábios para não pedir que ele descesse e me acariciasse de vez, mas ai seus dois dedos desceram pelos lados da minha xereca, acariciando e depois subiram por dentro da minha regada, sentindo a molhação que me assaltava, se afundando um pouco em mim e depois apertando levemente meu grelo, não resisti e gemi alto abrindo levemente as pernas para sentir melhor aquela carícia que me dominava.
Ele simplesmente abaixou a cabeça e a pousou sobre meus peitos, ficou lá deitado enquanto seus dedos me acariciavam me fazendo trepidar sobre aquela cama, então o abracei e o puxei pra mim, ele me beijou delicadamente a princípio e foi tirando minha roupa sem que eu opusesse a menor objeção, estava vencida e sem reclamação fui me entregando naquelas mãos que me levavam ao paraíso. Já absolutamente nua senti sua boca chupando meus peitos e descendo por meu corpo, depois minhas pernas foram abertas, beijos foram depositados nas minhas coxas e institivamente levantei as pernas para o receber, mas em vez disso foi a sua boca que chegou até minha buceta, primeiro o hálito morno, gostoso, depois beijos e por fim a língua macia que percorria a minha fenda toda, entrando um pouco, lambendo, depois saindo e chupando meu botão do amor com sofreguidão e carinho, nunca ninguém tinha feito aquilo comigo daquela forma. Gemi sufocada pelo prazer e segurei sua cabeça para que não parasse com aquela chupada, me jogava contra sua boca procurando um contato maior, queria que ele me chupasse com mais força e quando estava no auge do prazer ele parou e levantando a cabeça de entre minhas coxas perguntou:
- Então, não está sentindo nada?
Eu gemi angustiada procurando fazer com que ele voltasse a me chupar mas ele esperava a minha resposta.
- Chupa, gostoso, chupa minha buceta toda, vaiii. Vai, me faz gozar logo. Eu sou tua seu porra, faz de mim o que quiser mas me faz gozar, vaiiii!
Ele baixou novamente a cabeça de encontra a minha xoxota e chupou mais gostoso ainda. Foi o bastante para que eu explodisse em um gozo delirante que me fez gritar e gemer bem alto.

Foto 1 do Conto erotico: MEU MOMENTO - PARTE - 04

Foto 2 do Conto erotico: MEU MOMENTO - PARTE - 04


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Ficha do conto

Foto Perfil edu-moreno
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Nome do conto:
MEU MOMENTO - PARTE - 04

Codigo do conto:
240817

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
24/08/2025

Quant.de Votos:
3

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