Eu estou contando aos poucos como as coisas chegaram até hoje, mas acordei agora cheia de porra e com tesão e resolvi me masturbar escrevendo para vocês. Então vou me permitir contar a situação de ontem antes das demais que já passei, para que tenham noção de como estou hoje.
Ontem tivemos uma festa de família com amigos. Estamos numa praia e após as comemorações com a família, fomos eu e duas primas para a praia beber e comemorar. Eu estava com um vestidinho branco soltinho e uma calcinha minúscula por baixo, também branquinha. Levamos algumas champanhes junto e havia muitas pessoas, a maioria bêbadas. Paramos perto de um pessoal que tinha som e estava com música boa. Logo alguns rapazes chegaram perto e ficamos dançando e conversando. Mas eu não sei me controlar e isso é difícil. Cada um que conversava comigo eu tinha vontade de chamar num canto para uma mamada, mas como minhas primas estavam junto, ficava complicado.
Ao lado do nosso grupo, tinha um grupo de rapazes que ficavam encarando e tentando "tomar" a gente daqueles que tiveram coragem de chegar primeiro, mas a gente ficou ali e eu angustiada por uma boa pica dentro da boca.
Para minha sorte, minhas duas primas logo ficaram com dois rapazes e falaram que queriam sair com eles, mas que eu tinha que achar um para mim também para não me deixarem sozinha. Eu falei que não tinha problema e que ia ficar conversando com os caras. Como a casa era pertinho, seria fácil para eu voltar até lá e sempre poderia pedir para um deles me acompanhar.
Elas saíram e sinceramente eu já não respondia por mim, minha bucetinha estava melada e eu involuntariamente passava a mão a toda hora enquanto conversava com os dois rapazes que ficaram.
A quantidade de pessoas foi diminuindo e os rapazes me ofereceram cerveja quando a champanhe acabou. Essa coisa de misturar já me deixou molinha e fácil demais e vocês sabem o que acontece quando fico assim.
Um deles quis me beijar e eu deixei. Ele me pegou firme e senti o pau dele duro na minha barriguinha e aquilo me arrepiou. Mas assim que ele me largou o outro me puxou e também me beijou e eu deixei. Logo os dois me beijavam e passavam a mão como queriam, até que num momento um deles ergueu meu vestidinho e um dos caras que estavam do lado falou:
- Caralho. Olha a calcinha dessa vagabunda!
Eu estava entregue para os dois e alisava os paus deles nas bermudas, até que um dos caras do outro grupo chegou perto e falou:
- Aí rapaziada. Não querem um lugar bacana para pegar essa putinha?
Aquilo quase me fez gozar porque adoro quando me tratam assim. Um dos que estava comigo perguntou do que ele estava falando e o rapaz disse que tinha uma barraca ali do lado e realmente, algumas pessoas estavam acampadas ali na praia.
O cara me olhou e falou:
- Aí gostosinha, vamos meter na barraca desse cara?
Eu não respondi nada. O outro riu e falou que eu estava bêbada e que ia ser fácil comer a puta.
Eles me pegaram pela mão para levar na barraca, mas o que era dono dela falou:
- Aí puta, eu empresto o lugar mas quero um boquete de aluguel.
Eu me fiz mais de bêbada ainda para eles não saberem como eu era fácil. Um dos caras falou:
- Primeiro a gente come depois você fica com ela.
O cara concordou e entramos os três na barraca.
Logo eu estava de quatro com a calcinha de lado levando rola e com outra dentro da boca.
Que delícia aquele cacete. Eu queria tanto! Mamei, babei, engoli e gemi muito enquanto sugava aquele pênis gostoso e sentia o outro socando forte e gemendo.
Logo ele se encorajou e começou a bater na minha bunda e quando me viu gozar assim, foi um verdadeiro espancamento de tapas. Minha bunda ardia e eu gozava. Eles trocaram de lugar e o outro derramou cerveja na minha bunda e lambeu tudo antes de socar. O outro segurava minha cabeça e enfiava todo o cacete e eu aguentava a invasão amando como sempre sentir aquela dorzinha na garganta. O cara não acreditava que eu engolia até no saco.
