Meu vício em engolir esperma é um problema - a cadeira de guilhotina me fez ser pedaço de carne
Oi amores... Quem leu o conto anterior viu que meu namorado me mandou limpar outro pau e aquilo me deixou confusa. Mas no dia seguinte estávamos tomando café e e ele conversou comigo e disse que me amava e que adorava quando eu fazia os desejos dele incondicionalmente. Como eu estava apaixonada, falei que queria ele feliz e que se era isso que o deixaria assim, podia mandar e eu obedeceria. Não sei se foi um acerto ou um erro. Ele levantou, me colocou para mamar sentada ali mesmo e gozou dentro do meu café. Bebi feliz por agradar ele. Continuamos assim com ele gozando nas minhas comidas e bebidas e em vários lugares, quando ele desejava. Eu também amava. É uma delícia sentir um pau duro entrando na garganta enquanto mãos firmes guiam a cabeça no vai e vem do cacete. Amo isso. Quem leu meus contos anteriores sabe que ele tem no quarto alguns objetos de submissão, mas nunca usava comigo. Lá tinha uma cadeira de guilhotina (vou colocar uma foto aqui para verem como é) e eu fui na internet olhar algumas fotos de como aquilo era usado e fiquei impressionada. Uma tarde, estava sozinha na casa e resolvi me masturbar até ele chegar. Acariciei muito minha bucetinha e ela já estava toda babada. Então comecei a olhar aqueles aparelhos que tinha no quarto e minha atenção se voltou para a cadeira de guilhotina. Minha curiosidade foi aumentando e me imaginei tendo a boca usada estando presa naquele aparelho. Por que será que ele nunca me colocava neles? Levantei e resolvi experimentar me colocar ali, pois ele nunca tinha sequer deixado eu experimentar. Me algemei nos buracos para as mãos, mas aí eu não conseguia colocar a cabeça. Então ergui a parte da cabeça sobre o pescoço e só aí me algemei e fui baixando a guilhotina com o pescoço. Logo eu estava de quatro, com as mãos nos buracos e o pescoço preso ali. Fiquei um tempo olhando (tinha um espelho bem de frente) e minha bucetinha pingou com aquilo. Como estava perto da hora de ele chegar, resolvi sair pois ele poderia ficar bravo de eu ter experimentado. Aí veio o problema: eu estava com as mãos presas nos buracos e apenas com o pescoço não conseguia erguer! Fui forçando, forçando e não consegui de forma alguma! O desespero me bateu porque eu estava ali, pelada de quatro, presa, num aparelho que ele nunca me deixou sequer encostar. Fiquei imaginando a decepção dele em me ver daquele jeito. Tentei de todas as formas me livrar, mas não havia como. A parte de cima da guilhotina não subia! Lutei o quanto pude, mas percebi que teria de esperar ele chegar para me tirar dali. Passado um tempo escutei a porta, mais uma vez ainda tentei me livrar, mas não consegui. Quando ele começou a chamar meu nome, meu coração apertou. A porta abriu e virei a cabeça de lado para olhar e ele arregalou os olhos me vendo ali nua e presa. Pedi para ele me tirar, mas ele estava estático. Ficou um tempo parado na porta me olhando, parece que decidindo o que fazer. Depois, vi aquele olhar autoritário aparecer de novo e meu coração disparou! Ele sentou na cama e conversou comigo. Expliquei a ele o que tinha acontecido e ele sorria de maneira sarcástica. Pedi que ele me tirasse, mas ele me ignorou. Ali era o começo de algo que eu aprenderia a não ser curiosa demais. Ele me falou: - Então você quer saber como é? Vou te mostrar. Ele abriu um armário com chave que eu nunca tinha tido acesso e tinha várias coisas lá. Ele pegou um vibrador e fixou contra a minha bucetinha. Colocou um plug com carinho no meu ânus que tinha um rabo. Fiquei igual uma égua ali presa e com rabo. Escolheu vários chicotes diferentes e começou a me bater. O vibrador me fez começar a ficar excitada de novo, mas ele não tirou a roupa. Ele foi escolhendo os chicotes e batendo, no começo devagar, depois com mais força. Meu corpo