Meu vício em engolir esperma é um problema - Homem não presta. Me apaixonei e fui humilhada - início
A primeira paixão arrebatadora a gente não esquece. Conheci um homem mais velho numa festa. Ele era muito cheiroso e atraente, com seus cabelos meio grisalhos. Fiquei perto meio que me oferecendo mas ele não me dava moral. Aquilo foi me irritando, pois eu queria muito mamar no pau dele. Eu já estava quase indo lá pedir para mamar ele quando uma amiga minha chegou perto de mim e cumprimentou ele. Aí ele veio. Que ódio. Eu mais de meia hora dando moral e ele nem ligou, foi ela chegar e ele veio na hora! Eles se cumprimentaram e ela me apresentou o Claudio. Quando ele me beijou no rosto a minha calcinha enxarcou e eu sabia que precisava daquele pau. Conversamos sobre a festa um pouco e fiz questão de mostrar a ele meu interesse. Ria das brincadeiras bobas que ele fazia, procurava sempre estar passando a mão nele, coisas assim. Ele me olhava com uma seriedade que eu melava cada vez mais. Quando ele saiu para ir no banheiro minha amiga falou: - Nossa. Você só falta abrir as pernas para ele aqui no meio. Vai devagar que tá dando muita bandeira. Mal sabia ela que essa era minha intenção. Quando voltou, para minha decepção ele pediu licença e foi conversar com outras pessoas. Eu fiquei ali confusa, pois parecia que ele estava gostando da minha investida. Fiquei chateada e fui beber. Vi um carinha num canto sozinho. Ele tinha uns 18 anos, era muito magro e cheio de espinhas. Certamente não ia pegar ninguém ali pois era muito feio. Cheguei na frente dele e falei: - Tá a fim de gozar na boca de uma putinha? Ele nem sabia o que me responder e eu apenas puxei ele pela mão. Olhei para trás enquanto saía e vi que o Claudio me acompanhava com o olhar sério. Virei o rosto e segui firme levando o rapaz para fora. Entramos no meu carro e falei para ele tirar o pau para fora. Ele baixou a calça ainda sem acreditar naquilo. Sem querer eu tinha acertado, pois o menino tinha um pau bem grandinho e cabeçudo. Abaixei e caí de boca com a maestria de sempre. Eu engolia ele mas pensava em como seria o pau do Claudio. O maldito não saía da minha cabeça! Acho que não durou nem cinco minutos e senti as veias do pau incharem e o menino me segurou pela cabeça e se contorceu no banco. Longos jatos de porra foram lançados na minha boca e eu engoli tudinho, como é minha característica. Minha experiência em mamar me ensinou a ficar com o pau dentro da boca até o homem querer tirar e eu fiquei ali toda torta dentro do carro com o pau amolecendo. Quando ele tirou eu falei para ele sair do carro. Ele não trocou uma palavra comigo, mas aí pediu meu telefone e eu falei que não ia dar e que era para ele sair. Retoquei a maquiagem e retornei para a festa. Quando entrei senti uma mão no meu braço. Fui puxada firme e quem era: o Claudio. Ele perguntou: - Onde você estava? Eu olhei e ele parecia bravo. Mas ele quem tinha me ignorado. Então falei que não era da conta dele e fui para o bar beber. Ele ficou um tempo de longe me olhando, mas tenho que dizer que lembrar a pegada no meu braço enxarcou de novo a minha bucetinha. Eu fui chavecada no bar por alguns caras, mas já dispensava porque agora sabia que era questão de tempo para ele vir. Era observada e não sabia o que fazer. Como já tinha bebido mais um pouco, resolvi tomar a frente e fui até ele. - Quer mesmo saber o que eu fiz? Ele não falou nada e eu disse: - Você não me deu moral e eu peguei aquele magrelo e paguei um boquete para ele no carro. Está satisfeito? Fui segura com força pelos dois ombros. Me assustei mas ele chegou mais perto e... me beijou. Um beijo longo, forte. Minha bucetinha ficou em brasa e me agarrei no meu grisalho. Ele olhou nos meus olhos e disse: - Vamos para o meu apartamento. Não foi um pedido. Soou como uma ordem. Como já estava meio altinha, quando ele me puxou pela mão eu apenas fui atrás dele. Entrei no carro e segui o dele até o