Ele não aguentou muito e logo eu ganhei o que amo: espermaaaaaa. Ele gozou no fundo da minha garganta segurando firme minha cabeça.
Quando ele saiu pedi ao outro que também queria o dele na minha boca e ele veio e socou. O dele era mais grosso e senti machucar mais para passar, mas nem me importei. Logo ele estava fundo na minha boquinha e quando eu senti as veias se contraírem, só esperei o meu líquido precioso. Ele gemeu alto e os caras lá fora riram e diziam para acabar com a puta, para socar na vadia, coisas assim.
Quando terminamos, eu fiquei ajeitando o vestido e eles saíram da barraca. Quando eu fui sair o cara dono da barraca falou:
- Fica aí puta que agora sou eu que vou socar em você.
Gente. As vezes eu me sinto muito vagabunda, porque ele estava com os outros caras e eu tinha só colocado a cabeça para fora da barraca e quando ele falou isso os outros me olharam e eu.... só voltei para dentro.
Foi um riso total lá fora e logo ele veio já pelado lá de fora com um pauzão enorme!
Ele foi me colocando para mamar e eu caprichei. Chupei, lambi, engoli até a metade (fazendo um charminho... rsrs). Nossa, era muito pau!
Ele me virou como uma bonequinha e enfiou tudo de uma vez só e eu dei um gritinho. Os caras lá fora riram e diziam que ele ia acabar com minha buceta.
Ele meteu de quatro e quando viu as marcas de dedos na minha bunda falou que eu era muito vadia e começou a bater. Quanto mais ele enfiava aquele pauzão mais eu gemia. Agora eu gemia alto e lá fora os caras me deixavam ainda mais tesuda porque me xingavam.
Então o cara fez uma coisa maluca. Me empurrou para ficar com as mãos na areia fora da barraca. Eu fiquei com metade do corpo dentro da barraca com aquele pauzão metendo forte e os seios e a cabeça para fora. Os caras elogiaram meus seios e aquele tamanho de pau não me deixava parar de gemer. As pessoas passavam e riam e eles ficaram ali perto me vendo gemer.
O cara era uma máquina. Ele socava forte e sem parar e eu não conseguia parar de gemer. Então um dos caras me olhou, tirou o pau para fora e trouxe na minha boca. Eu não tive opção a não ser engolir. Logo eles estavam todos em volta e revezavam os cacetes duros na minha boca. O cara dentro da barraca me comendo forte e os outros usando minha boca. Eram vários, acho que uns sete ou oito.
Logo começaram as gozadas na minha boca e quando eles viram que engoli de um, tive de engolir de todos. Enquanto isso, dentro da barraca eu era massacrada.
Mas ficou pior. Ele mirou meu ânus e eu com os cacetes na boca não pude reclamar. O cara avisou os outros e eles pararam e ficaram olhando minha expressão. Nossa, aquele cacete literalmente me rasgou! Meu ânus ardia e eu senti lágrimas escorrerem dos meus olhos. Mas aguentei tudo quando um deles falou:
- Nossa, a puta vai aguentar o cacete do Marcelo no rabo!
Quando eles viram meu corpo começar a chacoalhar com as metidas dele no meu rabo e meus gemidos agora quase gritos, logo calaram minha boca. Fui usada várias vezes na boca por todos eles por mais de duas horas.
O cara gozou dentro do meu cu e eles me mandaram embora com o rosto todo gozado, os cabelos e seios. No final perdi ainda mais a dignidade quando o cara me mandou ir embora que tinham cansado da puta e um deles me deu um chute na bunda. Aquilo foi muita humilhação e eles riram de mim saindo toda torta pelo tamanho do pênis que senti no rabo.
Acordei de manhã com minhas primas rindo e quando fui ao banheiro entendi porque. Eu tinha esperma seco desde a cintura até os cabelos.
Pior: meu ânus ardia muitoooooo....
Amei o seu relato e puta de verdade faz a felicidade de muitos homens. Parabéns..... Espero ler muitos contos de sua autoria em 2026. Obrigado e feliz ano novo.
Que putinha maravilhosa é você, Bibi 😋🔥😈
Relato maravilhoso O casual perfeito q espero a vida me presentear
Quero ser seu leiteiro.