ardia e eu pedia para ele parar, mas não acontecia. Eu olhava no espelho meu rosto cheio de lágrimas, sentia o ardor das chibatadas e a pressão do plug no ânus, mas minha bucetinha estranhamente pingava com o vibrador. Apanhei muito, chorei, mas, de repente... gozei. Um gozo profundo, ardido. Depois vi porque ele não parou. Eu tinha durante aquele tempo molhado toda a base da cadeira com o que escorreu da minha bucetinha. Fez uma poça entre minhas pernas. Gozei simplesmente apanhando! Então ele tirou a roupa, veio e enfiou o pau na minha boca. Fiquei ali presa tendo a boca fodida e a garganta invadida. Não tinha forças para negar e apenas deixava a boca aberta para ele entrar como queria. Ele alternava entre enfiar o pau na minha boca, cuspir na minha cara e dar tapas no meu rosto, enquanto me xingava. Não havia carinho. Era bruto e forte. Ele gozou na minha boca me fazendo afogar. Engoli tudo pois ele gozou no fundo da garganta. Achei que ele ia me tirar, mas ele apenas buscou um copo de água para mim que me deu na boca e depois pegou uma cerveja e sentou na cama assistir TV. Pedi para ele me tirar, mas ele me ignorava. Passado o tesão, agora meu corpo ardia onde ele bateu. Eu estava impressionada por conseguir aguentar aquilo, mas confesso que a dor era boa. Mais ou menos uma hora depois ele voltou a colocar o pau na minha boca, mas durou pouco tempo. Ele deu a volta na cadeira e meteu na minha bucetinha sem tirar o plug do meu ânus (sim, eu fiquei todo esse tempo com ele dentro). Batia com um chicote na minha bunda e metia forte, me fazendo gemer alto. Mais uma vez gozei forte e ele encheu minha bucetinha de esperma. Ouvi ele tomar banho e vir deitar e eu continuava ali. Agora minhas pernas já estavam cansadas e meus joelhos, apesar de ser estofado, doíam. Quando ele saiu do banho foi no armário e pegou uma fita e colocou na minha boca. Senti retirar o plug do meu ânus e o pau dele me invadiu de uma única vez. Meu corpo todo se arrepiou e a dor foi incrível, mas não consegui gritar devido à fita. Chorei de dor, mas ele metia incontrolavelmente. Quando me olhei no espelho e vi meu corpo imobilizado e sendo usado daquele jeito, mesmo com toda a dor que sentia e que queimava no meu ânus, gozei intensamente! Ele usou como quis meu ânus até que gozou dentro dele. Só aí ele me tirou e me levou tomar banho. Eu fui amparada, porque estava sem forças. Gentilmente ele me limpou, me deitou na cama e cuidou das partes machucadas. Era muito carinho! Deitou ao meu lado e ficamos namorando. Depois fomos jantar e adormeci. Acordei toda dolorida, mas menos que no dia anterior. Olhei as marcas no meu corpo, mostrando como ele tinha me tratado. Ele acordou, veio até no espelho olhando as marcas comigo e passando carinhosamente a mão no meu corpo, até chegar na minha bucetinha. Me masturbou em pé e eu fui ficando melada. Se abaixou e chupou minha buceta até eu segurar a cabeça dele e gozar ali mesmo. Depois ficou em pé e foi me beijando até na parede onde tinha um X com algemas de imobilizar. Enquanto me beijava, foi prendendo minhas mãos, depois abaixou e chupou minha bucetinha, prendendo meus pés. Aí acabou o carinho. Mas no fundo eu já sabia que ia ser assim. Fui chicoteada nos seios, nas partes internas das pernas e até na bucetinha. Incrivelmente eu pingava com isso e assim ele sabia que eu estava gostando, mesmo gemendo e chorando. Fui castigada por mais de meia hora. Ele me tirou, pegou cordas e me imobilizou com os braços amarrados nas pernas, presos no teto sobre a cama (agora sabia porque tinha uma argola lá no teto no meio do espelho). Fiquei com a bucetinha e o ânus expostos e ele me comeu os dois de novo. Inclusive alternando entre meter na bucetinha e no cu. Fui usada como ele quis. Na hora de gozar ele perguntou onde eu queria o esperma. Adivinhem???
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