seu apartamento. Quando chegamos lá ele me agarrou ainda fora do apartamento e me beijou forte. Eu amoleci inteira e ele ergueu minha minissaia. Quando sentiu minha calcinha minúscula ele me afastou para olhar e ficou maluco. Abaixou ali mesmo no corredor, afastou a calcinha e enfiou a língua na bucetinha. Encostei as costas na porta e me apoiei nas laterais. Ele ergueu uma das minhas pernas no ombro e chupava, lambia, mordia minha bucetinha. Eu tentava me conter para não gemer alto. O desgraçado para completar começou a deslizar a língua desde o meu clitóris até no meu cuzinho. Acabei agarrando a cabeça dele e gozei aí sim, gemendo sem me importar com onde estava. Ele me levou pra dentro e quando tirou a roupa vi que ele tinha barriguinha, mas também um belo pau. Branco, cabeçudo e grosso. Ele sentou no sofá e eu entendi na hora e me ajoelhei mamar aquele pau delicioso. Resolvi retribuir à altura a chupada que ele me deu. Lambi o saco, engoli as bolas, lambi toda a extensão do pau, brinquei com a língua naquela parte que segura a pele da cabeça, enfiei a língua na pontinha onde já saía um pouquinho de porra, mamei firme e acelerado e, claro, deixei minha especialidade para o final: engoli o pau inteiro e fiquei passando a língua no saco. Meus olhos lacrimejavam, a garganta doía, mas eu adorava. Ele foi ao delírio e logo eu recebi o meu presente: uma gozada forte que saltou pelo meu nariz, pois fiz questão de segurar o pau lá no fundo da garganta para me afogar e babar, como sei que todo macho gosta. Como técnica é tudo, tirei a boca devagar para que a porra que estava em volta do pau fosse esticando, olhando nos olhos dele. Sempre encarando ele, iniciei a limpeza, até não deixar nada no pau dele. Entreguei limpinho. Serviço de primeira! Ele me puxou pro colo dele e aí me apaixonei, pois mesmo tendo acabado de engolir todo o esperma, ganhei um longo beijo. Até ali a gente nem tinha conversado. Só então ficamos ali namorando e conversando. Ele pegou mais bebidas para gente e quando me convidou para ir no quarto com ele, me falou: - Eu tenho alguns gostos diferentes, mas não quero que você se assuste, pois nunca vou fazer nada que não queira. Fiquei curiosa e ele me despiu inteirinha e me pegou no colo. Quando abriu a porta do quarto eu gelei: no teto tinha espelho e numa parede também, para poder ver a cama. Numa parede tinha correntes e algemas e uma cadeira de guilhotina (fui saber o nome depois...rsrs). A cama também tinha algemas. Me assustei um pouco com aquilo. Nem pensava que ele pudesse ser assim. Mas o tesão naquele homem era tanto que quando ele prendeu minhas mãos nas algemas da cama e caiu de boca de novo na minha bucetinha, me entreguei. Minha xaninha escorre fácil e assim que lubrificou ele ergueu minhas pernas e meteu. Que pau gostosooooo! Começou comendo devagar e apreciando a minha xaninha, mas depois ergueu meu quadril e metia como um bate-estacas. Eu gozei gemendo alto e o pau dele continuava como uma pedra de tão duro. Ele soltou minhas mãos e me virou de quatro. Socadas firmes e fortes. Eu não resisti e pedi: - Bate na minha bunda. Aí a coisa mudou. Foi tapa na bunda, puxão de cabelo, tapa na cara, xingamentos. Era outro homem, mas a pegada gostosa só me dava prazer. Gozei mais uma vez e ele não gozava! Eu pedi para sentar nele e caprichei. Rebolei, gemi, saltei e consegui o que queria. Ele gozou forte e grosso dentro de mim. Não me importei de estar sem camisinha. Confiava nele. Mas não sabia como seria me apaixonar assim. Ele gozou muito e quando saí de cima caiu muito esperma na barriga dele. Eu? Lambi tudo! Ele me fez gostar de ser dele, me tratava com carinho na rua, mas na cama era um animal. Me prendia na cama, mas não nos outros equipamentos que tinha lá. Eu estranhava mas ele dizia que era para o meu bem. E realmente era. Depois eu soube e vou contar a vocês, se gostarem e comentarem.
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